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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Primavera: ou prenúncio, já, de Verão?!

Ainda no Caminho do Boi d'Água de Baixo.

Flores de Macieira...

de Bravo D'Esmolfe:

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(Dois intrusos ou cooperantes? Dois "mosquitos", também polinizadores?!)

Giesta Amarela ou Maio!

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(Esta Giesta já está a caminho do Verão. Já tem os frutos. Pequenas vagens que, secas, lá para Agosto e Setembro, são um maná para as ovelhas!)

Planta de que não sei o nome:

Lembra o Alecrim, mas não é.

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Pinheiro Manso florido:

20240414_185559.jpg

Outra planta cujo nome desconheço:

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E, por aqui, "Aquém-Tejo", termina o passeio campestre. Talvez cheguemos ao "Apeadeiro"!

Mas não apanharemos o comboio, que, embora passando comboios, já deixaram de parar. Há quantos anos?!

Bons passeios, também para Si, Caro/a Leitor/a.

Saúde e Paz!

 

Caminho do Boi D'Água de Baixo - Abril 24.

Papoila Vaidosa!

(Nesta papoila, as pétalas têm coloração e design diferente da que apresentei anteriormente.)

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Jacinto das Searas:

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Feto? Líquene?!

20240409_122241.jpg

(Não sei.)

Giesta Amarela ou Maio!

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E esta planta?!

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(Se lhe disser que este arbusto já titulou um postal, noivando, bem florido, no mês passado?!

Agora, começou a frutificar. O Espinheiro!)

Bons passeios. Boa Primavera. Mas acautele-se com o sol excessivo.

 

… a Caminho do Miradouro

Ao encontro do Pôr do Sol!

Pôr do Sol. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Por Terras de Régio - 2ª Parte

Nova vista do “Cabeço do Mouro”, de junto aos depósitos da água.

Cabeço do mouro. Foto original. 2021.08.02.jpg

Falda da Serra, a montante do Colégio.

Serra. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vê-se a crista da Cidade. Duas habitações antigas, em ruínas. E os campos com as ervas secas e as acácias “tostadas”, pelo efeito de produto que lhes aplicaram, a ver se as erradicam.

(Ervas e acácias secas. A precisarem limpeza.)

Vista da Cidade, perspetiva de Nordeste.

Vista Cidade. Nordeste. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Tronco de sobreiro cortado, resultante de desbaste.

Tronco Sobreiro. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Fazer desbastes aos pinheirais, que bem precisam, no Cabeço do Mouro.

Nova vista da Cidade, já no Passadiço e próximo do Miradouro.

Cidade vista do Passadiço. Foto original. 2021.08.02.jpg

Uma “Catalpa” ou “Árvore dos Feijões”...

Catalpa. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vendo-se, ao fundo, a entrada do Miradouro.

Um excerto do Miradouro e o pôr do sol.

Miradouro. Foto original. 2021.08.02.jpg

(Na imagem inicial, que titula o postal: o pôr do sol, na sua plenitude! A Norte  da Serra da Penha. Ainda era Verão! Agora, apesar de o calor lembrar o Verão, "Verão dos Marmelos", o sol já se põe mais a Sul. Já estamos no Outono.)

Estes postais, para além de mostrarem a beleza da Cidade de Régio, dos agradáveis passeios pelos campos, das vistas de conjunto ou de pormenor, também pretendem alertar para:

Necessidade de limpeza dos campos. As encostas acima do Colégio, todo o ervaçal seco e as acácias “tostadas” precisam ser cortadas.

As encostas do “Cabeço do Mouro” estão infestadas de pinheiros, imensa caruma no chão, matos. É urgente a respetiva limpeza. Os particulares / donos. Não intervindo estes, as Entidades Públicas devem intervir. INCF, Parque S. Mamede, Câmara Municipal, Bombeiros. O corte de todos aqueles pinheiros deve render uma boa pipa de massa!

Promover a caça dos javalis. Os parques naturais não podem ficar reféns de fundamentalismos ambientalistas, que impeçam a intervenção humana. Não se pode deixar tudo ao abandono, à espera do próximo incêndio devastador.

