Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Do Saldanha ao Rossio em cinco minutos?! A pé?!

Será possível?!

 

Bem sei que acabámos de sair dos Jogos Olímpicos…

Mas é certamente concretizável, mais minuto, menos minuto.

Onde? Com muita probabilidade de acontecer, na Cidade de Régio.

A expressão terá forma metafórica. Reportamo-nos ao caminhar, apressado, da Loja do Srº Saldanha, ao cimo da Rua do Comércio, perto do Alentejano e Caixa Geral de Depósitos, até ao Rossio, na Baixa da Cidade de Portalegre.

Loja interior. Foto Original. 2021.07.22.jpg

Esta Loja, com História, é um ícone, uma marca identitária de um tempo que já não existe.

Tempo de compras sem pressas, personalizadas, atendimento familiar, simpatia permanente e uns dedos de conversas inefáveis. Contraditório?! Conversas em que os sentimentos ultrapassam as palavras ditas, carregadas ou sobrecarregadas do peso dos anos e vidas vividas. Em que a visão, toldada pelos anos e os rostos, tapados pelas máscaras, dão aos olhos o protagonismo das palavras soletradas, marcadas pela nostalgia das vivências pretéritas.

Interior Loja. Foto original. 2021.07.22.jpg

Se conhece, se é cliente habitual, saberá ajuizar melhor que eu, que visitei escassas vezes e apenas recentemente.

Se não conhece, visite, SFF! Faça umas compras diferentes.

Loja arrumada. Foto Original. 2021.07.22.jpg

As imagens pretendem dar uma ideia do conjunto, impecavelmente arrumado. O Srº João não gosta que sejamos nós a tirar os objetos das prateleiras, moda dos supermercados. Atualmente, já não se importa tanto.

Deste preceito me informou um Srº também presente na loja, pessoa que habitualmente vejo a visitar os lojistas e instituições tradicionais, da Alta da Cidade. Um “Peregrino da Simpatia”!

Pedi desculpa por ter tirado os sabonetes. Marcas e tipologias raras noutros comércios.

Loja. Srº João. Foto original. 2021.07.22.jpg

O Srº João Saldanha, personagem tutelar desta parte da Cidade, está nos oitenta e cinco. Há 73 anos na loja, desde os doze anos. Uma vida, quase uma prisão, perpétua, frisou.

Quando em jovem, os pais lhe perguntaram se queria ir estudar para a Escola ou para o Liceu, respondeu que queria trabalhar numa loja.

Na vida de hoje o que sente mais saudade é do movimento de antigamente, dos clientes que rareiam.

Na Cidade, nesta “Rua do Comércio”, o dito cujo escasseia por demais. Imensos espaços mortos. Decisões tomadas há anos transferiram-no, através das grandes superfícies, para um mesmo espaço, quase concentracionário.

(Nomeio como “Rua do Comércio” o conjunto de ruas, desde o “Alentejano” até ao Café Régio, no Rossio, embora sabendo que esta designação apenas intitula parte deste percurso.)

Esta narrativa baseia-se no conteúdo das breves conversas com o Srº João Saldanha, tal como o Personagem, cuja estátua encabeça a “Fontes Pereira de Melo”. Daí o jogo de palavras: Saldanha e Rossio, na Capital, “traduzidos”, para a Cidade de Régio. Duplicações de sentidos, a partir das palavras ditas e transcritas de forma livre, para esta breve crónica.

Loja. Aspeto parcial. 2021.07.22.jpg

Uma Homenagem à Pessoa em causa, também um Artista. Ao respetivo Comércio!

Caravelas. Foto Original. 2021.07.22.jpg

Que haja Saúde! Muita!

(P.S. – Terá certamente conhecido o Poeta Régio. Hei-de perguntar.)

 

Antologia 2021 - APP - Associação Portuguesa Poetas

Está interessado/a em participar?

Rosa rosa. Foto original. 2021.04.29.jpg

A APP – Associação Portuguesa de Poetas, está a organizar a Antologia de 2021.

Rosa Vermelha. Foto original. 2021.04.29.jpg

Se pretende participar e quiser saber informações sobre condições de participação deverá contactar a Associação:

Rua Américo de Jesus Fernandes 16-A, 1800-023 Lisboa,

Preferencialmente, por e:mail associacao.poetas@gmail.com.

