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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Vão-se a Catar!

Futebol, futebolices, questões pertinentes, perguntas impertinentes!

E uns aforismos pelo meio

Vai começar o mundial no Qatar! Muito boa e santa gente vai ao Catar.

Gente até bem importante de Portugal, melhor, representantes institucionais, políticos, que, como tal, aí se vão deslocar. A ver o futebol, apoiar a seleção. Apenas! Mas, o futebol separa-se da política?! Não estará o dito mais que embrenhado, embrenhadíssimo, na mesma?! Um mundial envolvido em casos mais do que obscuros, no que respeita a Cidadania, desde a respetiva atribuição! Bem, eles lá sabem. “Futebol não é política”?????!!!!!!

Mas não é propriamente sobre futebol que quero escrever. Mas “vem a talhe de foice” …

Há “algo que já me faz passar dos carretos”. Não consigo abrir nenhum dos canais generalistas na TV, sem que todos os dias, todos os noticiários, dos cinco canais que vou percorrendo, não veja, não oiça, Sua Excelência o Senhor Presidente da República, a falar, a comentar, a explicar, a perorar, sobre tudo e mais qualquer coisa, em todo e no mais diverso lugar, deste Portugal e até no estrangeiro. É como o ditado: “não há festa nem romaria que não vá a minha maria!” De vez em quando, só de vez em quando, claro, diz o que não deve!

Será que haverá alguém que consiga fazer entender ao Senhor Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa que o respetivo papel funcional a desempenhar por Sua Excelência não é o de comentador da TVI, nem de nenhum dos outros canais televisivos?! Se houver e conseguir, desde já Muito Obrigado.

E no respeitante a Sua Excelência o Senhor Primeiro-Ministro, Dr. António Costa, alguém lhe poderá dizer que, apesar de ter tido uma maioria absoluta, os respetivos colaboradores, seja qual for a respetiva categorização e funcionalidade, devem estar acima de qualquer suspeita?! E que os indivíduos contratados para os mais diversos cargos funcionais, institucionais, devem sujeitar-se às regras gerais de contratação?! Sujeitarem-se a concursos, respeitando normas de igualdade?!

E que quando se verificam casos de evidente desrespeito, seja das leis, seja das pessoas ou entidades esses personagens se devem sujeitar às normas gerais ou específicas a que estão sujeitos os demais cidadãos?!

E que os diversos interesses:privados – públicos, particulares – gerais, de cidadania individual – de estado, devem ser devidamente separados?!

As questões estão levantadas. As perguntas formuladas. (Im)pertinentes?!

Vão aproveitar o futebol e as respetivas futebolices para “taparem o sol com a peneira”, neste caso, ocorrendo num país de desertos, “para nos atirarem areia para os olhos”.

Para encherem os canais com futebol. E futebol… e futebolices… E mais futebol!

E ainda no futebol. O Ronaldo fez bem ou mal em ter falado sobre o respetivo clube?! 

Vão todos ao Catar!

 

Os Meus "Momentos de Criatividade"!

Arte Efémera II. Foto original. 07.11.22

Instalação Artística (II)

Arte Efémera (II)

Arte Efémera II. Foto original. 07.11.22

Um Mobile de garrafões de água e de detergentes de roupa. Alguns de marca!

E um dos gatinhos do Quintal de Baixo observando e fazendo-se à foto. Uma Selfie?!

P.S. – Esta instalação “artística” (?) resultou de uma questão prática. A viga de cimento sobressai bastante do telhado. Ao sairmos ou entrarmos no cabanal arriscamo-nos a embater nela. A colocação dos elementos “artísticos” pretende torná-la visível, evitando hipotéticos embates.

Assim criámos um “mobile”, em permanente interação com os elementos, nomeadamente o vento! E enquadrado em Património identitário da Aldeia!

Arte Efémera II. Foto original. 07.11.22

Fazem parte da minha “Criatividade”! Cada um tem a sua! Cada é como cada qual!

 

Rainha Isabel II: Paz à sua Alma!

E que sobrevenha a Paz!

Não há como não comentar alguma coisa sobre a morte da Rainha Isabel II, apesar dos provavelmente milhões ou mesmo biliões de comentários que terão sido tecidos por esse mundo fora. Que esta Rainha o foi ou terá sido, à escala planetária.

