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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

A propósito do Afeganistão… Guerras sem fim.

 Questões Pertinentes: Perguntas Impertinentes. Um tema recorrente.

E a propósito do Afeganistão, pouco percebo de geopolítica. Se quiser aprofundar sobre o tema, pode ler: Autoria de quem sabe.

Rosa Alexandria. Foto original. 2021.05.02.jpg

Não sabendo especificamente muito sobre o assunto, não deixo de ter alguma opinião, enquanto cidadão. Algo que observo de comum, no Afeganistão a outros países, referidos em postais anteriores, Síria, Iraque, Iémen, vários países africanos, é idêntica situação de base. Isto é, estes conflitos assentam em "guerras civis". Em que forças militares de países estrangeiros intervêm apoiando os contendores. De certo modo, projetando as respetivas rivalidades no grupo ou grupos que mais lhes interessam. Será uma forma simplista de equacionar a análise, reconheço. A ordem dos fatores não será sempre a explicitada anteriormente. Poderá ser o contrário. O fomento das guerras civis poderá ter partido do exterior, poderá ser simultâneo.

São conflitos que se eternizam e cujas soluções não têm final à vista. Porque o ódio cego que sustenta os beligerantes primários, os autóctones, não tem controlo. Porque os interesses de quem sustenta realmente as guerras, no interior e no exterior, não se esgotam. E só a respetiva continuidade e proliferação lhes interessa.

E a quem interessam as guerras?

A quem vive no terreno, nos países, nas aldeias, vilas e cidades, que tem a sua vida vulgar, como qualquer um de nós? Que o que pretende é poder acordar vivo, seguir ao seu trabalho, ou descanso, criar os filhos em segurança, ter os seus dias e horas de lazer, seguir as suas orientações religiosas, culturais, públicas ou privadas, os seus modos de vida e fazer uma vida “normal” de todos os dias?!

Obviamente que não!

Nem tenho bem a certeza que interesse realmente a quem ande de armas na mão, a disparar, mas também a estar sujeito a levar um tiro, a rebentar-lhe uma mina ou bomba, e partir desta para melhor.

Bem, a quem acredite que partindo desta maneira, encontrará uma vida melhor além-túmulo, talvez interesse. A quem ache que libertará o seu país da opressão de forças estrangeiras, também acredito. A quem ideologicamente se reveja na guerra, idem.

E o que alimenta as guerras?!

O armamento, sem dúvida.

E quem produz o armamento? E quem o distribui? O vende? O comercializa? Quem financia todas essas atividades em conexão?

Muito boa e santa gente, completamente insuspeita, no mais recôndito dos seus lares, no conforto dos seus gabinetes, dão ordens, com os instrumentos eletrónicos, financeiros, comunicacionais, mais sofisticados, para que essas guerras aconteçam a milhas dos seus paraísos, fiscais ou não. Enquanto, à beira das suas piscinas, na posse dos seus canais comunicacionais, olham, indiferentes, os milhares de afegãos, afegãs, sírios e sírias, iemenitas, africanos e africanas, clamando por um lugar num avião ou barco, em fuga desesperada para a Liberdade!

(Texto escrito também no Direito de Expressão da Liberdade!)

*******

Ilustração?! Uma foto original.

Uma rosa, simbologia de Paz! Nome sugestivo. Rosa de Alexandria, assim a conheço. Também designada Rosa de Damasco ou Rosa Damascena. Como a Paz, a rosa é bela, mas frágil. Mas, partindo da roseira mãe, é resiliente, vencendo as adversidades. É esse desiderato que almejamos para os Países onde a Paz é vacilante. Haja Saúde! E Paz!

 

Festival Euro Visão 2021

Uma Visão oblíqua e “atrasada” sobre o assunto!

Rosa para França. Foto original. 2021. 05. .jpg

No passado sábado, 22 de Maio, realizou-se a 65ª edição deste festival.

Alguns aspetos me chamaram mais a atenção. Uns mais pelo lado positivo, outros pelo lado negativo.

