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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Fonte do Salto: Descrição de João Guerreiro da Purificação

Fonte do Salto. Foto original. 2021.07.11.jpg

A Fonte do Salto – Aldeia da Mata

Fonte do Salto. Foto original. 2021.07.11.jpg

«Esta fonte começou por ser de mergulho, como muitas que há espalhadas pelo campo, feitas em pedra solta. Um dia o Senhor Joaquim Pedro Dias, homem que tinha gosto em tratar das fontes, mandou modificar a do Salto nesta maneira. A fonte, quando era de mergulho, situava-se detrás da arca que hoje lá está, encostada ao terreno do Senhor António Marques, mas dentro da Azinhaga. Como a fonte tinha uma boa nascente, mas de má acesso, esse senhor mandou fazer a seguinte obra. Fez-se um pequeno depósito, colocaram uns cascos de pedra e taparam. O resto da fonte que ficou à vista foi rebocada e caiada. Dessa mini-arca foram postos canos e soterradas até ao depósito que está na retaguarda da Fonte do Salto de hoje, onde até essa altura era uma ribanceira, e foi feita toda a estrutura que lá está em alvenaria, tanto o poial, o tanque, como esta pedra trabalhada para colocar as vasilhas a encher. A bica era de pilão e o ladrão é ainda o que lá está de cor escura, mas sem correr. Resumindo, a Fonte do Salto que hoje muito admiramos foi feita em 1908.

Os anos passaram e como continuava a haver grande escassez de água na nossa terra, a Câmara mandou explorar melhor a nascente da antiga fonte de mergulho. Então, em 1937, com o Senhor António Tavares Valério da Silva em vereador, foi feito esse serviço e foi a última obra na fonte até esta data. Estas obras ali feitas foram as seguintes: no local onde era a fonte de mergulho, foi aberto um poço até dar ponto com a fonte, e a uma certa fundura foi tapado com cascões de pedra. Depois levou cascalho a seguir areão e por fim saibro e terra.

Arca da fonte. Foto original. 2021.07.11.jpg

Nessa mesma altura e junto a este poço, foi construída a arca da fonte, que embora tenha nascentes, está a receber a água do poço e com melhor caudal, mas a maior força é proveniente do fundo. Canalizada de novo a água à fonte, começou a haver mais deste precioso líquido nas bicas. Nesta altura as obras na Fonte do Salto foram só estas: trocaram a torneira de pilão por uma de botão como a que tem e foi colocado um novo ladrão em metal amarelo. Da fonte à arca são 50 passos.

Depósito da fonte. Foto Original. 2021.07.11.jpg

Os pedreiros do poço e da arca foram:

Augusto Ferreira e Álvaro Ferreira.

E os trabalhadores que abriram o poço à arca e a vala, foram:

O encarregado – Joaquim Isidoro Farinha

Francisco Belo Nunes

Isidoro Belo Guerreiro

Henrique da Rosa Apolinário (o Malgueira)

António Agostinho Martins (António Tabaco)

António Filipe (da Gaia).»

******

In.

“A Nossa Terra” – Purificação, João Guerreiro da – Há Cultura / Associação de Amizade à Infância e Terceira Idade de Aldeia da Mata, 2000. Pag.s 145, 146.

 

Ponte do Salto. Saída. Foto Original. 2021.07.11.jpg

(A Ponte do Salto: Saída da Fonte, a caminho da Aldeia. Um passeio a fazer, a pé!)

Notas Finais:

Resolvi publicar este texto, para registar online, o processo de construção de uma obra merecedora de realce e engrandecimento. Digna de visita. De saborear tão preciosa água.

Os negritos são de minha autoria, para realçar alguns aspetos que julgo fundamentais.

Acompanho o texto de fotos elucidativas. Também deverá consultar postal anterior sobre o assunto.

Se utilizar texto ou fotos, cite as respetivas fontes. Obrigado! Muita Saúde. Beba água! SFF!

