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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Coisas da Terra e do Ar!

Javalis, javalinices… E idas ao espaço!

Fossada de javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

Tenho escrito no blogue sobre javalis e os seus malefícios nos campos alentejanos.

Também escrevi sobre javalinices.

E ainda sobre idas ao espaço, em turismo, promovidas por alguns multimilionários que assim experimentam e põem em funcionamento as respetivas empresas, com que querem lançar-se em concorrência, levando a passear outros endinheirados como eles.

Nem a propósito, no dia 24 de Julho, saíram duas notícias no SAPO, versando estes temas.

Fossada de javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

No respeitante aos javalis referem a questão do carbono libertado da terra, pela fossada dos bichos. Algo que desconhecia completamente. E pelos vistos o espaço territorial de intervenção destes animais é muito mais alargado do que eu supunha. Julgaria que se restringia principalmente a Portugal e Espanha. Pelos vistos não.

É necessário promover as batidas e caçadas aos ditos cujos, para controlar as respetivas populações. Entre outras vantagens, haverá sempre algum ganho económico com essa atividade.

Passagem de javalis. Foto original. 2021.07.11. jpg

Lancem mãos à obra!

*******

Quanto aos aspetos negativos das viagens espaciais para turismo, no respeitante ao Ambiente, à partida elas são evidentes.

Certamente também existirão vantagens, claro!

As ligações:

Javalis poluem mais do que um milhão de carros.

Visão | Como a corrida ao espaço pode ser (muito) prejudicial para o ambiente.

Saúde! Muita!

 

Ir ao espaço e voltar! E Bifes!

E os lobos também voltaram?

Questões pertinentes: Perguntas Impertinentes!

Notícias lidas, não muito bem digeridas.

 

Uns indivíduos, mais que milionários, resolveram dar umas voltinhas no espaço, para verem a Terra lá de cima. Como se não bastassem os milhares de aparelhos que por lá andam a monitorizar o Planeta, há dezenas de anos.

Se queriam vivenciar uma experiência verdadeiramente imersiva sobre a realidade terrestre, múltiplas e variegadas opções poderiam viver por cá. Ele há tanta gente a viver vidas tão díspares, sem o mínimo de condições básicas de sobrevivência, que eles se poderiam juntar a elas e, vivendo em pé de igualdade, talvez valorizassem os milhões, de que dispõem, na criação de condições para que a vida de milhões de outros Seres Humanos melhorasse.

Um deles, ao que li, não come bifes, para que o impacto negativo sobre a Natureza com a produção de carne seja diminuído.

Não digo que, neste aspeto, não tenha razão. É necessário reduzirmos o consumo. Evitarmos o desperdício, nomeadamente o alimentar, entre outros comportamentos e atitudes que deveremos ter perante a Natureza. Não necessariamente erradicarmos liminarmente o consumo de carne nas nossas dietas.

Mas, convenhamos, a moda que estes multimilionários inauguraram, que de uma moda se trata, e que virá para ficar (?), não será muito mais impactante sobre a Natureza, a Terra, o Planeta, o espaço envolvente?!

Para o Bem? Para o Mal?!

 

E, a propósito de “Bifes”...

B. Johnson “libertou” os ingleses, das restrições da pandemia, a partir de 19/07/21.

“Dia da liberdade”! Quando os casos de Covid atingiam números record! Contra o parecer de cientistas e de gente avalizada sobre o tema.

Como se a Liberdade se traduzisse no andar a chocalhar por bares, discotecas e pubs, a emborcar cervejas, a encher estádios e arredores, de pessoal de bebedeiras.

Estranho conceito de liberdade!

Sabendo todos como o Reino Unido é uma peça central em todas as comunicações na Europa e no Mundo. São múltiplas e variadas as interações que o conectam com todos os países, de todos os continentes.

E como tem sido também um dos focos transmissores de variantes do Corona.

“Inglesices”, no mínimo.

 

Outra questão diametralmente oposta ou talvez não.

Li, também muito recentemente, que os lobos a modos que voltaram ao distrito de Castelo Branco. No corpo da notícia depreendia-se regozijo por tal facto.

Eu, que tenho andado atarefado com os efeitos das raves de javalis e javalinas e consequentes “javalinices”, fiquei mais preocupado, do que feliz.

Não fora esse hipotético retorno um mau sinal ou sintoma negativo da vida do nosso Interior: o despovoamento, a desertificação, o abandono dos campos.