 

Em primeiro lugar, realço a heterogeneidade da matriz eurovisiva. A base são países europeus, mas alarga-se a outros continentes, até à Austrália.

Essa variedade expressa-se nos artistas representantes dos mais diversos países, com pessoas de múltiplas condições étnicas e culturais, traduzindo essa idiossincrasia do mundo moderno, multicultural, multiétnico, por demais expresso na Europa, para o bem e para o mal, pólo de atração de gente de todo o Mundo.

 

Tanta gente, naquele contexto espacial e temporal, e sem máscaras, pelo menos a maior parte do tempo em que visualizámos. Toda a gente fora testada? Todos deram negativo? Já estavam todas e todos vacinados?

 

Este festival, já há vários anos, ultrapassa em muito e em variados aspetos a competição de canções. É cada vez mais todo um conjunto de execuções artísticas variadas, dança, bailado, mímica, artes performativas diversas, uma barulheira infernal tantas vezes, em que cada artista procura gritar mais que o anterior. Maioria das vezes, as canções perdem-se no meio de todo esse chamariz e engodo de execuções e apelos e atropelos das músicas e letras e respetivas melodias. (Para além de todos os negócios que o sustentam que, per si e à priori, não advirá daí mal ao mundo, diga-se.)

 

A modalidade de votação com base em júris nacionais e do público, via telefone, provoca alterações nas classificações, como se viu nesta vez. Em 2017, quando Portugal ganhou, houve até quase uma unanimidade nas duas modalidades. Saudades: “Amar pelos dois”!

 

A “canção” que ganhou?! Da canção propriamente dita não faço ideia. Toda aquela apresentação artística, uma mistura de iggy pop, david bowie, mick jagger, punk e hard rock e eu sei lá mais o quê de miscelânea representativa andrógina, deixou-me desinteressado da dita cuja.

Preferia que tivesse ganho a francesa, apesar da rapariga também se ter fartado de gritar “Voilá… voilá e mais voilá”!

Enfim… Gritarias e execuções televisivas só para apelar ao televoto compulsivo. Pois… mas não votei!

 

E a cantiga portuguesa deste ano?! A classificação mais justa era a que lhe foi atribuída pelos júris nacionais: sétimo lugar. Ficou em décimo segundo, após o televoto.

 

Peculiar, no mínimo, que países como Reino Unido, Alemanha, Espanha e Holanda tenham ficado nos últimos lugares, Reino Unido com zero votos! (Outros tempos...)

 

Notas Finais: estas competições entre países, noutros contextos também, o desporto por ex., apesar de alguns aspetos negativos que também têm, são milhões de vezes preferidas face às guerras e conflitos que os países travam entre si. Apelo à PAZ!

Digo eu, que não mando nada no assunto.

 

E só realça estes aspetos, dir-me-á, Caro/a Leitor/a.

Certamente há mais situações a destacar. Queira ter a amabilidade de as referir, Se Faz Favor! Obrigado!

 

(A foto: Uma rosa para França!)

E, por sugestão de "Silêncios", uma rosa também para a Suíça. Espero que gostem. 

Rosa para Suíça. Foto original. 2021. 05. jpg

Se Faz Favor, veja se consegue identificar algumas das plantas que enquadram a rosa e a roseira. Obrigado!

 

 

Estevinha Rosa… e Jóia da Coroa!

Natureza Campestre na “Cidade de Rio e de Mar”!

Neste, como em postais anteriores, tenho-me debruçado sobre aspetos da Natureza.

É uma forma de proporcionar vistas de aspetos naturais, dos campos que percorremos. Enquanto é Primavera!

Para todas as Pessoas que têm a amabilidade de visitar os postais, acompanhando os percursos divulgados. Muito especialmente os/as que não têm possibilidade de efetuar tais passeios.

Realce muito especial aos que têm a simpatia de nos dar opinião.  

Também é uma homenagem aos blogues com quem tenho aprendido nestas coisas da Natureza, especialmente sobre Plantas e Animais, primordialmente Aves.