Rainha de um Reino Unido! Uma redundância! Porque se é rainha é certamente de reino. E sendo-o, acaba e começa por ser o cimento que congrega as diferentes nações que constituem esse Estado. Objetivamente um oportunismo que funciona muito peculiarmente. Muitas vezes funciona unido, a maioria é cada um para seu lado. No Desporto é onde se observa mais essa idiossincrasia: Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte. Mais uma quantidade de territórios espalhados por vários continentes e mares. Para além da Commonwealth!

Bem, mas que foi uma Rainha à escala global, lá isso foi!

Em termos domésticos, à escala do respetivo reino, considero-a mais “Rainha de Inglaterra”. Uma redução do conceito, de facto. Mas é mais assim que vejo a senhora! Mas também que raio de Estado, onde reinou, que não encontrou um nome próprio para se batizar?! A Espanha, também ela formada por diversas nações ou expressões nacionalistas, encontrou o seu próprio nome, que está para além dos subnomes dos diversos espaços territoriais que a constituem.

Nalguns comentários que ouvi na TV, mesmo pessoas conhecedoras, designavam erradamente o Estado. Ouvi insistir em Grã-Bretanha, por ex.

A monarquia britânica funciona como um conto de fadas. Não só para o respetivo reino, mas para todo o planeta. Em que a Rainha Isabel era uma personagem boa, fadada para o bem, para a simpatia. Era esse o seu papel. Por breve período ofuscada pela Princesa Diana, um meteoro que iluminou e rejuvenesceu essa forma de estado.

Convém de todo à Inglaterra manter esse modus operandi. Porque a monarquia é uma instituição, uma entidade, uma firma, uma empresa, que vende, vende, vende… que rende, rende, rende… Que dá trabalho e rendimento a muita, muita gente, não só no país, como por todo o mundo.

Só escrevi  e publico, após a senhora ter sido sepultada. Porque não me parece que a respetiva Alma tenha tido descanso com todas aquelas cerimónias, aquelas pompas, todas aquelas circunstâncias e constrangimentos. Tanto espalhafato!

Agora, sim, após todo o findar das cerimónias, tantas e tão bizarras… a Alma da senhora terá finalmente PAZ!

Paz à sua Alma! R.I.P.

E que todos tenhamos Paz!

P.S. – Que aquela família, a seu modo e nas especiais circunstâncias em que se estrutura, consegue, apesar de tudo, ser ou funcionar como exemplo para o Mundo

Veja-se o caso daquele filho, também príncipe, mas destituído das funções de Estado a figurar ao lado dos irmãos e em todo aquele enquadramento, apenas na condição de filho. Funcionará como uma expiação pública.

Uma Monarquia com sentido de Estado. Reportemo-nos para o triste espetáculo na célebre galeria da parada militar no bicentenário do Brasil!

E que a Rainha Isabel II tenha descanso na Vida Eterna! Que bem merece!

 

Bicentenário da Independência do Brasil

A Nação Brasileira comemorou ontem os 200 anos da sua independência.

Rosa branca. Foto Original. 2022.08.23.jpg

Dar os parabéns ao País Irmão nesta comemoração, que se prolongará provavelmente por mais dias e lugares do Brasil.

O nosso Presidente da República esteve, estará ainda certamente, como representante de Portugal, em diversas cerimónias evocativas do acontecimento. Vimos imagens dessa celebração, mais parecendo um comício, lá estava o nosso Presidente, mas não nos pareceu visualizar mais nenhum representante de outros Estados.

Mas não faria sentido que num evento desta natureza, houvesse delegações representativas de outros países?! Estranho!

Ilustro este postal com uma rosa branca. De Paz! Que o Brasil o que mais precisa é de paz interna. Que haja serenidade, tolerância, nos tempos conturbados que estão vivendo.

Estes regimes presidencialistas têm levado com relativa facilidade a profundas divisões nos estados, nos países onde vigoram, nas nações que regimentam.

E os Estados Unidos da América do Sul parecem querer imitar os Estados Unidos da América do Norte!

Paz! Tolerância! Serenidade!

São os meus votos para a Nação Brasileira. Para  este grande País Irmão!