Para muito pessoal das Cidades, do Litoral, é “must” a vinda e proliferação dessas bichezas nos campos. Como se o Interior fosse assim uma espécie de reserva cinegética, para contemplar e fotografar aos fins de semana, em experiências muito relaxantes, para cativar amigos no Face e no Insta.

Porque o retorno desses animais ao campo irá provocar destruição desnecessária. Ou pensam que qualquer criador de ovelhas gostará de as ver dizimadas?!

(A propósito, quando retomam a caça aos javalis?! E o abate de cães de matilhas selvagens?)

Rosa de Alexandria. Foto original. 2021.05.06.jpg

Não que eu não aprecie a contemplação e vivência natural, sob os múltiplos aspetos que ela nos proporciona: animais, plantas, mundo mineral. Tudo me interessa e a harmonia entre os vários agentes que moldam a Terra cativa-me e toca-me. Pena tenho que fotos de animais, especialmente “selvagens”, tenha dificuldade em tirar. Por isso me volto mais para as plantas e paisagens.

Rosa do Apeadeiro. Foto original. 2021.05.02. jpg

E quanto ao espaço e hipotéticas viagens siderais, atesto que me desinteressam completamente. Não me vejo a viajar por aí. Bastou-me andar de avião. Coisa que não faço há anos. Da última vez que “voei”, foram tais dores de cabeça, que fiquei sem vontade de repetir!

Rosa Gulbenkian. Foto original. 2021.05.06. jpg

Saúde! Muita! E, Obrigado por me ler até aqui!

Flor. Foto original. 2021.06.18.jpg

(Fotos?! Rosas, rosas e mais rosas / Três rosas e uma hortênsia.)

 

Poema sobre Serra da Arrábida

Foto Original. 20210715_104859.jpg

«A cadeia da Arrábida»

 

«És calcária cadeia montanhosa,

Na península de Setúbal, meridional,

Relevos, vultos, paisagem rochosa,

Notável orografia à vista da capital.

Proeminente e afortunada escultura,

Tuas serras se destacam da planura,

S. Francisco, S. Luís, Louro, Gaiteiros,

Teus vales são grenhas de verdura,

Barris, Alcube, Rasca e Picheleiros.

 

Na cordilheira, Arrábida sobressai,

A mais alta, debruçada sobre o mar,

Enamorado e meigo o Sado vai,

A sua alcantilada face beijar.

Serra-mãe, que de Deus és criação!

Será teu nome de origem Ribat?

Do muçulmano, lugar de oração,

Ou quem sabe, talvez Arrabdah?

Gelfa, pascigo, pastagem d’eleição. 

…   …   …   …   …   …   …   …   …    

Tu Arrábida, soberbo e mágico mirante,

Património histórico, científico, cultural,

Tua paisagem, desmesurada, fascinante,

Dádiva da natureza, meu parque natural!»

 

In. “Segredos da Natureza a dois passos de Lisboa”, pag. 26.

De: Professor Manuel Lima (Fotografias e Texto)

Edição de Autor

1ª edição – Dezembro 2012

Tiragem: 1000 exemplares.

 

Foto Original. 20210622_094741.jpg

Em postal anterior, “Passeios por Aquém Tejo”, na sequência de postais sobre Setúbal, havia escrito que publicaria um Poema sobre Arrábida. Só hoje foi possível.

Foto Original. 20210621_094621.jpg

Este livro citado é um trabalho de excelência, como pode ajuizar a partir do excerto do Poema, de que transcrevo apenas três estrofes. Doze estrofes o compõem. Onze nonas e uma quadra.

Excelentes Fotografias, excelentes Poemas, abordando seis grandes Áreas Temáticas: “Parque Natural da Arrábida, Cabo Espichel, Reserva Natural do Estuário do Tejo, Lagoa de Albufeira, Arriba Fóssil da Caparica, Parque Natural de Sintra – Cascais”.

Comprei o livro em 06/04/2013, num lançamento promovido pelo Autor. Não me lembro em que local de Almada. O preço não registei, contrariamente ao que costumo fazer. Mas sei que foi relativamente em conta, entre dez e quinze euros. Para o trabalho que nele está incorporado, que não tem preço e sem suporte de editora, foi baratíssimo.

 

Caro/a Leitor/a, desejo-lhe boas Leituras de Verão, com muita Saúde!

 

Javalinices, Futebolices, Politiquices…

Passagem javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

E Covidices!