 

Sabe que Planta é esta (XIV)?!

Olhar as Plantas: um exercício de (Re)Conhecimento.

Giesta rebentando II. Foto original. 2021.07.06.jpg

Se olhasse para as duas primeiras fotos e não as tivesse tirado, e visto a planta in loco, também não saberia.

Giesta rebentando I. Foto original. 2021.07.06.jpg

São ainda fotografias das Passeatas pela Serra, após terem andado nos trabalhos de limpezas dos matos e infestantes.

E perante as duas seguintes, já consegue identificar a planta? São plantas com os frutos.

Giesta frutificada I. Foto Original. 2021.05.jpg

São seres diferentes, mas da mesma espécie. Também da Serra.

Giesta frutificada II. Foto Original. 2021.05.11.jpg

E perante esta última foto, um pouco desfocada é certo, já consegue identificar?

Foto0437 Primavera é esperança 2014.jpg

Pois, exatamente, são exemplares de giestas amarelas, sempre tão abundantes nos nossos campos primaveris do Alentejo.

Obrigado pela sua atenção e votos de muita saúde. E bons passeios, mas resguarde-se do calor!

 

Um Sol?! Uma Cratera?!

Abstrações: Texturas e Contexturas II.

Pintura Abstrata Natural II

Sabe que Planta é esta (XII)?!

Corte de sobreiro. Foto original. 2021.07.06. jpg

Ainda na Serra e imaginariamente num mundo pictórico.

O resultado de um corte numa Árvore Autóctone, marcante nestes nossos territórios.

Cortes  sobreiros. Foto Original. 2021.07.06. jpg

Evidentemente que conhece e sabe que Planta / Árvore é esta.

Os cortes proporcionam imagens pictóricas muito sugestivas.

Cortes de sobreiros. Foto original. 2021.07.06.jpg

São estas pequenas coisas que podemos contemplar nos passeios e passeatas pelos nossos campos, planícies e serras, em contacto com a Natureza.

Cortes sobreiros. Foto Original. 2021.07.06. jpg

Bons passeios e passeatas.

Agora estamos no ir de caminhadas pelas praias. Já estamos em dívida com a Costa! A Costa, frise-se!

E a imagem inicial, lembra-lhe um Sol?

Uma Cratera?

O que lhe lembra?!

Saúde!

 

Fontes de Aldeia

Passeios e Passeatas (V)

Fonte do Salto

Fonte do Salto. Foto original. 2021.07.11.jpg

Fonte da Bica

Fonte da Bica. Foto original. 2021.07.09.jpg

Fonte do Boneco

Fonte do Boneco. Foto Original. 2021.07.09.jpg

Fonte de Alter

Fonte de Alter. Foto Original. 2021.07.09. jpg

Fonte da Ordem

Fonte da Ordem. Foto original. 2021.07.09.jpg

Fonte das Pulhas

Fonte das Pulhas. Foto original. 2021.07.08.jpg

Duas Quadras de João Guerreiro da Purificação 

Quadras do Srº João. Foto original. 2021.07.08.jpg

As Fontes estão ou não bonitas? Convidam a passeios e passeatas.

(Parabéns e Obrigado a todos que contribuíram para tal.)

E as Quadras?! Bem bonitas também e com bons conselhos.

 

Passeios por Aquém – Tejo!

Passeios e Passeatas (IV)

Aldeias, Vilas e Cidades: Excertos Fotográficos.

Na continuação dos postais anteriores, ainda vou publicar algumas fotos de passeios em diversas localidades. Todas de Aquém – Tejo.

Aldeias, Vilas ou Cidades em que ainda não houve a oportunidade de terem um postal específico, mas que um dia, haja tempo e vagar, terão.

De algumas o registo resultou de visita propositada. De outras aconteceu no contexto de outras realizações. Algumas “viagens” ocorreram ainda antes desta “Coisa da Covid”.