Mesmo nas Cidades é possível contactarmos com aspetos naturais, por vezes bem perto de onde moramos.

Hoje apresento fotos de plantas em floração, algumas já aqui documentadas.

Estevinha Rosa. Foto original. 2021. 04. jpg

A foto de “capa” é de uma “Estevinha…Rosa”.

Estevinhas Brancas. Foto Original. 2021. 04. jpg

A 2ª, de “Estevinhas Brancas”, já aqui apresentadas anteriormente.

Madressilva. Foto original. 2021. 04. jpg

A 3ª, de “Madressilva”.

Orquídea  Selvagem. Foto Original. 2021. 04. jpg

A quarta?! Bem a 4ª é a “Jóia da Coroa”! O que é?!

Pois… nem mais nem menos… É uma “Orquídea Selvagem”!

Bem dentro da Cidade!

Planta que desconheço nome. Foto original. 2021. 04. jpg

A 5ª é a flor de uma planta que não conheço.

Raízes de Carrasco. Foto original. 2021. 04. jpg

E a sexta foto é de um aspeto de pormenor de um “resto de falésia” (?), vendo-se as raízes de um carrasco.

 

Espero, Caro/a Leitor/a que tenha gostado.

Onde é que observei estes pormenores naturais, em espaço bem dentro da Cidade?!

Bem…na “Cidade de Rio e Mar” – “Alma subtil bem amada” – no Parque da Paz!

Que é do que mais o Mundo precisa: PAZ! E Saúde para todos!

 

Um Postal de Natal?!

APBP. Digitalização árvore natal 5.jpg

Casos Mediáticos!

 

Ao iniciar este postal, dirijo-me a Si, que terá a amabilidade de ler este texto. E desejo-lhe um excelente Dia de Natal!

 

Neste Dia, apesar da sua singularidade, não quero deixar de comentar algumas situações que nos têm chamado a atenção.

 

O caso da chacina na Herdade de Torre Bela – Azambuja. Um crime, sem qualificação possível. E não adianta extrapolar para as situações diárias em que o Ser Humano abate outros seres vivos, que é um facto a pensar também, mas o enquadramento, as finalidades, as motivações, os contextos são diferentes.

Na Torrebela foram centenas de assassinatos, fúteis, grotescos, sem qualquer justificativo.

A Herdade já noticiou não ter tido qualquer responsabilidade. Que também quer que os prevaricadores sejam punidos. E quem são eles?! A empresa ou empresas organizadoras? Os matadores? Também se irão descartar?! As armas dispararam sozinhas?!

Em última instância, ainda terão sido os indefesos animais que se puseram a jeito, frente à mira das espingardas…

Esperemos que haja investigação conclusiva e que o crime seja devidamente categorizado e os responsáveis / criminosos castigados.

 

Outro caso, para atenção dos promotores e defensores do Brexit. As intermináveis filas de camiões, à beira do túnel da Mancha. Bem sei que o motivo imediato da situação não foi o Brexit. Até parece que afinal chegaram a um acordo. Mas é situação que pode vir a ocorrer novamente, perante esta ou outra situação.

A interdependência entre povos, países, estados, nações, culturas, é irreversível. A existência de uma Europa Unida, de grandes espaços globais, é uma necessidade.

A demagogia dos populistas é um perigo à Paz dos Povos!

A União Europeia precisa ser repensada por Estadistas de visão alargada, precisa! Mas faz sentido a existência de um grande espaço de Paz na Europa. E no Mundo.

 

Um caso mais trivial. Em noite de Consoada, foi inevitável o comando da TV parar no “Big Brother”. (Estava sem óculos, por estar com máscara.) Mas… aquele pessoal, as várias famílias dos concorrentes não estariam todos excessivamente desconfinados?!

E a TVI a promover esses comportamentos.

E com as novas possibilidades tecnológicas de retroceder na programação, também houve oportunidade de rever aquela cena da Vaca no Presépio, na Casa da Dita Cuja. Ridículo!

