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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Momentos de Poesia: Maio 2025.

Com a devida vénia e autorização...20250510_160938.jpg20250510_160938 (1).jpg

O meu Muitíssimo Obrigado pela possibilidade de vivenciar e participar em "Momentos de Poesia". Aos Organizadores, aos Participantes, à Entidade "Hotel José Régio", "Bem Hajam" por promoverem este evento, que é uma Ação Institucional da Cidade! (Há quase 20 anos!) É muito bom que continue a existir, pois queremos comemorar os vinte anos!

Votos de Saúde, Paz, Poesia, Música e Canções irmanadas!

***

Os Livros?! Penso que as Pessoas gostaram.

Boas Leituras!

Poesia à Solta na SCALA - 22/02/2025

20230322_181913.jpg

C O N V I T E

A   S C A L A

Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada,

Convida-o para estar presente na

POESIA À SOLTA NA SCALA, 22./Fev./2025, às 15 h,

no Salão das Carochas,

R.Conde de Ferreira, Almada.

Com Atuação:

-DUO DE GUITARRA

com

Francisco Sabrosa e Mara Mendes;

-Grupo de POESIA da SCALA;

-Grupo de FADO da SCALA;

-CANÇÕES e MÚSICA

por António Fonseca e Amigos.

***

ENTRADA  LIVRE

***

             Votos de Excelente Realização de "Poesia à Solta"!

Saúde, Paz, Poesia e Alegria!

***

(Foto original, de 22/03/2023!)

(Aqui, pelo Norte Alentejano, "chove água que Deus a manda"!

 

“Momentos de Poesia” e “Poesia à Solta”!

Portalegre e Almada irmanadas pela Poesia! 

*******  *******  ******* 

“Momentos de Poesia – Desde 2006, a Dar Voz aos Poetas”! 

18º Aniversário – 30 de Novembro de 2024

16 Horas – Hotel José Régio – Portalegre 

A sessão contará com: Poesia, Canto, Música

Organização: Deolinda Milhano – Apoio: Hotel José Régio

 

*******   *******   ******* 

SCALA

Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada 

C O N V I T E

Caros Associados, 

A SCALA convida-o a assistir à “POESIA À SOLTA NA SCALA”,

assim como à

"NARRAÇÃO ORAL", por Rosa Gonçalves,

Dia 30 Novembro, 16 H,

Sede da SCALA

Rua Conde de Ferreira, Almada.

Com os melhores cumprimentos.

A Direção

Maria Gertrudes Novais

*******

Viva a Poesia!

Viva Almada!

Viva Portalegre!

 

“Momentos de Poesia”: Um Hino à Amizade!

Uma Ode à Alegria!

Centro de mesa. XVI Aniversário Momentos Poesia. 26.11.22.

Decorreu, ontem, 26 de Novembro de 2022, a Tertúlia do XVI Aniversário de “Momentos de Poesia”. No Hotel José Régio, numa das Cidades do Poeta: Portalegre.

O título e subtítulo do postal evidenciam duas vertentes identitárias do evento: Amizade – Alegria. Acompanhadas de Poesia, Canto, Música, Fado. Belíssimos acompanhamentos! Durante duas horas viveram-se bonitos momentos de partilha entre os vários Tertulianos. Que quiseram ofertar-nos dádivas dos seus dotes artísticos nas áreas mencionadas.

Ouvimos canto e fado à capela, “soprando-nos ao vento” poemas próprios ou de outros autores, originais ou já publicados. Fado de Coimbra, de José Afonso. Poesia, Poesia, nunca é demais sublinhar e repetir, nos Fados e nos Cantos, mas também e muito especialmente, per si, que essa é a matriz e raiz fundamental do evento: “Momentos de Poesia”!

Foram tempos mágicos, em que já não participava, na Cidade de Régio, há três anos! Em Almada, em 2020! Foi a primeira Tertúlia que partilhei nestes tempos pós-Covid. (Pós-Covid?! A Covid já acabou?)

Poesia, para público, dissera na Rádio Portalegre, em Março – Abril. E, em público, no lançamento de livro na minha Aldeia, no mês passado.

Obrigado aos organizadores, colaboradores, participantes, tertulianos, espetadores, donos do espaço. Muito especialmente a Drª Deolinda Milhano, Alma-Mater destes saraus. Não será decente sugerir que não desista, que persista, pois temos consciência que as contrariedades são sempre muitas.

Ilustro com fotos do original centro de mesa, por demais sugestivo. Folhas outonais. No Outono da Vida, que constatamos na maioria dos presentes.

Centro de mesa. Foto original. 26.11.22.

E, por falar em presença e por Amizade, documento também com foto da rúbrica de um Amigo do Amigo João Banheiro que muito bem leu um Poema dedicado ao Alentejo de um Amigo que ele não sabe quem é.

Rúbrica desconhecida. Foto original. 26.11.22

É caso para se escrever: “Mas que raio de Amigo(s)!” Viva a Amizade!

Ainda voltarei a “Momentos”. Saúde e Paz!