(Questões Pertinentes: Perguntas Impertinentes!)

 

Impressiona-me que ande tudo tão à vontade, por cafés, esplanadas, ruas, praças e pracetas, em convívios, sem máscara as mais das vezes, sem respeito pelas mais elementares regras de saúde pública, como se o Corona não andasse por aí à solta!

Bem sei que as mensagens enviadas pelos meios de comunicação, através dos programas mais mediáticos, funcionam, na prática, como se dissessem a toda a gente que a Covid nunca existiu. A realização e transmissão do Euro, por exemplo, terá sido o caso mais pertinente. Observem-se os comportamentos de jogadores, do público nos estádios e nas ruas.  Vivemos num mundo com Covid?! Pois parece que não.

(Um parêntesis. Gostei que tivesse ganho a Itália. Não sei se mereceu ou não, nem me interessa. Não queria, de todo, que ganhasse a Inglaterra. Bastou o Mundial de 66! E porque Inglaterra e não Reino Unido?! Se é para umas situações tem de ser para todas. Adiante…)

E futebolices e outras jogadas que tais!

Mais um caso de um indivíduo que se terá abotoado com o que não lhe pertencia.

E os amigos e amigalhaços que o cercavam?! E que nada sabiam, tudo ignoravam!

Este veste de encarnado. Ou vermelho, que não sei.

E o tipo que se veste de preto?! Paga a caução?! Como, se não tem um tostão que seja dele?! Aguarda julgamento ou irá pôr-se a milhas?!

(Será sempre um caso a considerar… o darem às de vila diogo.)

E o tal, Outro, que não bebeu a cicuta?! E o amigalhaço do Banco?!

Bem!... Estes casos têm servido mais para entreter o pagode, do que para serem realmente conclusivos.

Estamos todos fartos destas jogatanas!

Ação de javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

Mas o que eu queria expor, realmente, era a questão dos javalis. E das javalinas, claro! E das respetivas raves, que fazem aí por todo o lado. E que as fotos documentam.

Pois, Senhores Governantes, façam o favor de providenciar para que as caçadas, as batidas aos javalis sejam autorizadas.

Ignoro se, agora, neste tempo meteorológico, de verão, calor, é ou não altura cinegeticamente adequada para tal finalidade.

O que constato é que é imperioso que essas batidas sejam permitidas, que as caçadas aos javalis, e javalinas também, recomecem a ser realizadas.

Ação javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

Como? Quando? Em que condições? Com que meios? Segundo que circunstâncias?!

Pois, Vossas Excelências, que mandais nestas e noutras coisas, sabereis muito melhor que eu.

Não serei eu que terei de elaborar um plano de ação.

Ação é que é preciso! Com muita Saúde!

 

 

Passeios por Aquém – Tejo!

Passeios e Passeatas (IV)

Aldeias, Vilas e Cidades: Excertos Fotográficos.

Na continuação dos postais anteriores, ainda vou publicar algumas fotos de passeios em diversas localidades. Todas de Aquém – Tejo.

Aldeias, Vilas ou Cidades em que ainda não houve a oportunidade de terem um postal específico, mas que um dia, haja tempo e vagar, terão.

De algumas o registo resultou de visita propositada. De outras aconteceu no contexto de outras realizações. Algumas “viagens” ocorreram ainda antes desta “Coisa da Covid”.

Arte Urbana. Crato. Foto Original. 2021.05.10.jpg

A 1ª foto, Maio, 21, Arte Urbana, com as suas peculiaridades: em prédio degradado, extremamente imaginativa, criativa. A merecer mais atenção, futuramente. Uma verdadeira Obra de Arte! E... "Talho"...

Na Vila do Crato, sede de concelho, localidade antiquíssima. Merecedora de visita pormenorizada.

Alter do Chão. Castelo. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 2ª foto, Fev., 18: Castelo de Alter do Chão. Fizemos visita. Voltaremos!

Alter Pedroso. Igreja. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 3ª foto, na data anterior: Igreja Matriz de Alter Pedroso.

Castelo de Vide. Porta. Foto original. 2018.02.22.jpg

A 4ª foto, no mesmo ano e mês, no dia seguinte: Um excerto de uma porta característica de Castelo de Vide.

Portagem. Foto Original. 2018.04.01.jpg

A 5ª foto, em Abril, 2018. Portagem: os choupos, ainda com vestes invernais, enquadram a torre guardiã da ponte da portagem.

