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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Presidenciais 2021 - Resquícios

Cartazes das Presidenciais 2021 – Ao Abandono!

Cartaz eleitoral i Foto original. 2021. 02. pg

Acho um exagero a utilização de cartazes em papel ou plástico e espalhá-los pelos mais diversos locais do País.  Nos outdoors / “fora de portas”, nas paredes, nos placards, nas estruturas energéticas ou outras, ou em qualquer lado. É um desperdício! Por demais em campanhas eleitorais, em que deverá haver exemplo de civismo. E ainda mais numas eleições presidenciais.

Cartaz eleitoral ii. Foto Original. 2021. 02. jpg

Para além do gasto desnecessário em papéis, tintas, eu sei lá que mais, em plásticos… é depois o resultado que as fotos documentam.

Cartaz eleitoral III Foto Original. 2021. 02. jpg

Julgo que nenhum dos candidatos gostará de ver este esboroar contínuo da respetiva imagem, mas é no que isso resulta.

Mas então… Porque, após os atos eleitorais, não promovem a remoção dos respetivos cartazes e os deixam ir morrendo aos poucos e oferecendo uma imagem pouco digna para si mesmos e para os partidos que representam?!

Deixo este refletir à consideração, de quem de direito.

Cartaz eleitoral IV. Foto original. 2021. 02. jpg

A última foto reporta-se não às eleições presidenciais deste ano, 2021, mas às penúltimas, as de 2016! O cartaz está no fim. O placard lá continua...

Um candidato peculiar de um partido ainda mais singular, o MRPP. Ainda se conseguem ver algumas letras “*eopoldo…”. Lembro-me perfeitamente do cartaz, afixado no respetivo placard, há mais de cinco anos! Do personagem político também, figura icónica do partido referido, nos idos de 75/77, no ISE – Instituto Superior de Economia – Lisboa!

Para futuros/as candidatos/as ou partidos:

Futuramente, deixem-se destes tipos de publicidade de campanha.

Agora e ainda… Removam toda a papelada, cartazes, placards, tarjetas, nos mais diversos locais, por esse País. Como forma pedagógica e elucidativa.

Cartaz eleitoral V. Foto original. 2021. 02. jpg

As imagens são destes candidatos, mas haverá de outros por aí. Estas recolhi-as numa simples volta de “passeio higiénico”. Numa Freguesia… Por aqui!

 

Portalegre – Régio – Poesia

Estátua Régio lendo. Foto Original. 2021. 01. jpg

Está Régio, sentado… lendo. Perto, alguns dos seus ícones: livros, crucifixos…

 

“Evocação do Cinquentenário da Morte de José Régio”: É esse o leitmotiv do monumento escultórico, que a imagem documenta. Instalado perto da Casa Museu onde viveu e atualmente alberga o espólio das muitas coleções a que dedicou parte da sua vida.

Régio na Rua do Liceu. Foto Original. 2021. 01. jpg

Na Rua e no caminho que terá percorrido muitíssimas vezes, dirigindo-se ao Liceu de Portalegre, onde lecionou; na direção do centro da Cidade, aos cafés que frequentava. Indo e vindo, na sua vida, por aqui palmilhada vários anos. Foi bem escolhido o local para instalar a estátua.

 

Não poderemos dizer que a ideia seja cem por cento original. Deduzimos inspiração a partir da evocativa de Fernando Pessoa, instalada ao Chiado, em Lisboa. Mas isso também não é necessariamente relevante. Ademais, Pessoa e Régio foram contemporâneos, embora Pessoa fosse mais velho e tivesse morrido bem mais cedo. Régio era admirador de Pessoa e foi um dos primeiros divulgadores da respetiva Obra.

Não importa! Ou importa: Em Portalegre, porto ou porta…

 

Obra executada por Maria Leal da Costa e José Luís Hinchado, em mármore e ferro.

Régio lendo. Ícones Regianos. Foto Original. 2021. 01. jpg

É, todavia, relevante, frisar que este é um caminho a seguir pela Cidade. Valorizar a sua identidade como “Cidade de Régio”.

Institucionalizar a “Marca Régio: Portalegre – Cidade de Régio”.

Valorizar a Poesia – “PortalegreCidade de Poesia”!

(Todos estes Valores inerentes à Cultura, ao Turismo, atualmente estão algo adormecidos, com esta “coisa da Covid”. Mas atrás de tempos outros tempos virão. E sobrevirão outros e melhores tempos.)

