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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Vacinas e... Visons

Que tem a letra a ver com a careta, além da letra inicial – V?!

 

Ainda se ouvem os ecos da vacina da gripe, já aí vem a vacina da Covid. Faz falta, sim!

Discutem-se os possíveis critérios de vacinação, as prioridades, quais os grupos que deverão ser vacinados primeiro: se os velhos, se os novos, se certos grupos profissionais, se utentes de instituições, se trabalhadores desta ou daquela atividade…

(Ao mesmo tempo, já os detentores de opinião formada sobre tudo e sobre nada, opinam, peroram, procuram influenciar, manipulam, formulam juízos de valor sobre critérios supostos, em estudo, ou já saídos nos media.)

Também vou na onda!

Antes de tudo mais, o que acho importante é que as vacinas sejam realmente eficazes. Que correspondam, em termos de efeitos, ao que delas se espera. Isto é, que permitam neutralizar o vírus, erradicar ou combater a Covid, a curto, a médio, a longo prazo.

Que não tenham efeitos colaterais. Que tenham sido devidamente testadas, dando garantias da sua eficácia, da sua fiabilidade. Que nas testagens efetuadas não tenham sido detetados danos residuais sobre os pacientes. Projetar efeitos a longo prazo, realizar previsões a esse plano temporal, não será fácil, mas é conveniente que, ao ser aplicado um plano de vacinação, nós possamos ter confiança no que tomamos, a que nos sujeitamos.

(Esclareço: Não faço parte de movimentos anti vacinas. Não, de modo algum!)

 

E os visons?!

Esses, a modos que vão ter uma vacinação radical! (Perdoe-se-me a ironia, pois que considero o assunto sério.)

No Reino da Dinamarca… um daqueles países do Norte da Europa, que habitualmente ficam bem na fotografia, no respeitante a índices de desenvolvimento, já começaram a matar milhões de visons.

Foi detetada uma variante do corona nestes animais, alguns humanos foram contaminados e antes que essa nova estirpe do vírus alastre e coarte a eficácia da vacina que irá ser utilizada nos humanos, o governo dinamarquês decidiu mandar abater todos os visons. O que já começou a ser feito, não sei se concluído. É tanto o drama, que a Senhora Primeira Ministra, do dito Reino, até chorou em público, sobre o assunto.

Mas atentemos bem na questão.

Esses bichos fofinhos são criados em quintas, certamente com todas as comodidades e confortos. E para quê?!

Para serem mortos e esfolados e as apreciadas peles serem convertidas em abafos de humanos. Para estes se pavonearem, satisfazerem a sua vaidade, enfeitados com as ditas, de não sei quantos animais assassinados, para seu bel prazer.

E questiono-me… O que é feito, nessa situação, às carcaças desses animais esfolados? São reutilizadas como subprodutos? São incineradas? Enterradas, como parecem ter sido as carcaças desses infelizes bichitos afetados ou em vias de infeção corona viral?

Reflitamos. Este abate em massa dos animais é de facto constrangedor.

Mas o que não o é menos, pelo contrário, é o que está na sua base.

Isto é, a criação de animais, a uma escala de milhões para serem abatidos para satisfação só e apenas da Vaidade Humana, para Ganância de alguns, pela febre do Lucro de uns quantos. 

(Não venha a Senhora Primeira Ministra chorar lágrimas de crocodilo, porque o que está errado e é chocante, é este modelo de produção!)

Agricultura? Agro indústria? Indústria? …?!

Não! Carnificina!

 

E sobre a Dinamarca:

A Fraude-bedrag-episodios-17-e-18

A Heranca-serie-dinamarquesa

Séries-borgen-politica-eleicões

Borgen

Vergonhoso-infame

Idolatrias e Teimosias!

Rima, na Forma e no Conteúdo!

Nestes dias de confinamento, não posso deixar de abordar dois acontecimentos mediáticos recentes, um de caráter internacional e outro nacional.