Arte Urbana. Crato. Foto Original. 2021.05.10.jpg

A 1ª foto, Maio, 21, Arte Urbana, com as suas peculiaridades: em prédio degradado, extremamente imaginativa, criativa. A merecer mais atenção, futuramente. Uma verdadeira Obra de Arte! E... "Talho"...

Na Vila do Crato, sede de concelho, localidade antiquíssima. Merecedora de visita pormenorizada.

Alter do Chão. Castelo. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 2ª foto, Fev., 18: Castelo de Alter do Chão. Fizemos visita. Voltaremos!

Alter Pedroso. Igreja. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 3ª foto, na data anterior: Igreja Matriz de Alter Pedroso.

Castelo de Vide. Porta. Foto original. 2018.02.22.jpg

A 4ª foto, no mesmo ano e mês, no dia seguinte: Um excerto de uma porta característica de Castelo de Vide.

Portagem. Foto Original. 2018.04.01.jpg

A 5ª foto, em Abril, 2018. Portagem: os choupos, ainda com vestes invernais, enquadram a torre guardiã da ponte da portagem.

Estas quatro últimas fotos resultaram de visitas propositadas e não são da minha autoria. À data, não me entendia ainda com estas modernices destes novos telemóveis! São de Autoria da minha Mentora!

A primeira foto, já do “artista” resultou de visita casual.

Alagoa. Foto original. 2020.04.21.jpg

A 6ª foto, Abril do ano passado – 2020: Alagoa. Uma porta, uma janela, abrindo vistas para um quintal, onde figura uma chaminé antiga, certamente de  um forno.

Ponte de Benavila. Foto original. 2019.10.03.jpg

A 7ª foto, Outubro 2019: a Ponte de Benavila sobre a Ribeira de Serrazola, parte da Barragem do Maranhão, na sequência da seca que grassava já há vários anos, antes das tempestades que trariam água, mas só em Dezembro desse ano.

Fica junto do Santuário da Senhora de Entre Águas, local de venerações milenares. Onde esta Ribeira se junta com a Ribeira de Seda.

Estremoz. Empedrado. Foto original. 2021.01.05.jpg

A 8ª foto, deste ano 2021, Janeiro: empedrado do chão da Cidade de Estremoz, mármore e basalto. Uma Cidade a merecer uma visão diferente. Merece um postal ou vários. Já falámos várias vezes desta Cidade, aonde passamos com muita frequência.

Não se esqueçam da alternativa rodoviária à passagem pelas rotundas da Cidade, continuação do IP2. É urgente!

E a rotunda junto da Escola Secundária?!?! ... ?!?!

Serra da Arrábida. Foto original. 2019.04.11.jp

A 9ª foto, de Abril de 2019: vista da Serra da Arrábida, a partir do Castelo de Sesimbra, já aqui divulgado em postal, na sequência de visita propositadamente realizada.

Assim fazemos a ligação com os postais sobre Setúbal. E quero publicar um poema sobre a Serra. Não será de minha autoria, nem de nenhum poeta muito consagrado.

Nos aguarde, SFF! Saúde! Bons passeios!

 

 

 

Setúbal (III) – Ruralidades - Rusticidades

Passeios e Passeatas (III)

Encostas da Serra. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Nestes passeios e passeatas de início de Verão, no contexto de atividades em Setúbal, que isto de estar reformado, não nos isenta de termos “coisas” para fazer. O primeiro contacto que tivemos com o enquadramento da Cidade foi precisamente no Campo.

A EN10, trânsito imenso, velocidades de meter medo ao susto, proporcionou-nos a possibilidade de, descansando um pouco, observarmos os campos que desaguam na Cidade Sadina.

