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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

VÁ – VÁ: Tertúlia e Resistência Poéticas

Alentejo Azinheira Original DAPL. 2016.jpg

 

PARA ALÉM DO PENSAMENTO 

( LISBOA - 2018 – Setembro – 09 – Domingo)

 

No passado domingo, um grupo de resistentes, ainda, se aventurou na projeção da Poesia, no VÁ – VÁ. Resistentes e aventurosos, sim, porque as condições técnicas são, de facto, muito adversas. O barulho é, realmente, muito incomodativo. E inicio esta crónica exatamente por este lado negativo, contrariamente ao que é meu apanágio, que gosto de valorizar o lado bom da realidade, mas não posso deixar de mencionar esta situação. A Poesia merece melhor tratamento! O VÁ – VÁ também, ademais sendo uma “Loja com História”. Como seria agradável dizermos Poesia sem aquele ruído tão incomodativo.

 

Mas adiante, que a Poesia está acima, até do ruído, do comunicacional, inclusive, que só transmitem notícias de “barulho(s)” e ignoram totalmente a beleza poética!

 

Pois, no Domingo passado, a Poesia, no seu lado mais belo e sob diversas vertentes, perspetivas e temáticas, mais uma vez, disse “Presente!”, no VÁ – VÁ!

Ademais acompanhada pelo Fado, pela Canção Tradicional (alentejana)…

Parabéns a todos os presentes: Alzira Vairinho Borrêcho, Maria do Céu Borrêcho, que apresentaram o livro “PARA ALÉM DO PENSAMENTO”; Rogélio Mena Gomes, Carlos Cardoso Luís, Fernando Afonso, também organizadores, enquanto membros da Direção da APP e a todos os Poetas e Poetisas, além dos mencionados, que cantaram, disseram e nos encantaram com a sua Poesia ou de Autores clássicos e consagrados (Antero de Quental, há que realçar). A saber: Daniel Costa, Fernanda Beatriz, Suzete Viegas, Sofia Romano, Júlia Pereira, Bento Durão, Rosângela Marrafa, João de Deus Rodrigues.

 

E voltamos a “PARA ALÉM DO PENSAMENTO”, cuja apresentação iniciou a Tertúlia.

Cada um dos presentes disse, leu, declamou, a seu jeito e modo, um poema do livro.

Havendo vários poemas dedicados ou inspirados no Alentejo, onde a autora viveu algumas dezenas de anos, aproveitei para dizer, precisamente, um inspirado nessa temática e que transcrevo.

 

«Alentejo das casas caiadas

Que não me sais da memória.

As saudades redobradas

Na mente me fazem história.

 

As saudades redobradas

Que aparecem na lembrança

Deste coração sofrido.

 

Que a memória não descansa

Vai lembrando o tempo ido.»

 

Alzira Vairinho Borrêcho

 

E poderia continuar a cronicar que haveria muito a noticiar e referir. Nunca é demais realçar que estes encontros poéticos são sempre mágicos e preciosos. Renovados votos de continuação destas tertúlias, redobradas felicitações a todos os participantes e organizadores. A todos os “resistentes”, que continuem na divulgação da Poesia. Obrigado a todos por nos proporcionarem estas “vivências poéticas”.

OBRIGADO muito especial à gerência do VÁ – VÁ!

(Cada um dos presentes apresentou um poema seu, ou dois, para quem ficou para a 2ª parte. Lamento não referir o título de cada um dos apresentados, mas não consegui registá-los todos.

Pela minha parte, disse “Selfie” e outro ainda não divulgado no blogue.)

Exposição do CNAP na Casa do Alentejo

Exposição Coletiva de Artes Plásticas 

CNAP - Círculo Nacional D'Arte e Poesia

Casa do Alentejo

Sala de Olivença

Este post tem por principal objetivo divulgar alguns dos quadros expostos na Casa do Alentejo, no âmbito da Exposição supracitada.

De momento, essa será a principal direção da temática.

Posteriormente, abordarei mais alguns aspetos concernentes a problemáticas atuais.

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Cartaz sobre o "Cante - Património do Mundo"

(Exterior Casa Alentejo)

Cartaz Cante - Casa Alentejo - Foto DAPL. jpg

 

Sala de Olivença - Conjunto quase total dos Quadros expostos

Sala Olivença. Exposição. Foto DAPL. jpg

"Vida nos Oceanos" - Maria Lourdes Guedes

"Vida nos Oceanos". Mª Lourdes Guedes. Foto DAPL. jpg

"Sem Título" - Méli e "Flores Campestres" - Maria Lourdes Guedes

 

"Sem Título" e "Flores Campestres" - Méli e Mª Lourdes Guedes.jpg

"Sem Título" - Pinturas de Cecília Augusto e Catarina Semedo

"Sem Título" - Cecília Augusto e Catarina Semedo. Foto DAPLjpg

"Marvão" - Vitor Hugo

 

"Marvão". Vitor Hugo. Foto DAPL. jpg

 

 "Mistério e Vida" - Maria Rita Parada Reis

"Mistério e Vida". Maria Rita Parada Reis. Foto DAPL. jpg

"A Cascata" e "Apocalipse" - Elmanu

"A Cascata". Elmanu. Foto DAPL. jpg

"Apocalipse". Elmanu. Foto DAPL. jpg

"Quando o Meu Pensamento Voa" e "Fado" - Fernanda Carvalho

"Quando o meu pensamento voa". Fernanda Carvalho. jpg

 

"Fado". Fernanda Carvalho. Foto DAPL. jpg

Face ao exposto no introdutório do post, decidi, no decurso da respetiva operacionalização, divulgar apenas as pinturas expostas, tendo em vista o respetivo conhecimento.