Carapeteiro. Foto original. 2020. 10. jpg

A 25 de Novembro, faleceu Maradona. Face ao que observei, no presente e no passado, em tantas manifestações reais e virtuais, em tantos meios comunicacionais, em declarações inflamadas de tanta e tão boa gente… não imaginava tanto endeusamento em torno de um indivíduo.

Foi o triunfo da Idolatria!

 

Neste fim de semana de confinamento, decorreu, em Loures, o congresso do PCP.

Foi o triunfo da teimosia!

Não é que o PCP não tivesse o direito de realizar o encontro partidário, que tinha, todavia, neste contexto, não deveria. Ou deveria realizar virtualmente, sei lá!

E para quê?! Para ficar tudo na mesma, que, pelos vistos, continua o mesmo secretário geral!

 

Mas a teimosia é também dos que persistentemente passam o tempo a bater no assunto, por preconceito.

Diz o provérbio: Um teimoso nunca está só! Tem de haver sempre outro teimoso, no caso vertente, vários.

Tenho dito! Até próximo postal…

E a foto?!

De carapetos! 

Plátano do Rossio – Portalegre

Árvore de Portugal - Ano 2021

Plátano Rossio. In. Green Savers. jpg

O célebre Plátano do Rossio, de Portalegre, foi declarado como a Árvore do Ano, depois da escolha efetuada por votação, através de email.

Há que dar os parabéns! À Árvore, pela sua capacidade de resistência? Ao Rossio, que irá ter mais uma placa por baixo do Plátano, como forma de assinalar a efeméride? À Cidade? A quem promoveu a iniciativa? A quem votou, que neste caso, e neste ano, se mobilizou? Ao bairrismo? A quem a plantou? A todas estas entidades?! O que acha?!

 

Também votei, como escrevi e divulguei no blogue, em “Passeio Virtual na Cidade de Régio II”. À data, já se delineava o Plátano como possível vencedor, seguido das Árvores que acabariam por ficar nos lugares seguintes: a Oliveira de Mouchão e o Schotia do Jardim Botânico da Ajuda.

Como tinha de escolher duas árvores, não selecionei a Oliveira. Que era também merecedora de vencer. Aliás, bem pode concorrer para o ano. Uma árvore que, segundo cálculos técnicos e científicos, tem mais de três mil anos, não vai morrer assim de um ano para o outro. Irá concorrer e com todo o merecimento, vencer. O Plátano também não foi a primeira vez que concorreu…

 

(Há três ou quatro anos procurei saber como se calcularia a idade de umas oliveiras e solicitei informações a um laboratório da UTAD. Explicaram-me genericamente os procedimentos a efetuar e o preço. Este não me entusiasmou, pois ascendia quase a mil euros. Desisti! Faço um cálculo hipotético, atribuindo-lhes várias centenas de anos, algumas talvez rondando o milhar, nomeadamente a que caiu com a tempestade de 19/20 de Dez. 2019.)

 

Quanto à Oliveira de Mouchão, intriga-me a idade que lhe atribuem. Segundo tenho lido, as oliveiras são originárias da Ásia Menor, Palestina, Síria…Terão sido os Fenícios que inicialmente as terão disseminado pela Bacia do Mediterrâneo, seguidamente os Gregos e principalmente os Romanos. E também os Árabes.

Ora estes povos chegaram à Península Ibérica, os primeiros, os Fenícios, há cerca de 2500 anos. Aí residem as minhas dúvidas, dado que atribuem à dita Oliveira mais de 3 mil anos!

Dezenas de oliveiras que conheço no nosso Alentejo têm na sua base um zambujeiro, que foi enxertado. Presumo que a de Mouchão estará nas mesmas condições. Sobre essa matriz de oliveiras bravas foram feitas enxertias de oliveiras mansas. As bravas são mais resistentes, daí servirem de porta enxertos, todavia a azeitona é pouco carnuda, por isso são enxertadas para produzirem melhor azeitona.