Criar centros de recolha de materiais lenhosos e herbáceos para centrais de produção de biomassa e energia subsequente. Criar unidades de produção de energia a partir da biomassa.

Nos terrenos a montante do Colégio e Hospital, onde as acácias pontificavam, plantar: sobreiros, azinheiras, carvalhos, medronheiros. Não plantar nem semear pinheiros. Pelo contrário, desbastá-los, cortar o máximo que puderem, especialmente os bravos. 

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita Saúde.

Faça bons Passeios e Passeatas. Não deixe lixo, SFF!

 

Passeio do Boi D’Água ao Miradouro!

Por Terras de Régio

No dia dois de Agosto realizámos uma passeata em conjunto. Depois, os afazeres têm dificultado esses passeios.

Fomos até ao “Boi D’Água”. Aonde já não íamos há algum tempo.

Vista do cerro a montante do Boi D’Água, onde pontifica o Cabeço do Mouro.

Boi D'Água. Foto original. 2021.08.02.jpg

Voltámos, para seguirmos na direção da Serra e passarmos junto dos depósitos de água.

Sinais de trajetos de javalis. Javalinices!

Javalinices. Foto original. 2021.08.02.jpg

É imperiosa a caça a estes bichos, apesar de alguns fundamentalismos, que acham que a bicharada deve proliferar a seu bel-prazer.

Planta que desconheço e que me intriga sobremaneira.

Planta desconhecida. Foto original. 2021.08.02.jpg

Frutos de giesta.

Frutos giesta. Foto original. 2021.08.02.jpg

Caídas no chão, as respetivas sementes. No Verão, são um maná para as ovelhas.

E as deliciosas amoras! Quem gosta? Quem gosta?

Amoras. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vista da Cidade, no início do caminho para o Boi D’Água.

Vista Cidade. Foto original. 2021.08.02.jpg

(E encontrámos muitos sinais de javalinices. Algumas humanas, desnecessárias: lixos!)

Caro/a Leitor/a, ficamos por aqui, nesta 1ª parte de uma passeata realizada já em Agosto. Mas o calor que está, só lembra esse tempo. Para o bem e para o mal. Estamos no designado "Verão dos Marmelos".

Muita Saúde! E Obrigado!

 

 

Fonte do Salto: Descrição de João Guerreiro da Purificação

Fonte do Salto. Foto original. 2021.07.11.jpg

A Fonte do Salto – Aldeia da Mata

Fonte do Salto. Foto original. 2021.07.11.jpg

«Esta fonte começou por ser de mergulho, como muitas que há espalhadas pelo campo, feitas em pedra solta. Um dia o Senhor Joaquim Pedro Dias, homem que tinha gosto em tratar das fontes, mandou modificar a do Salto nesta maneira. A fonte, quando era de mergulho, situava-se detrás da arca que hoje lá está, encostada ao terreno do Senhor António Marques, mas dentro da Azinhaga. Como a fonte tinha uma boa nascente, mas de má acesso, esse senhor mandou fazer a seguinte obra. Fez-se um pequeno depósito, colocaram uns cascos de pedra e taparam. O resto da fonte que ficou à vista foi rebocada e caiada. Dessa mini-arca foram postos canos e soterradas até ao depósito que está na retaguarda da Fonte do Salto de hoje, onde até essa altura era uma ribanceira, e foi feita toda a estrutura que lá está em alvenaria, tanto o poial, o tanque, como esta pedra trabalhada para colocar as vasilhas a encher. A bica era de pilão e o ladrão é ainda o que lá está de cor escura, mas sem correr. Resumindo, a Fonte do Salto que hoje muito admiramos foi feita em 1908.

Os anos passaram e como continuava a haver grande escassez de água na nossa terra, a Câmara mandou explorar melhor a nascente da antiga fonte de mergulho. Então, em 1937, com o Senhor António Tavares Valério da Silva em vereador, foi feito esse serviço e foi a última obra na fonte até esta data. Estas obras ali feitas foram as seguintes: no local onde era a fonte de mergulho, foi aberto um poço até dar ponto com a fonte, e a uma certa fundura foi tapado com cascões de pedra. Depois levou cascalho a seguir areão e por fim saibro e terra.