 

Momentos de Poesia - Portalegre - Nov. 2022

Momentos de Poesia Nov 22

É sempre com grata satisfação que divulgo as realizações Poéticas. Ademais "Momentos de Poesia".

Votos de excelente qualidade, como é marca identitária do evento.

Parabéns a todos os Organizadores, Participantes, Colaboradores.

Bem Hajam, por engrandecerem a Poesia. A Cidade! A Cidade de Régio! Portalegre.

Vivam a Poesia, o Canto, a Música!

Saúde e Paz!

 

“Simone, Força de Viver”

Costa Caparica. foto original. 2020. 08. jpg

Simone de Oliveira com Patrícia Reis – 3ª Edição: Novembro de 2013, Matéria-Prima Edições.

 

Tinha curiosidade em desbravar o livro.

E assim foi. Entre 5º e 6ª feira, foi lido, nalguns excertos relido. Muito bem escrito, muito bem contado, estórias da vida da Artista, multifacetada, umas mais apimentadas que outras. Simone é incontornavelmente uma figura pública da Cultura Portuguesa, desde os inícios dos anos sessenta. Música, teatro, canções, espetáculo.

 

Tinha pica na leitura, ademais bem contado e bem escrito, melhor se lê.

(Só assisti, melhor, assistimos, a um espetáculo ao vivo com a Simone, aí pelos inícios dos anos noventa, 91 ou 92 (?), nas Ruínas do Convento do Carmo.)

Mas em televisão, na rádio, desde meados de sessenta, principalmente 65, passou a fazer parte do nosso universo musical e do nosso imaginário.

Tinha uma voz que arrepiava. Em 69, foi aquele deslumbramento, aquela canção, aquele poema, aquela música, aquela interpretação. Arrebatadora!

Interessante a explicação, dada pela própria, sobre essa interpretação e o relacionamento dela com Henrique Mendes (pag. 46).

 

Anos sessenta, início dos setenta… a vivermos em ditadura, com todas as restrições à Liberdade, em todas as suas vertentes: pessoais, cívicas, sociais, políticas, culturais. Computadores, internet, redes sociais, revistas cor de rosa, “big brother”, tudo isso era ficção. Jornais, revistas, meios de comunicação, jornalistas tinham outra postura. Também estavam condicionados à censura, não havia liberdade de expressão. Falava-se nas ligações dos artistas, de boca em boca, exagerava-se até, mas pouco publicavam sobre a vida particular. Menos ainda os próprios a divulgavam, como agora, que mostram tudo, da raiz do cabelo até à unha do pé.

 

Bem, no livro, passados tantos anos, é interessante ler o que a Artista conta sobre essa emblemática interpretação com que ganhou o festival de 1969! Os acontecimentos tinham outra repercussão. Presenciámos, vimos em direto na TV, aquela atuação! Aquela garra!

Depois, a perda da voz, acompanhámos essas truculências da vida. A recuperação, numa forma diferente. Lembro-me perfeitamente do festival de 73, em que voltou a participar. (Até houve um concurso, promovido não sei se pela Emissora Nacional se pelo Rádio Clube Português, sobre uma das canções, penso que “Minha Senhora das Dores”.) O Ary quase monopolizou o Festival, escrevendo a maioria das letras.

 

Também fala da “rivalidade” com Madalena. E também da amizade entre ambas. Existindo, certamente. À data, realçava, de facto, essa picardia entre as duas. Existisse ou não, era muito alimentada pelos meios de comunicação da altura. Rainhas da Rádio, Rainhas disto e daquilo. Nunca votei nesses concursos, não tinha acesso aos respetivos cupões, não abundava o dinheiro para gastar em trivialidades, nem elas existiam no fim de mundo aonde vivia, aonde vivíamos todos, nesses tempos obscuros. O mundo da época, segunda metade da década de sessenta, não tinha nada a ver com o de hoje. Mas lembro-me, era miúdo, do Festival de 66, ganho pela Madalena e, eu, na altura, torcia por ela e pelo “Ele e Ela”.

Estas coisas podem parecer futilidades sem importe, mas naqueles tempos, pouco havia com que se interessar. Houve o célebre Mundial de 66, nesse ano na Inglaterra. E como foi empolgante e como se criaram tantas expectativas, goradas no fatídico jogo com a equipa anfitriã. E como Eusébio chorou e com ele chorámos.

Mas estou a perder-me do livro…que não aborda o futebol.

 

Mas aborda muitas mais coisas e mais importantes. Mas fará o favor de procurar o livro, adquirir, para oferecer às suas Velhotas ou Velhotes. E lê-lo, primeiro, antes de oferecer.

Vai gostar!

“Fado Português”: Amália – Oulman - Régio

Óbidos Castelo Foto original. 2019. 04. jpg

 

Aniversário do Blogue e Homenagem a Vultos da Cultura Portuguesa

Óbidos Rua. Foto Original. 2019. 04. jpg

 

Para elaborar o postal anterior, nº 806, transcrevi o texto poético do livro:

RÉGIO, J. – FADO – Klássicos – A BELA E O MONSTRO, EDIÇÕES Lda. Lisboa – Portugal – 2011.

