Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

“Guia das Aves de Aquilino Ribeiro”

Aos Amantes de Aves e de Literatura de Excelência!

guia das aves contracapa in. www.boca.pt. Março 2021.jpg

Excertos de Obras de Aquilino Ribeiro em que o Escritor aborda temáticas sobre aves. Uma pérola. Imperdível! Referência a 83 Aves, numa Literatura com a riqueza ideativa, de vocabulário, como só Aquilino!

Aquilino Ribeiro (1885 – 1963) é um Escritor incomparável na nossa Literatura. De uma excelência inigualável.

 

Dois excertos sobre o “Marantéu, Papa – Figos”

Papa figos In. Wikipédia. pt.  Março 2021.jpg

“A cabra gosta da liberdade como o marantéu de figos.” ...

“Os gaios, sim, têm nas rémiges o índigo mais esmaltado que se pode conceber e o papa-figos – marantéu lhe chamam, a palavra traindo a corruptela de amaranto, que é a sua tinta – veste um justilho cuja cromática faria as delícias de uma menina do Chiado. São excepção. As tintas nas aves serranas pendem para escuras, penitenciais, e compreende-se que, à falta de florestas, sejam as que mais se neutralizam aos olhos do nebri e do peneireiro, sub-ave de rapina que dá o cavaquinho pelas carriças e as folechas, essas igualmente cobertas com manto de serguilha, franciscano.”

In. pag.s 78, 79; a partir de “Aldeia – Terra, gente e bichos” – Aquilino Ribeiro

*******

Alguns Dados Técnicos:

Antologia e Texto Introdutório de Ana Isabel Queiroz; Ilustração, aguarelas, de Maico – Carlos Pimenta; BOCAge – Ciência e Arte – Nº1 - “BOCA – Palavras Que Alimentam”.

Estrutura do Livro:

Agradecimentos; Introdução; Bibliografia;

Aves Selvagens Mencionadas por Aquilino Ribeiro – Excertos literários classificados por unidade taxonómica;

Nomes Latinos Equivalentes aos Nomes Comuns Usados por Aquilino Ribeiro;

Índice Onomástico;

Biografias dos Autores: Aquilino Ribeiro, Ana Isabel Queiroz, Maico (Carlos Pimenta), José Eduardo Rocha (JER), Fernando Alves;

Índice; Ficha Técnica;

Um CD com 17 separadores musicais para um Audiolivro, Op. 46 (2012, 2016) – José Eduardo Rocha, Nuno Morão, Vasco Lourenço. Leitura de Fernando Alves.

(Capa e contracapa duplas, com imagens de várias aves e de alguns dos livros de Aquilino. Em excelente papel. Prenda de Natal 2020. Comprado eletronicamente, enviado por correio. Custou cerca de 12E. Livro que ando lendo… e ouvindo.)

Imagem da contracapa do livro: in. www.boca.pt

Imagem Papa- figos: In wikipédia

Presidenciais 2021 - Resquícios

Cartazes das Presidenciais 2021 – Ao Abandono!

Cartaz eleitoral i Foto original. 2021. 02. pg

Acho um exagero a utilização de cartazes em papel ou plástico e espalhá-los pelos mais diversos locais do País.  Nos outdoors / “fora de portas”, nas paredes, nos placards, nas estruturas energéticas ou outras, ou em qualquer lado. É um desperdício! Por demais em campanhas eleitorais, em que deverá haver exemplo de civismo. E ainda mais numas eleições presidenciais.

Cartaz eleitoral ii. Foto Original. 2021. 02. jpg

Para além do gasto desnecessário em papéis, tintas, eu sei lá que mais, em plásticos… é depois o resultado que as fotos documentam.

Cartaz eleitoral III Foto Original. 2021. 02. jpg

Julgo que nenhum dos candidatos gostará de ver este esboroar contínuo da respetiva imagem, mas é no que isso resulta.

Mas então… Porque, após os atos eleitorais, não promovem a remoção dos respetivos cartazes e os deixam ir morrendo aos poucos e oferecendo uma imagem pouco digna para si mesmos e para os partidos que representam?!