 

E, nós?! Estaríamos também devidamente confinados e respeitando as normas de distanciamento social e de higiene exigidas?!

 

E para terminar… e novamente.

Um Excelente Dia de Natal! Festas Felizes! Muita Saúde para todos.

E muito especialmente para Si, Caro/a Leitor/a, que teve a amabilidade e paciência de concluir este texto. Bem Haja!

(Digitalização de Árvore de Natal. Obrigado APBP.)

Poemas de Natal!

Hoje, volto ao tema do Natal!

Era para ter abordado o assunto ontem, mas acabei por escrever sobre o “Intrigante Pássaro Preto”, finalmente esclarecida a respetiva identidade!

Hoje, domingo, ainda que em confinamento, observo um pouco mais de movimento, tanto de carros, como de pessoas. Em contrapartida, a passarada parece menos ativa. O dia também está menos agradável. Chuvinha, sem sol, será suscetível de menor atividade do passaredo…

 

E sobre o Natal?!

 

No Céu há milhões d’estrelas

Todas elas a brilhar

Deus Menino no meio delas

Vai nascer/descer p’ra nos salvar!

 

Neste postal, vou deixar algumas ligações para postais anteriores, que traduzem a minha abordagem natalícia.

Desde já friso que não tenho seguido a temática natalina, de acordo com os cânones mais tradicionais e iconográficos.

De certo modo, até fujo um pouco a essa conceção mais usual de poetar sobre o Natal, seguindo os parâmetros festivos desta quadra.

São modos de abordagem, perspetivas pessoais, sobre assuntos sociais e universais. Nem melhores nem piores que outras perspetivas.

Não transcrevo os poemas.

Deixo ligações:

Natal no Contentor!

O Menino / O Futuro morre na Praia!

De que precisam os Povos de Abrão?!

Velas. APBP Artistas Pintores com a Boca e o Pé. jpg

Mais uma vez, este é um modo de desejar um Natal Feliz, com muita Saúde, a todos/as Leitores/as. (Respeitando os necessários cuidados!)

Mas é também um modo de desejar um Natal também com Felicidade e muita Saúde aos Grupos de Poesia, de Artes, de Letras, que tenho muito orgulho de pertencer enquanto Poeta.

Com quem gosto de compartilhar esse condão da Poesia, que nos une.

APPAssociação Portuguesa de Poetas

CNAPCírculo Nacional d’Arte e Poesia

Mensageiro da Poesia

Momentos de Poesia

SCALASociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.

 

E também a todas as Pessoas Amigas e Familiares, com quem também não poderei estar presente.

E a todos/as Conterrâneos.

 

Um Santo Natal. APBP. Artistas Pintores Boca e o Pé. jpg

O meu Muito Obrigado aos apbp - Artistas Pintores com a Boca e o Pé - Caldas da Rainha, a quem também desejo Feliz Natal!

Muita Saúde! Muita Paz!

 

The Durrells – Epílogo

Uma Celebração à Vida! E à Paz!

Terminou ontem, 2ª feira, 14 de Setembro, a divertida série, de quatro temporadas.

The Durrells Tv series Films season 4 In. News.gtp

Imagem: in. the-durrells-tv-series-films-season-4-

Perante o aproximar da guerra, Louisa Durrell, apesar da relutância ou alheamento iniciais, andava totalmente enlevada em Spiros, decidiu deixar Corfu, onde haviam sido todos tão felizes. Estamos em 1939, não me pergunte a data exata, dia e mês, S.F.F., que não vi o telegrama enviado à mãe de família e protagonista principal do seriado. O que sei, que a senhora leu, é que o primo Basil (não o primo Basílio, de Eça), mas o primo dela, co – herdeiro da tia Hermione, cuja herança delapidara por inépcia, havia sido morto na Albânia. Só pelo facto de ser inglês.