Estas quatro últimas fotos resultaram de visitas propositadas e não são da minha autoria. À data, não me entendia ainda com estas modernices destes novos telemóveis! São de Autoria da minha Mentora!

A primeira foto, já do “artista” resultou de visita casual.

Alagoa. Foto original. 2020.04.21.jpg

A 6ª foto, Abril do ano passado – 2020: Alagoa. Uma porta, uma janela, abrindo vistas para um quintal, onde figura uma chaminé antiga, certamente de  um forno.

Ponte de Benavila. Foto original. 2019.10.03.jpg

A 7ª foto, Outubro 2019: a Ponte de Benavila sobre a Ribeira de Serrazola, parte da Barragem do Maranhão, na sequência da seca que grassava já há vários anos, antes das tempestades que trariam água, mas só em Dezembro desse ano.

Fica junto do Santuário da Senhora de Entre Águas, local de venerações milenares. Onde esta Ribeira se junta com a Ribeira de Seda.

Estremoz. Empedrado. Foto original. 2021.01.05.jpg

A 8ª foto, deste ano 2021, Janeiro: empedrado do chão da Cidade de Estremoz, mármore e basalto. Uma Cidade a merecer uma visão diferente. Merece um postal ou vários. Já falámos várias vezes desta Cidade, aonde passamos com muita frequência.

Não se esqueçam da alternativa rodoviária à passagem pelas rotundas da Cidade, continuação do IP2. É urgente!

E a rotunda junto da Escola Secundária?!?! ... ?!?!

Serra da Arrábida. Foto original. 2019.04.11.jp

A 9ª foto, de Abril de 2019: vista da Serra da Arrábida, a partir do Castelo de Sesimbra, já aqui divulgado em postal, na sequência de visita propositadamente realizada.

Assim fazemos a ligação com os postais sobre Setúbal. E quero publicar um poema sobre a Serra. Não será de minha autoria, nem de nenhum poeta muito consagrado.

Nos aguarde, SFF! Saúde! Bons passeios!

 

 

 

Setúbal (III) – Ruralidades - Rusticidades

Passeios e Passeatas (III)

Encostas da Serra. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Nestes passeios e passeatas de início de Verão, no contexto de atividades em Setúbal, que isto de estar reformado, não nos isenta de termos “coisas” para fazer. O primeiro contacto que tivemos com o enquadramento da Cidade foi precisamente no Campo.

A EN10, trânsito imenso, velocidades de meter medo ao susto, proporcionou-nos a possibilidade de, descansando um pouco, observarmos os campos que desaguam na Cidade Sadina.

Serra São Luís. Foto original. 2021.06.21.jpg

A Serra de São Luís proporcionará ótimos passeios pedestres, alguns assinalados. Locais emblemáticos espalhados pelos montes, guardando tradições centenárias ou viveres modernos adaptados à Natureza.  As marcas de antigas pedreiras, algumas relativamente recentes, entretanto desativadas. Antes que a Serra ficasse cariada, conforme mostram as cicatrizes dessa prática. Também pudemos observar a preferência de ciclistas que frequentemente trilham esses caminhos desbravando a Serra, a partir da Estrada Nacional. Também caminhantes.

Flores no campo. Foto original. 2021.06.21. jpg

Sendo nós despertos para as coisas simples da Natureza não deixámos de nos fascinar com a realidade natural que observámos.

É esse registo documental fotográfico que apresento neste postal nº 932, subordinado ao tema Ruralidades, contraponto a anteriores de “Urbanidades”!

Corriola. Foto original. 2021.06.22.jpg

Fotos de corriolas ou verdizelas, as habituais, de cor branca.

Flor no campo. Foto original. 2021.06.23.jpg

Outras plantinhas de flores em corola semelhantes à verdizela, mas de cores que nunca havia visto: azul e cor-de-rosa, na 3ª foto.

Encosta da Serra. Foto original. 2021.06.22.jpg

Imagens da Serra, não sei se a vertente visível ainda é a de São Luís.  A Serra da Arrábida, designação global, ganha nomes específicos. Trânsito bem visível. As faldas da Serra, campos de onde terão obtido fenos. Quintas espalhadas pelas encostas. A sempre omnipresente EN10 e o trânsito efervescente de velocidade e tráfego.

