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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Destino Inglório!

Destino inglório teve o elevador da Glória.

Toda a gente terá ouvido, sabido, sobre o trágico acidente - 03/09/2025 - deste icónico meio de transporte, que descia e subia a célebre Calçada da Glória.

Em meados da década de oitenta, usei algumas vezes este elevador para ir à Baixa ou subir à Alta da Cidade. Frequentei o I.O.P., situado no Largo Trindade Coelho. Também desci a pé a Calçada. Algumas vezes também subi, menos, é certo. (Posteriormente, terei, talvez, também viajado em passeio.)

O que dizer sobre o ocorrido?!

Lamentar o acontecido; desejar melhoras aos feridos, ainda não recuperados; expressar os sentimentos de pêsames, a familiares e amigos, de falecidos.

Desejar que as causas sejam cabalmente esclarecidas. Que sejam reportadas, às entidades competentes e devidamente assimiladas. Para que equipamentos em funcionamento, em idênticos moldes, sejam corrigidos, prevenidos, mesmo suspensos definitivamente, para não ocorrerem acidentes semelhantes. Em Lisboa ou noutras localidades, em que ainda funcionem veículos de igual calibre.

Que, para o elevador em causa, já não há remédio que lhe valha ou terapêutica que o cuide!

E que fazer no futuro?

Ficar a Calçada sem transporte?!

De modo algum.

Após este processo concluído, devidamente visto, pensado, analisado, em todos os seus quês e porquês, não só no plano técnico, também humano, funcional, social, empresarial, …

Lançarem um concurso público, sugerir um debate de ideias, sobre como e modo de operacionalizar novo meio de transporte para a Calçada.

Definindo os itens essenciais: transporte de pessoas, locomoção, segurança, modernidade, inovação, tecnologias modernas. Quiçá futuras, para colocar em funcionamento algo que seja também icónico, marcante na Cidade. Não tanto em termos de passado, como era o que havia, mas inovador face ao futuro. (…  …)

Este debate de ideias, submetidas a concurso, consistentes no que proponham, sujeitas a crivo de personalidades de reconhecido mérito e competência nacional e internacional.

(Basicamente o que se faz, atualmente, nestas e noutras coisas de diferentes calibres. Não estou a ensinar nada a ninguém, nem tenho essa pretensão. Que não sei nada sobre o assunto, além do que sabe qualquer cidadão comum.)

Tenho dito! (Escrito!)

Obrigado, pela sua atenção. Votos de Saúde e de Paz!

(Tenho pena, mas não tenho nenhuma foto, de minha autoria, condizente com o assunto. Já há alguns anos que não vou a estas zonas mais antigas da Cidade. Mas tenho saudades!)

 

Voltamos ao Jardim da Gulbenkian.

Fotos de 31 de Agosto 2025 - Domingo.

(De madrugada ou pela manhã, havia chovido!)

Ficaram as nuvens, guardiãs da preciosa água que se evaporara! 

20250831_143902.jpg

Voltamos ao Jardim, reportando nova foto deste emblemático parque lisboeta.

(Delineado por Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto.)

Também para voltarmos ao novo espaço, incorporado com as alterações no CAM - Centro de Arte Moderna.

(A partir do que fora de Dona Gertrudes - Jardins de Santa Gertrudes!)

(Museu, edifício central e até estacionamento estão para obras.)

Queríamos observar como se aguentaram as novas plantas, neste Verão escaldante.

À "pala", também chamada "Engawa", pouca gente já liga.

Faz boa sombra!

20250831_144658.jpg

Quanto às plantas, recomendam-se. Também estão muitíssimo bem regadas. Raríssimas as que não terão sobrevivido, pesem embora as altíssimas temperaturas destes meses de Junho, Julho e Agosto, de 2025.

É reconfortante observar tantas, mas tantas plantas, árvores e arbustos autóctones. Do nosso universo mediterrânico. Plantas habituadíssimo a observar nos terrenos, nos matos da nossa charneca Alentejana. Nos terrenos da minha Aldeia.

Todavia, algumas extravasam estes considerandos.

A seguinte, não sei o que é. Mas também está muito bem integrada, entre murtas.

20250831_145751.jpg

Sobre muitas das plantas nos canteiros já abordei em postais anteriores.

(Em todos os canteiros a densidade é muita. Mas, nalguns, surprende-me como plantaram tantas árvores que, embora atualmente pequenas, um dia crescerão, atingindo porte arbóreo!

Mas até lá, o tempo o dirá!

Que cá estejamos, daqui a alguns anos, para constatar. 

Até lá, bons passeios!)

 

Festas na Notável Vila de Nisa -

A bela e notável Vila de Nisa anda numa grande azáfama, na preparação das Festas de Verão.

No próximo fim de semana.

20250718_214704.jpg

Vão realizar-se no centro da Vila. Irão atrair muita gente.

Muitas estruturas estão sendo instaladas. 

Mas algumas questões se me levantam.

Face ao local em que irão decorrer, não condicionarão o trânsito habitual da localidade?!

A estrada nacional passa mesmo no meio dos espaços das festas. Será o trânsito desviado?

Por onde circularão camiões, expressos rodoviários, que habitualmente aí transitam?

Afinal e para todos os efeitos, a Vila não tem nenhuma estrada de circunvalação.

Também observei que está em construção um edificado para guardar / expor a célebre escultura, intitulada "Valquíria", da celebérrima escultora Joana Vasconcelos. Vai ser um espaço emblemático, para não menos icónica obra de arte. Também no centro da localidade.

É uma mania que temos em Portugal: tudo é feito no centro das localidades. Aliás, é tudo para o centro - barrigão - do País, que é Lisboa. O resto é sempre paisagem.