Rosa botão. Foto original. 2020.04.21.jpg

Não perca tempo… os prazos urgem.

…Até ao dia 30 de SETEMBRO de 2021.

XXIV Antologia da APP 2020

Sabe que planta é / são esta(s)? – XV

Ainda no Jardim da Gulbenkian

(Piquenique 1 de Agosto 2021 - III)

Roca da Velha. Foto original. 2021.08.01.jpg

O Jardim – Parque da Gulbenkian é um oásis em Lisboa.

Surpreendente a floresta criada no meio da Cidade. (A Praça de Espanha também está bastante diferente, mas ainda não deu para uma apreciação global e avaliativa. Mas, na questão de circulação automóvel, pareceu-me melhor. Mas ainda terei que ajuizar com mais atenção.)

Voltemos à Gulbenkian e apreciação do coberto vegetal do Jardim. Alguns aspetos de pormenor e outros de por maior. De algumas plantas conheço nome vulgar, de outras não. Nomes científicos, mais corretos, em latim, não conheço. Lamento!

A foto de capa: Roca da Velha

Imagem de por maior: Canavial, de Canas da Índia

Canavial Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Lantana

Lantana Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Roseira florida.

Rosa na Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Rosas muito bonitas existem no Roseiral da Gulbenkian. Mas perdem muito do fulgor dos roseirais, porque o arvoredo que limita o espaço a sul – sudoeste cresceu imenso e priva-as de luz solar. Digo eu… Jardim ou parque sem roseiral, não é jardim nem parque, em Portugal!

Azevinho

Azevinho. Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Acanto

Acanto. Foto Original. 2021.08.01.jpg

As imagens seguintes são de plantas cujo nome desconheço.

Jardim Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Sabe os respetivos nomes?!

Jardim Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Se souber, agradecemos que os nomeie, Se Faz Favor!

Jardim Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Obrigado. Muita Saúde. Bons Passeios e Passeatas. E Piqueniques!

 

"O Lugar das Árvores Tristes"

Livro de Lénia Rufino, romance, 1ª edição – Manuscrito - Lisboa – Março 2021

Cedro no Vale. Foto original. 2021.02.19.jpg

 

O título reporta-nos para um dos locais que temos mais certos na nossa Vida. As árvores, como dedos apontando para o céu, são marcantes e identitárias do espaço, pelo menos em Portugal.

Nas imagens elucidativas, ilustrando o postal, não tendo nenhuma foto específica, optei por utilizar fotos de cedros, plantas que eu próprio semeei e plantei no Chão e no Vale. Para aí nos anos noventa. (Mas, com estes particulares, estou-me desviando do essencial.)

Cedro, visto de perto, no Vale. Foto Original. 2021.04.02.jpg

 

A ação da narrativa decorre no Alentejo Norte, em duas pequenas povoações, uma mais um lugarejo, outra, um pouco maior. Nos anos de 1992, tempo presente na narrativa e 1968, tempo pretérito.

Cedro no Chão. Foto Original. 2021.04.02.jpg

 

As personagens principais?

Isabel, jovem estudante de dezoito anos, inquiridora, pesquisadora, “perguntadeira”, querendo obter respostas sobre pessoas da localidade, já falecidas, nomeadamente sobre as respetivas mortes, que a intrigavam sobremaneira. (Esta personagem funciona, de certo modo, como alter-ego da Escritora?)

A mãe de Isabel, Lurdes, alvo primordial das perguntas da filha. Ela será mesmo a personagem principal. Ao não responder, ou fazê-lo por evasivas, ou desviar o assunto e o rumo da conversa, só aumentava a curiosidade e o interesse de Isabel.

Esta sua curiosidade e perspicácia policial levaram-na a equacionar a possibilidade da mãe, Lurdes, ter um diário. Daí a procurá-lo, foi um ápice.

Encontrá-lo-ia no sótão da casa, entre papéis velhos e fotos.

E a partir da respetiva leitura, clandestina, todo um desenrolar de um ou diversos novelos sobre a vida da mãe, enquanto jovem e o seu modo de ser e de estar como adulta, vieram à superfície e conhecimento de Isabel. E também possíveis respostas ou pelo menos suposições, para as mortes inexplicáveis de algumas pessoas da localidade e que tanto intrigavam a jovem.

