Rosa de Natal!
Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
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Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
(Republicação deste Poema de Natal, para figurar em "Contos de Natal")
Natal no contentor!
Nascido em contentor, em noite fria
Parábola hospitalar deste País
Achado por sem abrigo, quem diria
Que eu tivesse mãe, sem ter, que não me quis!
Querer, queria, mas sem vida não podia
Ter-me, e tendo, de criar-me de raiz.
Valeu-me choro ser fala, nesse dia
Qua nascesse outra vez, ser talvez feliz!
Feliz ou não, futuro não sei. Sou petiz!
Nem visita real, per si, vaticina.
Cada qual que nasce, nasce sua sina
Neste mundo atroz tudo se desatina
Na rede social todo o mundo opina.
Mas houve já Natal, sim! Sou eu quem to diz!
*** * ***
Se quiser saber mais sobre este Poema, consulte, SFF "A Chaga do Lado".
Painel na Torre dos Bombeiros: Alvalade
(Em contraponto ao postal de ontem!)
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Cartão de Identificação:
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A Torre... e o Futuro?!
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Feliz Natal!
As festividades associadas ao Natal e Ano Novo trazem-nos, cada ano, repetições que não passam de meras ilusões.
O consumismo é o traço dominante comum às duas festividades. Compra-se, gasta-se, consome-se, até dizer basta!
No Natal são doces e doces, açúcar e mais açúcar, chocolates e mais chocolates.
No Ano Novo são outros acepipes, variando consoante as bolsas de cada um, mas o excesso é a tónica dominante. E é beber até cair pró lado!
Associado ao consumo exagerado e soberbo, estão os lixos. Sacos, papeladas, embrulhos das prendas, restos de comidas. Quando os eventos coincidem com greves… exacerba-se o “espetáculo”.
Os supermercados e centros comerciais enchem-se de gente, quase se atropelando. Pressa de comprar, correndo, como se não houvesse amanhã! Temendo que o Novo Ano não chegue a horas. Mas ele vem sempre a tempo e horas, às mesmas horas, as mesmas rotinas, sem criatividade.
As músicas, êxitos anuais, iguais todos os anos e em todo o lado. Já não basta nos centros comerciais – que podemos evitar - mas também nas ruas. Já não apenas nas cidades. As mesmas melodias invadem tudo, repetidas, tocadas à exaustão. Até nas aldeias! Não há localidade que se preze, que não copie o que se toca no concelho ou capital de distrito mais próximo.
Recentemente, num funeral realizado numa aldeia nossa estimada, enquanto seguíamos o féretro, tocavam as músicas natalinas! Nem mais! Verdadeiro descompasso! Acompanhar um defunto, e as músicas (?) natalinas em pano de fundo!
As vaidades são sempre as mesmas. No vestir, no trajar, no comer, no enfardar, até cair de cú!
Repetem-se ocas vontades de fazer melhor, de promessas, de enganos, de esperanças futuras…
Num Mundo à beira do caos e do descalabro, como nunca me lembro nestas dezenas de anos, em que já por cá ando!
***
E, para não ser diferente, que sou igual a cada um e cada qual, desejo-vos a todos:
Um excelente Novo Ano! Ano Bom!
Que o próximo Natal também seja de muitas e boas prendas.
Que a Páscoa, que virá antes, seja florida!
E umas boas férias de Verão!
E que estejamos todos cá, para próximo ano, para formularmos os mesmos votos, promessas e desejos!
***
(Ah! E nem falei no fogo preso!)
Pedrinhas de enfeitar!
Rua de Santa Maria
Na bela Vila de Nisa
Pudesse eu, nela ia
No chão que nela se pisa!
Nela se pisam pedrinhas
Pedrinhas de enfeitar
Lágrimas tuas e minhas
P’ra mais ninguém ver chorar!
Pisar teu chão empedrado
Pedrinhas a condizer
A bilha de braço dado
P’ra nela eu ir beber!
Mais bela Vila de Nisa
Que linda Vila Natal
Um sonho te profetiza
A verdadeira Árvore de Natal de Aldeia da Mata!
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(Já imaginou esta Árvore com enfeites de Natal?!)
Pastoral de Natal!
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(Há lá imagem mais sugestiva e bucólica do Natal?!)
Presépio do Bairro de Santo António:
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A Cabana do Presépio na casa de Prima Maria Constança:
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Um Santo e Feliz Natal, especialmente para Si, Caro/a Leitor/a, que tem a amabilidade de nos acompanhar.
Saúde e Paz!
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A partir da minha “Aldeia Natal”!
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Bem sei que, embora se aproximando o Natal, os tempos não estão de boas lembranças de Natal!
Guerras e mais guerras…. Tantos procurando vidas melhores e encontrando a morte…. Tantos excluídos das condições básicas e elementares de Vida…
Mesmo assim, e apesar de tudo, Caro/a Leitor/a, quero desejar-lhe um Santo e Feliz Natal!
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Ilustro com algumas imagens icónicas da minha Aldeia.
Que bem poderia ser uma “Aldeia Natal”.