Deixo este refletir à consideração, de quem de direito.

Cartaz eleitoral IV. Foto original. 2021. 02. jpg

A última foto reporta-se não às eleições presidenciais deste ano, 2021, mas às penúltimas, as de 2016! O cartaz está no fim. O placard lá continua...

Um candidato peculiar de um partido ainda mais singular, o MRPP. Ainda se conseguem ver algumas letras “*eopoldo…”. Lembro-me perfeitamente do cartaz, afixado no respetivo placard, há mais de cinco anos! Do personagem político também, figura icónica do partido referido, nos idos de 75/77, no ISE – Instituto Superior de Economia – Lisboa!

Para futuros/as candidatos/as ou partidos:

Futuramente, deixem-se destes tipos de publicidade de campanha.

Agora e ainda… Removam toda a papelada, cartazes, placards, tarjetas, nos mais diversos locais, por esse País. Como forma pedagógica e elucidativa.

Cartaz eleitoral V. Foto original. 2021. 02. jpg

As imagens são destes candidatos, mas haverá de outros por aí. Estas recolhi-as numa simples volta de “passeio higiénico”. Numa Freguesia… Por aqui!

 

Bancos Interditados!

De confinamento, conversados!

Bancos Interditados. Foto original. 2021. 02. 13. jpg

As fotos apresentam um panorama comum a muitas das cidades, vilas e aldeias de Portugal.

Praça F. L. Graça. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Bancos, (de sentar), impedidos de exercerem a sua mais banal e primitiva função. Permitirem aos habituais caminhantes, descansarem os cus no tabuado.

Centro de Saúde. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Com esta coisa da Covid, o pessoal das conversadeiras de café, não só não tem os ditos cujos, nem as proverbiais esplanadas e nem sequer os bancos de jardim!

 

A mim não me faz qualquer diferença. Gosto de caminhar, mas não tenho hábito de me amesendar em quaisquer dos citados utensílios.

 

E, sim! Se estamos de confinamento não é hora, nem tempo de abancar. (O tempo até tem estado de chuva! Que também nunca mais acaba! Já estamos fartos de tanto chover!)

 

E sobre o confinamento, sim, aguentem-se até depois da Páscoa. Depois, sim, iniciem o desconfinamento, mas gradual e de forma faseada.

 

E estudem bem os assuntos, aliás têm tido muito tempo para isso. Não façam as coisas precipitadas e atabalhoadas.

 

E por aqui me fico!

 

E sobre bancos, os que precisavam de serem interditados, bem sei eu quais são.

Ai! As comissões… as comichões que me fazem!

*******

As fotos?!

Bem... As fotos seguirão quando o sistema me permitir efetuar a transferência do computador para o postal. Ultimamente anda com imensa dificuldade em efetuar essa operação. Não sei o que se passa. Bem sei que as fotos não são por aí além... mas funcionam como documentais. Tenho que perguntar à Equipa SAPO. 

Bem... Finalmente! Já depois das 21 horas e após uma viagem, e consequente mudança de local, consegui transferir as fotos documentais, para o postal. 

Obrigado pela atenção e amabilidade de ler este postal. Votos de Muita Saúde!

 

“Passadiço” de Portalegre e Limpeza dos Terrenos

Cidade de Régio: Estrada da Serra – Encosta Norte do Colégio

Percurso do Passadiço. Foto Original. 2021.01. jpg

Um passeio, caminhando “Passadiço” acima, é sempre algo relaxante, por demais, quando em confinamento.

Terreno Limpo. Foto Original. 2021. 01. jpg

Em Janeiro, realizámos uma dessas caminhadas pelo “Passadiço”.

Lado Leste Estrada limpo. Foto Original. 2021.01. jpg

E pudemos constatar algo de muito positivo. Terrenos marginando a Estrada da Serra, limpos de matos, como forma de prevenção dos fogos. Foi tema que já abordáramos algumas vezes no blogue, em relatos de anteriores passeatas.