 

Parabéns, Senhor Professor Adriano Moreira

O Senhor Professor Adriano Moreira faz, hoje, 100 anos

Muitos Parabéns!

Foi meu Professor, no distante ano de 1973, no antigo ISCSPU – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Ultramarinas – Universidade Técnica de Lisboa. À Junqueira.

Já referi esse facto em dois postais, a propósito de “Laranja Mecânica”.

Durante a minha frequência escolar, enquanto aluno, tive vários professores, nos diversos níveis de ensino, a quem devo bastante, alguns, e outros que me “tocaram” especialmente. No ensino superior também, nos diversos institutos que frequentei.

Neste nível de ensino, entre vários, em disciplinas bastante diferentes, o Professor Adriano Moreira merece um destaque especial.

Praticamente estava no meu primeiro ano de faculdade. Vindo da “província”, de uma Aldeia “perdida” no recôndito Alto Alentejo, as aulas deste Professor eram como uma fonte fresca de Sabedoria. Concretizavam o que considerava efetivamente de Ensino Superior! Eram fascinantes!

Os meus Agradecimentos e renovadas Felicitações.

*******

(P.S. – Ficava bem, no postal, uma citação, um excerto, de aula do Professor, como fiz nos anteriormente referidos. Só que não tenho, agora, na minha posse, a “sebenta” com os textos das respetivas aulas. Quando me for possível, tentarei disponibilizar.)

Visualizei parte da entrevista, realizada em 2012, ao Professor, por Fátima Campos Ferreira. Notável a frescura intelectual, a continuada Sabedoria dimanada das suas palavras.

Parabéns, também à Jornalista de quem aprecio bastante o trabalho realizado, também nestes moldes com outros entrevistados, na “Primeira Pessoa”. Talvez um dia escreva sobre algumas das entrevistas.)

 

Lá se foi Agosto… (I) – Fogos!

Um balanço de desalento (I)...

É algo que me assusta e aflige neste nosso País. Tantos fogos! E, ademais, em locais emblemáticos deste nosso querido Portugal. Até na Serra da Estrela!

Eu, muito sinceramente e muitas vezes, penso que este país não merece o País que tem!

Quanto aos fogos, tantos rios de dinheiro que se gastam, tantas energias despendidas com os fogos e tanto, mas tanto se pouparia se a prevenção fosse devidamente realizada.

 A Prevenção que exige trabalho, trabalho e trabalho. Ao mesmo tempo que daria trabalho a muito boa e santa gente que quisesse realmente trabalhar. Tenho defendido muito esta tese deste modo de prevenção. E qualquer cidadão, observador e interessado, pode sempre em qualquer viagem que faça, por este nosso e lindo país, verificar como essa prevenção é totalmente descuidada. Nos mais diferentes lugares. Desde logo nas bermas das mais variadas estradas e autoestradas, linhas férreas… nos parques naturais… Nos Parques Naturais, então nem se fala! Nas próprias Cidades…!

É só olhar e ver, com olhos de ver!

Tenho gastado a minha saliva, o meu verbo, o meu latim, que, aliás, é pouco e cansado.

Mas também as minhas forças e energias. Porque onde posso, com os meios de que disponho, e as minhas capacidades, faço alguma coisa, pouca, frise-se, na prevenção.

Mas comparativamente com muito boa e santa gente que tem meios e tecnologias e recursos muito superiores aos meus e não faz nada…!?

É o país que temos! Mas a responsabilidade é de todos! Desde as hierarquias superiores até às bases. E antes de todos e ainda mais, dos particulares, dos proprietários, que não agem devidamente. Das entidades públicas que, nas localidades, nas respetivas circunscrições, muitas vezes não atuam.  E, neste plano, é precisamente nos níveis mais de base que as intervenções devem ser realizadas, porque são essas pessoas que estão no terreno, que melhor conhecem a realidade. Autarquias Locais, Proteção Civil, Bombeiros, GNR…

Porque é que, nas estações do ano em que se pode intervir prevenindo, alguns destes profissionais, por ex. Bombeiros, não são canalizados para as limpezas necessárias?! Ou um corpo especializado de intervenção, com gente capaz, com vontade de trabalhar e de fazer bem feito?

Lá se foi Agosto… Também o calor abrandou. Chuva, nada! Está tudo seco, seco. Os campos alentejanos, onde não há regas, metem dó.

