Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Debate A. Costa versus A. Ventura!

Gato escondido. Foto Original. 2021.12.25.jpg

Questões pertinentes – Perguntas impertinentes!

Gato a saltar. Foto original. 2021.12.24.jpg

E mais alguns bitaites.

 

Vi o debate entre A. Costa e A. Ventura, no dia seis de Janeiro de 2022, 5ª feira. (Foi “Dia de Reis”, mas eles, de reis, não têm nada. São republicanos.)

Se gostei? Não, não gostei.

Se acho que valeu a pena? Não, não valeu. Face à finalidade de um debate.

Demasiados “ataques pessoais”, alguns sem muito sentido e até desenquadrados.

Os temas fundamentais, que foram aflorados, depressa foram enrolados na “discussão” perniciosa.

Essa disputa exaltada foi ganhando energia, culminando na interrupção “forçada” do debate, pelo limite de tempo.

Protagonistas e moderador ensurdeciam-se, na vozearia em que a “contenda” terminou.

Se irei continuar a ver debates? Não me parece que tal venha a acontecer. Talvez um ou outro excerto.

Se fazem sentido? Talvez façam. Há certamente quem goste. Quem aprenda. Quem tire proveito. Quem se decida, através deles. Não sei! Cada Pessoa é uma Pessoa!

Atentei na expressão facial / corporal dos candidatos. António Costa parecia que ia ao sacrifício.  André Ventura lembra aqueles miúdos no recreio sempre prontos para darem bicadas nos outros. Na sala de aula, à espera da melhor oportunidade, para confrontar o professor.

Posturas…

No que respeita a escolhas…

(Entre estes dois?... António Costa e o respetivo partido andam há dezenas de anos nestas lides. Toda a gente conhece. Para o bem e para o mal!

André Ventura, aparentemente, anda há pouco tempo nisto. Mas já sabe a música toda. Traz no ADN, a carga genética mais negativa da política, isto é, vem submerso em demagogia. Vale tudo e o seu contrário.)

Há muito por onde escolher. Pelo que contei, há quase uma dezena de candidatos a primeiro-ministro. Todavia, só um poderá ser. E, na prática, só dois eventualmente terão alguma hipótese.

Não gosto do discurso, à posteriori. Fulano ganhou. Beltrano perdeu.

E ainda menos deste tipo de discurso face aos resultados eleitorais. Quem vai para o exercício das funções políticas, deverá ir com o espírito de servir. De servir, friso. Com humildade. Esse espírito de “cantar vitória” deverá ser de outros contextos.

 

Que a Covid abrande, é o que mais desejamos. Assim como está… se a abstenção já é grande…

Faz-me alguma confusão que, havendo tantos casos, não haja alguma contenção das pessoas.

 

Anteontem ouvi comentários sobre nova sondagem. Será impressão minha, ou as sondagens e respetiva divulgação e escalpelização minuciosa, por comentadores encartados, funciona mais como condicionamento, manipulação, do que informação?!

 

E sobre abstenção. Quando reorganizam os cadernos eleitorais? Quando operacionalizam novas modalidades de votação?

 

Votos de muita Saúde. Livres da Covid!

 

Eleições Legislativas antecipadas?!

Não, Obrigado!

(Política e Politiquices!)

Pela minha parte, dispensava completamente que houvesse eleições antecipadas.

Será perceção minha ou todos os partidos, a modos que estavam pugnando para que o orçamento não fosse aprovado e viessem as eleições?! Todos com exceção do PAN e de alguns deputados a nível individual que tiveram o bom senso de se abster.

Atitude que outros partidos também poderiam ter tido. Tanto da dita esquerda parlamentar como da respetiva direita. Sim, porque se os partidos se centrassem nos interesses do País, porque não haveriam de viabilizar a aprovação do orçamento?! E porque não haveriam de se abster todos?! Que viessem eleições, sim, mas na altura própria.

Um País que está como está, endividado, que interesse para o País, advém de se ir gastar uma dinheirama em “propaganda” eleitoral?!

E Sua Excelência o Senhor Presidente da República antecipou-se desde logo a cenários desnecessários ou seria melhor que muitas e santas vezes se resguardasse mais um “poucochinho”?!