Sobreiral limpo. Foto Original. 2021. 01. jpg

Pois, agora podemos constatar que houve limpezas em vários dos locais em que eram necessárias. Por ex., na Fonte dos Amores as encostas a montante, lado Leste, foram desbastadas das matas. Também os sobreirais a jusante, lado Oeste da estrada, se encontram limpos.

Parabéns às entidades competentes que providenciaram essas limpezas, aos trabalhadores que as executaram. As fotos documentam esses factos.

Passadiço. Vista. Foto original. 2021. 01. jpg

E aproveitamos também para divulgar alguns excertos dos espaços que nos interpelam a atenção.

Escadaria Miradouro. Foto original. 2021.01. jpg

Deixamos à sua consideração apreciar as vistas e, quem sabe, realizar também alguma vez esse passeio - caminhada. Não se arrependerá.

Miradouro. Vistas. Foto Original. 2021.01. jpg

 

E por falar em limpezas, de matos.

Constatamos igualmente, agora, em Fevereiro, que um território que vinha pedindo limpeza há anos se encontra em processo de desmatação. Refiro-me à encosta da Serra, a norte do Hospital e do Colégio, que vê modificada a sua fisionomia, e bem, para melhor. Andam cortando e queimando os matos.

 

Difícil, difícil é erradicar as célebres acácias mimosas, agora floridas de amarelo, mas que sendo exóticas e infestantes, enxameiam os terrenos e são um obstáculo a uma limpeza eficaz.

No respeitante a estas árvores, o ideal é nunca plantá-las, mas uma vez efetuada essa plantação é uma trabalheira para nos vermos livres delas. Nem sei se conseguimos. É observar os terrenos a montante do Colégio, novamente cheios de ainda mais mimosas!

 

Sugestões:

Cortá-las verdes, é certo que passados meses estão em processo de rebentação. Queimá-las, ainda pior.

Experimentem, descascar-lhes o tronco, cerca de um metro a partir da base e deixar que elas se sequem, o que em princípio acontecerá. Depois de secas, então podem cortá-las. Não sei se será sempre eficaz. Todavia nalguns locais procedem desse modo.

 

E relembro as matas a Noroeste do Boi D’Água: pinheirais e matagais a pedirem limpezas.

 

E para quando as Entidades Nacionais, Públicas ou Privadas, implementam meios técnicos, industriais, para reaproveitar os matos, as lenhas dos desbastes efetuados? Por ex. produção de energia, a partir da biomassa.

*******

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/arvore-europeia-do-ano-2021

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-na-cidade-de-regio

Portalegre – Régio – Poesia

Estátua Régio lendo. Foto Original. 2021. 01. jpg

Está Régio, sentado… lendo. Perto, alguns dos seus ícones: livros, crucifixos…

 

“Evocação do Cinquentenário da Morte de José Régio”: É esse o leitmotiv do monumento escultórico, que a imagem documenta. Instalado perto da Casa Museu onde viveu e atualmente alberga o espólio das muitas coleções a que dedicou parte da sua vida.

Régio na Rua do Liceu. Foto Original. 2021. 01. jpg

Na Rua e no caminho que terá percorrido muitíssimas vezes, dirigindo-se ao Liceu de Portalegre, onde lecionou; na direção do centro da Cidade, aos cafés que frequentava. Indo e vindo, na sua vida, por aqui palmilhada vários anos. Foi bem escolhido o local para instalar a estátua.

 

Não poderemos dizer que a ideia seja cem por cento original. Deduzimos inspiração a partir da evocativa de Fernando Pessoa, instalada ao Chiado, em Lisboa. Mas isso também não é necessariamente relevante. Ademais, Pessoa e Régio foram contemporâneos, embora Pessoa fosse mais velho e tivesse morrido bem mais cedo. Régio era admirador de Pessoa e foi um dos primeiros divulgadores da respetiva Obra.

Não importa! Ou importa: Em Portalegre, porto ou porta…

 

Obra executada por Maria Leal da Costa e José Luís Hinchado, em mármore e ferro.