 

E a propósito de tempos melhores, temos constatado que terrenos da Serra, em diversos locais, alguns bem dentro da Cidade, estão a ser limpos dos matos, das plantas infestantes. Estão fazendo limpezas, prevenindo e precavendo os fogos.

Muitíssimo bem. Aprovado. Parabéns! Foram assuntos que também abordámos e documentámos por diversas vezes no blogue. Voltarei a este tema.

 

Relativamente ao monumento, algumas dúvidas se me levantam. A escultura representa Régio ou um possível leitor de Régio?

E o que está o Personagem a ler?!

Ainda voltarei ao local, para observar melhor.

Adelaide João – Evocação / Evocações

Este postal aborda a certeza mais certa que todos temos!

Flor no quintal. Foto original. 2020. 04. jpg

Faleceu recentemente, 03/02/21, esta Atriz. No dia a seguir ao da Senhora da Luz. O funeral será só a 12 de Fevereiro, no crematório dos Olivais. Já aqui falei sobre cremação. Um modelo cada vez mais utilizado de inumação. (Com a pandemia não há crematórios que cheguem.)

 

Assisti a uma representação desta Atriz, numa peça extraordinária, na Casa da Comédia, um teatro existente em Lisboa, às Janelas Verdes, perto do Museu Nacional de Arte Antiga. Dirigida por Filipe La Féria, que aí desenvolveu um trabalho notabilíssimo. A “Paixão segundo Pier Paolo Pasolini”.

Esta peça foi impactante, tanto, que foi um êxito, estando muito tempo em cena. Ocorreu em 1980.

Tendo sido uma peça extraordinária, globalmente, acho interessante que a imagem que retive nestes anos todos, mais de quarenta, foi a representação desta Atriz. Desempenhava o papel de Mãe de Cristo e recordo a cena icónica de Pietá – Piedade – Senhora da Piedade. Ela, Mãe, com Cristo morto, O Filho, no seu colo. Era um papel secundário, mas marcante, na sua simplicidade, singeleza, de Mater Dolorosa, sofrendo em silêncio, dor profunda. O rosto na sua expressão, aparente quietude, reportava-nos para essa situação, de Dor sem peso nem medida, de Mãe que perde um Filho, ademais em situação tão trágica.

Num saber estar e ser de Artista que nunca terá desempenhado primeiros papéis, mas nos que representava, deixava a sua marca pessoal, conforme referem as crónicas sobre ela agora escritas. Peculiar que tenha sido essa lembrança que me ficou ao longo de todos estes anos, a imagem comovente da Atriz, naquele seu desempenho simples, modesto, mas carismático, traduzindo o sofrimento da Mãe que perde O Filho, um sentir universal, incomensurável.

 

A peça foi marcante até na construção do cenário. O palco entrava pela plateia, de modo que os atores representavam no meio da própria assistência e os espetadores era como se estivessem também dentro do palco, do enredo, da encenação. Vários atores se revelaram nessa peça.

 

Um dos atores marcantes, já com grande currículo, foi João D’Ávila.

Outra peça a que assisti também, na Casa da Comédia, foi Eva Péron. “Don’t cry for me, Argentina - Não chores por mim, Argentina…” Protagonizada por Teresa Roby, falecida há alguns anos. Também numa representação marcante, contracenando com o ator referido, que desempenhava o papel de Juan Péron.

 

Peças levadas à cena, naquela época, na Casa da Comédia, foram emblemáticas, no panorama do Teatro português naqueles anos: finais de 70s e década de 80.

 

João d’Ávila, também nos anos oitenta, realizou no Teatro Dona Maria uma atividade ligada à Poesia: “Adiafa da Poesia”. Participei nessa atividade. Hei-de procurar documentação sobre o assunto e divulgar no blogue. (Que um dos objetivos primeiros por que criei este blog, foi precisamente para registar online trabalhos que tenho publicados em papel. Entretanto foram surgindo outros caminhos e este espaço foi consideravelmente alargado na sua temática.)

P. S. – Ainda no âmbito do Teatro.

Já após ter escrito este postal, tive conhecimento do falecimento de José Mascarenhas, uma figura incontornável do Teatro Portalegrense. Do Teatro, em suma! Que Teatro é Teatro, seja qual for o local em que se desenrolem as representações. E o Teatro da Província não é menor que o da Capital. As peças até são muitas vezes as mesmas. Talvez tenha menos recursos. Por isso tem ainda mais valor.