Zambujeiro com azeitona. Foto original. 2021.06.22.jpg

Vislumbra-se o manto arbóreo denso, pinheirais e as árvores e os arbustos autóctones: aroeiras, zambujeiros, na foto anterior, roseiras bravas…. Funchos, na 1ª foto.

Plantas cujo nome desconheço, mas que são muito abundantes:

Planta pegajosa. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Planta campestre. Foto Original. 2021.06.23. jpg

Vinhas, que estas terras são de bons vinhos. Palmela e Setúbal estão imbrincadas uma na outra.

Plantinhas de flor azul, que há por todo o lado, mas que não sei nome:

Planta campestre. Foto original. 2021.06.21.jpg

Mesmo no Verão, na Natureza nunca deixa de ser Primavera. Há sempre plantas em floração. Até no Inverno e Outono!

E, não esquecer, a quem de direito:

É fundamental a construção de passeios nas bermas dessa Estrada Nacional 10, pelo menos até às bombas da BP. Estacionamentos... Ler postais anteriores, SFF!

 

E a quem é torto por natureza:

Não deixem lixo na Natureza. (Estes portugueses… e portuguesas?!)

 

“Urbanidades”?!?!

Questões Pertinentes: Perguntas Impertinentes?!

Poejo na rua. Foto original. 2021.05.22. jpg

“Urbanidades: … cortesia, boa educação, civilidade…” In. Dicionário de Língua Portuguesa – Porto Editora – 6ª Edição.

(Começo por frisar que o termo “Urbanidades” é perigosamente falacioso. Então quem é do Campo, duma Aldeia, não é bem-educado?! Aqui lavro o meu protesto. Poderá reparar, SFF, se neste blogue se escrevem palavrões!)

Olhos de Mocho. Foto Original. 2021.05.17.jpg

Covid 19

Não gostaria de estar novamente a escrever sobre o tema. Mas impõe-se. A situação está a agravar-se. O pessoal anda novamente tudo no regabofe, festas, festinhas e festarolas... Os casos aumentam. Progride o índice de transmissibilidade. O facto de estarmos vacinados não indica que estamos 100% imunizados. Devemos continuar a ter cuidados. Quem não está vacinado, ainda mais. Muito mais!

As nossas “Governanças”?! Deixam muito a desejar em todo este processo. Tanto andam para a frente, como às arrecuas.

Malmequeres. Foto Original. 2021.05.16.jpg

Futebóis e Euro: 2020?! 2021!

Os futebóis?! Tanta “futebolice” haveria também de dar alguns “frutos” nestes campos das infeções. Tanta gente a circular por aí, por esse Portugal e Europa, só podia dar esta frutaria podre.

E a atitude das nossas “Governanças” relativamente à seleção?! Tanto salamaleque para quê?! Perderam?! Porque jogaram bem, com garra?! Acha?!

Se não visse nem acreditava: Ronaldo a dar pontapés na braçadeira de capitão! Ninguém lhe chama à atenção?! Dona Dolores, faça favor de puxar as orelhas ao seu “menino”. Se faz favor!

Papoilas. Foto Original. 2021.05.22.jpg

O atropelamento na A6

Senhor ou Senhor(es) Governante(s)

Fazei o “obséquio” de assumir as vossas obrigações. De esclarecer o assunto devidamente. Assumam as responsabilidades que vos cabem. (Sem favor. É um dever!)

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E essa figura sinistra, vestida de preto, urubu da cultura, vai ser julgada?! E presa?! Pecará por tardia tal detenção.

E os que o avalizaram nos milhões?!

Estamos, nós, pobres Portugueses, a pagar mensalmente comissões à Caixa, aos Bancos…

Comissões?! Outro nome lhes chamo eu!

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A entrega de dados pessoais de manifestantes às embaixadas?! É algo que não se faz.

 

Foto Original. 2021.05.17.jpg

E dos fogos, a respetiva prevenção?! Também se esquece?! Bem, lá para os meus lados, na Serra, neste outono, inverno, primavera, têm trabalhado no assunto. Parabéns.

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Fotos?! Todas originais. Se as utilizar, cite a fonte, SFF.

Todas de plantas silvestres. Propositadamente, dos campos da minha Aldeia!

 

Estatísticas do Blogue: uma mania minha?!

Destaques / Quadras Tradicionais III – Santos Populares.