Serra São Luís. Foto original. 2021.06.21.jpg

A Serra de São Luís proporcionará ótimos passeios pedestres, alguns assinalados. Locais emblemáticos espalhados pelos montes, guardando tradições centenárias ou viveres modernos adaptados à Natureza.  As marcas de antigas pedreiras, algumas relativamente recentes, entretanto desativadas. Antes que a Serra ficasse cariada, conforme mostram as cicatrizes dessa prática. Também pudemos observar a preferência de ciclistas que frequentemente trilham esses caminhos desbravando a Serra, a partir da Estrada Nacional. Também caminhantes.

Flores no campo. Foto original. 2021.06.21. jpg

Sendo nós despertos para as coisas simples da Natureza não deixámos de nos fascinar com a realidade natural que observámos.

É esse registo documental fotográfico que apresento neste postal nº 932, subordinado ao tema Ruralidades, contraponto a anteriores de “Urbanidades”!

Corriola. Foto original. 2021.06.22.jpg

Fotos de corriolas ou verdizelas, as habituais, de cor branca.

Flor no campo. Foto original. 2021.06.23.jpg

Outras plantinhas de flores em corola semelhantes à verdizela, mas de cores que nunca havia visto: azul e cor-de-rosa, na 3ª foto.

Encosta da Serra. Foto original. 2021.06.22.jpg

Imagens da Serra, não sei se a vertente visível ainda é a de São Luís.  A Serra da Arrábida, designação global, ganha nomes específicos. Trânsito bem visível. As faldas da Serra, campos de onde terão obtido fenos. Quintas espalhadas pelas encostas. A sempre omnipresente EN10 e o trânsito efervescente de velocidade e tráfego.

Zambujeiro com azeitona. Foto original. 2021.06.22.jpg

Vislumbra-se o manto arbóreo denso, pinheirais e as árvores e os arbustos autóctones: aroeiras, zambujeiros, na foto anterior, roseiras bravas…. Funchos, na 1ª foto.

Plantas cujo nome desconheço, mas que são muito abundantes:

Planta pegajosa. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Planta campestre. Foto Original. 2021.06.23. jpg

Vinhas, que estas terras são de bons vinhos. Palmela e Setúbal estão imbrincadas uma na outra.

Plantinhas de flor azul, que há por todo o lado, mas que não sei nome:

Planta campestre. Foto original. 2021.06.21.jpg

Mesmo no Verão, na Natureza nunca deixa de ser Primavera. Há sempre plantas em floração. Até no Inverno e Outono!

E, não esquecer, a quem de direito:

É fundamental a construção de passeios nas bermas dessa Estrada Nacional 10, pelo menos até às bombas da BP. Estacionamentos... Ler postais anteriores, SFF!

 

E a quem é torto por natureza:

Não deixem lixo na Natureza. (Estes portugueses… e portuguesas?!)

 

Setúbal – Jun. 21: Urbanidades!

Passeios e Passeatas (II)

Arte(s) Urbana(s) e Comentários.

Vivenda Setúbal. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Continuamos a viajar por Setúbal. Atividades que não têm nada a ver com passeios propriamente ditos…Mas aproveitamos para passear.

Pela primeira vez, após termos entrado nisto da pandemia da Covid, da qual ainda não saímos, frise-se… sentámo-nos numa esplanada.

Numa pastelaria, com boas guloseimas, de fabrico próprio. Não fixei o nome, hei-de saber. Pessoal muito simpático, atencioso e prestável. Fica numa Praça, cujo nome também não fixei, mas onde figura um obelisco relacionado com o Marquês. (Marquês?! Não o da “Operação Marquês”, mas sim o de Pombal!)

Fica o registo fotográfico e documental, do “amesendamento”.

Esplanada Setúbal. Foto Original. 2021.06.23.jpg

No postal anterior, focámos Arte Urbana, na entrada da Cidade, na Estrada de São Luís da Serra – EN10.

A “Arte Urbana” é um registo artístico, prevalecente, na Cidade Sadina. Também terra natal de Bocage, diga-se. E, a propósito de Elmano Sadino, constato que não tenho nenhum texto deste Poeta no blogue. (Também tenho um poema meu, aos modos de Bocage, mas que nunca me atrevi a divulgá-lo.)