(Albânia fora invadida pelo exército da Itália fascista, na 2ª semana de Abril.) Terá sido depois disso que essa decisão foi tomada e apressada. Theo, amigo da família, já vinha avisando dessa necessidade, nomeadamente o caçula, Gerry, de quem era muito amigo, pelo mútuo interesse pelos animais.

Foi nessa sequência, pelo tempo presumia-se já Verão, que decidiram voltar a Inglaterra. Mas não iriam por terra, contrariamente ao que escrevi em postal anterior, pois não seria seguro. Viajariam de barco, que brevemente um navio aportaria a Corfu, para levar eventuais repatriados. (Não vimos esse repatriamento na série. Mas foi pena!)

 

Antes de abalarem, quiseram homenagear e agradecer à comunidade local que os recebera, de um modo geral bem, apesar de alguns equívocos recíprocos, e com os elementos gregos com quem mais se entrosaram, encenaram uma peça de autoria de Larry: Ulisses. Uma prova da consideração sobre o povo que os acolheu, uma celebração da Cultura Grega Clássica. Um êxito! Um verdadeiro acontecimento, “happening”, aos moldes dos anos sessenta, pois que factos reais se incorporaram no desenrolar da representação.

Um deles, foi a entrada em cena da protagonista. Vinda, mais o taxista, da praia, onde finalmente se declararam. Não sabemos se ficaram apenas pela verbalização. Outro acontecimento, bem espetacular, foi a chegada de barco, de Zoltan, ex - namorado de Margot, qual Poseidon… O que ocorreu a seguir?! … A rapariga britânica preferiu o turco ao grego!

 

Outro acontecimento de despedida ocorreu também na água… elemento primordial da Vida Humana. Uma degustação, uma celebração vínica, de despedida. Instalada uma mesa no mar, junto à casa onde habitaram, celebraram a Amizade que os uniu: os principais protagonistas.

(A família irá retornar a Bournemouth, exceto Larry que, regressado de Paris, onde estivera uns tempos, ficará na Grécia, pois entrou para os Serviços Secretos Britânicos!)

E muitíssimo ficou por contar…

 

Hoje, a RTP2 dará continuidade à saga dos Durrells. Como o enredo se baseava em situações reais, romanceadas é certo, vão abordar o prosseguimento da vida dos personagens principais.

 

Aguardo para ver, pois, à partida, acho que será bastante interessante.

 

Até logo, à hora habitual das séries na RTP2: 22h. 15´.

Covid - 19: Guerras - Refugiados - Paz

Reflexões em conexão!

Guerras e Paz!

 

À data que escrevo, os países europeus, nomeadamente os que nos estão mais próximos e especificamente Portugal, puseram em prática medidas mais drásticas para contenção do vírus. Pecam por tardias, realçando Itália que atuou muito tardiamente e Portugal, o que mais nos interessa, que não agiu logo de forma ativa perante os portugueses vindos de Itália, antes do Carnaval.

Nesta confusão de países afetados, chama-me a atenção a Coreia do Norte. Rodeada de países afetadíssimos: China, Coreia do Sul, Japão. Não há casos?! Mistério!

 

Se há algo que esta pandemia nos deveria fazer refletir, muito especialmente para os dirigentes, os que mandam realmente neste Mundo, é sobre a precariedade da Vida Humana. Como perante uma ameaça desta natureza, a Natureza nos alerta para a nossa condição de fragilidade e igualdade perante algo que nos é inevitável: a Morte. A “Mulher da Gadanha” está sempre presente e nem toda a evolução das nossas modernidades nos permite escapar dessa fatalidade.

Essa condição deveria fazer pensar todos os Donos deste Mundo, os senhores da guerra, os dirigentes das grandes, médias, pequenas potências: a inutilidade da Guerra.

 

A verdadeira Guerra a travar pela Humanidade deverá ser perante estas ameaças que surgirão periódica, ciclicamente. Ultrapassada esta pandemia surgirão outras no futuro. É só olhar para o passado. Há pouco mais de um século, 1918, a eclosão da designada “Gripe Espanhola” teve mais efeito na mortandade de soldados nas frentes, que as próprias armas. E foi um dos fatores que apressou o final da 1ª Guerra!