Mas seria bom que muitas realizações fossem executadas nas periferias. Descentralizava-se.

Isto digo eu, que é remar contra a maré.

Em Lisboa, veja-se por ex. a concentração de edificados na Luz. O Estádio do "Glorioso" (!), o Colombo, esse colosso de mau gosto - digo eu, lá está - e o Hospital. Tudo Luz: iluminada e iluminante!

Toda esta conversa, a propósito das Festas de Nisa, terra dos meus ancestrais Carita.

Nisa, Chamiço, Carita

Saúde e Paz, que tanta falta faz.

Já votámos!

Tal era a pressa, não?!

20250511_200757 (1).jpg

Já foi no domingo passado… que passou!

E só agora é que diz?!

Calhou agora!

Só falta dizer onde votou!

Pois… na Localidade onde estamos recenseados.

Portalegre, Cidade…

Só elege dois deputados!

E não chegam?!

Depende! Dois podem chegar, ou sobrar! Depende de quem for eleito!

Assim, também é mais fácil votar. Na melhor das hipóteses, dois partidos elegem um deputado cada um. Na pior, são os dois do mesmo lado!

Bem, não importa! Este diálogo, pré-eleitoral fará sentido?!

Desde que não diga o sentido de voto, para não influenciar outros possíveis eleitores, pouco importa!

Nada faz sentido nestas eleições antecipadas. Já o disse, e repito! Em cinco anos, três eleições antecipadas! É Obra! Uma grande Obra!

A obra que gostaria de ver concretizada no meu Distrito, independentemente do número de deputados… (Que até poderiam ser mais. Desde que Lisboa, por ex., tivesse menos. Esta máxima aplica-se também ao Porto. Distribuídos pelos distritos do Interior: Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja.)

Mas o mais importante era que os deputados estivessem adstritos aos distritos que os elegem. Empenhados, envolvidos, implicados nas problemáticas e dinâmicas dos respetivos distritos. De certo modo, como depreendo e percebo do que se passa na Inglaterra!

Envolvidos e responsabilizados, no que os distritos precisam, no desenvolvimento do Interior.

E vamos às Obras!

O Distrito de Portalegre precisa que o IP2 seja, de facto, um Itinerário Principal. Não o arremedo que é! Retirar-lhe todos os constrangimentos que tem. E até, e porque não?! Com duas faixas!

A Linha de Leste posta a funcionar devidamente para passageiros e mercadorias.

O que é preciso fazer para operacionalizar tudo isto?! (…)

E só precisa disto?! ?! (…)

***

(E qual o sentido da foto?!...)

 

A Arte de andar sem sair do mesmo sítio!

20250504_151446.jpg

Isto é assim, a modos que, uma metáfora de Portugal!

Eleições Antecipadas, para quê?!

***

Num contexto temporal de 5 anos presidenciáveis, já tivémos 3 dissoluções de Parlamento.

Vamos ter as 3ªs eleições legislativas antecipadas!

Iremos ter a 4ª estrutura governativa!

É caso para se dizer: É Obra!!!!

***

Será preciso dizer mais alguma coisa?!

***   ***   ***

Quem tiver olhos para olhar, que veja!

Quem tiver ouvidos para ouvir, que escute!

Quem tiver cabeça para pensar, que reflita!

***

Fico-me, por aqui.

Se tiver tempo e paciência, talvez ainda volte a isto das Antecipadas.

Porque é preciso votar!

***

(A Foto é original, num espaço emblemático da Capital.)

Meu Amor, do Facebook!

20250213_180729.jpg 

Meu Amor…

 

Meu amor, do Facebook

Olha o meu look

Não julgues que é truque

Ou photoshop

Que eu não sou ‘strela pop!

Eu não sou estrela pop!!

 

De lado ou de frente

A imagem não mente

Que nela há gente

Uma alma carente

Um coração ardente

Quase a saltar

Prontinho p’ra’mar.

 

Olha o meu perfil

Escolhe-me entre mil.

Meu livro de rosto

Não me dês desgosto.

Coloca-me um gosto

Põe-me um like

Manda-me um bitaite…

Podes-me enganar

Mas, faz-me acreditar

Que de mim vais gostar

Que vais me amar

Eterna…   … mente.

Mente!

Mente, se puderes

Engana-me, até, se quiseres

Mas, diz que me amas

Que ardes em chamas

Por mim, de amor…

Aplaca-me esta dor!

Gosta-me…

Gosta-me… por favor!

***   ***   ***

***

Este poema comecei a escrevê-lo em Dezembro de 2017. Disse-o, pela primeira vez, em 2018, numa Sessão de Poesia, organizada pelo CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia no “Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira”.

A 1ª versão foi publicada no blogue em … 24 de Janeiro de 2018.

Também foi publicado em papel, em Boletins Culturais e em Antologias.

Fui dizendo o poema, em 2018 e 2019, em diferentes Grupos Culturais:

APP – Associação Portuguesa de Poetas

"Momentos de Poesia",

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.

Também na minha Aldeia, em finais de 2018 – apresentação de “Altemira fiz um ramo”.

Entretanto em 2020, todos sabemos o que aconteceu: Pandemia.

Praticamente nunca mais Disse Poesia.

Mas disse na Rádio Portalegre, em 2022.

E, na Rádio, também disseram…

E, eu, quando dizia, nunca dizia igual…

Entretanto, também vou dizendo, em casa… quando me apetece!

E apetece-me dizer em público.

Ontem, constatei que há muitas diferenças entre o que escrevi e publiquei em 2018 e o que digo agora.

Hoje, resolvi publicar esta nova versão, suprarreferida.

+++

(A foto é de anteontem, 5ª feira, 13 de Fevereiro.

O Sol a pôr-se. Tal qual a Vida!)

 

 

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