Não teria sido melhor que se situasse apenas enquanto Presidente?! Que se abstraísse da sua condição de Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, das suas antigas funções de político e partidário e ainda mais da de comentador televisivo?! Isto digo eu, que não sei nada.

Só sei que o País pouco ganhará com este cenário de eleições antes do tempo.

Não haveria outro modo de resolver o assunto?!

O Senhor Primeiro-Ministro começou logo a fazer campanha, mal houve a desaprovação do orçamento. E a pedir maioria absoluta? Mas que nos interessam maiorias absolutas com gente que não quer negociar com os outros partidos?! São sempre de más memórias.

E porque não fizeram acordos credíveis e viáveis, preto no branco, no papel, logo à partida?! Com os partidos com que se sentissem mais identificados. Porquê este “navegar ao sabor da maré”, sem uma definição de princípios e objetivos que melhorem a condição do país?!

Estamos…. Estou farto de eleições desnecessárias que só interessam às estratégias partidárias e aos respetivos líderes efetivos ou putativos. Este ano já tivemos presidenciais e autárquicas.  Cada uma no seu tempo e respetivo modo. Bastava-nos! No tempo próprio viriam as legislativas.

Agora já “anda tudo aí de rabo alçado”, a mandar vir uns com os outros. Até, internamente, alguns partidos são verdadeiros “sacos de gatos”!

Gatos. Foto Original. 2021.10.28.jpg

E, a propósito de gatos, ilustro com foto recente, dos gatinhos do meu quintal que, por enquanto, se dão mui bem.

Também continuo sem saber se são gatos, se gatas, se gato e gata! Eles ou elas que se amanhem!

Tenho dito! A Saúde é que nos move.

A chuva já chegou. Está cá desde sexta, dia vinte e nove.

Dos Marmelos, já se foi o Verão.

Falta o  do Martinho: Santo ou São?!

 

Eleições – Obras – Promessas – Ilusões!

Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes?!

Ginjal. Arte de Rua. Foto original DAPL Out 2015.jpg

Este ano, lá mais para o final, dependendo da Covid (?), haverá novamente eleições. Desta vez Autárquicas.

E já vai por aí um rebuliço! Cada cromo a candidatar-se… Cromos e cromas. Alguns e algumas dinossáurios/as, que saltitam de concelho para concelho! Não vou comentar. Não vou por aí. Cada um é que sabe na camisa em que se mete.

 

Ano de eleições é ano de obras. E é vê-las... Há de tudo. Umas mais necessárias, outras nem tanto. Passeios, estradas, ruas e ruelas, por cidades, vilas e aldeias.

Autarca que se preze tem obra para final de mandato. As inevitáveis rotundas… Há localidades acrescentando à coleção das que já dispõem. Estremoz tem mais uma em construção! E o que vai sair do espaço antecedendo a Porta de Santa Catarina?!

Em Estremoz, o que faz falta é uma variante que permita ir ou vir do Norte, para a auto estrada A6 ou a estrada Elvas / Badajoz – Lisboa e vice-versa, sem entrar na cidade e fazer toda aquela coleção de rotundas. Obra mais do que necessária, não acha?!

 

Nesta época, aparecem sempre novos projetos megalómanos, ou continuam a fomentar os que já vêm idealizando / prometendo há anos.

 

O aeroporto de Lisboa(?) anda em bolandas há décadas. Há quarenta ou cinquenta anos, saltitando de lugar para lugar. Ora! Ponham o de Beja a funcionar devidamente!

 

As obras em Lisboa, na Praça de Espanha, na Segunda Circular, há meses que não vou à capital, já terminaram?! É para ali uma gastadeira de dinheiro!

E mais uns metros do Metro? Linha Circular? Se resultar como a de Madrid, é uma confusão de ligações!

E no Porto falam em nova ponte! Tanta ponte?!

 

Em Almada, para além das obras no eixo central da Cidade, falam num projeto megalómano de uma espécie de Nova Cidade, com tudo e mais alguma coisa, do mais modernaço que há, a construir entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão!

Bem lá no alto, aonde dificilmente chegarão os efeitos previsíveis da subida do nível médio das águas dos mares!

Provavelmente para esquecer o mais que célebre projeto que andaram anos a promover, de uma “Cidade da Água”, “Manhattan de Cacilhas”, a construir nos terrenos dos antigos estaleiros da Lisnave! Digo, eu. Sei lá!