Apresse-se a visitar a Exposição, que encerrará na próxima 5ª feira, dia dezanove.

Acredite, que vale a pena! Estão expostos belíssimos trabalhos de Pintura!

Para além da Casa em si mesma.

(As fotos, de telemóvel, são originais DAPL. Muito Obrigado!) 

(E Obrigado a todos os Artistas.)

 

 

 

 

 

 

Arte, Poesia, Poesia e Arte!

APP – Associação Portuguesa de Poetas – Vá Vá

Círculo Nacional D’Arte e Poesia – CNAP – Casa do Alentejo

 

Perante tantas problemáticas e situações complexas, traumáticas e de sofrimento, em que nos encontramos, tanto no plano individual, como no coletivo, questiono-me, se faz algum sentido falar de assuntos aparentemente triviais, como sejam saraus, tertúlias, exposições…

Será que a Poesia pode ser libertadora e ter algum papel no alívio do sofrimento humano? Poderá ela apaziguar as almas e os corações dos que sofrem dores físicas ou psicológicas, suas e/ou alheias?

Não sei. Talvez e pelo menos, ou somente e apenas, possa libertar e fazer mais felizes os seus autores, os que a cultivam, que a compartilham, quer ouvindo, quer dizendo… lendo, declamando… Quiçá!

Foto original DAPL 2018.

 

Vêm estas considerações a propósito de alguns acontecimentos poéticos, ocorridos neste final de semana.

A APP – Associação Portuguesa de Poetas promoveu ontem, 08/07, a sua habitual Tertúlia no Vá – Vá, aos segundos domingos de cada mês.

Aconteceu Poesia!

E como sempre houve momentos mágicos! Poesia, canções, arte de dizer, ensinamentos e aprendizagens, pedagogia, maestria de verdadeiros artistas presentes. Cada um com a sua riqueza poética, compartilhando-a com os Outros.

 

Parabéns a todos os intervenientes: Vitor Camarate e esposa, Esmeralda, Fernando Afonso, Graça Melo, Fernanda Beatriz, Júlia Pereira, Feliciana Maria (Maria do Tempo).

 

A sessão, nessa tarde, aconteceu num espaço diferente, dado que a sala habitual estava reservada. Num recanto, igualmente aconchegante, mas o barulho é impossível de erradicar.

Li, algures que o “VÁ – VÁ” é uma das lojas a integrar ou a concorrer ao conceito de “Lojas com História”, da Cidade de Lisboa!

Talvez as Tertúlias da APP, que já são tradicionais no estabelecimento, sejam uma mais-valia. Talvez!

 

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Um espaço inegavelmente com história, em Lisboa, é a Casa do Alentejo, às Portas de Santo Antão.

Uma verdadeira obra de arte ímpar, bem no centro da cidade e que só entrando… Do exterior passa até bastante despercebida, tal a profusão de restaurantes e esplanadas e turistas e mais turistas, na rua.

Mas franqueando a entrada e subindo ao pátio árabe… e continuando… Só mesmo vendo!

 

Pois então o Círculo Nacional D’Arte e Poesia não haveria de promover uma Exposição de Artes Plásticas neste verdadeiro ex-líbris artístico?! Nem mais nem por menos!

Uma autêntica Galeria de Artistas Plásticos, na Sala de Olivença. Alguns também Poetas… e Poetisas.

Catarina Semedo, Cecília Augusto e Méli, cada uma nos apresenta um trabalho individual, segundo o normativo “Sem Título”.

Elmanu apresenta-nos “Rota da Esfinge”, “A Esfinge e a Pirâmide”, “A Cascata”, “Apocalipse”.

Fernanda Carvalho: “Quando o Meu pensamento Voa” e “Fado”.

Maria Lourdes Guedes: “Flores Campestres” e “Vida nos Oceanos”.

Maria Rita Parada dos Reis: “Mistério e Vida”.

Vitor Hugo: “Marvão”.

 

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Bem eu, não sendo artista, muito menos artista plástico, tive a ousadia, se calhar inconsciência, de me apresentar no meio destes verdadeiros Artistas. Não com uma pintura, que não sou pintor, como sugestiona o cartaz evocativo da Exposição, mas com um trabalho que integro no conceito de “Poesia Visual”. Porque foi nesse contexto e procurando seguir essa metodologia de experimentação poética, que o elaborei na segunda metade da década de oitenta. E que, agora, após o concurso “Nau dos Sonhos – Prémio Maria Ivone Vairinho”, promovido pela APP – Associação Portuguesa de Poetas, a que o submeti e que venceu, na modalidade de “Poesia Ilustrada”, achei por bem expor.