A minha questão é: Os zambujeiros já existiriam na Península, antes de os Fenícios terem trazido as primeiras oliveiras mansas para enxertar?!

 

Retornando à Cidade de Régio.

O Plátano, encontra-se no topo sul do designado “Jardim do Tarro”. Outro jardim ou parque existente designa-se “Corredoura”. Em ambos, existem várias árvores a precisarem de poda. Também, futuramente, não será mais adequado plantarem árvores autóctones e deixarem os plátanos, os áceres, de parte?!

Hoje, aproveitando o final da manhã, o bom tempo e antes do toque a recolher, caminhámos pelo Boi D’Água. A noroeste, na encosta soalheira, existe um pinhal com árvores enormes e imenso mato.

Não há quem corte e desbaste?! Não se lembram dos verões quentes?!

Tenho dito! E até próximo postal!

 

(Foto: Cortesia de © Ana M. Fonseca dos Santos - In. Green Savers.)

A Liberdade... da opressão do Corona!

Resposta a Convite de MJP

https://blogs.sapo.pt/profile?blog=liberdadeaos42

Flor da silva. Foto Original. 2020. 10. jpg

Hoje, surge um texto meu,  no blog de MJP, subordinado ao título supracitado.

Os meus agradecimentos! Pela amabilidade, pela simpatia, em ter proporcionado esta oportunidade e suscitado a reflexão subjacente.

Faça favor de ler!

https://liberdadeaos42.blogs.sapo.pt/a-liberdade-de-francisco-carita-mata-198063

Rosa no Chão. Foto original. 2020. 10. jpg

Obrigado a MJP, detentora de um dos blogues que, nesta plataforma do SAPO, irradia Luz e Optimismo, espalhando Simpatia entre os internautas. 

(Ainda tentarei narrar sobre o tema, também em Poesia. Haja Inspiração!)

(As fotos são metáforas da Liberdade... sempre presas a tantos espinhos!)

 

Passeio Virtual por Almada

Quem diz Almada, diz Rio: Tejo, a Ponte, Cacilhas…O Ginjal…

Arriba Elevador Ponte Foto original DAPL Out 2015.j

E quem diz Mar, diz: Costa

Costa Gaivotas 2020. 08. jpg

A Costa é uma imensidão de praia, oportunidade de lazer, mas também é trabalho... tradicional: Arte Xávega.

Arte Xávega. Foto Original. 2020. 09. jpg

Novo fim de semana de confinamento. Não sou especialmente contra a situação, penso que é necessário haver alguma contenção nos contactos sociais, esperemos que, deste modo, também exista diminuição dos contágios.

É assunto que já abordei várias vezes, isto da Covid, não me apetece falar mais no tema, pelo menos hoje, já basta o estar confinado…

Retidos em casa, todavia sempre é possível realizar os habituais “Passeios Virtuais”.

(Os últimos foram dedicados à “Minha Aldeia”.

Anteriormente destacara a “Cidade de Régio”, que também é uma das minhas Cidades.)

O de hoje, vai ser dedicado à “Cidade de Rio e de Mar”, que também é uma das minhas Cidades. “Alma Subtil…

Documentar sobre Almada, é inevitável abordar o Rio: Tejo e o Mar. E sobre este, imprescindível, a Costa. (Eu escrevi a Costa, a, friso…)

E hoje até esteve um dia convidativo para um passeio até às praias. As fotos aí foram tiradas, mas não hoje.

A paisagem envolvente da Costa é também património construído, testemunho de épocas transatas com outros hábitos de veraneio, documentadas por estas casinhas que mais parecem de brincar! As inevitáveis gaivotas!

Costa. Casas de veraneio. Foto original. 2020. 08.jpg

A Natureza, sempre. Com as suas peculiaridades. Uma Estrela do Mar! 

Costa. Estrela do mar. Foto original. 2019. 09.jpg

Falar de Almada é também lembrar a Casa da Cerca, documentada várias vezes no blogue. Também o Solar dos Zagallos.