Relativamente a esse hipotético novo projeto, os especialistas que o estudam, estão a equacionar os problemas dos transportes públicos e privados, no acesso à Ponte 25 de Abril?! Aspeto de pormenor?! Outros haverá, que quem projeta sabe mais do que eu!

Almada Velha. Foto original. 2019. 07. jpg

Em relação a novas cidades e construções, continuo a defender o que venho alertando, não só para a Cidade A, B, ou C. Para todas!

Recuperação dos milhares e milhares de casas abandonadas por todas as nossas cidades, vilas e aldeias. Um verdadeiro projeto nacional, envolvendo todas as entidades. Destinadas às Pessoas, sem esquecer que, hoje, toda a gente tem carro.

(Já abordei este assunto em diferentes postais.)

Ferramentas. C. Arte Moderna. Foto Original. 2020. 02. 02. jpg

Caro/a Leitor/a, aí pelos seus lados…

Que obras andam a fazer? E que projetos querem “vender”?!

Obrigado pela sua leitura. Grato pela sua atenção.

Votos de muita Saúde e excelente Primavera!

*******

Fotos?

A 1ª é do Ginjal - Almada, de 2015! Local que bem precisa de Obras! Já prometidas... 

A 2ª, de 2019. Almada Velha.

A 3ª, de 2020/02/02, de Exposição do Centro De Arte Moderna: ferramentas. Pode haver obras sem ferramentas?! Antes do Centro entrar em Obras e desta confusão da Covid. Saudades de ir passear à Gulbenkian: jardins, exposições e belos almoços no snack do Centro de Arte Moderna!

P. S. - Se utilizar, por bem, alguma destas fotos, cite a origem, SFF! Obrigado!

 

 

Em Abril… Águas de Bacalhau!

Aí está Abril… em todo o seu peculiar esplendor!

Foto Original. Primavera é esperança 2014. jpg

O mês de Abril proporciona alguns ditos proverbiais, no respeitante ao tempo meteorológico, que este ano se têm materializado.

Em Abril… águas mil! Gravanadas de Abril… Ou “Granizadas de Abril”?!

 

De facto, estes dias de Abril têm sido característicos nesses aspetos.

Hoje, tem estado a chuviscar. Saí de guarda-chuva.

Ontem, esteve mais ou menos. Mas ao entardecer dizia que choveria, quando fui ao supermercado.

No domingo, dia onze, esteve um dia maravilhoso de sol e temperatura amena. Um sol agradabilíssimo, calor, até! Deu para um passeio rápido até ao Boi D’Água. E fizemos uma viagem ótima.

Já, no sábado, dia dez, houve verdadeiras tempestades, chuvas torrenciais, granizadas, imensa destruição, por esses campos e caminhos.

 

Na sexta-feira, dia nove, também aconteceu enorme tempestade. Do tempo meteorológico não me lembro, terá variado conforme os locais, certamente… Mas a nível da “Res Publica”, uma verdadeira saraivada, granizada, trovoada política!

 

Na quinta-feira, dia oito, chuva a potes, trovões, relâmpagos.

Já no dia um, primeiro de Abril, falo mesmo a sério, apanhei uma valente “cacada de água”, enquanto fui aos espargos. Cheguei a casa todo repassado.

Nos outros dias não me lembro muito bem, mas têm sido muito variados.

Certo, certo, é que a Primavera dá uns dias de Verão, outros de Inverno, tal como afirmam os ditados.

Na sexta, dia nove?! Bem! É mesmo: Em Abril… águas de bacalhau! Ou então: “A montanha…” Cala-te, boca. Isto sem qualquer ofensa.

Tanto trabalho dos profissionais envolvidos, tantos anos, meses, dias, horas de pesquisa, de leitura, de análise, reflexão, tantos crimes que constavam na acusação, tantos arguidos!

Dos 189 crimes que constavam na acusação vão 17 a julgamento! Dos 28 arguidos, irão 5!

Tudo isto, e somente, como resultado da fase de instrução do celebérrimo megaprocesso designado por “Operação Marquês”.

Não percebo nada dos mecanismos legais inerentes a estas “coisas públicas”.