Intitula-se “Poema Psicadélico”, título apresentado para efeitos do concurso 2018, e que foi elaborado com base num poema de 1979, intitulado “Fuga… à Solidão”!

 

Exposto na Casa do Alentejo!

Todo o Alentejano tem orgulho em apresentar os seus trabalhos, ademais pela primeira vez, na Casa que, em Lisboa - matriz da Diáspora, nos reporta para as nossas raízes primordiais.

É com muito orgulho que ele está exposto nessa Casa Mãe dos Alentejanos na Grande Lisboa. Cumulativamente, entre tão nobres e valiosos Mestres, como são os Artistas que expõem os seus trabalhos na Sala. Sala que, per si, é uma verdadeira joia artística, entre todo o templo de Arte que é aquela Casa!

(Perdoem-me a minha ousadia, talvez a minha insensatez…)

A Exposição inaugurada a sete, irá até dezanove do corrente mês.

 

Pena, que nesse dia da inauguração, não tenha havido o “Dizer Poesia”. Houve a montagem, de modo que o tempo talvez tenha escasseado…

 

Mas não houve Poesia nesse dia na Casa?!

Pois claro, que houve.

O “Grupo de Cante Os Rouxinóis”, da Escola Secundária Santiago Maior e o “Grupo Coral Cantadores do Desassossego", ambos de Beja, trouxeram-nos essa Poesia dos confins e imensidão da planura alentejana…

 

Todavia será de todo importante que o Círculo Nacional D’Arte e Poesia – CNAP -, promova uma sessão de Poesia, no âmbito e contexto da Exposição, como, aliás, é seu apanágio.

Aguardemos!

 

(Uma nota final: tenho constatado que nas últimas sessões poéticas em que tenho participado, nas diversas tertúlias das diferentes instituições a que me honro de pertencer, que há menos pessoas que o habitual. Questão de férias?!)

 

E ainda outra nota: Quando é que as TVs, que pagamos todos, todos os meses, nos brindam, mimoseiam, com tantos e tão bons Dizedores de Poesia que há por esse País fora.

E quando divulgam os Artistas como os que expõem nestes encontros de Arte?!

Quando?!...

Arte e Poesia / Bye Bye, Uruguai...

Cartaz Expo. CNAP. 2018. Cortesia Casa Alentejo. jpg

 

Bye – Bye, Uruguai / Que você vai / Seguir avante.

E eu... fico cantando / Fico chorando / O meu descante! (…)

 

Pode a Poesia coadunar-se com o Futebol?!

Pois claro, que pode. Já escrevi sobre esse lado bonito da irmanação futebolística. Já publiquei no blogue, vários artigos sobre o Futebol. Sobre o Futebol, digo! Ainda que deteste as futebolices!

Ontem foi uma tarde desagradável, em termos de Futebol, dado que a equipa portuguesa perdeu e foi eliminada. Mas adiante, que há coisas bem piores na Vida… Mas ficamos sempre aborrecidos.

Vi a primeira parte do jogo num excelente espaço público de grande concentração humana. Mas concluído o primeiro tempo e dado que o resultado não me estava a agradar e o ambiente ainda menos, resolvi partir. E como é diferente percorrer as ruas da Cidade em dias de concentração futebolística. Pouquíssimo trânsito, raras as pessoas calcorreando… Fui entrando nos vários cafés onde as TVs sintonizavam o jogo, apercebi-me do golo português a meio do percurso, confirmei numa pastelaria, soube ter sido Pepe e, mais adiante, quando voltei a entrar em novo estabelecimento, já a equipa portuguesa perdia novamente. Cavani! Oh, Cavani! Que nem o São Ronaldo nos valeu!

 

Mas se não nos valeu o Futebol, sobremaneira nos engrandeceu a Poesia!

Na SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, houve “Poesia à Solta”. E nem você imagina como o estro poético dos participantes se soltou! Foi uma tarde memorável, em que excelentes Dizedores, Poetas e Poetisas, nos disseram, declamaram, cantaram e encantaram através do seu Verbo Poético.

Que não ficou nada atrás, duma tarde de bom futebol. Quando é Futebol! Muito pelo contrário, ficou muito além. A Poesia não tem é a divulgação que merece.

Se os nossos canais televisivos, que nos inundam diariamente com a prosódia dos BêDêCês deste país, todos os dias, antes ou depois dos noticiários, nos apresentassem Dizedores de Poesia, escassos minutos chegavam e você nem sabe como este País sairia engrandecido!

E nem precisavam de buscar gente famosa. Nem precisavam de lhes pagar chorudos ordenadões. Há imensos Amadores, por esse País afora, que dizem Poesia sua ou de outros, de forma excelente. E, muitos, nem precisam de teleponto!

Mas, em frente, que se faz tarde!

Parabéns e Obrigado à SCALA! E a todos os participantes.