 

Nós, enquanto leitores, somos levados nesta inquietação de Isabel e, com ela, queremos também descortinar e esclarecer os segredos que aquele diário revela e os mistérios que pairam sobre mortes e vidas de algumas pessoas das localidades.

 

Outro personagem, também crucial no desenrolar do enredo, é Monsenhor Alípio: pároco nas duas localidades, cujos nomes desconhecemos. Primeiramente, na localidade mais lugarejo, nos anos sessenta, onde Lurdes nascera e vivera na infância e na primeira adolescência. E nos anos noventa, na segunda localidade, onde decorre a narrativa no tempo presente, onde passou a viver Lurdes a partir dos catorze anos, onde casou e lhe nasceram as duas filhas, Isabel, a mais nova e Luísa, a mais velha.

Ele, personagem enigmática e de poder, em ambas as aldeias, funciona como contraponto de toda a vida de Lurdes e do desenrolar da ação e enredo.

 

(Não vou contar a história, que não sou escritor, nem narrador.)

 

Mas, digo ainda, que Lurdes teve outro filho resultado de uma violação aos catorze anos. Violação, crime, a que Monsenhor assistiu, mas não interveio. Esse filho foi-lhe retirado por Monsenhor, que o enviou a criar por uma irmã, para os lados de Viseu. Mais velho que as duas meias-irmãs, estudará no Porto.

 

Este livro lê-se com muitíssimo agrado, envolve-nos na narrativa e queremos obter respostas para as dúvidas e questões da jovem.

 

Um livro nos moldes tão atuais: funcionará como uma saga. Digo eu, que não falei com a Escritora.

Surgirá outro volume, assim espero. E, nele, Isabel procurará encontrar o irmão, chamado João, em homenagem a João Tordo, mentor da escritora Lénia. É ela que o diz, nos “Agradecimentos”.

E esclarecerá quem foi o violador de Lurdes?!

Provavelmente, sim!

E Caro/a Leitor/a, se, por acaso, teve oportunidade de ler a narrativa, quem acha que foi?!

Na minha opinião foi uma pessoa de poder! Quem?! Tenho uma suposição, mas não a divulgo.

Muita coisa fica por contar.

Um último reparo, que pensara escrever inicialmente. Esta é uma obra de ficção, como refere a Escritora.

 

 

Azinhaga Poço Cães. Araucária. Igreja e adro. Foto Original. 2021.05.22.jpg

 

Parabéns à Escritora, a Si, Caro/a Leitor/a e Boas Leituras!

Outras Leituras:

"A Casa Grande de Romarigães"

"O Meu Pé de Laranja Lima"

"Tieta do Agreste"

Ai, as nossas "fezes"!

De Altemira...

A Flor do Marmeleiro

Árvores com História (III)!

Flor Marmeleiro I Foto original. 2021. 04. jpg

Vou continuar com a temática das plantas. Neste caso, não questiono sobre a respetiva designação. Deduzo que o/a Caro/a Leitor/a conhece. E eu também.

Marmeleiro. Foto Original. 2021. 04.jpg

Este marmeleiro é uma das árvores que tem uma história para contar. Aliás, todas têm. Nós é que não as conhecemos, porque esses são os segredos que elas nos guardam. O respetivo tronco é um repositório de histórias.

Flor Marmeleiro II. Foto Original. 2021. 04. jpg

Sobre esta também já escrevi em postal anterior.

Flor Marmeleiro III. Foto Original. 2021. 04. jpg

É proveniente de um bacelo que um colega me trouxe da Régua, em 1984/85. Foi abacelado pelo meu Pai, no local onde ainda está. Na margem de uma valeta, forma com outras árvores um renque, bordejando a vala de escoamento de águas de terrenos a montante. Enquadram-se no sentido norte sul. Esta já foi a maior desse alinhamento. Atualmente é ultrapassada por uma amoreira e um chorão. Hei de trazê-las ao blogue.

Entretanto, como é próprio de marmeleiros, criou outros rebentos, que não são mais do que si mesma sob outras aparências, só superficialmente diversas, porque são uma e a mesma planta, o mesmo ser vivo. Que, aliás, serão a mesma entidade da que lhes forneceu o ramo, lá na longínqua Régua. Mistérios da Natureza e das Plantas!