Como qualquer cidadão, fico unicamente surpreendido. Ou talvez não! Infelizmente já estamos tristemente habituados que estes mega processos, envolvendo gente poderosa, deem “em águas de bacalhau”…

O que sucedeu a tanta página sobre o assunto para dar este resultado?! Mais de seis mil páginas! Não ponho em causa o trabalho de quem esteve envolvido, como é evidente, ademais nada percebo… Mas que “fico com a pulga atrás da orelha”, fico.

 

Quanto ao dito cujo, sujeito principal deste megaprocesso, nunca beneficiou das minhas simpatias, friso!

*******

(Fotos dos postais são maioritariamente originais. 

Se utilizar as fotos, por bem, noutro contexto, cite a origem, SFF!)

 

Confinamentos e Reflexões

Hoje é dia de não sair à rua. Amanhã, logo se vê.

Ramalhete de Questões: o 4º de 2021

Covid 19 – Vacinas - Presidenciais

Luz na escuridão. 2019. 09. jpg

Ontem, adquirimos bens essenciais, para não ter de sair hoje. Percorrer ruas habituais e ver encerrados estabelecimentos conhecidos. Impressiona! Alguns, se calhar, de vez. Outros, raros, conseguem ardilosamente iludir a proibição de abrir. (Num país de séculos de inquisições, pinas maniques, fascismo, ditaduras, salazarismo, perseguições religiosas, sociais e políticas, aprendeu-se a contornar proibições. Ademais em democracia!)

 

Mas vivemos tempos terríveis, com isto da Covid. Novos casos a subirem acima de dez mil. E mortes a ultrapassarem os duzentos. Diariamente! (Ontem, 13987 novos casos, 234 mortes. Últimas 24 horas:15333 novos casos e 274 óbitos!) Janeiro tem sido terrível. Falam em 3ª vaga. Pouco importa. Nem sei se importa realçar o que se tem escrito sobre o papel do Natal e Ano Novo. Sobre o papel das Escolas, dos convívios, eu sei mais lá o quê, na propagação da virulência e letalidade. O papel de cada um e o falhanço das nossas governanças. Neste campo, tanto os governantes quanto as oposições merecem críticas. (Nas decisões fundamentais, as oposições são ou não consultadas a opinar, para aconselhar, sugerir?!)

Não é uma situação para politiquices, para aproveitamentos políticos. Nem das Governanças nem das Oposições.

Nem para mudanças de governo, antes do cumprimento da legislatura. O que precisamos é de estabilidade. Inteligência e cabeça fria para tomada de decisões consequentes. Sem lugar a oportunismos.

 

As vacinas demoram na produção. Não é fácil produzir à escala das necessidades. A oferta não acompanha a procura. Até todo o País estar vacinado, todo o Mundo, ainda vai tardar. E a eficácia será total? E quem ficar vacinado, quem já esteve infetado, vai ficar imunizado? E as sequelas de quem já teve o vírus?!

Resguardemo-nos todos e cada um.

Vivemos tempos conturbados. Acontecimentos que nos ultrapassam completamente.

Que nunca saibamos o que é passar pela situação em si, de estarmos afetados pelo vírus.

 

E as Presidenciais?

Então, mas hoje não é para reflexão? Mas se toda a gente manda bitaites…

Como não foram adiadas, como maioritariamente os candidatos não suspenderam a campanha presencial, e também pouco vimos, mesmo assim… Votemos!

Preste atenção, SFF. No boletim, o 1º candidato não conta. Logo o primeiro. Não me pergunte, que não sei porque carga de água lá aparece.

Não esqueça: Deverá levar máscara, caneta e gel para se desinfetar. (Não o voto!)

(O candidato que se fartou de berrar, de achincalhar tudo e todos, que muito foi contestado, a meu ver, não teria valido a pena. Nestas coisas o melhor é ignorar. A indiferença face ao insulto gratuito é o melhor remédio. No penúltimo dia de campanha ainda foi novamente “atacado”! Ação verdadeira ou encenada? Estes atos, se pretendem contestá-lo, só o favorecem. Digo eu!)

Que ganhe a estabilidade!

E, por estabilidade, o célebre Rabiruivo Preto, todos os dias debica por debaixo do prédio!

(Passarinho que dá gosto observar. Não os passarões que por aí andam...)

(A foto?! Luz! Que precisamos na escuridão!)

Saúde e Educação... e saudações!

Políticas e Politiquices!