 

Quadro: Teresa Filipe - Foto Rolando Amado. 2018. jpg

 

E reportando-me ao cartaz elucidativo, cortesia da Casa do Alentejo, (Mª J. Carvalho) e que abre o post.

Anuncia e divulga a próxima Exposição do CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia. A partir de sete, do sete, (07/07), na Casa do Alentejo. Na Casa Do Alentejo! Vou esforçar-me por participar, caso a Vida me permita, com um trabalho de Poesia Visual. E conto estruturar uma simples “instalação poética”!

Participe também.

Irão estar sócios do CNAP, que participaram nas últimas Exposições do Círculo, nomeadamente na Câmara Municipal de Lisboa e no Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira.

O quadro ilustrativo deste último trecho do post, "O Ribeiro", é um trabalho de Teresa Filipe, que não figurou no post respetivo, o que agora se remedeia divulgando-o, através de foto de Rolando Amado.

Parabéns e Obrigado também ao Círculo e a todos os participantes na Tertúlia, realizada no último dia vinte e seis de Junho, no mencionado Centro de Dia de São Sebastião.

(E assim termino este meu post, só com uma página A4, que estou a tentar ser conciso no verbo!)

 

Vinte e Cinco de Abril e Poesia!

Liberdade! Liberdade de Expressão! Liberdade de Reunião!

 

Ultimamente, tenho escrito pouco e publicado ainda menos.

Outros projetos. Outras atividades…

 

No blogue, todavia, a Poesia tem estado bem presente. Neste ano de 2018, dos posts publicados, a maioria foram dedicados, direta ou indiretamente, a esta Arte.

 

Neste Dia tão especial, hoje - 25 de Abril, voltamos à Poesia.

Nesta data, que entre outros Valores, vincou o da Liberdade e, neste, frisou a Liberdade de Expressão, que maneira mais nobre de a evocar, senão através da Poesia?!

Não diretamente, mas através da divulgação de acontecimentos poéticos, dignificantes da Poesia, para este próximo fim-de-semana. (Outro valor associado a Abril – a Liberdade de Reunião!)

 

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Em Portalegre, Cidade… “Momentos de Poesia” continua a sua “Odisseia” na divulgação e promoção da Poesia! Desta vez, homenageando uma Poetisa: Maria José Miranda.

Cartaz de Organização "Momentos de Poesia". 2018. jpg

 

Uma maneira extraordinariamente relevante: lembrar outros Poetas, outras Poetisas. E esta tem sido uma das facetas mais meritórias de “Momentos…” Dar a conhecer a Poesia e os seus Autores!

 

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Também em Almada, na SCALA, igualmente sábado, 28, pelas 17 horas haverá uma sessão de “Poesia à Solta”, como é habitual no último sábado de cada mês.

Antecedida, às 16 horas, de inauguração de exposição de fotografia de Clara Mestre, também uma excelente Poetisa. E “Dizedora” de Poesia! E Cantora!

 

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Casa Cerca 2017. original DAPL.jpg

 

E na CASA DA CERCA, também em Almada, e também a 28, pelas 15 horas, haverá visita guiada à exposição, da consagrada Poetisa Ana Haterly, “O Prodígio da Experiência”, orientada pelo Curador: Fernando Aguiar.

(Poesia, no contexto da designada “Poesia Visual”!)

 

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Ah! E no dia 29, 15 horas, domingo, na sua Sede, aos Olivais, Lisboa, a APP – Associação Portuguesa de Poetas, promove igualmente a sua habitual Tertúlia APP, de final do mês.

Será proferida uma pequena palestra por Mabel Cavalcanti, sobre o tema “Literatura de Cordel – uma viagem poética pela cultura popular do Brasil”. Acompanhamento ao violão, por Carminha Pontes.

 

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E veja, e reflita, e avalie, você, Caro/a Leitor/a, se a POESIA, permite ou não lembrar e comemorar esta Data, e se é ou não, de igual modo, beneficiária da Liberdade que a ocorrência desse Dia nos permitiu?!

 

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(Imagem cartaz: Organização de "Momentos de Poesia".

Fotografia "Casa da Cerca": Original DAPL - 2017.)

APP - Associação Portuguesa de Poetas: 33º Aniversário

Parabéns!

Parabéns à Associação Portuguesa de Poetas!

33.º Aniversário 2018 - Original APP.jpg

Decorreu hoje, dia três de Abril, a festa do trigésimo terceiro aniversário da Associação Portuguesa de Poetas, na respetiva sede, aos Olivais, Rua Américo de Jesus Fernandes - Lisboa.

Uma festa bem bonita, abrilhantada por Poesia, Música, Canto... Parabéns a todos os participantes, a todos os poetas e poetisas, a todos os cantores e cantoras.

Parabéns e Muito Obrigado à Direção da Associação, que muito se esforçou por organizar e proporcionar-nos a possibilidade de uma tarde cultural tão criativa em diversificadas vertentes.

Felicitações e Votos de muitos mais Aniversários!

Dia Mundial da Poesia – 2018

Viva a Poesia!