As flores são dum desses rebentos que vou deixar crescer, para melhorar esse renque de arvoredo. 

E na foto final, bem como noutras, em fundo, está outra árvore, esta mais na categoria de arbusto, que também tem história para contar.

Flor Marmeleiro IV. Foto original. 2021. 04. jpg

Votos de Feliz Primavera. Já agora, sem chuva. Que, por aqui, na Grande Lisboa, têm sido cá uns carregos de água! Quase diluvianos!

Saúde!

 

(P.S. - Categorizei este postal, como "Árvores com História - III", porque sei de certeza de dois postais que assim classifiquei. Se eventualmente tiver outros, procederei à respetiva ordenação.)

 

A Flor do Marmeleiro

Árvores com História (III)!

Flor Marmeleiro I Foto original. 2021. 04. jpg

Vou continuar com a temática das plantas. Neste caso, não questiono sobre a respetiva designação. Deduzo que o/a Caro/a Leitor/a conhece. E eu também.

Marmeleiro. Foto Original. 2021. 04.jpg

Este marmeleiro é uma das árvores que tem uma história para contar. Aliás, todas têm. Nós é que não as conhecemos, porque esses são os segredos que elas nos guardam. O respetivo tronco é um repositório de histórias.

Flor Marmeleiro II. Foto Original. 2021. 04. jpg

Sobre esta também já escrevi em postal anterior.

Flor Marmeleiro III. Foto Original. 2021. 04. jpg

É proveniente de um bacelo que um colega me trouxe da Régua, em 1984/85. Foi abacelado pelo meu Pai, no local onde ainda está. Na margem de uma valeta, forma com outras árvores um renque, bordejando a vala de escoamento de águas de terrenos a montante. Enquadram-se no sentido norte sul. Esta já foi a maior desse alinhamento. Atualmente é ultrapassada por uma amoreira e um chorão. Hei de trazê-las ao blogue.

Entretanto, como é próprio de marmeleiros, criou outros rebentos, que não são mais do que si mesma sob outras aparências, só superficialmente diversas, porque são uma e a mesma planta, o mesmo ser vivo. Que, aliás, serão a mesma entidade da que lhes forneceu o ramo, lá na longínqua Régua. Mistérios da Natureza e das Plantas!

As flores são dum desses rebentos que vou deixar crescer, para melhorar esse renque de arvoredo. 

E na foto final, bem como noutras, em fundo, está outra árvore, esta mais na categoria de arbusto, que também tem história para contar.

Flor Marmeleiro IV. Foto original. 2021. 04. jpg

Votos de Feliz Primavera. Já agora, sem chuva. Que, por aqui, na Grande Lisboa, têm sido cá uns carregos de água! Quase diluvianos!

Saúde!

 

(P.S. - Categorizei este postal, como "Árvores com História - III", porque sei de certeza de dois postais que assim classifiquei. Se eventualmente tiver outros, procederei à respetiva ordenação.)

 

Sabe que Planta é esta (VI)?

Sabe como se designa a planta a que pertencem estas flores?!

Flor quintal. Planta VI. Foto Original. 2020. 04. jpg

Esta 2ª hipótese será a forma mais correta de estruturar a questão, não acha?!

Mas como iniciei esta rubrica do blogue com este título, em princípio, irei continuar com ele.

Também é uma planta cujo nome realmente não conheço. Mas até poderia saber, consultando in loco. No local de onde a trouxe.

 

Tenho a mania, há anos, de trazer plantas, em sementes, em bacelos, de vários locais de Portugal, daqueles que visito com mais frequência. De países estrangeiros, nunca trouxe.

Não podemos dizer que seja um comportamento propriamente de louvar. Todavia, já fiz mais do que faço. As plantas que vieram de mais longe foram de Trás-os-Montes! Uma amoreira de Barca d’Alva, em 79, trazida por mim, em bacelo. E um marmeleiro da Régua, trazido também em bacelo, para aí em 84 ou 85, por um colega dessa região.

Algum dia contarei estórias das minhas árvores. De algumas já contei.

Planta quintal. VI. Foto original. 2020. 04. jpg

Mas voltemos à das fotos. Veio, julgo que em sementes, do Jardim Botânico de Lisboa. E está no quintal alentejano, que é um verdadeiro jardim. Atualmente, Abril, está florida.