Adiante…

Arte urbana Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

A Arte Urbana, de rua, atual, expressa-se seja sobre a forma de grafiti, quer aos modos de pintura nos mais diversos contextos materiais urbanos, conforme documentei. Hoje, apresento duas outras Obras, uma na parede de um prédio, junto à Avenida Luísa Todi, (Luísa Todi!) e outra numa estrutura da eletricidade ou telefones, ou lá o que seja…

A proliferação deste tipo de Arte que, de facto, embeleza e enriquece qualquer localidade, é também um sinal de que há muita arquitetura degradada nessa cidade, vila ou aldeia. Uma forma de tornar o feio, bonito.

Arte urbana Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

Em Setúbal, há muita construção a caminho do descalabro. Propositadamente, apresentei, no início, a imagem de uma vivenda, talvez de há cem anos ou mais, quando estaria no seu auge. Deixar degradar uma peça artística como esta…

Bem sei que essa atitude é frequentíssima por esse Portugal afora. Peças “Arte Nova, Art Déco”, que o diga Lisboa, que deitou quase toda a Avenida da República abaixo.

Em contrapartida, se tiver um dia oportunidade… Entre no hall da Câmara Municipal e observe, com olhos de ver…

Por vezes, o melhor é mesmo tapar os olhos, como nos diz a peça seguinte.

Praça Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

 

E, por Urbanidades, a foto seguinte: duas senhoras e um cavalheiro, numa bonita e tradicional rua da Cidade. O retomar da "normalidade", em tempos de Covid.

(Não sou apologista de colocar fotos, com Pessoas, mas esta é peculiar. Obrigado e me desculpem os transeuntes.)

Rua de Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

Uma peça comum em qualquer cidade atual: as trotinetas.

Trotineta Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

Acho-as um empecilho, bem como as bicicletas, um perigo nos passeios. Já bastam os cães, que me fazem saltar para a via e os respetivos “presentes”, que me fazem ir sempre a olhar para o chão.

Ficamos por aqui, nesta viagem limitada, limitadíssima.

Algumas questões me ficam sobre “Urbanidades”. Noutro sentido. Talvez noutro postal.

 

Passeios e Passeatas (I): Setúbal (Jun. 21)

Algumas particularidades observadas na Cidade.

Alguns apelos a Autarcas e Munícipes.

Painel Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

No postal anterior, ontem, escrevi que Setúbal é a Princesa do Sado. Não sei se esse é um título que lhe é atribuído, mas poderá bem ser.

Um privilégio que Setúbal tem. Os cidadãos podem pegar nas respetivas trouxas de praia e, a pé, dirigirem-se a banhos, praticamente dentro da Cidade, usufruindo das águas límpidas do Sado. Um sortilégio que Lisboa há muito perdeu.

A envolvência da Serra da Arrábida, nas suas ramificações, é outra das suas especificidades, de realce positivo. Nem refiro Tróia, ali mesmo em frente!

Setubalenses, não se deixem espoliar destas maravilhas naturais que engrandecem a Cidade e vos beneficiam a todos.

Painel Setúbal. Sardinha. Foto original. 2021.06.21.jpg

Outra peculiaridade que observámos pela Cidade é a designada “Arte Urbana”.

A fotos anteriores são precisamente excertos de painel urbano que embeleza a entrada na Cidade Sadina, na “Estrada de S. Luís da Serra”, lado Sul, que não é nem mais nem menos que uma parte da EN10.

Estrada S. Luís da Serra. Foto original. 2021.06.21.jpg

Esse painel enquadra-se na temática evocativa do Mar e da Natureza, conforme documenta a foto seguinte. (E que ermida é aquela que espreita na foto, entre os arbustos?!)

Jardim evocativo mar. Foto original. 2021.06.21.jpg

Um pequeno jardim de hortênsias, lantanas e outras flores, estrutura toda essa envolvência evocativa da Natureza, não apenas a marítima, mas também a terrestre, não apenas a vegetal, mas também a animal. A mineral é a base do próprio painel, o esqueleto: a parede onde ele assenta.