 

Rosas. Original DAPL. 2016.jpg

 

Hoje, dia 21 de Março, comemora-se, entre outras efemérides, o “Dia Mundial da Poesia”!

 

Várias organizações lembram, neste dia, muito especialmente a Poesia.

 

O Círculo Nacional D’Arte e Poesia – CNAP já festejou, ontem, a Poesia, como habitualmente, no Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira. Compareceram António Silva, Carlos Pinto Ribeiro, Carlos Santos Silva, Elsa de Noronha, Francisco Carita Mata, José Branquinho, Maria Fernanda de Carvalho, Maria Olívia Diniz Sampaio, Rolando Amado, Teresa Filipe.

Disseram Poesia de sua autoria ou de outros Poetas e Poetisas. Cantaram também. Quem tem esse dote e competência. Cada um, ao seu jeito e modo, homenageou a Poesia e engrandeceu, antecipadamente, esse Dia. Escutaram, com estima e veneração, a dita pelos outros.

 

Também outras Entidades lembram festivamente esse Dia.

 

A APP – Associação Portuguesa de Poetas, celebra a Poesia, seguindo um programa deveras original, conforme cartaz que se segue.

 

APP Dia Mundial Poesia.png

 

José Branquinho promove a sua habitual Tertúlia na sala VIP, do Estádio José Alvalade, a partir das quinze horas. Celebrando a Poesia, o Canto e o seu ideal sportinguista, todavia aberto a todas as “confissões” clubísticas.

 

Sobre “Momentos de Poesia” e as suas comemorações já aqui abordámos vários posts no blogue.

 

Pois…

Só lhe resta comemorar, você também, a POESIA!

Procure um evento que lhe fique mais perto.

 

Não deixe de lembrar a Poesia.

 

Ao menos, se puder, faça um verso! Ou ofereça uma rosa!

Obrigado pela fotografia, original DAPL.

"Tertúlia Poética América Miranda” - Homenagem

Auditório Carlos Paredes

3 de Fevereiro de 2018 – 17h.

 

DQzImTbW4AIE5RE América Miranda.jpg

 

Decorreu ontem, sábado, em Benfica, uma homenagem à distinta Poetisa, América Miranda.

Sendo igualmente sócia da Associação Portuguesa de Poetas – APP e do Círculo Nacional d’ Arte e Poesia CNAP, participámos nalgumas Antologias.

Da IX Antologia do CNAP, transcrevo o seguinte poema, também como uma minha singela Homenagem!

 

«QUEM SEREI EU?

 

Quando olho a natureza em meu redor

sinto-me mais perto de ti, meu Deus,

analiso meu coração tão sofredor

e tiro da alma os erros meus.

 

Procuro ser melhor do que os ateus

mas se peco, eu só peco por amor

pedindo perdão por esse amor aos céus

e por amor a Ti, meu Criador.

 

Já me sinto neste mundo tão perdida

rio com a boca e a alma ferida

tentando enganar o que é só meu.

 

Vivo o dia-a-dia por viver

gargalhando encubro o meu sofrer

e não sei, afinal, já quem sou eu!»

 

In. – IX ANTOLOGIA DO CÍRCULO NACIONAL D’ARTE E POESIA – 2006.

 

*******

E vou iniciar uma crónica sobre o acontecimento, avisando-o/a, caro/a Leitor/a que esta resenha é parcelar, incompleta, quiçá imprecisa nalguns aspetos, conforme poderá constatar após a leitura total e talvez a sua colaboração seja preciosa, no sentido de corrigir ou colmatar imprecisões ou faltas.

Obrigado, desde já!

 

Em tarde de jogo do “glorioso” Benfica, no seu Estádio da Luz, decorreu no Auditório Carlos Paredes, nome de insigne músico, uma Tertúlia, não menos gloriosa ou ilustre, homenageando a distinta Poetisa, América Miranda.

Um programa notável, dedicado à Poesia, ao Canto, ao Fado, à Música, no palco do auditório referido!

 

Na Abertura do evento, a gravação de um poema de autoria da homenageada, declamado pela própria.

Seguidamente, Frassino Machado iniciou a apresentação da Tertúlia, que passará a ostentar o nome da Poetisa, que figurará como presidente honorária da mesma, traçando uma breve resenha da sua intervenção cultural.

Previamente agradeceu a todos os espetadores, pela sua comparência e, antes de entregar a subsequente apresentação a Mário Valejo, agradeceu igualmente aos técnicos presentes na logística de apoio ao espetáculo.

 

Foram convidadas a testemunhar, pessoas que o quisessem fazer, tendo comparecido, em diferentes enquadramentos, diversas personalidades.

João Coelho dos Santos, que também leu um poema seu; Carlos Cardoso Luís, na qualidade de Presidente da Associação Portuguesa de Poetas; uma Senhora, que conviveu largos anos com América Miranda, de quem leu um texto e o irmão do Poeta Fernando Pinto Ribeiro, também já falecido.

 

A sequente apresentação coube a Mário Valejo, já mencionado, que, segundo julgo saber, é irmão da célebre fadista Maria Valejo.