Que não haja mais fogos e venha alguma chuva, é o que mais desejo.

 

Despedidas de Verão - Agosto 22

Não há bela sem senão!

Despedidas de Verão. Foto original. 2022.08.30.jpg

Está-se a findar Agosto

Com ele vai indo o Verão

Tanto calor a contragosto

Toda a bela tem seu senão!

 

Senão veja-se a senhora

Que não aguentou a pressão

Ministra e até doutora…

Abalou. Foi pena?! Sim? Não?

 

Este postal ilustra a chegada das “Despedidas de Verão”. Este ano, a modos que chegaram mais cedo! Nascidas no “Quintal de Cima” estas plantas, exóticas, são por demais peculiares. As folhas só são visíveis praticamente no Inverno e na Primavera. Ao chegarem estes calores desalmados do Verão, as folhas secam, as plantas como que desaparecem do solo. Mas ao anunciarem o quase findar do verão, o primeiro sinal de vida é o nascimento destas lindas flores, umas mais rosadas que outras. Também com um odor levemente adocicado. Renascem assim, nos locais mais regados do Quintal – Jardim. Talvez, por isso, este ano parece que apareceram mais cedo.

Sejam bem-vindas. Anunciando Setembro. Aproximando o Outono.

Quem também se despediu, ainda no Verão, foi a Senhora Ministra da Saúde, Drª Marta Temido. Já se temia que isso acontecesse ou que não acontecesse?! Sei lá! Não acredito nada neste pessoal da política. Nem acredito que vindo outro ou outra as coisas mudem realmente.

Mas que têm de mudar lá isso têm! Também não tenho a pretensão de saber como, quando, em que contextos, mas quem para lá vai tem a obrigação de saber os quês e os porquês, as linhas com que se cose a Saúde. E como o SNS está a ser cozido em lume brando!

A nível dos utentes / doentes, que somos todos nós. Efetiva ou potencialmente nessa condição.

A nível dos Profissionais de Saúde, especialmente sobrecarregados os que têm de trabalhar neste mês. Porque são menos os que estão em serviço, mas o serviço não diminui, provavelmente até aumenta, pois há muito mais gente por aí a cirandar. Turistas e “turistame” por tudo quanto é sítio. Sempre numa boa, mas quando as coisas dão para o torto… onde vão parar?! Às urgências dos hospitais públicos, claro!

Não sei. Mas quem vier para o ministério, que venha com conhecimento de causa e com vontade de pôr alguma ordem na Saúde em Portugal.

Mas não é fácil, não.

Termino com o slogan habitual: Saúde e Paz!

E que nos dirija gente capaz!

 

Sankt Maik – Série divertidíssima. T1 – Ep.6

Série Alemã - RTP 2 - 22h

E o que tinha de acontecer, na casa paroquial, entre o padre que não é padre e a comissária de polícia, na qualidade de homem e de mulher… foi acontecido! Não que nós, factualmente, tenhamos visto, com olhos de ver, que esta série não é propriamente para mostrar essas cenas assim claramente, de forma explícita. Observámos os sinais exteriores do caso. E, na verdade, vimos, sim, vimos, através da imaginação da comissária, que ela nos mostrou, para que víssemos e não houvesse dúvidas sobre o caso havido entre ela, mulher, e o padre que não é padre, enquanto homem. Quando no autocarro seguiam para Berlim, mais o coro da povoação, o padre que também ia, supostamente a um encontro com o bispo e a avó da comissária, uma velhota meia talharola.

E as cenas que a velhota proporcionou neste episódio mais o padre, que não é padre, mas que toda a paróquia julga que é!...

E quando se descobrir que ele não o é na realidade?!

E quando se souber que ele e a comissária têm um caso?!

O que os guionistas desvendarão primeiro, o caso entre os dois ou o facto de ele aparentemente sendo padre não o ser realmente?!

Pois os guionistas que se desenrasquem, até lá vamos seguindo o desenrolar deste novelo do enredo.

Este sexto episódio, mais uma vez superinteressante!

 

O jovem padre, cujo nome ainda não retive, mais uma vez se envolveu nos meandros da sua vida de carteirista, agora, em Berlim. A pagar a dívida ao grupo criminoso, prevalecente na cidade, que sequestrara o compincha, de que falei no postal anterior e que, afinal, é seu irmão.