Arca da fonte. Foto original. 2021.07.11.jpg

Nessa mesma altura e junto a este poço, foi construída a arca da fonte, que embora tenha nascentes, está a receber a água do poço e com melhor caudal, mas a maior força é proveniente do fundo. Canalizada de novo a água à fonte, começou a haver mais deste precioso líquido nas bicas. Nesta altura as obras na Fonte do Salto foram só estas: trocaram a torneira de pilão por uma de botão como a que tem e foi colocado um novo ladrão em metal amarelo. Da fonte à arca são 50 passos.

Depósito da fonte. Foto Original. 2021.07.11.jpg

Os pedreiros do poço e da arca foram:

Augusto Ferreira e Álvaro Ferreira.

E os trabalhadores que abriram o poço à arca e a vala, foram:

O encarregado – Joaquim Isidoro Farinha

Francisco Belo Nunes

Isidoro Belo Guerreiro

Henrique da Rosa Apolinário (o Malgueira)

António Agostinho Martins (António Tabaco)

António Filipe (da Gaia).»

******

In.

“A Nossa Terra” – Purificação, João Guerreiro da – Há Cultura / Associação de Amizade à Infância e Terceira Idade de Aldeia da Mata, 2000. Pag.s 145, 146.

 

Ponte do Salto. Saída. Foto Original. 2021.07.11.jpg

(A Ponte do Salto: Saída da Fonte, a caminho da Aldeia. Um passeio a fazer, a pé!)

Notas Finais:

Resolvi publicar este texto, para registar online, o processo de construção de uma obra merecedora de realce e engrandecimento. Digna de visita. De saborear tão preciosa água.

Os negritos são de minha autoria, para realçar alguns aspetos que julgo fundamentais.

Acompanho o texto de fotos elucidativas. Também deverá consultar postal anterior sobre o assunto.

Se utilizar texto ou fotos, cite as respetivas fontes. Obrigado! Muita Saúde. Beba água! SFF!

 

Sabe que Planta é esta (XIV)?!

Olhar as Plantas: um exercício de (Re)Conhecimento.

Giesta rebentando II. Foto original. 2021.07.06.jpg

Se olhasse para a foto anterior e não a tivesse tirado, e visto a planta in loco, também não saberia.

São ainda fotografias das Passeatas pela Serra, após terem andado nos trabalhos de limpezas dos matos e infestantes.

E perante a seguinte, já consegue identificar a planta? É planta com os frutos.

Giesta frutificada I. Foto Original. 2021.05.jpg

São seres diferentes, mas da mesma espécie. Também da Serra.

E perante esta última foto, um pouco desfocada é certo, já consegue identificar?

Foto0437 Primavera é esperança 2014.jpg

Pois, exatamente, são exemplares de giestas amarelas, sempre tão abundantes nos nossos campos primaveris do Alentejo.

Obrigado pela sua atenção e votos de muita saúde. E bons passeios, mas resguarde-se do calor!

 

Um Sol?! Uma Cratera?!

Abstrações: Texturas e Contexturas II.

Pintura Abstrata Natural II

Sabe que Planta é esta (XII)?!

Corte de sobreiro. Foto original. 2021.07.06. jpg

Ainda na Serra e imaginariamente num mundo pictórico.

O resultado de um corte numa Árvore Autóctone, marcante nestes nossos territórios.

Cortes  sobreiros. Foto Original. 2021.07.06. jpg

Evidentemente que conhece e sabe que Planta / Árvore é esta.

Os cortes proporcionam imagens pictóricas muito sugestivas.

São estas pequenas coisas que podemos contemplar nos passeios e passeatas pelos nossos campos, planícies e serras, em contacto com a Natureza.

Bons passeios e passeatas.

Agora estamos no ir de caminhadas pelas praias. Já estamos em dívida com a Costa! A Costa, frise-se!

E a imagem inicial, lembra-lhe um Sol?

Uma Cratera?

