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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

25.Nov.16

“Momentos de Poesia” – Comemoração do 10º Aniversário

Francisco Carita Mata
Lançamento de Livro“Momentos de Poesia Historial (e Poesia e Prosa de 48 autores)”.  Em devido tempo, divulguei no blogue a realização de evento comemorativo do 10º aniversário de “Momentos de Poesia”. Realizou-se esse evento no passado domingo, dia 20 de Novembro, na sugestiva Sala José Régio, no Hotel com idêntico nome, "em Portalegre, Cidade..."Espaço repleto, como acontecimentos (...)
23.Jan.16

XIII Antologia de Poesia do CNAP

Francisco Carita Mata
Círculo Nacional D’Arte e Poesia Antologia Neste Post Nº 294, dando seguimento à divulgação de Poemas da Antologia, deveria publicar um dos meus Poemas. Estando eles já publicados no Blogue, respetivamente: “Sussurra-me ao ouvido”, no Post Nº 250, juntamente com a Ficha Técnica, a 13/12/2015. “Cacela Velha”, no Post Nº 251, a 15/12/2015. Pelo que, se quiser ter a amabilidade de os consultar, remeto para os links seguintes:
22.Jan.16

Escolha de um Aio para “O Príncipe Com Orelhas de Burro”

Francisco Carita Mata
A preocupação de um "Pai" na hora de escolher...Ou uma Metáfora sobre os dias de Hoje!  “ ( ...) – andava o triste pai perguntando-se quem apresentaria o composto de virtudes necessário a um bom aio do príncipe...Percorria, em espírito, os nomes de todas as individualidades mais em destaque na corte. Mas nenhum nome o (...)
12.Jan.16

XIII Antologia de Poesia do CNAP – Poema: “Quadras ao Meu Amor”

Francisco Carita Mata
Círculo Nacional D’Arte e Poesia Antologia Retomamos a Poesia, neste blogue “aquém-tejo.blogs.sapo.pt/” e, novamente, a temática do Amor, rio que corre em variados versos desta Antologia, umas vezes de correnteza mais calma, noutras mais atribulada.Neste Post Nº 281, o Poema “Quadras Ao Meu Amor”, de José Garção Ribeiro Branquinho, de Ribeira de Nisa (Portalegre).  “Quadras Ao (...)