Essas cenas na capital deram pano para mangas e, me perdoem, mas não posso narrar todos os assuntos.

Digo apenas que o chefe desse gang, julgo que se chama Jurek, tem um infiltrado na polícia central e a “nossa” comissária, por meios pouco ortodoxos, acabou por descobrir quem ele é. E, por acaso, é um seu antigo conhecimento, que se arma em superior face à jovem, pelo facto de ter subido na carreira de investigador policial, enquanto ela foi remetida para um postozito de província, numa vilória do interior: Lautenberg(?), que nem sabemos onde fica.

 

(Não há meio de fixar os nomes dos personagens, se o seriado continuar e a modos que continuará, “Perspectivas e Olhares” falou-me em três temporadas, face a tantos episódios terei de os nomear.)

 

O jovem entra nessas cenas de habilidoso carteirista, mais o irmão, mas parece querer afastar-se desses maus caminhos. Efeitos celestiais…

 

E, abreviando…

acaba, mais uma vez, por protagonizar um extraordinário episódio de salvamento ou salvação, concretamente da velhota talharola, por acaso, avó da comissária.

 

Não! Não vou contar todas as peripécias, que elas foram narradas na RTP 2 e, em Berlim, tiveram direito a serem passadas nos écrans espalhados pela cidade. A modos que lá é moda divulgarem imagens da vida real nos outdoors eletrónicos!

 

Logo, 22h, na RTP2, aguarda-nos o 7º Episódio.

 

Sankt Maik – Série divertidíssima.

Série Alemã - RTP 2 - 22h

Ontem, 2ªfeira, 08/08/22, foi exibido o 5º episódio, da 1ª temporada, desta divertida série alemã. E, finalmente, o falso padre, que toda a comunidade julga que o é realmente, teve acesso à custódia original, de ouro. Valiosíssima!

E ficará ele com essa preciosidade, que tanto ambiciona, para destrocar em dinheiro e pagar as dívidas das falcatruas que tem feito mais o seu compincha de habilidades de carteirista?

Isso saberemos hoje à noite, que, entretanto, teve a visita inesperada, mas desejada e expectável, da senhora comissária de polícia. Já?! Mas que polícia eficiente, diremos!

Não! Ela não entrou na casa paroquial enquanto polícia, mas na qualidade de mulher. E que mulher! Ademais armada com uma poderosa garrafa de vinho, para afastar possíveis pruridos do padre. Do “padre”, que não é padre!

Estão a repetir esta 1ª temporada. Ignoro se para dar continuidade a segunda leva deste seriado.

O enredo centra-se no desempenho quotidiano de um suposto padre católico numa povoação do interior da Alemanha. Onde?! Não sei muito bem. Nem em Berlim sabem!

Vi, parcelarmente, alguns excertos de alguns episódios no decurso da primeira apresentação. E observei a narrativa precisamente na perspetiva do referido no parágrafo anterior. De que o protagonista principal era realmente um padre. Não vira o episódio inicial e não fiquei grudado na série. Precisamente porque achei que as ações do padre não correspondiam ao tipo normativo das respetivas funções eclesiásticas. Praticamente desisti de continuar a ver.

Faz hoje oito dias, na passada 3ªfeira, 02/08/22, voltaram à apresentação do seriado. E logo que, no 1º episódio, num comboio, um habilidoso revisor ia pedindo os bilhetes aos passageiros, aliviando-os simultaneamente das carteiras, dos telemóveis, do que que vinha a calhar…. Sempre com um sorriso e umas amáveis palavras! Fiquei pegado à TV. Porque a série prometia. (O habilidoso carteirista era o atual "padre"!)

E, realmente, cada episódio tem sido por demais interessante. Cenas de farsa, assentes fundamentalmente no facto de sabermos que ele não é sacerdote, mas a comunidade em que se inseriu acredita que é.

Simultaneamente também verdadeiro e emotivo, porque o jovem padre se insere socialmente muito bem e desempenha excecionalmente a função social do sacerdócio num contexto moderno, imbuído do espírito de ajuda aos outros, dos mais fragilizados.

Mas fico-me por aqui. Resumir os episódios anteriores é complicado e estou com pouquíssimo tempo.