Régio lendo. Ícones Regianos. Foto Original. 2021. 01. jpg

É, todavia, relevante, frisar que este é um caminho a seguir pela Cidade. Valorizar a sua identidade como “Cidade de Régio”.

Institucionalizar a “Marca Régio: Portalegre – Cidade de Régio”.

Valorizar a Poesia – “PortalegreCidade de Poesia”!

(Todos estes Valores inerentes à Cultura, ao Turismo, atualmente estão algo adormecidos, com esta “coisa da Covid”. Mas atrás de tempos outros tempos virão. E sobrevirão outros e melhores tempos.)

 

E a propósito de tempos melhores, temos constatado que terrenos da Serra, em diversos locais, alguns bem dentro da Cidade, estão a ser limpos dos matos, das plantas infestantes. Estão fazendo limpezas, prevenindo e precavendo os fogos.

Muitíssimo bem. Aprovado. Parabéns! Foram assuntos que também abordámos e documentámos por diversas vezes no blogue. Voltarei a este tema.

 

Relativamente ao monumento, algumas dúvidas se me levantam. A escultura representa Régio ou um possível leitor de Régio?

E o que está o Personagem a ler?!

Ainda voltarei ao local, para observar melhor.

Confinamento e Chuva!

Crónica de Confinamento - 1ª de Fevereiro 21

 

Os dias de chuva continuam. Não é sempre igual em todo o lado, mas parece que onde estamos e quando estamos, é tempo de chover. A Senhora das Candeias ou se enganou ou nos trocou as voltas bem voltadas. Seja lá como for ou pelo que for, continua a chover. Aquela chuva miudinha, todos os dias, quase todo o dia. A chamada “molha parvos”!

 

Parvos ou não, cá estamos em confinamento. E certo seja que, gostemos ou não, observa-se correlação entre confinamentos e diminuição do número de novos casos Covid 19. E com as temperaturas haverá alguma correlação?!

Não se apressem a desconfinar. Deixem estar as coisas como estão, por enquanto, sem pressas nem atropelos, nem folias carnavalescas. Mascarem-se online!

 

As Escolas, a não funcionarem presencialmente, colocam objetivamente muito menos gente a circular.

 

Em dias de confinamento, sai-se para o indispensável. Compras, principalmente.

E, saindo, mesmo à hora de almoço, muito menos gente se observa. A rapaziada das escolas, pura e simplesmente, não circula. Os papás e as mamãs também não. Não precisam ir a correr nos popós, buscar e levar meninos e meninas. O trânsito é muitíssimo menos.

Em dias de aulas presenciais, na hora de almoço, nas ruas de acesso aos estabelecimentos de ensino, é um ver se te avias e um castigo ter de atravessar as passadeiras. Agora não. Uma calmaria! “Há males que vêm por bem”!

 

Compras a um dos supermercados mais antigos da povoação. Antes de todas as grandes superfícies, de lojas por todo o país e estrangeiro. Bem antes do Fórum.

Este, a que chamo sempre “Europa”, mas cujo nome de registo é diferente atualmente, já nem sei há quantos anos. Para mim é sempre “O Europa”.  Gestão da mesma família há vários anos. Já numa segunda geração.

Indo a este supermercado, dou, com muito gosto, uma volta maior, ando mais a pé e percorro a povoação e “vejo as montras”. Isto como quem diz. Que impressiona tantas lojas, cafés, serviços vários, restaurantes, fechados.

Alguns destes últimos, em serviço de comida para fora, mas com muitíssimo menos movimento, sem os habituais comedores e bebedores, em cavaqueiras amenas. Enfim, tempos… Sem as esplanadas.

As lojas das raspadinhas, lotarias e afins têm sempre filas. Ele há pessoal que tem cá uma fezada! São lojas indispensáveis?! Para onde vai todo esse dinheirame dos jogos de fortuna e azar?

 

Mas há sempre gente a circular ou “confinados” em grupinhos, debaixo das arcadas ou das varandas, resguardando-se da chuvinha. Pessoal de “negócios”!

Também há quem não se coíba de cavaquear no meio do passeio, impedindo a passagem dos transeuntes.