Jardim hortênsias. Foto original. 2021.06.21.jpg

No assento onde figuram as letras de S-E-T-U-B-A-L, toda uma gravilha de materiais minerais, parecendo-me de origem vulcânica.

SETUBAL Painel. Foto Original. 2021.06.21.jpg

(Perdoe-me o Autor da Obra, reproduzir excertos, sem o nomear, mas não consegui alcançar o nome.  Obrigado e parabéns!)

EN10 Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

Tendo percorrido parte desse trajeto da EN10 de, e para os Hospitais, o da Luz e o Anexo do Hospital São Bernardo, pudemos observar a imensidade de tráfego que o percorre. Em ambos os sentidos e em velocidades sempre excessivas.

Já que estamos em maré de eleições autárquicas, aproveito para algumas sugestões, a quem de direito: munícipes e autarcas, independentemente das cores partidárias.

(O passeio que acompanha o painel é importante. Além de bonito.)

Mas é imperioso que haja um passeio de cada lado da EN10 até aos Hospitais, de preferência até à Estação de Serviço da BP.

Lancem-se nessa obra. Munícipes, exijam-na!

É imperioso que haja redução de velocidade. Sinalização a partir da Estação de Serviço. Semáforos em frente do Hospital da Luz.

Alargamento da estrada, barreiras de proteção.

Estacionamentos em todo o lado descendente da EN10 - lado Sul.

(Desde a Estação de Serviço é praticamente possível, não direi em toda a extensão, mas em grande parte dela.)

E, por agora, e por Setúbal, fico por aqui. Mas haverá mais.

 

Passeios e Passeatas (Retrospetiva)

Estruturação de Área Temática

Aldeia. Foto Original. 2021.05.22.jpg

 

Resolvi estruturar uma Área Temática no blogue, subordinada ao título supracitado.

Postais genérica ou especificamente ligados a este tema, tenho vindo a publicar vários.

Neles, divulguei alguns aspetos de interesse de Localidades Portuguesas. (No futuro, eventualmente estrangeiras, quando surgir essa oportunidade.)

Essa divulgação fotográfica concretizou-se após visitas a Aldeias, Vilas ou Cidades do nosso País.

Visitas, algumas vezes, “organizadas” propositadamente com esse fim.

Outras vezes, face a circunstâncias / ocorrências com objetivos variados e finalidades diversas, mas em que aproveitamos para passear.

“Passeatas” realizadas no contexto do nosso dia-a-dia, mas a que também atribuímos a categoria lúdica, porque, mesmo nas atividades diárias, podemos descobrir motivos de interesse e deles darmos conhecimento à Comunidade de Internautas.

Hoje, neste Postal nº927, faço uma retrospetiva de Locais, já apresentados no blogue, com postais divulgativos de paisagens, monumentos, vistas, iconografias típicas, aspetos peculiares de algumas das nossas Terras Portuguesas.

Cito-os por ordem cronológica, dos mais recentes para os mais antigos, no blogue: 

Sesimbra

 https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/castelo-de-sesimbra-266312

Óbidos

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/obidos-vila-medieval-260784

Nisa

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/artesanato-de-nisa-e-poesia-259303

Almada

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-por-almada-234101

Aldeia da Mata

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/sugestao-para-percursos-pedestres-ii-233543

Portalegre

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-na-cidade-de-regio-ii-231379

 

Ficam outros, por registar no postal, que o Caro/a Leitor/a, poderá ir descobrindo em “Aquém – Tejo”, navegando nas águas internáuticas desta plataforma virtual.

Futuramente, irei dando a conhecer, virtualmente, outras “visitas” que temos vindo a concretizar.

Nos aguarde, Se Faz Favor.

A próxima passeata será dedicada a SETÚBAL, Princesa do Sado.

 

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