Altemira na Rua. Foto original. 2021.05.22.jpg

Visualizações de Junho 2021

1.686 Visitas »» 55 Média diária  ////// 3.715 Visualizações »» 120 Média diária

Altemira florida. Quintal. Foto original. 2021.05.22.jpg

Páginas mais visitadas (Visualizações nos últimos 30 dias)

(Recolha realizada hoje, 1 de Julho 2021.)

ANÁLISE:

Os valores globais ultrapassaram as médias habituais, porque houve dois destaques.

Neste mês de Junho, mês dos “Santos Populares”, a rubrica Quadras Tradicionais III  teve 562 visualizações. Este conjunto de quadras versam precisamente essa temática.

Associadas também as “Quadras Tradicionais I” = 45.

As rubricas que têm visualizações mais ou menos regulares, figuram também.

« Alentejo, Meu Alentejo»  95

Cremação: Que Destino dar às Cinzas?!  58

As restantes rubricas foram editadas neste mês de Junho.

Veremos se continuarão a ser visualizadas no futuro.

Altemira florida. Foto original. 2021.05.22.jpg

Ainda...

Páginas mais visitadas: Visualizações no último anoRecolha a 01/07/21

Altemira no quintal. Foto original. 2021.05.22.jpg

E, neste postal, fico por aqui.

Ilustrado com fotos de “Altemira”, do quintal. Fotos originais, para compensar quando publiquei o postal das Quadras Tradicionais III não ter utilizado fotos minhas, que não tinha, nem sabia tirar fotos, à data.

A foto que utilizei foi retirada da net. Se reparar na flor, verá que é “singela”, apenas tem um conjunto de pétalas formando a corola. As que apresento hoje são compostas: várias pétalas constituindo a corola.

Obrigado pela sua atenção!

Painel Setúbal. Foto original. 2021.06.22.jpg

Ainda voltarei a Setúbal!

Me aguarde, SFF.

Na foto, um banquinho para sentar!

 

 

 

 

Setúbal – Jun. 21: Urbanidades!

Passeios e Passeatas (II)

Arte(s) Urbana(s) e Comentários.

Vivenda Setúbal. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Continuamos a viajar por Setúbal. Atividades que não têm nada a ver com passeios propriamente ditos…Mas aproveitamos para passear.

Pela primeira vez, após termos entrado nisto da pandemia da Covid, da qual ainda não saímos, frise-se… sentámo-nos numa esplanada.

Numa pastelaria, com boas guloseimas, de fabrico próprio. Não fixei o nome, hei-de saber. Pessoal muito simpático, atencioso e prestável. Fica numa Praça, cujo nome também não fixei, mas onde figura um obelisco relacionado com o Marquês. (Marquês?! Não o da “Operação Marquês”, mas sim o de Pombal!)

Fica o registo fotográfico e documental, do “amesendamento”.

Esplanada Setúbal. Foto Original. 2021.06.23.jpg

No postal anterior, focámos Arte Urbana, na entrada da Cidade, na Estrada de São Luís da Serra – EN10.

A “Arte Urbana” é um registo artístico, prevalecente, na Cidade Sadina. Também terra natal de Bocage, diga-se. E, a propósito de Elmano Sadino, constato que não tenho nenhum texto deste Poeta no blogue. (Também tenho um poema meu, aos modos de Bocage, mas que nunca me atrevi a divulgá-lo.)

Adiante…

Arte urbana Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

A Arte Urbana, de rua, atual, expressa-se seja sobre a forma de grafiti, quer aos modos de pintura nos mais diversos contextos materiais urbanos, conforme documentei. Hoje, apresento duas outras Obras, uma na parede de um prédio, junto à Avenida Luísa Todi, (Luísa Todi!) e outra numa estrutura da eletricidade ou telefones, ou lá o que seja…

A proliferação deste tipo de Arte que, de facto, embeleza e enriquece qualquer localidade, é também um sinal de que há muita arquitetura degradada nessa cidade, vila ou aldeia. Uma forma de tornar o feio, bonito.

Arte urbana Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

Em Setúbal, há muita construção a caminho do descalabro. Propositadamente, apresentei, no início, a imagem de uma vivenda, talvez de há cem anos ou mais, quando estaria no seu auge. Deixar degradar uma peça artística como esta…

Bem sei que essa atitude é frequentíssima por esse Portugal afora. Peças “Arte Nova, Art Déco”, que o diga Lisboa, que deitou quase toda a Avenida da República abaixo.

Em contrapartida, se tiver um dia oportunidade… Entre no hall da Câmara Municipal e observe, com olhos de ver…

Por vezes, o melhor é mesmo tapar os olhos, como nos diz a peça seguinte.