 

A disponibilização de recursos para vencer e preparar os “ataques” a estas e outras calamidades, para as catástrofes naturais, a ocorrerem todos os anos e nos mais diversos locais da Terra, deverá ser a prioridade de exércitos, marinhas, forças aéreas, das Forças Armadas.

Uma reconversão funcional e material dos recursos militares, a todos os níveis, para fins de salvar a Humanidade.

 

Já reparou, caro/a leitor/a, que ao produzir uma bomba, por ex., seja ela qual for, há uma aplicação de múltiplos e variados recursos, no valor de milhões e milhões, retirados obviamente de outras necessidades?! E para quê?!

Para simplesmente serem destruídos, queimados e ademais ainda para matarem seres humanos, animais e plantas e destruírem equipamentos, construções, outros recursos necessários ao bem-estar da Humanidade.

Não acha que é um verdadeiro desperdício e estupidez?! Tantos hospitais, escolas, creches, habitações, estradas, que ficam por construir, para produzir uma bomba que só serve para destruir. Reflita nisso!

 

A guerra da Síria, as guerras do Médio Oriente, as guerras em África e na Ásia eternizam-se. Provocam milhões de refugiados, que aportam à Europa…

(Como classificar a atitude da Turquia?!)

É imperioso, urgente negociar para o fim dessas guerras sem sentido.

É desse modo, a montante, que prioritariamente o problema dos refugiados tem que ser resolvido.

Todavia, é a jusante que ele se torna premente de resolução imediata.

Para essa resolução têm que se empenhar todos os países mais diretamente participantes, nomeadamente as grandes potências que se digladiam indiretamente, por ex. na Síria.

A Europa, sim! A Rússia, os EUA, as potências regionais do Médio Oriente, países e entidades insuspeitáveis, todos têm a sua quota-parte de responsabilidade. Todos devem cooperar na resolução imediata do problema dos refugiados.

 

Post Natalício / Amendoeira frutificada!

Este blogue comemora, hoje, três anos! 

Original DAPL. Amendoeira Verão. 2017.jpg

 

Umas vezes melhor, outras pior, já contam 553 posts publicados sobre as mais variadas temáticas.

Aquém – Tejo sempre presente. Aquilo que mais nos “toca”, que nos está mais “perto”, geográfica e afetivamente, diga-se!

Sem ignorarmos o que se passa no Mundo, à nossa volta.

 

Não me vou alongar em considerações evocativas. Vou comemorar a efeméride com a colocação de um texto e algumas imagens sobre um dos temas que mais nos “dizem”, que mais nos “tocam”:

- As questões ligadas ao Ambiente e, neste tema tão vasto, tão variegado, as Árvores e a sua importância para a Humanidade.

Original DAPL Amendoeira Verão II. 2017.jpg

 

- E num enquadramento tão relevante, mas tão descurado, o “Mundo Vegetal”, as Árvores, lembrar e documentar sobre uma Árvore muito específica, que tem tido aqui, no blogue, direito a “desfilar”, na sua beleza primaveral, que tem sido aqui, no blogue, referida pela sua História.

 

Original DAPL. Epifania  Primavera 2015.jpg

 

Para além das imagens primaveris, é altura de mostrá-la na sua grandeza matriarcal, frutificada, carregada de frutos.

Este ano foi muito abençoada. Em termos estatísticos e, para que conste, frise-se, deu, ofertou-nos, quase mil amêndoas doces. Casca rija, difíceis de partir as amêndoas, é certo, mas não foi avara na sua dádiva.

 

Original DAPL. Amendoeira Verão III. 2017.jpg

 

Na colaboração, sempre constante, neste veículo comunicacional, sempre, repito, desde o início, o trabalho impagável de D.A.P.L.

 

Mais uma vez, as fotografias são de sua autoria.