José Mascarenhas, uma Alma inquieta numa Personagem irrequieta, neste Teatro do Absurdo, que muitas vezes é a Vida!

XXIV Antologia da APP 2020 – Edição

Venceremos, Poetas, a Gadanha!

 

Nada melhor para começar este novo ano no blogue do que abrir com um postal sobre Poesia.

Foi com grata satisfação que me deparei ontem, na caixa do correio, com um exemplar da XXIV Antologia de Poesia da APP - Associação Portuguesa de Poetas, Edição 2020.

Fizera aqui divulgação da preparação para esta nova Antologia, como tenho feito de muitos e diversos eventos da APP e de Outras Associações Poéticas, de que sou sócio, bem como de outros eventos poéticos.

Foto Original. 2019. 12. jpg

Participação de 66 Autores e 145 trabalhos, a grande maioria em Poesia.

Coordenação de M. Graça Melo e Carlos Cardoso Luís.

Capa: Reprodução fotográfica de trabalho em tapeçaria, executado pela associada Beatriz Ferreira.

Edição: APP – Associação Portuguesa de Poetas, fundada em 3 de Abril de 1985. Registada na Base de Dados da UNESCO.

Sede: R. Américo de Jesus Fernandes, 16 A 1800 – 023 – Lisboa.

Email: associacao.poetas@gmail.com

 

Transcrevo parte da Nota de Abertura:

«… Uma antologia com vários autores é sempre um manancial de variadas formas de sentir e de escrever que dá ao leitor um panorama alargado de experiências literárias representativo de vários géneros.

Nesta Antologia, todos caminharão de mãos dadas, na certeza de que a poesia existe para sublimação dos sentimentos de humanidade.

 

Lembro a veterana confrade Carmo Vasconcelos, de cuja autoria transcrevo:

“Seja escrita ou falada

Seja rimada ou cantada

A Palavra é milagrosa…

Tão milagrosa que a gente

A manipula e a sente

Como arma poderosa

 

E para todo o poeta

A Palavra é a dilecta

E eterna amante fatal…

E o poeta quando parte

Só deixa como estandarte

A sua amante imortal!

 

Viva a Palavra!

Viva a Poesia!

Que a nossa Antologia seja mais um Grito!”

 

E eu acrescento, sentindo as vossas vozes em coro

VIVA A APP!

Graça Melo

Presidente da Direção»

Cremação(?!)

Um modo de lidar com a Morte!

Açucena Branca. Foto original. 2020. 05. jpg

Pode parecer estranho que o anterior postal tenha sido dedicado ao Natal e este, em seguimento, aborde a questão supracitada.

Sendo o Natal, evocativo do Nascimento de Cristo, mas associado simbolicamente ao nascimento de todos e de cada um de nós. E cremação associada a Morte!

Mas haverá correlação mais crucial e pungente que Nascimento e Morte?!

Quando nascemos, não temos certeza maior que essa. A de que morreremos. Mais tarde ou mais cedo. Por mais que tentemos afastar essa ideia.

Todavia, a Morte é sempre dolorosa. Ver “abalar” os nossos Entes Queridos, dói. Dói sempre!

A sugestão de publicar este postal sobreveio anteontem, 4ª feira, na leitura de um postal da plataforma SAPO, que, aliás, ontem, 5ª feira, surgiu destacado. Em que esta problemática da cremação era, de certo modo, abordada.

Por outro lado, na semana passada, ocorreu o falecimento de uma jovem na “flor da idade” e recordou-me de situação semelhante ocorrida na Família, em que uma jovem também nos abandonou repentinamente.

Situação sobre que escrevi e publiquei um poema.

Há pouco tempo também nos abandonou Eduardo Lourenço. Penso escrever um postal sobre “Tempo e Poesia”.

Flor branca. Foto original. 2020. 04. jpg

A Morte é uma constante da Vida! Todavia custa sempre. Muito!

Açucena Branca. Foto original. 2020. 05. jpg

Tomo a liberdade de manifestar os meus pêsames a todos os Familiares das Pessoas, cujos falecimentos são sugeridos por este postal. E pedir desculpa por, de algum modo, esta minha atitude poder parecer intrometida.

Rosa branca. Foto original. 2020. 05. jpg

Voltando à cremação!

A imagem documentando o postal referido, lembra-me o único local de cremação que conheço e em que estive por duas vezes em velórios de familiares. O crematório do Cemitério dos Olivais - Lisboa.