Não se tem desenvolvido muito bem, porque tem outra planta diferente que a tapa do sol e havia um jasmineiro, que esse então era um verdadeiro guarda-sol.

Este ano podei o jasmineiro, precisamente para ver se se desenvolve melhor esta planta e uma roseira vermelha que tenho perto. A ver vamos…

Caro/a Leitor/a, sabe o nome da planta?!

*******

E a propósito do nome de plantas, a que questionei no postal anterior, (V), parece já ter identificação.

Questionei vários especialistas do assunto nos blogues e o blogue https://limbosverdes.pt/ deu-me uma pista de que seria da família de Chaenorhinum.

(Este blogue apresenta um trabalho excelente neste domínio das plantas.)

Pesquisei na net e através das fotos parece, na verdade, ser dessa família.

Agora o que eu gostaria mesmo de saber é se tem um nome vulgar, que correntemente lhe seja atribuído.

Interessante que, na net, consideram-na da mesma família dos designados “Coelhos / Bocas de Lobo”!

Coelhinhos e planta que não conheço. Foto original. 04.19.jpeg

E não é que no Castelo de Sesimbra onde as fotografei em 2019, no meio das rochas de um resto de muralha, as duas plantas estavam perto uma da outra?!

Interessante, não acha?!

*******

Já não maço mais com estas minhas “plantações”.

Por hoje…

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita Saúde e Primavera florida!

(P. S. - O que já sabe. Fotos originais, nem boas nem más. Se as utilizar, por bem, cite a origem. SFF!

A mesma regra se aplica aos textos. Muito Obrigado!)

 

Eleições – Obras – Promessas – Ilusões!

Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes?!

Ginjal. Arte de Rua. Foto original DAPL Out 2015.jpg

Este ano, lá mais para o final, dependendo da Covid (?), haverá novamente eleições. Desta vez Autárquicas.

E já vai por aí um rebuliço! Cada cromo a candidatar-se… Cromos e cromas. Alguns e algumas dinossáurios/as, que saltitam de concelho para concelho! Não vou comentar. Não vou por aí. Cada um é que sabe na camisa em que se mete.

 

Ano de eleições é ano de obras. E é vê-las... Há de tudo. Umas mais necessárias, outras nem tanto. Passeios, estradas, ruas e ruelas, por cidades, vilas e aldeias.

Autarca que se preze tem obra para final de mandato. As inevitáveis rotundas… Há localidades acrescentando à coleção das que já dispõem. Estremoz tem mais uma em construção! E o que vai sair do espaço antecedendo a Porta de Santa Catarina?!

Em Estremoz, o que faz falta é uma variante que permita ir ou vir do Norte, para a auto estrada A6 ou a estrada Elvas / Badajoz – Lisboa e vice-versa, sem entrar na cidade e fazer toda aquela coleção de rotundas. Obra mais do que necessária, não acha?!

 

Nesta época, aparecem sempre novos projetos megalómanos, ou continuam a fomentar os que já vêm idealizando / prometendo há anos.

 

O aeroporto de Lisboa(?) anda em bolandas há décadas. Há quarenta ou cinquenta anos, saltitando de lugar para lugar. Ora! Ponham o de Beja a funcionar devidamente!

 

As obras em Lisboa, na Praça de Espanha, na Segunda Circular, há meses que não vou à capital, já terminaram?! É para ali uma gastadeira de dinheiro!

E mais uns metros do Metro? Linha Circular? Se resultar como a de Madrid, é uma confusão de ligações!

E no Porto falam em nova ponte! Tanta ponte?!

 

Em Almada, para além das obras no eixo central da Cidade, falam num projeto megalómano de uma espécie de Nova Cidade, com tudo e mais alguma coisa, do mais modernaço que há, a construir entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão!

Bem lá no alto, aonde dificilmente chegarão os efeitos previsíveis da subida do nível médio das águas dos mares!

Provavelmente para esquecer o mais que célebre projeto que andaram anos a promover, de uma “Cidade da Água”, “Manhattan de Cacilhas”, a construir nos terrenos dos antigos estaleiros da Lisnave! Digo, eu. Sei lá!