Imagem da Casa da Cerca, com Lisboa em fundo.

Casa da Cerca. Foto original. 2019. 07. jpg

Também Arte, Música, Poesia, Cinema, Leituras, Bibliotecas... Teatro... Desporto... CULTURA.

Imagem de Oficina de Cultura: Exposição Anual da SCALA - Sociedade Cultural das Artes e Letras de Almada - 2019

Expo SCALA. Oficina Cultura. Foto Original. 2019. 03. jpg

E tradição: Loja tradicional em Almada Velha!

Loja Tradicional. Almada Velha. Foto Original. 2020. 01.jpg

E por falar em tradição e porque Almada, não é só Almada...

Antiga casa, melhor, "Vila", na Romeira - Cova da Piedade.

Testemunho de épocas e de modos de vida que desapareceram, mas que convém preservar.

Vila na Romeira. Foto original. 2018. 05. jpg

E por falar em preservação e manutenção... e reutilização...

O "Chalet", ali ao pé!

Chalet. Cova Piedade. Foto original. 2018.jpg

E para terminar... e mesmo aqui ao pé...

Malva Rosa no jardim, aqui mesmo ao pé de Casa. Plantada por "moi", "je". Soi disant!

Malva Rosa. Foto Original. 2020. 05. jpg

(Malva Rosa, Malva Rosa / Malva rosa sem ter pé / Quem te disse, ó Malva rosa / Que eu me chamo José?!)

(Quadra tradicional do Livro "De Altemira...", adaptada.)

Sugestão para Percursos Pedestres (II)

Outros Monumentos: Uns singelos, outros mais grandiosos!

Aldeia. Foto original. 2019. 04. jpg

E também Paisagens… da ALDEIA

Moinho Ti Luís Belo. Foto original Marco. 2015. 09.JPG

E ficam ainda vários elementos patrimoniais dignos de visitas campestres: as Azenhas ou Moinhos: o do Ti Luís Belo, (foto supra, autoria de Marco Rego), o das Caldeiras, o do Salgueirinho, o da Ribeira da Midre.

E o(s) Lagar(es)?

 

E Caro/a Leitor/a, já reparou na variedade de nomes que já referi, respeitantes sempre à mesma Ribeira?!

Ribeira do Salto. Foto original. 2020. 08. jpg

De Cujancas, é o nome oficial.

Mas localmente, só tem essa designação, a montante da Aldeia, quando si inicia, junto à ponte da estrada, Crato - Monte da Pedra e, a jusante, junto à ponte da Linha de Leste. No intervalo entre estes dois locais, para além dos nomes que já designei, ainda o de Ribeira das Vargens e o de Ribeira da Lameira. (…)

Se souber mais algum, comunique-o neste postal, SFF.

 

E só estes itens para visitar?

E a Anta do Tapadão?! Esse monumento grandioso, com mais de cinco mil anos?!

E a Igreja e o Adro à volta? E as vistas da Torre?! E a Araucária? 

Aldeia. Foto original. 2019. 04. jpg

E as Oliveiras milenares?

Oliveiras. 2020. 08. jpg

E a Casa Museu? E as Ermidas, as da localidade, São Pedro e Santo António e a da Senhora dos Remédios?!

E as Alminhas?!

E os Cruzeiros? (São do séc. XVII!)

E um passeio pelas Ruas e as particularidades que vamos encontrando?!

Rua do Saco. 2019. 07. jpg

Bem, meus Caros Leitores… temos material não apenas para um percurso pedestre, mas para vários.

Chaminé da Padaria do Saboga. Foto original. 2019. 07. jpg

É só precisoorganização e trabalho!

Sem quaisquer constrangimentos, envolvendo todos, sem exceção.

Digo eu, sei lá!

Oliveira Milenar. 2019. 12. jpg

Lembra-se de “Portugal O’Meeting 2017”?!