De facto, o cemitério não dispõe de um local devidamente respeitador da situação. Um cemitério é, deverá ser, sempre, um local de “Chão Sagrado”. E os espaços destinados à deposição das cinzas precisam ser mais valorizados. Não sei porque é que acontece assim, mas não está bem.

Foi precisamente, na sequência da segunda vez que estive no crematório e nesse cemitério, que resolvi escrever e publicar o texto sobre Cremação: Que destino dar às cinzas?!”, em 19 de Abril de 2017.

(As ideias já se congeminavam anteriormente, conforme explico, mas foi nessa data que as verti em texto escrito.)

Altemira. Foto Original. 2020. 05. jpg

Se quiser ter a amabilidade de ler, e opinar. SFF!

Tertúlias de Poesia!

APP – CNAP – Momentos de Poesia – SCALA

Corona Connection. 2020. 03. jpg

Com isto de Covid”, se há coisa que me chateia é não haver as célebres Tertúlias de Poesia.

Selfie Selfish Quadro 2019. jpeg

Bem! Haver, há, que ainda no passado domingo a APP tinha prevista a sua tertúlia mensal na Sede, como havia antes de Covid, no último domingo do mês. Neste caso, 27 de Setembro. Ter-se-á realizado, que não sei, que não fui.

Portanto, haver, há, eu é que ainda não me mentalizei a andar por aí em vários transportes públicos. E, depois, nos espaços de realização das sessões, quantas pessoas podem estar presentes?!

Foto Original. Costa. 2020. 08. jpg

Também D. Olívia Diniz Sampaio, presidente do CNAP, festejou o seu aniversário, no passado dia 26, sábado, num restaurante da Av. de Berna - Lisboa. Também não fui, não sei quantas pessoas estiveram, não sei se disseram poesia, terão dito, certamente, mas sei que correu muito bem.

Poesia Visual. Foto Original. 2018. 07. jpg

Faz agora um ano, estava a decorrer a Exposição de Poesia Visual, na sede da SCALA, em Almada. Algumas fotos são de alguns dos quadros expostos. Outras são da Costa da Caparica; do Tejo, visto da Ponte, vindo no comboio e de Portalegre.

Somos Mar. Foto original.2018. 07. jpg

Também tenho saudades das tertúlias de poesia na sede da SCALA, da “Poesia à Solta”. Em Almada: na Sede, na Oficina de Cultura.

Portalegre. Foto original. 2020. 06. jpg

E das tertúlias de “Momentos de Poesia”, em Portalegre. No Hotel José Régio, no Café José Régio.

Foto Original. Rio Tejo. jpeg

 

Este meu postal é dedicado a todos/as Tertulianos/as das Associações em que costumo participar:

APP – Associação Portuguesa de Poetas - Lisboa

CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia - Lisboa

"Momentos de Poesia" - Portalegre

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – Almada

 

Votos de Muita Saúde! E Muita Poesia!

XXIV Antologia da APP – 2020

Associação Portuguesa de Poetas

Foto Original. 2020. 04. jpg

A APP – Associação Portuguesa de Poetas vai organizar a sua XXIV ANTOLOGIA. Vou participar, tal como no ano passado e em vários anos, principalmente nos mais recentes, em que tenho mais disponibilidade.

(Tenho participado em diversas Antologias organizadas por diversas Entidades.

A minha primeira Antologia foi em 1985, na II Antologia de Poesia Contemporânea, organizada por Luís Filipe Soares, sócio fundador nº 1 da APP.)

Foto Original. 2020. 04. jpg

A APP é uma Associação, principalmente dedicada à Poesia e sua divulgação, cuja fundação ocorreu em 1985. Sou sócio desde 1986. Atualmente, sócio nº 4.

Foto Original. 2020.04. jpg

Sobre a participação na Antologia, a Associação enviou aos Sócios as respetivas Normas, em PDF. Não conseguindo transpor para o blogue o conteúdo total do regulamento, transcrevo alguns dos itens principais.

Participação destinada aos Sócios, quotas pagas de 2019.

Enviar de 1 a 4 textos, poesia ou prosa, inéditos, se possível. Máximo 30 linhas cada, A5, Times New Roman, tamanho 12, word. Tema Livre.

7 Euros / página. Direito a 1 livro por texto.

(Curta Biografia: máximo 25 linhas e Foto.)

Envio de textos até 31 de Outubro.

                                                                                                               

Se quiser saber mais, pode contactar: associacao.poetas@gmail.com

Endereço físico - Sede: Rua Américo Jesus Fernandes 16 A 1800 – 023 – LISBOA. (Olivais, perto da Av. de Berlim, não muito longe da Gare do Oriente.)