Vejamos o 6º episódio!  Para sabermos como se vão desenrascar o senhor padre e a senhora comissária de polícia. Mais a garrafa de vinho. E a custódia!

A Custódia?! Raios partam o padre! A custódia de Belém?! Belém?!

Só se for Belém do Pará!

E paramos por aqui!

Saúde! Paz! E boa disposição!

 

Saúde, Saúde… A Covid… E outros bitaites!

Questões pertinentes, perguntas impertinentes.

 

E a Covid?! A pandemia lavra por aí. Agora, arredada dos focos mediáticos.

Mas o bicho continua a fazer das suas, minando a saúde. Dos portugueses, dos outros povos.

Só os chineses ou porque realmente o bicho os incomoda especialmente ou ainda e principalmente, porque outros “bichos” os incomodam ainda muito mais, periodicamente “fecham” cidades que são autênticos países. Mas isso, se calhar, são chinesices!

 

Em Portugal, a pandemia deixou de estar sob os holofotes dos media.

 

Nestes meados e finais de Julho acaloradíssimos, são os fogos.

São vistos quase como uma fatalidade. Um destino! Uma inevitabilidade. Não! Já não sei! Do que constato é que a Prevenção será a melhor arma para os combater. Que nunca se pode baixar a guarda, durante todo o ano. Que deverá envolver muitos meios diversos, em diferenciados níveis, envolvendo muitas entidades. E, sim! Os Particulares. Que se esquecem muito das respetivas responsabilidades. Falha muito a Prevenção. É um facto! Não é executada. E as Entidades Públicas também falham nos diversos níveis de ação. A ação deve processar-se desde logo nas bases.

As Juntas de Freguesias, as Câmaras, os corpos de intervenção das Autoridades, a GNR, por ex., agir perante os particulares que não providenciam as limpezas. A Proteção Civil.

Um trabalho de coordenação conjunta dos vários agentes no terreno, os Bombeiros incluídos na prevenção. E, porque não e também o Exército?!

Não é depois do mal feito que anda tudo a correr e não se chega a lado nenhum. É todos os anos a mesma coisa!

Investe-se, mas não na Prevenção. E a Prevenção é Trabalho, Trabalho, Trabalho…

 

Antes dos fogos, houve aquele “fogo-fátuo” do SNS. Ou "fogo de Santelmo"! Que continua. Não sei! A modos que chegaram à conclusão que é primordialmente uma questão de Gestão. De Autonomia de gestão! Será?! Autonomia em que aspetos?! Autonomia financeira? Mas os recursos financeiros são ilimitados?

Falam sempre em milhões. Milhões para aqui, milhões para ali.

E os Recursos Humanos?

Urgências! Já terá estado em contexto de urgências, certamente. Sabe que, nesse contexto, os profissionais trabalham habitualmente doze horas? E há profissionais que trabalham vinte e quatro horas?!

É uma desumanidade! Tanto para os profissionais como para eventuais doentes. E, agora, nalguns hospitais, querem oferecer aos profissionais, x em dinheiro, para não terem férias em Agosto...!

Mas terão ideia do estado de exaustão em que fica quem trabalha 12 horas? E 24 horas?!

 

Antes e simultaneamente com estes acordes mediáticos – comunicacionais, houve e há a guerra da Ucrânia. Nunca houve uma cobertura mediática tão acentuada nem tão acutilante duma guerra, como esta. Um horror! Podemos, através das reportagens efetuadas, observar a inutilidade das guerras, desta muito em particular. Apesar de outras que também vêm destruindo o Médio Oriente há dezenas de anos. A África. Guerras sem qualquer sentido!

Esta muito especificamente, despoletada por um indivíduo paranoide e seus sequazes. Esperemos que alguém, a bem ou a mal, lhe(s) consiga pôr alguma racionalidade.

Saudar o acordo sobre os cereais, sob a égide da ONU. Poderá ser um princípio para outros futuros acordos… Quem sabe?!

 

Com todos estes desvios do foco central de combate à Covid, ela alastra por aí, sem ninguém fazer caso dela. “Atacando”, inclusive Profissionais de Saúde!

E as palmas e ovações onde estão?!

Nos Festivais de Verão, já se vê!

 

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