Aproveito para lembrar e para algo que me impressionou imenso. Envolveu centenas de pessoas de diferentes países, de vários continentes. Calcorrearam vários dos locais que mencionei nestes postais.

Pois, digo-lhe. NÃO deixaram lixo nos campos.

É também esse pedido que lhe faço. Quando visitar os nossos monumentos e / ou percorrer os nossos campos, NÃO deixe lixo: sacos, garrafas de plástico ou latas, restos de roupas ou calçado, maços de cigarros, eu sei lá!

Por favor!

Para além do mais... Passeie... E proteja-se, a si e os outros! SFF!

Confinamento… Pássaros… e Passarinhos!

“Pássaros, Passarinhos, Passarões, Aves de Capoeira e Cucos”!

Bem, não vou escrever sobre os passarões que por aí andam, a tramar as nossas Vidas!

Costa e Gaivotas 2020. 09. jpg

Neste fim de semana de confinamentos, se há algo que impressiona nas ruas, é a falta de movimento, principalmente de carros. De que resulta um silêncio, se por um lado agradável, por outro, um pouco incomodativo. A ausência de barulho de fundo, que deveria ser totalmente aprazível, torna-se também no mínimo estranha, para não dizer de algum modo opressiva.

Quase nenhumas pessoas, para além dos habituais passeantes de cães, alguns vistos pela primeira vez. Não sei onde terão os bichos guardados aos dias de semana, nem sei como conseguem tê-los, nestes apartamentos espaçosos que habitamos! Enfim, bicho sofre!

 

Mas por animais, se os há que dá gosto apreciar das janelas ou das varandas, são as Aves. Passarinhos, uns mais passarões que outros, não deixam de tratar das respetivas lides domésticas. Nesta época, especialmente a alimentação e limpeza corporal. Não há confinamentos que os detenham.

Os inevitáveis pombos, essencialmente oportunistas, esperando que lhes deitem os alimentos, nos locais habituais. As gaivotas cada vez mais presentes, aproveitando todas as oportunidades, dominando os céus, velozes e poderosas.

Os melros, sempre presentes. Dos pássaros mais tratadores de vida. Logo pela manhã, ainda o sol não nasceu, já eles lançam cânticos estridentes pelos quintais e, ao final da tarde, aproveitando o crepúsculo, ainda esgaravatam os últimos talhões, na mira de algum verme, minhoca ou inseto. No poste ou árvore mais alta, despedem-se do dia, cantando.

Os inefáveis e saltitantes pardais. As milheirinhas, as toutinegras (?) e um pássaro preto que não faz parte de nenhuma das listas dos que conheço, mas que é presença assídua, embora recente, nas aldeias vilas e cidades que frequento. Nem falo das rolas de colar.

Ninho. Foto original. 2020. 08. jpg

 

E já que o confinamento deu para falar de aves, ilustro com foto de ninho no quintal. Foto tirada já em Agosto, muito tempo após a criação dos passarinhos, que nomeio de milheirinhas. Quando o ninho está funcional, procuro nem me aproximar do arbusto onde ele está, embora conhecendo a respetiva localização genérica.

Se tiver oportunidade de observar o comportamento da ave, na altura da postura ou da criação dos filhotes, é pertinente ver todos os cuidados que os progenitores têm para nos iludirem sobre o local onde está o respetivo lar.

 

E, por gaivotas, foto das ditas, confinadas na Costa da Caparica. Abrindo o postal.

Passeio Virtual na Cidade de Régio II

Neste tempo de restrições à circulação, voltamos aos Passeios Virtuais.

Portalegre. Foto original. 2019. 05. jpg

Este vai ser na Cidade de Régio. Bem, na Cidade propriamente dita, não. Mas em dois locais praticamente na Cidade, mas simultaneamente também afastados, mas impregnados da Natureza. Aonde, nas calmas, apetece passear, para espairecer. Ou acelerar o passo, caso queiramos queimar calorias. O “Passadiço” e o “Boi D’Água”.