E, para mim, é mesmo a minha Aldeia Natal!
Festas Felizes!
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(O Gatinho Dú-Du também se quer associar às festividades. É sobrinho do Gil, irmão de Marinete e filho de Dona Mi-Dú. Levá-los-ei, um destes dias, ao "Apeadeiro da Mata", que há muito não escrevo sobre eles.)
(As fotos são de 15 de Dezembro, excepto a do gatinho, que é de 13. São todas de minha autoria. Valem o que valem.)
Renovados votos de um Santo e Feliz Natal!
Sementes de Amizade num Correio, à moda antiga!
No dia 6 de Dezembro, chegou ao meu correio este envelope!
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O que será?! (Questionei-me.)
Vi o remetente: José Silva Costa… (Autor dos blogues “Cheia” e “Sociedade Perfeita”.)
O que me terá enviado o José?!
Abri. Deparei com este frasco de Centrum!!!
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Mais intrigado fiquei!
Querem ver que o José, pensa que eu, estando a publicar tão pouco, preciso de energia extra?!?!
Abro! E o que vejo?!
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Comprimidos tonificantes?!
Acompanhando o recipiente, este “escrito” manual...
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...Tão ao jeito e modo dos "tempos antigos", em que se escrevia manualmente, se poupava no correio… se poupava em tudo... porque vivíamos numa "economia de subsistência"...
Tantas lembranças me ocorreram. Porque esta prática de enviar escritos, acompanhando encomendas simples ou elaboradas, foi um costume que todos usámos, ricos e pobres, antes do eclodir de todas estas funcionalidades modernas com que hoje lidamos tu cá, tu lá!
(Até aos anos sessenta, setenta, talvez ainda nos oitentas, do século XX, eram práticas vulgaríssimas.)
E no texto, vem a explicação: Frutos / Sementes de Dragoeiro.
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Achei o máximo! Adorei!
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E logo tratei de semear.
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Nuns vasos, coloquei uma base de “estrume” vegetal, um pouco de terra em cada um e as sementes espalhadas. Quatro ou cinco por cada vaso.
Depois, tapei com um pouco de terra.
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E, agora?!
Agora é aguardar a Primavera!
Obrigado, José, pela sua extraordinária lembrança!
Foi um “Presente de Natal” maravilhoso!
Muitíssimo Obrigado e também “Votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo”!
E, O/A Caro/a Leitor/a, o que acha desta prenda tão interessante?!
(...) (...)
(Igualmente, também para si, votos de Excelente Natal e Óptimo Ano Novo!)
Feliz Natal!
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“Entrai pastores, entrai
Por este portal sagrado
Vinde ver o Deus Menino
Numas palhinhas, deitado!”
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Para toda a Comunidade SAPO e muito especialmente para Si, Caro/a Leitor/a, que nos acompanha nestes postais, formulo Votos de um Santo e Feliz Natal!
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(Imagens sugestivas associadas à iconografia natalícia: ovelhas, faltam os pastores(!), mascimento, desvelos maternais... Faltam também os reis magos...)
Ribeiras que são apenas uma Ribeira!
De Cujancas, nome oficial, mas com vários nomes particulares. Assim, como se fossem “anexins”!
A maior cheia de que há memória! 20 de Dezembro de 2022, 3ª feira.
Ribeira das Pedras!
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Ribeira do Salto!
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Ribeira do Porcozunho!
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Quem me haveria de dizer que em Janeiro, deste ano, quando andei a limpar a pedra onde está gravado o registo das cheias de 1941 e de 1959, haveriam de ocorrer neste mesmo ano de 2022, cheias tão grandes! Sim, porque neste final de Outono, que findou ontem, já houvera outra no pretérito dia treze, 3ª feira. Também ainda no Outono, a findar. As fotos dão testemunho dos factos. E não são dos momentos maiores da cheia, que, quando fotografei, a água já teria descido cerca de um metro. De qualquer modo são elucidativas da grandeza, da força das águas e da Natureza!
Foto da pedra com os registos pictográficos de 1941 e de 1959 e, agora, assinalado a branco, o nível da cheia de 20/12/22.
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Sinal do nível das águas no poste e no muro da ponte.
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Quase chegou ao tabuleiro. Não o alcançou por pouco. Se o tivesse alcançado...?! Os parapeitos precisam de obras. A ponte precisa ser alargada, corrigida. Já referi isso noutros postais.
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Na foto anterior, apresentando imagem da ponte e respetivos arcos e parapeito de jusante, lado oeste, é por demais visível que são necessárias obras.
Quando andei fotografando as Ribeiras, percorrendo também os terrenos da margem esquerda, Tapada das Freiras, Tapada do Rescão, nunca me aproximei demasiado das águas.
Nem na Ribeira das Pedras me atrevi a passar a ponte, quando a cheia estava no auge.
Algo que, pelos vistos, não assustou o transeunte que a foto documenta.
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É da Proteção Civil. Frise-se.
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Para si, Caro/a Leitor/a, que teve a amabilidade de nos acompanhar até aqui, Votos de um Excelente e Santo Natal!
São Pedro...?!
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