O que lhe lembra?!

Saúde!

 

Fontes de Aldeia

Passeios e Passeatas (V)

Fonte do Salto

Fonte do Salto. Foto original. 2021.07.11.jpg

Fonte da Bica

Fonte da Bica. Foto original. 2021.07.09.jpg

Fonte do Boneco

Fonte do Boneco. Foto Original. 2021.07.09.jpg

Fonte de Alter

Fonte de Alter. Foto Original. 2021.07.09. jpg

Fonte da Ordem

Fonte da Ordem. Foto original. 2021.07.09.jpg

Fonte das Pulhas

Fonte das Pulhas. Foto original. 2021.07.08.jpg

Duas Quadras de João Guerreiro da Purificação 

Quadras do Srº João. Foto original. 2021.07.08.jpg

As Fontes estão ou não bonitas? Convidam a passeios e passeatas.

(Parabéns e Obrigado a todos que contribuíram para tal.)

E as Quadras?! Bem bonitas também e com bons conselhos.

 

Passeios por Aquém – Tejo!

Passeios e Passeatas (IV)

Aldeias, Vilas e Cidades: Excertos Fotográficos.

Na continuação dos postais anteriores, ainda vou publicar algumas fotos de passeios em diversas localidades. Todas de Aquém – Tejo.

Aldeias, Vilas ou Cidades em que ainda não houve a oportunidade de terem um postal específico, mas que um dia, haja tempo e vagar, terão.

De algumas o registo resultou de visita propositada. De outras aconteceu no contexto de outras realizações. Algumas “viagens” ocorreram ainda antes desta “Coisa da Covid”.

Arte Urbana. Crato. Foto Original. 2021.05.10.jpg

A 1ª foto, Maio, 21, Arte Urbana, com as suas peculiaridades: em prédio degradado, extremamente imaginativa, criativa. A merecer mais atenção, futuramente. Uma verdadeira Obra de Arte! E... "Talho"...

Na Vila do Crato, sede de concelho, localidade antiquíssima. Merecedora de visita pormenorizada.

Alter do Chão. Castelo. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 2ª foto, Fev., 18: Castelo de Alter do Chão. Fizemos visita. Voltaremos!

Alter Pedroso. Igreja. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 3ª foto, na data anterior: Igreja Matriz de Alter Pedroso.

Castelo de Vide. Porta. Foto original. 2018.02.22.jpg

A 4ª foto, no mesmo ano e mês, no dia seguinte: Um excerto de uma porta característica de Castelo de Vide.

Portagem. Foto Original. 2018.04.01.jpg

A 5ª foto, em Abril, 2018. Portagem: os choupos, ainda com vestes invernais, enquadram a torre guardiã da ponte da portagem.

Estas quatro últimas fotos resultaram de visitas propositadas e não são da minha autoria. À data, não me entendia ainda com estas modernices destes novos telemóveis! São de Autoria da minha Mentora!

A primeira foto, já do “artista” resultou de visita casual.

Alagoa. Foto original. 2020.04.21.jpg

A 6ª foto, Abril do ano passado – 2020: Alagoa. Uma porta, uma janela, abrindo vistas para um quintal, onde figura uma chaminé antiga, certamente de  um forno.

Ponte de Benavila. Foto original. 2019.10.03.jpg

A 7ª foto, Outubro 2019: a Ponte de Benavila sobre a Ribeira de Serrazola, parte da Barragem do Maranhão, na sequência da seca que grassava já há vários anos, antes das tempestades que trariam água, mas só em Dezembro desse ano.

Fica junto do Santuário da Senhora de Entre Águas, local de venerações milenares. Onde esta Ribeira se junta com a Ribeira de Seda.

Estremoz. Empedrado. Foto original. 2021.01.05.jpg

A 8ª foto, deste ano 2021, Janeiro: empedrado do chão da Cidade de Estremoz, mármore e basalto. Uma Cidade a merecer uma visão diferente. Merece um postal ou vários. Já falámos várias vezes desta Cidade, aonde passamos com muita frequência.