Interessante mencionar que este cavalheiro, antes de se iniciar o espetáculo, foi interrogando alguns dos presentes sobre uma peculiar e primordial questão, procurando conhecer o respetivo parecer! Eu apenas lhe respondi que tivesse cuidado, que estava muito frio e se podia constipar!

 

E o evento iniciou-se propriamente, na sua função principal e com Fado.

Mário Rodrigues fadistou: “Quero e não quero…”, “Saudade vive em nós…” e “Tempo parado”, este, com letra de América Miranda.

 

Seguiu-se Poesia. E também Canções – Baladas e Música!

Armando David disse um poema de América e um poema humorístico, de sua autoria: “Primo Zé”.

Luís Alves disse poema seu “Entre a vida e a morte” e a celebérrima “Toada de Portalegre”.

Os “Jograis da APP” , iniciando com o Hino da APP, continuaram com: “Hoje é dia de Poesia” – Carlos Cardoso Luís, “Poeta quase louca” – Maria Melo, “Ser poeta” – São Santos, “Neste dia de Poesia” – Carlos Cardoso Luís, “O poeta” – Aline Rocha e finalizaram com poema de Maria Melo, versando a “Liberdade”.

 

Manuel Pereira e Ricardo Cardoso cantaram e tocaram: “Senhora, partem tão tristes…”, “Não há machado que corte…”, “A cidade…”.

 

Fernando Marinho disse “Meu lindo Tejo” e “Palhaço”.

Benjamim Falcão, ator, disse: “Força das palavras”, de América Miranda e “Jogos de luz e luar”, de Jaime Cortesão.

Maria José e Francisco Assis cantaram, tocaram e disseram poesia. “Barco do amor”, de América; um soneto acróstico, também dedicado à Poetisa homenageada e cantaram “Poeta não tem tempo” e “Hino do tempo novo”.

Mário Valejo disse um poema dedicado a Bocage.

Fátima Arnauth disse, também de América, “Já lá vem a alvorada” e de sua autoria, “Amor imortal”.

Maria Graça Melo disse poema dedicado a América, “Poeta e força magia” e “Modernices”.

 

*******

E tendo feito eu, um pequeno intervalo e quase a ausentar-me, porque já eram dezanove horas e o espetáculo já começara às dezassete e sem haver uma pausa, que será ou não necessária nestes eventos(?!)… Bem!

Ainda entrei no anfiteatro e já se iniciara outro interveniente, cujo nome não consegui apanhar, não sei se seria Fernando Silva…

Só sei que também disse poesia e também cantou: “Eu canto para ti o mês das giestas…”, de Adriano Correia de Oliveira; “A chuva”, de Jorge Fernando; (E a falta que a chuva faz!) e uma canção de Zeca Afonso.

E ausentei-me.

Ouvi que a seguir iria atuar, Luís Filipe Rodrigues

…   …   …

 

E ao sair do edifício… não é que estava mesmo a chover?! Pedido do cantor, já se vê! Pouco, poucochinho, é certo, mas que apanhou muita gente desprevenida, eu, incluído.

E até ao Metro…

E o jogo estaria ainda no começo da segunda parte e a goleada viria só mais para o final.

Gostaria de ter ouvido o eco de um golo no estádio, mas não tive essa satisfação.

Aliás, a minha saída pelas 19h., resultou do facto de não querer ir no Metro, na avalanche previsível da saída do estádio.

No Metro, junto às bilheteiras e entradas, já estavam vários polícias… Para o que desse e viesse… Mas julgo que correu tudo bem!

 

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O meu pedido de desculpas a todos os intervenientes no evento de homenagem de quem não pude apreciar a respetiva atuação. (Quem ficou a perder fui eu!)

 

E também lamento possíveis lacunas ou omissões, involuntárias, nesta crónica.

Caso queira ter a amabilidade de fazer sugestões, agradeço.

Obrigado!

(Com a devida vénia, o cartaz foi retirado da internet. In. Twitter.com/tertúliamiranda)

 

Meu Amor do Facebook!

Primavera. Alagoa. Alentejo. Foto original DAPL. jpg

 

Meu Amor do Facebook!

 

Meu amor do facebook

Olha o meu look

Não julgues que é truque

Ou photoshop

Não sou ‘strela pop!

 

De lado ou de frente

A imagem não mente

Que nela há gente

Alma carente

Coração ardente

Quase a saltar

Prontinho p’ra’mar.

 

Mira o meu perfil

Escolhe-me entre mil.

Meu livro de rosto

Lança-me um gosto

Não me dês desgosto.

Põe-me um like

Dá-me um bitaite

Faz-me acreditar

Que vais me amar

P’ra sempre, eternamente.

Se quiseres, mente!

Mas diz que me amas

Que ardes em chamas

Por mim, de amor.

Aplaca-me esta dor

Gosta-me, por favor!

 

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(A foto ilustrativa remete-nos para a fonte inspiradora para este poema!

A fotografia é um original DAPL - 2016.)