Praça Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

 

E, por Urbanidades, a foto seguinte: duas senhoras e um cavalheiro, numa bonita e tradicional rua da Cidade. O retomar da "normalidade", em tempos de Covid.

(Não sou apologista de colocar fotos, com Pessoas, mas esta é peculiar. Obrigado e me desculpem os transeuntes.)

Rua de Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

Uma peça comum em qualquer cidade atual: as trotinetas.

Trotineta Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

Acho-as um empecilho, bem como as bicicletas, um perigo nos passeios. Já bastam os cães, que me fazem saltar para a via e os respetivos “presentes”, que me fazem ir sempre a olhar para o chão.

Ficamos por aqui, nesta viagem limitada, limitadíssima.

Algumas questões me ficam sobre “Urbanidades”. Noutro sentido. Talvez noutro postal.

 

Passeios e Passeatas (I): Setúbal (Jun. 21)

Algumas particularidades observadas na Cidade.

Alguns apelos a Autarcas e Munícipes.

Painel Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

No postal anterior, ontem, escrevi que Setúbal é a Princesa do Sado. Não sei se esse é um título que lhe é atribuído, mas poderá bem ser.

Um privilégio que Setúbal tem. Os cidadãos podem pegar nas respetivas trouxas de praia e, a pé, dirigirem-se a banhos, praticamente dentro da Cidade, usufruindo das águas límpidas do Sado. Um sortilégio que Lisboa há muito perdeu.

A envolvência da Serra da Arrábida, nas suas ramificações, é outra das suas especificidades, de realce positivo. Nem refiro Tróia, ali mesmo em frente!

Setubalenses, não se deixem espoliar destas maravilhas naturais que engrandecem a Cidade e vos beneficiam a todos.

Painel Setúbal. Sardinha. Foto original. 2021.06.21.jpg

Outra peculiaridade que observámos pela Cidade é a designada “Arte Urbana”.

A fotos anteriores são precisamente excertos de painel urbano que embeleza a entrada na Cidade Sadina, na “Estrada de S. Luís da Serra”, lado Sul, que não é nem mais nem menos que uma parte da EN10.

Estrada S. Luís da Serra. Foto original. 2021.06.21.jpg

Esse painel enquadra-se na temática evocativa do Mar e da Natureza, conforme documenta a foto seguinte. (E que ermida é aquela que espreita na foto, entre os arbustos?!)

Jardim evocativo mar. Foto original. 2021.06.21.jpg

Um pequeno jardim de hortênsias, lantanas e outras flores, estrutura toda essa envolvência evocativa da Natureza, não apenas a marítima, mas também a terrestre, não apenas a vegetal, mas também a animal. A mineral é a base do próprio painel, o esqueleto: a parede onde ele assenta.

Jardim hortênsias. Foto original. 2021.06.21.jpg

No assento onde figuram as letras de S-E-T-U-B-A-L, toda uma gravilha de materiais minerais, parecendo-me de origem vulcânica.

SETUBAL Painel. Foto Original. 2021.06.21.jpg

(Perdoe-me o Autor da Obra, reproduzir excertos, sem o nomear, mas não consegui alcançar o nome.  Obrigado e parabéns!)

EN10 Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

Tendo percorrido parte desse trajeto da EN10 de, e para os Hospitais, o da Luz e o Anexo do Hospital São Bernardo, pudemos observar a imensidade de tráfego que o percorre. Em ambos os sentidos e em velocidades sempre excessivas.

Já que estamos em maré de eleições autárquicas, aproveito para algumas sugestões, a quem de direito: munícipes e autarcas, independentemente das cores partidárias.

(O passeio que acompanha o painel é importante. Além de bonito.)

Mas é imperioso que haja um passeio de cada lado da EN10 até aos Hospitais, de preferência até à Estação de Serviço da BP.

Lancem-se nessa obra. Munícipes, exijam-na!

É imperioso que haja redução de velocidade. Sinalização a partir da Estação de Serviço. Semáforos em frente do Hospital da Luz.

Alargamento da estrada, barreiras de proteção.

Estacionamentos em todo o lado descendente da EN10 - lado Sul.

(Desde a Estação de Serviço é praticamente possível, não direi em toda a extensão, mas em grande parte dela.)

E, por agora, e por Setúbal, fico por aqui. Mas haverá mais.

 

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