 

Também está a decorrer a votação para a Árvore do Ano. O “Plátano do Rossio” é a representante da Cidade e está ficando bem colocado. Já votou?! Vá, exerça o seu direito de voto!

Mas não o documentamos aqui neste postal.

Pinheiro Manso. Foto original. 2020. 06.jpg

Iniciámos a galeria de plantas, com a imagem de um dos vários pinheiros mansos majestosos, que abundam no Boi D’Água.  

Flor da Romãzeira. Foto original. 2020. 06. jpg

Conhece esta flor que dá um fruto cuja época de colheita é agora? Novembro é o mês da ****. (Até se diz que as galinhas põem poucos ovos neste mês.)

Avelã. Foto original. 2019. 07. jpg

E este fruto?! Cuja época de amadurecimento também é neste mês. Qual é o fruto que é simultaneamente ave e ovelha?!

E, por ovelhas, aí vai um rebanho que víamos nos passeios, mas que ultimamente tem andado desaparecido.

Foto original. 2020. 06. jpg

E, esta flor campestre?! Lembra os dedos… Mas não lhe mexa desprevenido, porque é muito venenosa.

Dedaleira. foto original. 2019. 05. jpg

E voltamos a uma flor campestre.

Flor. Foto original. 2019. 05. jpg

E esta árvore, tão frondosa?

Tília. Foto original. 2019. 05. jpg

E a rampa que dá acesso ao Miradouro, onde se encontra a árvore anterior. E de onde se têm lindas vistas da Cidade e arredores.

Miradouro. Foto original. 2019. 05. jpg

E um excerto da descida do “Passadiço” para a Cidade. Vendo-se a célebre Casa que já foi Amarela e agora é Branca.

Foto original. 2019. 05. jpg

 

(E, a propósito de Casa Branca, o célebre inquilino de cabelo amarelo, já se mentalizou que tem de desocupar a Casa?!)

E terminamos com uma alameda de bétulas, estas bem dentro da Cidade.

Bétulas. Foto original. 2020. 03. jpg

E a propósito de arvoredo, a Cidade tem dois parques urbanos “A Corredoura” e o “Jardim do Tarro”, com árvores majestosas. Mas muitas precisam ser podadas, pois no espaço citadino, como algumas estão, podem tornar-se perigosas para os transeuntes.

E tomara que acabe esta "coisa da covid". E que possamos passear descontraidamente pela Cidade. E participarmos nas Tertúlias de "Momentos de Poesia"!

Enfim, só já para o ano...se correr tudo bem!

EUA – Continente – Açores – Oriente

Crónica prevista para três pontos, acabou em quatro

Caparica. Foto Original. 2020. 09. jpg

Primeiro: Regozijar-me com o facto de Joe Biden ter vencido as eleições americanas de 2020. Muito especialmente pela saída de Trump. Indivíduo inqualificável, insano, que não merecia ter sido presidente, sequer por um minuto. Mas foi presidente por quatro anos! E nestas eleições ainda conseguiu mais de setenta milhões de votos! É caso para refletir.

De qualquer modo, queira ele ou não, vai ter de abandonar o cargo.

Ele segue, mas muitas das atrocidades que deixou, em diferentes enquadramentos, vão persistir. E demorarão a serem erradicadas.

 

Segundo: As medidas dimanadas do recente conselho de ministros extraordinário. Não ouvi o discurso de Sua Excelência, o Senhor Primeiro Ministro. Tenho a TV avariada. Li, não muito pormenorizadamente. Mas o que acho é que se misturam muitas coisas, muitas realidades. Uma certa confusão. Hei-de ler com mais atenção.

Pela minha parte irei esforçar-me por cumprir, como, aliás, tenho feito.