 

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O poema anterior e os seguintes deste post, foram apresentados ontem, dia 23 de Janeiro, 2018, terça-feira, pelas 16h., na Tertúlia de Poesia e Canto, organizada pelo CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia, que decorreu no Centro De Dia de São Sebastião da Pedreira – Lisboa.

A penúltima tertúlia decorrera em Dezembro e a próxima prevê-se acontecer em Março.

 

Apresentei os meus últimos poemas, nomeadamente o que titula este post: “Meu Amor do Facebook”.

Além deste, também dei a conhecer “Cenas Raras, Raríssimas / Umas Gambas! Uns Vestidos!” e “Uma Lei Retroativa?!”

 

A ter oportunidade, também penso apresentar um destes poemas na próxima Tertúlia da APPAssociação Portuguesa de Poetas, prevista para próximo domingo, dia 28, na Sede da Associação: Rua Américo de Jesus Fernandes, aos Olivais, em Lisboa.

 

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Na sessão do CNAP, para além do Presidente do Centro de Dia, Drº Santos Silva, também estiveram presentes, dizendo poesia: Carlos Augusto Ribeiro, dizendo poesia do seu irmão; Fernanda Carvalho, Josefina Silva, Luís Ferreira, Maria Olívia Diniz Sampaio, Mercedes Vaz, dizendo poesia de sua autoria  e a pintora Teresa Filipe, que disse  poesia de Josefina Silva.

Rolando Amado cantou e José Branquinho cantou e também disse poesia, de sua autoria.

Os “Jograis do Marquês”, através de António Silva, apresentaram um das suas rábulas, comédia “Ninguém gosta do Inverno”. Têm vídeos disponíveis no youtube.

Relativamente a um dos poetas presentes, João Coutinho, que também colaborou com os Jograis, coincidiu ser o seu aniversário natalício.

Parabéns a todos, especial relevância natalícia, e Obrigado pelos momentos interessantes que nos proporcionaram.

 

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Cenas Raras, Raríssimas!

Umas Gambas! Uns Vestidos!

 

(Estórias & Morais I)

 

Não acredito nisto

Que quase caia um Ministro

por causa de umas gambas

Que isto não é: Caramba! Isto são: Carambas!

Como se umas gambas e uns vestidos

Roubassem pão a desvalidos!

Ou acabassem no Corte Inglês

Todas as roupas e trapos.

Sem esquecer o Chinês

Cheio de calças aos farrapos.

 

Não, não há gratidão neste País!

Que uma excelente senhora,

Por um triz quase doutora,

Tu cá, tu lá com a realeza,

Não sendo baroa ou baronesa,

Não se veste como pindérica

Nem se arma em histérica

Perante tostões e trocados.

 

Trocando isto por miúdos

P’ra pequenos e graúdos:

É preciso paciência,

Sabedoria, ciência

P’ra que filhos e maridos

Tenham tachos bem nutridos.

 

Que até reis tinham validos!

 

E por causa de umas gambas

Lembraram uns quantos galambas

Que achassem o tesoureiro

Cheirando o rasto ao dinheiro.

 

Será que o dinheiro se achou?!

Não Sei! Isto mal começou…

 

Não sei. E o que nos vale…

 

Tão só, e tão simplesmente

É que isto é cena rara

Mais que rara, é raríssima

Mas que nos sai cara, caríssima!

Isso é que é realmente.

 

E p’ra quê tanto alarido

Por uma gamba, um vestido

Ou um tacho p’ró marido?!

 

Fossem chouriços ou cacholeiras

Quiçá umas farinheiras,

Ou de bacalhau, uns pastéis

Não havia tantos decibéis

Mas por causa duma gamba…

Caramba!!!

 

O que importa, e isto agora mesmo a sério…

É que para além deste despautério

Não se feche a porta a quem precisar

Que hajam Casas, Instituições

Gente séria e bons corações

À frente, a comandar!

 

Sem nunca esquecer:

Que a César e a Deus

O que a cada um pertencer

P’ra ganhar Reino dos Céus.

E que à mulher dele, César

Não basta séria ser

Há também que parecer!

 

E apesar daquilo e disto

Não caiu o Senhor Ministro!!!

 

*******       *******       *******

Uma Lei Retroativa?!

(Estórias & Morais II)

 

Não. Não posso crer.

Não. Não posso acreditar!

Ainda estou p’ra ver

Ainda quero constatar.

Uma lei retroativa…?!

É caso para se abismar….

Há por aí algum IVA

Que alguém falte pagar?!

Mal parado, ao desbarato

Por trato ou por destrato

Que não convenha cobrar?!

(…)

Não! Não posso crer.

Não! Nem quero acreditar!

(Que isto é pra se dizer…

Ou há Moralidade…

Não que eu concorde com esta alarvidade.)

E mais tarde…

E por Bem

Quem Poder tem, vetou

E o Povo concordou!

Agora há que pensar!

 

 

Casa da Cerca – Almada: Uma experiência multissensorial!

Uma visita em Dezembro, em Dia muito, muito especial!

Celebração Natalícia!