Apesar de uma das normas da produção literária ser a sua não reprodução, penso que, ao divulgar o Poema de Régio, referindo as fontes, estou a valorizar a Obra e a dá-la a conhecer. (Publicidade, de que não recebo um tostão!)

Livraria Igreja Coro. Foto original. 2019. 04. jpg

Este livro é mesmo um clássico e está apresentado em formato de bolso, o que facilita o seu transporte para onde nos desloquemos. Foi comprado em Óbidos, numa Livraria icónica, situada numa antiga igreja católica, dessacralizada. A um preço super acessível: 3 Euros. Em Abril, do ano passado (2019).

Vou lendo e relendo. É daqueles livros que por ser de poesia e de autor que aprecio, vou sempre voltando a ele. É mesmo clássico!

 

Também pesquisei na net e os textos apresentados são sempre parcelares, relativamente à fonte documental referida. Há, obviamente, outras versões em livro, pois que na Introdução – “Da Vida à Obra”, elaborada por Isabel Pires de Lima, Professora Catedrática da Universidade do Porto, refere que o original é de 1941!

Não sei se essas versões alteraram a dimensão do texto e pormenores, porque também se notam pequenas diferenças, nalguns versos. (É natural que tenha acontecido, pois o processo criativo leva a modificações nas versões apresentadas, que qualquer autor vai realizando.)

A versão apresentada compõe-se de vinte sextilhas.

Estes postais organizei-os para “celebrar” os seis anos do blogue. E para homenagear José Régio, Amália e também Alain Oulman, neste postal.

Como sabemos, Amália cantou vários Poetas nacionais consagrados, neste caso, Régio e para esse facto o contributo de Alain Oulman foi marcante.

Sobre o disco contendo esses fados, eis a ligação.

Anexo as cinco estrofes apresentadas na net, constituindo excerto do poema de Régio, a parte cantada por Amália. (A Diva não podia, evidentemente, cantar as vinte estrofes. Comparando, pode observar as modificações e o que foi escolhido para cantar.)

 

“Fado Português” 

“O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.”

Óbidos. Trepadeira. Foto Original. 2019. 04. jpg

Ligações para postais sobre Régio e sobre Amália:

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/jose-regio-cinquentenario

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/momentos-de-poesia-e-casa-jose-regio

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/surgiu-no-palco-um-dia-um-bailarino

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/momentos-de-poesia-e-jose-regio

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/sera-portalegre-uma-cidade-de-poesia

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/poesia-em-regio-portalegre

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/autografo-de-amalia

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/o-meu-momento-amalia-ao-vivo

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/em-casa-damalia-tertulias-semanais

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/estranha-forma-de-vida-amalia-

 

 

“Em Casa D’Amália” – Tertúlias semanais na RTP1

Fado – Poesia - Cultura

Fafá de Belém, Waldemar Bastos, Dany Silva - André Dias e Bernardo Viana

Apresentação de José Gonçalez

 

 

Foto Original. 2019. 05.jpg

 

Programa da RTP1, tertúlia transmitida às 6ªs feiras, à noite. Na passada sexta, dia 19, já o nono programa. Em semanas anteriores, algumas vezes visualizei excertos do programa. Neste último, face aos tertulianos presentes, deixei-me, em boa hora, levar na onda. Quando e onde podemos ouvir, assim numa assentada, Fafá de Belém, Waldemar Bastos, Dany Silva, acompanhados por André Dias e Bernardo Viana, dois jovens músicos, engrandecendo a tríade de cantores?! Dany e Waldemar também executantes.

 

Num jeito muito informal, apresentação de José Gonçalez, precisamente na Casa de Amália, à Rua de São Bento, na sala, deduzo eu, bem bonita, por sinal.

Programa, homenageando a Diva do Fado, recriando, de certo modo, as tertúlias que Amália promovia na sua própria casa. Neste programa foi precisamente lembrada a célebre tertúlia em que participou Vinícius de Morais, também Ary, Natália Correia, David Mourão Ferreira, em 1968, génese de disco editado em 1970: Amália – Vinícius.  

 

Programa excelente! Parabéns aos participantes. E Obrigado pela beleza de Música e Canções que nos trouxeram.

 

E que saudades tenho das tertúlias. Das Tertúlias de Poesia, confinadas, com esta coisa do Corona!

 

Da APP – Associação Portuguesa de Poetas. Na sede, aos Olivais; no Vá – Vá, na Avenida de Roma. Ambas em Lisboa.

Do CNAP - Círculo Nacional D’Arte e Poesia. Ultimamente no Café Império. Anteriormente, ao Centro de Dia de S. Sebastião da Pedreira. Também em Lisboa.

De “Momentos de Poesia”, no Café José Régio, antigamente “Café Facha”, em Portalegre.

Da SCALA – Sociedade Cultural das Artes e Letras de Almada, na Sede – R. Conde Ferreira – Almada Velha ou na Oficina de Cultura, no centro de Almada.

 

E.. Viva  a Poesia! Viva o Fado! Viva Amália!

 

E novamente parabéns a todos os participantes e organizadores do Programa da RTP1, supramencionado.

Cinco Estrelas!

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