Ainda os habitués passeantes de canídeos. Nem sei como tão boa e santa gente consegue colocar cães enormes, nos modestos apartamentos que possuímos! Animal sofre!

Sol e Aloés. Foto Original. 2020. 01. jpg

E, a gente também sofre. Tomara que isto da Covid acabe! E venha o Sol!

Selfie – Selfish (2ª Versão)

Foto Original. Lírio. 2014 .jpg

 

(Auto Retrato - Egoísta)

 

Me pediu pessoa amada

Que eu escrevesse um poema

Versejando sobre um tema

De cariz social.

 

Mas que maçada!

Não encontro mesmo nada

Que não seja banal.

 

Lembrei-me de selfie!

 

Mas… Que raio de palavra

Que ela não se destrava

Nem uma rima se lavra

Com tal roseira brava.

 

Associei com selfish

Palavra bem mais fixe.

Que rima com… egoísmo

Quadra com… narcisismo

Talvez egocentrismo

Quiçá cabotinismo!

 

E cismo!

 

Que achada a rima

Mais abaixo, mais acima

Uma selfie vou tirar

Com qualquer uma qu’encontrar.

Basta só me (em)quadrar.

 

E tirei!

Tirei comigo.

Tirei contigo.

Com amigo….

Com inimigo…

Com a vizinha do lado

Com peixeira no mercado.

 

E… na minha lista

Tenho até futebolista

E, bem afamado artista.

Até canário… com alpista!

 

Não há quem me resista!

 

Ao meu apelo, ao meu pedido

Nada me é indeferido.

 

E… é tal a premência

Que… só com Sua Excelência

O Senhor Presidente

E por mais que eu tente

Ainda não consegui

Tirar uma selfie!

 

E, agora… Nesta hora

Com isto da Covid

Mesmo que me convide

Selfies não vou tirar.

 

Bem me pode chatear!

 

Notas Finais:

Esta é a 2ªversão deste poema, já publicado anteriormente no blogue.

Resolvi republicá-lo, atendendo a todas as alterações que se têm verificado na sociedade. E também aos modos de dizer esta poesia, que também fui alterando.

Esta nova versão, com a referência à Covid, ainda não foi testada em público, pois que não tem havido tertúlias ao vivo.

Algumas em zoom, mas ainda não entrei nessas tecnologias.

E que saudades tenho das tertúlias ao vivo:

APP

CNAP

“Momentos de Poesia”

SCALA.

Até uma próxima oportunidade!

Vacinação: Atropelos e Faltas

Malmequeres amarelos. 2020. 04. jpg

 

E a Vacinação dos Finalistas dos Cursos de Saúde, em Estágios, em Contexto de Trabalho?!

 

Anda aí a vacinação e é um rebuliço em Portugal! O país espelhou-se e espalhou-se no seu pior.

Supostamente terminadas as inoculações da primeira fase… Terminadas? E as pessoas de lares e afins aonde havia a Covid e não puderam ser vacinadas?! E aquelas pessoas dos lares em que, após a vacinação, ocorreram situações da doença? A mesma situação para os profissionais de Saúde em que se verificaram infeções pelo Corona, mesmo após a vacinação.

E ainda no ramo da Saúde…

Quando são vacinados os jovens estudantes finalistas dos vários Cursos de Saúde que, estando em contexto de trabalho, nos vários locais de estágio, em contacto diário com pacientes, não sabem sequer quando serão vacinados?!

Não deveriam ter sido vacinados logo na 1ª fase?

Querem pôr em causa, desde logo, toda uma geração de jovens profissionais que estando a trabalhar em locais de risco, como são Hospitais, Centros de Saúde, em contacto com doentes de patologias diversas, mas não estão, como deveriam estar, protegidos pela vacinação?!

Em contraponto, uns tantos espertalhões, a pretexto de cargos de poder de que dispõem, não se coíbem de atropelar pessoas muito mais necessitadas, pelas profissões que exercem, pela idade que possuem, pela situação de fragilidade e vulnerabilidade de que padecem.