Não se esqueçam da alternativa rodoviária à passagem pelas rotundas da Cidade, continuação do IP2. É urgente!

E a rotunda junto da Escola Secundária?!?! ... ?!?!

Serra da Arrábida. Foto original. 2019.04.11.jp

A 9ª foto, de Abril de 2019: vista da Serra da Arrábida, a partir do Castelo de Sesimbra, já aqui divulgado em postal, na sequência de visita propositadamente realizada.

Assim fazemos a ligação com os postais sobre Setúbal. E quero publicar um poema sobre a Serra. Não será de minha autoria, nem de nenhum poeta muito consagrado.

Nos aguarde, SFF! Saúde! Bons passeios!

 

 

 

Setúbal (III) – Ruralidades - Rusticidades

Passeios e Passeatas (III)

Encostas da Serra. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Nestes passeios e passeatas de início de Verão, no contexto de atividades em Setúbal, que isto de estar reformado, não nos isenta de termos “coisas” para fazer. O primeiro contacto que tivemos com o enquadramento da Cidade foi precisamente no Campo.

A EN10, trânsito imenso, velocidades de meter medo ao susto, proporcionou-nos a possibilidade de, descansando um pouco, observarmos os campos que desaguam na Cidade Sadina.

Serra São Luís. Foto original. 2021.06.21.jpg

A Serra de São Luís proporcionará ótimos passeios pedestres, alguns assinalados. Locais emblemáticos espalhados pelos montes, guardando tradições centenárias ou viveres modernos adaptados à Natureza.  As marcas de antigas pedreiras, algumas relativamente recentes, entretanto desativadas. Antes que a Serra ficasse cariada, conforme mostram as cicatrizes dessa prática. Também pudemos observar a preferência de ciclistas que frequentemente trilham esses caminhos desbravando a Serra, a partir da Estrada Nacional. Também caminhantes.

Flores no campo. Foto original. 2021.06.21. jpg

Sendo nós despertos para as coisas simples da Natureza não deixámos de nos fascinar com a realidade natural que observámos.

É esse registo documental fotográfico que apresento neste postal nº 932, subordinado ao tema Ruralidades, contraponto a anteriores de “Urbanidades”!

Corriola. Foto original. 2021.06.22.jpg

Fotos de corriolas ou verdizelas, as habituais, de cor branca.

Flor no campo. Foto original. 2021.06.23.jpg

Outras plantinhas de flores em corola semelhantes à verdizela, mas de cores que nunca havia visto: azul e cor-de-rosa, na 3ª foto.

Encosta da Serra. Foto original. 2021.06.22.jpg

Imagens da Serra, não sei se a vertente visível ainda é a de São Luís.  A Serra da Arrábida, designação global, ganha nomes específicos. Trânsito bem visível. As faldas da Serra, campos de onde terão obtido fenos. Quintas espalhadas pelas encostas. A sempre omnipresente EN10 e o trânsito efervescente de velocidade e tráfego.

Zambujeiro com azeitona. Foto original. 2021.06.22.jpg

Vislumbra-se o manto arbóreo denso, pinheirais e as árvores e os arbustos autóctones: aroeiras, zambujeiros, na foto anterior, roseiras bravas…. Funchos, na 1ª foto.

Plantas cujo nome desconheço, mas que são muito abundantes:

Planta pegajosa. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Planta campestre. Foto Original. 2021.06.23. jpg

Vinhas, que estas terras são de bons vinhos. Palmela e Setúbal estão imbrincadas uma na outra.

Plantinhas de flor azul, que há por todo o lado, mas que não sei nome:

Planta campestre. Foto original. 2021.06.21.jpg

Mesmo no Verão, na Natureza nunca deixa de ser Primavera. Há sempre plantas em floração. Até no Inverno e Outono!

E, não esquecer, a quem de direito:

É fundamental a construção de passeios nas bermas dessa Estrada Nacional 10, pelo menos até às bombas da BP. Estacionamentos... Ler postais anteriores, SFF!

 

E a quem é torto por natureza:

Não deixem lixo na Natureza. (Estes portugueses… e portuguesas?!)

 

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