 

ALMADA é uma Cidade em que a ocorrência de eventos culturais, de diversificadas tipologias, é uma constante.

Por vezes, o difícil é escolher.

Agora, por ex., nestes meados de Dezembro, entre várias atividades possíveis, ocorrem o “Mercado de Natal Amigo da Terra” e o “Ciclo de Cinema Católico”! Ambos acontecendo bem no centro de Almada, na Praça São João Batista, com o Metro ali mesmo a jeito.

 

Mas não vos venho falar de nenhum destes acontecimentos, por agora…

Trago-vos a conhecimento, um espaço, para além de outros, em que regularmente acontecem atos culturais variados, ligados às Artes.

Para além desses eventos, acontecimentos, ocorrências, atividades, “happenings”, … o próprio espaço, o espaço envolvente, e o espaço disponível como visionamento… são uma montra artística permanente. Merecem uma visita, uma não, várias e periódicas visitas.

Já aí fiz voluntariado! Que é uma das atividades regulares que aí são promovidas.

 

Falo-vos da CASA da CERCA.

Que visitámos recentemente, neste final de Outono, quase Inverno, num início de Dezembro, em dia celebrativo e que fica de recordação.

Apresentamos, caso não conheçam, alguns espaços mais emblemáticos da “Casa”, pretendemos sugestionar-vos uma possível visita, caso não tenhais feito, deixamos algumas fotos, como quase sempre, originais de D.A.P.L. (De telemóvel, registe-se!)

Este post, como muitíssimos outros, resulta de um Trabalho de Equipa. Daí o plural...

(Caso não possais fazer de outro modo, que, ao menos, fique uma breve visita virtual. Conto ainda voltar a este tema!)

 

*******

 

Átrio Principal, visto do lado norte, mostrando a entrada na Casa propriamente dita. (Duas esculturas, integrantes de uma Exposição em curso.)

 

Atrio principal. Original DAPL. 2017.jpg

 

Entrada para o “Jardim dos Pintores

 

Entrada Jardim pintores. Original DAPL. 2017.jpg

 

Neste ano de 2017, neste Jardim enquadra-se um espaço especialíssimo intitulado “Jardim Sensorial”.

Nele, vários subespaços enquadram plantas, seus derivados, estruturas, elementos arquitetónicos, sugestionando-nos os cinco sentidos, no sentido de vivenciarmos a realidade subjacente, mais especificamente direcionada para: Visão, Olfato, Sabor, Audição e Tato. Com sugestivas etiquetas…

Contemple, não esquecendo que uma visita presencial torna a perceção muito mais apelativa.

 

4 Sentidos. Original DAPl.  2017.jpg

(Sim! Nesta imagem há apenas a perceção de quatro sentidos. O quinto, que falta na imagem, ouve-se, escuta-se, no contexto real!)

 

Eis cada um dos cinco sentidos!

 

Visão / Olhar: “Olhe para mim! Look at me!”

Visão. Original DAPL 2017.jpg

 

Olfato / Cheiro: “Cheire-me! Smell me!”

Olfato Cheiro. Original DAPL. 2017.jpg

(É neste conjunto que consigo identificar a maioria das plantas: alfazema, alecrim, erva-princípe, tomilho...)

 

Gosto / Sabor: “Prove-me! Taste me!”

Sabor Gosto. Original DAPL. 2017.jpg

(Neste caso, não abuse das malaguetas!)

 

Audição / Ouvido: “Escute-me! Listen to me!”

Audição. Original DAPL. 2017.jpg

(Este é o tal quinto sentido que falta na imagem inicial e também a muito boa gente!)

 

Tato: “Toque-me! Touch me!”

Tacto. Original DAPL. 2017.jpg

(Que impressão me faz ao tacto, melhor, aos cinco sentidos, escrever tato! E os pontos de exclamação (!) são meus.)

 

Ainda haveremos de voltar para observarmos melhor e elaborar novo post.

 

E ainda ficam as vistas gerais.

 

Da Cidade de Almada antiga.

Almada Velha. Original DAPL. 2017.jpg

 

Do Rio Tejo e de Lisboa.

Barco Rio. Original DAPL. 2017.jpg

(Bem sossegado o Rio! Só um barquinho...)

 

Da Ponte sobre o Tejo - “Vinte e Cinco de Abril” e do Cristo Rei e do pôr-do-sol!

 

Ponte e Cristo Rei Original DAPL. 2017.jpg

 

E ainda fica muito por contar…

 

E lembrar que no início do Verão, altura do solstício, aí promovem habitualmente uma Festa Final…

E, ao longo do ano, há múltiplos e variados eventos, em que já tenho participado, nomeadamente em colóquios.

 

E, no final desta parcelar, mas muito enternecedora visita, ainda pode tomar um chá especial - uma infusão de ervas aromáticas, bebido em especiais canecas, marca da Casa.

Mas não esqueça!

Bebe o chá, mas não leva as canecas!

 

Chá. Original DAPL. 2017.jpg

(E a propósito de canecas. Quem não leva o caneco da Taça, este ano, é o Benfica!)

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