Alguns têm tido um comportamento verdadeiramente execrável!

Insisto, reforço e friso novamente:

Quando é que os jovens finalistas de Cursos de Saúde, serão vacinados contra a Covid 19?!

A Senhora das Candeias

Bonfim. Foto original. 2021. 01. jpg

Dia Dois de Fevereiro (02/02/21)

 

“Senhora das Candeias a rir, o Inverno está para vir. Senhora das Candeias a chorar, o Inverno está para acabar.”

 

Este é um provérbio que relaciona a meteorologia do dia da Senhora das Candeias ou da Luz com a eventualidade da continuação ou não do tempo invernoso.

 

Este Inverno tem-se prezado bastante das condições atmosféricas que lhe são peculiares. Chuva, frio, geada, neve, mesmo no Alentejo.

Ontem, dia um de Fevereiro, o dia até esteve bonito. Deu para andar no campo, a passear e também a trabalhar.

Hoje, dia dois, o tempo tem estado sempre chocho. Chuviscos, frio, tempo encoberto, o sol nem se viu. Por aqui, pela Cidade de Régio.

Como caraterizar face ao adágio?!

Pela minha perceção, a Senhora não se esteve a rir. Esteve mais a chorar que outra coisa.

Então, se dermos razão ao ditado, dito popular, teremos o Inverno a acabar?! Isto é, virá o tempo risonho. Temos o “bom” tempo a chegar?

Bem, oxalá que assim seja. Já andamos um pouco aborrecidos do “mau” tempo.

Aguardemos. O futuro nos dirá, se o rifão falha ou não. (Que os provérbios valem o que valem. Funcionam como formas de conhecimento empírico. Modos de transmitir o saber, a sabedoria alicerçada na prática geracional, transmitida de pais para filhos.)

Que a Senhora das Candeias nos traga Luz!

 

Notas finais: Vale do Peso é uma povoação do Alto Alentejo de grande devoção da Senhora das Candeias ou Nossa Senhora da Luz.

A foto ilustrativa não é de hoje. É do mês passado. Hoje não deu para sair. O dia tem estado com pior aspeto.

 

Até próximo postal!

A Senhora das Candeias

Bonfim. Foto original. 2021. 01. jpg

Dia Dois de Fevereiro (02/02/21)

 

“Senhora das Candeias a rir, o Inverno está para vir. Senhora das Candeias a chorar, o Inverno está para acabar.”

 

Este é um provérbio que relaciona a meteorologia do dia da Senhora das Candeias ou da Luz com a eventualidade da continuação ou não do tempo invernoso.

 

Este Inverno tem-se prezado bastante das condições atmosféricas que lhe são peculiares. Chuva, frio, geada, neve, mesmo no Alentejo.

Ontem, dia um de Fevereiro, o dia até esteve bonito. Deu para andar no campo, a passear e também a trabalhar.

Hoje, dia dois, o tempo tem estado sempre chocho. Chuviscos, frio, tempo encoberto, o sol nem se viu. Por aqui, pela Cidade de Régio.

Como caraterizar face ao adágio?!

Pela minha perceção, a Senhora não se esteve a rir. Esteve mais a chorar que outra coisa.

Então, se dermos razão ao ditado, dito popular, teremos o Inverno a acabar?! Isto é, virá o tempo risonho. Temos o “bom” tempo a chegar?

Bem, oxalá que assim seja. Já andamos um pouco aborrecidos do “mau” tempo.

Aguardemos. O futuro nos dirá, se o rifão falha ou não. (Que os provérbios valem o que valem. Funcionam como formas de conhecimento empírico. Modos de transmitir o saber, a sabedoria alicerçada na prática geracional, transmitida de pais para filhos.)

Que a Senhora das Candeias nos traga Luz!

 

Notas finais: Vale do Peso é uma povoação do Alto Alentejo de grande devoção da Senhora das Candeias ou Nossa Senhora da Luz.

A foto ilustrativa não é de hoje. É do mês passado. Hoje não deu para sair. O dia tem estado com pior aspeto.

 

Até próximo postal!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D