Foto Original. 2020. 04. jpg

Uma das atividades que a APP organiza são as Tertúlias, tanto na Sede, como no Vá Vá – Avenida de Roma, também em Lisboa.

Próximo domingo, dia 27/09: Tertúlia na Sede, habitualmente a partir das 15h.

Participe! Esclareça-se através da Associação, nos endereços referidos.

Foto Original. 2020. 04. jpg

Participar numa Antologia é sempre uma atividade enriquecedora. Para além de ter poemas seus divulgados, também tem acesso aos que outras Pessoas escrevem.

Divulga o que é seu e aprende com os Outros!

Foto Original. 2020. 04. jpg

E depois existem sempre os eventos tertulianos, durante algum tempo suspensos, devido a Covid. Entretanto retomados. (Desejamos que sem novas suspensões.)

Foto Original. 2020. 04. jpg

E Viva a XXIV Antologia da APP!

 

(E as Fotos?! Representam a diversidade da Poesia e da APP. Veja se consegue saber o nome de todas as flores, S.F.F.)

Gulbenkian – Jardim / Parque

Centro Arte Moderna – Restaurante / Snack do Centro

Rosa singela. Foto Original. 2020. 01. jpg

 

“Com esta coisa da Covid / Não há quem nos convide / Para irmos passear / …”

 

Desde que se iniciou esta problemática de Covid e subsequentes restrições à circulação, se há locais que desejemos voltar a percorrer, o mais desejado é, sem dúvida, o Jardim da Gulbenkian.

Este postal é precisamente documentado com imagens de plantas desse espaço, talvez mais parque que jardim, embora ache que, no caso, se conjugam muito bem os melhores aspetos de ambos os conceitos. Na minha perspetiva e perceção do assunto, claro!

Camélia. Foto Original. 2020. 01.jpg

 

As fotos reportam-se mais ao espaço próximo do Centro de Arte Moderna, melhor, a zona que faz a ligação do Centro para o Auditório, no edifício da Sede. Digamos que no lado Sudoeste do Parque.

 

O Centro de Arte Moderna fechou para obras. Quando vai reabrir?

Azevinho. Foto Original. 2020. 01. jpg

 

Com o encerramento temporário do Centro também um dos espaços icónicos suspendeu atividades. Refiro-me, sim, ao Restaurante – Snack!

Que saudades dos almoços, dos saborosos pratos, da variedade de sobremesas…

Este postal é também uma forma de agradecimento aos profissionais que aí desempenhavam atividades, a maioria conhecidos de há vários anos. Ao Srº João – (“Compadre Alentejano”, da terra de Florbela – Vila Viçosa) e a toda a sua Equipa, em que todos se esmeravam sempre num afável atendimento, o nosso Muito Obrigado.

Que voltem em breve, com renovado esmero na restauração disponibilizada, de que possamos fruir com renovada satisfação.

Arbusto sebe. Foto original. 2020. 01. jpg

As fotos são de plantas no Parque / Jardim.

Uma roseira singela. Parque ou jardim, em Portugal, que tenha roseiras, fica engrandecido na sua função e fruição.

A 2ª foto é de camélia. Também sempre muito bonitas, só que não se dão tão bem como as roseiras, em todo o Portugal.

A 3 ª foto é de azevinho. A 4ª, de um arbusto que não sei o nome, mas também proporciona ótimas sebes.

Visite. Descubra mais árvores e plantas e arbustos. Aprecie as aves, ouça-as na "floresta". Desfrute da excelente restauração. Aprecie a moldura humana, sempre tão diversificada. Visite as exposições permanentes e as temporárias. Relaxe pelos muitos espaços disponíveis. Sei lá! Há tanta forma de passar uma tarde bem agradável, em qualquer Domingo!

Domingos, a partir das 14h., entradas gratuitas nos museus e exposições.

Em Lisboa, é dos espaços que mais gostamos!

 

“Em Casa D’Amália” – Tertúlias semanais na RTP1

Fado – Poesia - Cultura

Fafá de Belém, Waldemar Bastos, Dany Silva - André Dias e Bernardo Viana

Apresentação de José Gonçalez

 

 

Foto Original. 2019. 05.jpg

 

Programa da RTP1, tertúlia transmitida às 6ªs feiras, à noite. Na passada sexta, dia 19, já o nono programa. Em semanas anteriores, algumas vezes visualizei excertos do programa. Neste último, face aos tertulianos presentes, deixei-me, em boa hora, levar na onda. Quando e onde podemos ouvir, assim numa assentada, Fafá de Belém, Waldemar Bastos, Dany Silva, acompanhados por André Dias e Bernardo Viana, dois jovens músicos, engrandecendo a tríade de cantores?! Dany e Waldemar também executantes.