 

Original DAPL. Amendoeira Verão IV. 2017.jpg

 

E retornando à Amendoeira

Após esta abundante frutificação e talvez dado este tempo que nos assola, (continuam temperaturas desmesuradamente altíssimas para esta época do ano, bem acima dos trinta graus, somos ainda assolados pelos fogos, ainda!), talvez efeitos de toda esta conjugação de fatores adversos, a Árvore parece que secou.

Parece! Vou deixar chegar nova Primavera. E que chova entretanto. Que chova! Que chova!

 

(E há, por aí, alguns dirigentes (ir)responsáveis que cismam em ignorar os problemas ambientais, o aquecimento global, os efeitos poluentes de fontes de energia fósseis, o perigo do nuclear, das bombas, das armas, das guerras atrozes, eu sei lá!)

 

Voltando à Amendoeira

Todavia e apesar de todas as adversidades, tem uns rebentos, já crescidos e nascidos a uns metros do tronco principal.

 

(São um sinal de Esperança, de Paz, neste mundo conturbado.)

 

Vou continuar a regá-la e a regar os rebentos.

Não creio que vá morrer ainda.

(Tem ainda pouco mais de quarenta anos!)

 

Votos de um Próspero Ano Novo!

Neste 1º de Janeiro, primeiro Dia do Ano de 2016, ...

Formulo Votos de Prosperidade para Todos!

Paz, Estabilidade e Progresso  para Portugal e para o Mundo!

Que os nossos decisores implementem Políticas centradas nas Pessoas, no Ser Humano. O Homem como Sujeito fundamental das Decisões dos nossos Governantes e dos Governantes do Planeta!

Dignidade e Respeito pela Humanidade, pela Terra, Lar de Todos nós!

Que Deus ilumine as suas mentes e corações!

Bagos Romã Outono. Foto original de D.A.P.L. 2014.jpg

 

Foto original de D.A.P.L. , Outono de 2014.

"Sejamos Felizes!"

Natal! Olhar o Mundo pelo olhar dos “Outros”!

Votos de Feliz Natal!

 

Desejo a todas as Pessoas que visitam este blogue, que têm a amabilidade de ler estes textos que aqui vou publicando, sobre os mais diversos temas, desejo a Todos, “Um Santo e Feliz Natal”!

 

Giotto Scrovegni 20 Flight into Egypt  In wikipédia

 

Para ilustrar esta temática natalícia, escolhi, propositadamente, esta reprodução de uma Pintura de GIOTTO, integrada no “Ciclo da Natividade”. A “Fuga para o Egipto”!

Lembrar a todos nós que a “Família Cristã” também viveu a condição de “refugiada” / ”refugee”. Também fugiram à tirania de um rei louco e cruel, atormentado pelo medo de perder a sua coroa, assassino de crianças inocentes, autor de massacre sobre meninos que supostamente poderiam vir a “usurpar-lhe” o trono!

Estranho, paradoxal, abominável que, passados mais de dois mil anos, ainda a mesma região onde nasceram as três religiões monoteístas, globalmente designada “Médio Oriente”, historicamente também apelidada como “Crescente Fértil”, que engloba as terras de onde partiu o Patriarca Abraão, e que as percorreu, ele também na condição de nómada, quiçá refugiado, continue a ser o palco onde tanto sangue se derrama de inocentes e fonte de onde partem tantos milhares e milhares de refugiados…

Um tema para refletirmos neste Natal. De mentes abertas e despertas para “Olhar o Mundo” pelo olhar dos “Outros”, dos que fogem aos horrores das guerras. De que não têm quaisquer culpas, que os verdadeiros culpados estarão muito bem resguardados dos horrores dessas mesmas guerras, festejando os seus “natáis” em maravilhosas consoadas, algures por aí, onde não ecoa o estrondo das bombas e bazucas, nem os cheiros de enxofres e corpos putrefactos…

 

Mas… deixemo-nos de cenas tristes! Que é Natal!

 

Os meus renovados Votos de um Santo Natal! E que haja Paz!

 

E Muito Obrigado por me acompanharem nestas leituras!

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