E continuo a afirmar o que tenho vindo a frisar desde que entrámos neste filme da Covid. Inicialmente, muito bem. Mas, quando se abriu a porta do desconfinamento, muita desarticulação das pessoas em geral, “tudo ao molho e fé…”, mas também, muita, mas muita incongruência dos nossos Queridos Dirigentes. Ao mais Alto Nível! (Bem sei que tem sido um processo de aprendizagem… E a Covid é uma epidemia. Não se compadece com politiquices.)

 

Terceiro: O governo de coligação nos Açores.

Não sou contra um governo de coligação centrada no PSD, não tendo sido este o partido mais votado.

Todavia já questiono a situação, se para concretizarem esse objetivo, tiverem de se coligar com o “chega”.

Não são precisas grandes explicações para fundamentar este meu opinar. Inconvenientes?! São uma “Caixa de Pandora”! Só não vê quem não quer ver!

Mas a fome desta gente pelo poder é tanta… A começar pelos que mais atacam os que estão em exercício, mas logo que podem, achegam-se à mesa dos comensais instalados. Razão tinha o Bordalo.

 

E ainda um quarto ponto:

Sobre a Covid e os Países do Oriente.

Inicialmente só se falava na situação na China, na Coreia do Sul, (na do Norte nunca se falou), no Japão, em Taiwan, em Singapura… No Irão. Mais tarde na Índia.

Como está a situação nestes países?! Já entraram na segunda vaga?!

Agora só se fala na Europa, onde a epidemia mais alastra e toma proporções quase incontroláveis.

Em Portugal, em que correu tão bem inicialmente, mas que depois descarrilhou e atualmente atinge valores de infeção muito preocupantes.

Esperemos que venham dias melhores, a breve trecho!

E quando estará a vacina disponível?

Covid, que não nos larga! Eleições Americanas.

Este postal continua a temática do anterior.

 

Foto Original. 2020. 04. jpg

 

Como agora faço, quando um postal se alonga, desdobro-o em dois.

Voltando ao país cuja decisão eleitoral se arrasta…

 

Estranho que o País, que deveria ser o mais avançado tecnologicamente, seja tão atrasado no processo eleitoral. Que pode demorar dias, até semanas, ou meses, para se saberem, definitivamente, os resultados eleitorais. É um modelo anacrónico, anquilosado e nada democrático, frise-se. Sujeito a muitas fraudes possíveis.

Para além de não ser uma eleição direta. Além do mais, o candidato mais votado, já aconteceu, não vir a ser o vencedor.

Praticamente, a eleição centra-se sempre em dois candidatos. E, neste ano, qual deles o melhor.

Obviamente, Biden merece a nossa simpatia, quanto mais não seja para não ficar aquele indivíduo novamente no poder. (Mas Biden é uma pessoa já com certa idade…)

Impressiona como é que num País com todos os recursos de que dispõe, tal fulano, Trump, possa ter sido presidente. Desejamos que saia!

Também impressiona que com tantos recursos haja tanta miséria, tantas clivagens sociais, tanto ódio, tanto racismo!

E os povos autóctones?! Segregados em guetos, quase extintos.

E tanto gastam em guerras e guerras que fomentam por todo o Mundo!

Não é que, com Biden, as coisas melhorem nestes aspetos, mas talvez melhorem noutros. (Mantem-se a mesma plutocracia, o mesmo conceito de nação imperialista.)

Todavia com o fulano que lá tem estado é que não, de todo!

 

E voltando à Covid…

 

Independentemente de tudo o que possam decidir no nosso Portugal ou no Mundo, também nos cabe a nós, a cada um de nós, cumprir o seu papel.

 

Tenho dito isso, aqui, por diversas vezes, como também tenho chamado a atenção para as discrepâncias nas decisões dos nossos dirigentes.

 

O que nós gostaríamos era que todos, mas todos os que mandam neste País, no Mundo, se concentrassem em encontrar um remédio, para este mal que aflige a todos.

A todos, sem excepção!

Se deixassem de tantas questiúnculas sem sentido e se concentrassem no fundamental: encontrar remédio para erradicar o corona!

 

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