 

Num jeito muito informal, apresentação de José Gonçalez, precisamente na Casa de Amália, à Rua de São Bento, na sala, deduzo eu, bem bonita, por sinal.

Programa, homenageando a Diva do Fado, recriando, de certo modo, as tertúlias que Amália promovia na sua própria casa. Neste programa foi precisamente lembrada a célebre tertúlia em que participou Vinícius de Morais, também Ary, Natália Correia, David Mourão Ferreira, em 1968, génese de disco editado em 1970: Amália – Vinícius.  

 

Programa excelente! Parabéns aos participantes. E Obrigado pela beleza de Música e Canções que nos trouxeram.

 

E que saudades tenho das tertúlias. Das Tertúlias de Poesia, confinadas, com esta coisa do Corona!

 

Da APP – Associação Portuguesa de Poetas. Na sede, aos Olivais; no Vá – Vá, na Avenida de Roma. Ambas em Lisboa.

Do CNAP - Círculo Nacional D’Arte e Poesia. Ultimamente no Café Império. Anteriormente, ao Centro de Dia de S. Sebastião da Pedreira. Também em Lisboa.

De “Momentos de Poesia”, no Café José Régio, antigamente “Café Facha”, em Portalegre.

Da SCALA – Sociedade Cultural das Artes e Letras de Almada, na Sede – R. Conde Ferreira – Almada Velha ou na Oficina de Cultura, no centro de Almada.

 

E.. Viva  a Poesia! Viva o Fado! Viva Amália!

 

E novamente parabéns a todos os participantes e organizadores do Programa da RTP1, supramencionado.

Cinco Estrelas!

Futebol – “Champions”: Tapar o sol com a peneira!

Que viva o futebol! Isto é uma assombração! Futebol é arrebol: Areia para os olhos!

 

Que maravilha, princesa ervilha. A “Champions”, a final, em Portugal. Que bestial! É a salvação nacional. Não ligas a futebol?! É arrebol?! Não és bom português! Só tu não vês.

 

A Liga dos Campeões, a Taça dos Campeões Europeus, cá prós plebeus. Dá direito ao regozijo institucional, dos Altos Representantes da Nação. É quase uma assombração.

 

Em Lisboa! Que importa a Covid aumentar?! A Champions nos vai safar. A Grande Lisboa, o Corona a exportar?! Para locais improváveis?! São, da ciência, imponderáveis!

 

É, também, a irresponsabilidade das pessoas. É! A falta das zaragatoas. É! Culpa do Povinho, do Zé. Também é. Cada ação individual tem reflexos no geral. Porque tem! Mas não convém.

 

Festas e festarolas?! Manifs e manifs?! Venham os “bifes”. Turista está a vir. Fronteiras, abrir.

 

E os Bancos, aos solavancos?!

 

E o Algarve vai fechar?! E onde me vou banhar? Que o Verão vai chegar.

 

Que outros países nos ponham no vermelho?! Isso é dor de escaravelho. “Nós somos o melhor destino do mundo”. O resto é poço sem fundo.

 

E os das festas promotores vão ser indiciados? Isso é justo. São mais que culpados. E quem lá vai não é?! Quem paga é o Zé!

 

A situação está mais que controlada. Dizem os DDTs, para a manada!

 

*******

 

Hoje, deu-me para escrever assim. Tem sido uma semana muito stressante, apesar das coisas, por enquanto, terem corrido melhor do que temíamos.

 

Tenho alertado para as “desconfinaçõesapressadas e vejo coisas tão assombrosas! Surgir o “bichoonde nunca esperei ou imaginei.

 

E, esta do futebol, da “Champions” em Lisboa! É atirarem-nos areia para os olhos. Tapar o sol com a peneira!

O Poder instituído acaba por passar mensagens contraditórias!

 

Mas cada um de nós tem a obrigação de ser responsável. Ações individuais têm reflexo no coletivo.

 

Prémio aos profissionais de saúde”?! Mais trabalho e aumentarem-lhes os riscos, é que é.  

 

Saúde para quem está doente. Melhoras! Mas mantenham-se confinados, como é vosso dever!

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