Relativamente a esse hipotético novo projeto, os especialistas que o estudam, estão a equacionar os problemas dos transportes públicos e privados, no acesso à Ponte 25 de Abril?! Aspeto de pormenor?! Outros haverá, que quem projeta sabe mais do que eu!

Almada Velha. Foto original. 2019. 07. jpg

Em relação a novas cidades e construções, continuo a defender o que venho alertando, não só para a Cidade A, B, ou C. Para todas!

Recuperação dos milhares e milhares de casas abandonadas por todas as nossas cidades, vilas e aldeias. Um verdadeiro projeto nacional, envolvendo todas as entidades. Destinadas às Pessoas, sem esquecer que, hoje, toda a gente tem carro.

(Já abordei este assunto em diferentes postais.)

Ferramentas. C. Arte Moderna. Foto Original. 2020. 02. 02. jpg

 

Caro/a Leitor/a, aí pelos seus lados…

Que obras andam a fazer? E que projetos querem “vender”?!

Obrigado pela sua leitura. Grato pela sua atenção.

Votos de muita Saúde e excelente Primavera!

*******

Fotos?

A 1ª é do Ginjal - Almada, de 2015! Local que bem precisa de Obras! Já prometidas... 

A 2ª, de 2019. Almada Velha.

A 3ª, de 2020/02/02, de Exposição do Centro De Arte Moderna: ferramentas. Pode haver obras sem ferramentas?! Antes do Centro entrar em Obras e desta confusão da Covid. Saudades de ir passear à Gulbenkian: jardins, exposições e belos almoços no snack do Centro de Arte Moderna!

P. S. - Se utilizar, por bem, alguma destas fotos, cite a origem, SFF! Obrigado!

 

 

«Poesia foi só o pretexto»

Adiafa de Poesia – 1986 (III) 

Sala Experimental do Teatro D. Maria II – Lisboa - Portugal

(Balanço Final?)

«Cerca de doze horas de espectáculo, quase 70 novos poetas em cena, mais de 500 entradas. Eis alguns números globais da Adiafa, que se estendeu por sete dias na Sala Experimental do Teatro D. Maria II, em Lisboa: de 18 a 21 e de 26 a 28 de Dezembro. Mas a Adiafa foi, sobretudo, um fenómeno não quantificável: a comunicação. Dentro e fora da sala. Lá dentro, graças à enorme experiência de João d’Ávila, que conseguiu despistar todos os nervosismos e criar ambiente para curiosíssimos diálogos e variadíssimas manifestações de espontaneidade; cá fora, em virtude de simpatias geradas nas próprias sessões e por afinidades poéticas de mais longa data.

(…)

Não será despropositado dizer que para este entendimento, concorreram muito os laços criados no DN-Jovem que foi, como se sabe, um dos apoiantes da iniciativa, ao lado do JL, da Assírio & Alvim e do Centro Nacional de Cultura.

Os colaboradores deste suplemento vieram de toda a parte e estiveram em toda a parte (dentro e fora da sala). (…) »

Bordado de Nisa. Foto original. 2020. 01. jpg

O Jornalista nomeia cerca de trinta nomes de intervenientes nas sessões e respetivas localidades de origem, desde António Ladeira, de Sesimbra… a Daniel Pinto Rodrigues, “vindo expressamente do Porto”. “O Zé Manel, da Mata” também lá aparece no meio dessa lista.

Bordado de Nisa. Foto original. 2020. 01. jpg

«A poesia foi para todos quase só um pretexto para a comunicação.

O balanço desta primeira experiência foi muito positivo.  (…)

A Adiafa foi um acontecimento cultural, que seria uma pena não ter seguimento.»

 

In. Diário de Notícias, - DN Jovem, 06/01/1987 – (3ª Feira). Transcrição de parte da notícia sobre o acontecimento, citando Manuel Dias, Jornalista do referido Diário matutino e autor da reportagem.

(Negritos, de minha lavra.)

Houve seguimento em anos subsequentes? (…)

*******

Fotos? De "Bordados de Nisa": Verdadeiras "Poesias Visuais"!

Hei-de elaborar um postal sobre os mesmos.

*******

E porque, hoje, é “Dia do Pai”. Que Saudades!… Todos os dias são Dias dos Pais!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D