 

Se houve setores sócio profissionais que, principalmente após a segunda grande guerra, contribuíram globalmente para a progressiva melhoria das condições de vida de povos, nações, países, estados, foram a Educação e a Saúde.

O acesso à educação, nas suas variadas formas e contextos e o acesso às condições básicas de saúde, nomeadamente nas suas vertentes preventivas, possibilitaram uma melhoria generalizada da vida de milhões de seres humanos, todavia havendo grandes discrepâncias entre diferentes países.

Em Portugal essas alterações positivas, iniciadas ainda no Estado Novo, tanto na Saúde (por ex. saúde preventiva através de vacinações básicas…), como na Educação (escolarização obrigatória…) trouxeram benefícios diretos e indiretos às populações.

Com a Democracia, as ações nestes dois campos foram alargadas e exponenciadas nas suas valências e funcionalidades.

(Obviamente, o desenvolvimento, nomeadamente económico, e outros fatores externos, possibilitaram melhorias nestes e noutros setores sociais.)

 

Atualmente, em Portugal, assiste-se a algum retrocesso nestes dois campos da sociedade.

Um certo desinvestimento, mais ainda uma certa desvalorização dos enquadramentos associados a estes dois campos sócio – profissionais, marcadamente dos respetivos atores fundamentais, diga-se, agentes profissionais. Esse desinvestimento e desvalorização resultaram numa perda de qualidade dos serviços prestados a nível público. A intromissão / concorrência cada vez mais acentuada do setor privado nestes campos, com especial realce na Saúde, tem levado a uma certa degradação dos serviços públicos, nomeadamente no SNS – Serviço Nacional de Saúde.

Importa, é urgente, retomar a valorização / investimento, não somente financeiro, nestes campos: Saúde e Educação. Tendo consciência que a valorização nestes setores terá repercussões em muitos dos outros, nomeadamente na qualidade de vida das populações.

 

Nestes, como noutros setores, surgem periodicamente reivindicações por melhores condições de vida. Legítimas e justas, inquestionavelmente!

 

Uma das últimas foi protagonizada por Forças de Segurança.

 

Algumas questões sobre essa ação reivindicativa, que poderão ser apenas trivialidades, mas que talvez não sejam.

Um gesto manual que pode ser associado / interpretado de forma bastante negativa.

O aproveitamento da situação por parte de um deputado de extrema - direita, com a sua proverbial demagogia e populismo.

O cantar o Hino, um dos Símbolos da nossa Nacionalidade, Identidade Patriótica, de costas voltadas para a Assembleia! Não podemos, nem devemos esquecer que o Parlamento é a sede da Democracia institucionalizada!

 

Ultimamente, por aí, por essa Europa, mais recentemente também em Portugal, surgem sub-repticiamente, alguns sinais inquietantes: “o ovo da serpente”!

Políticas e Politiquices!

Falta de Serviços Essenciais…

… Em Entidades que já foram Fundamentais!

Crónica de Descontentamento (s) VI

 

Os títulos, levados à letra, reportar-nos-iam para ene assuntos, n serviços e atividades que nos faltam, nos mais diversos contextos e enquadramentos.

 

Até podia ser sobre a chuva… Que “estragou” os Carnavais!

Mas então a chuva não faz falta?!

Não! Não?! Não vou falar da chuva. Que faz imensa falta. Ela que venha!

 

Hoje vou falar de Correios; os CTT, que já foram das Entidades que melhor terão servido as Comunidades ao longo de décadas, neste País, nomeadamente no Interior. Quando não existiam nenhumas das modernidades que hoje temos, telemóveis, internet, computadores, estas e outras funcionalidades existentes que, ainda há escassos anos, eram pura ficção.

Não falo nas dezenas ou centenas de lojas que fecharam por todo o país, especialmente no Interior, onde mais eram necessárias. Têm valido as Autarquias que se organizaram para servir as populações, institucionalizando esses serviços nas respetivas Sedes…

 

Falo de serviços elementares que faltam nas ainda existentes Lojas de CTT.

Concebe-se que numa Loja de CTT não haja uma máquina para comprar selos de correio, automaticamente, sem ter que esperar nas filas enormes?! (E, a este propósito, as filas são sinal de que os serviços são necessários.) Já houve! Mas foi retirada. E porquê? Bem sei que hoje quase ninguém escreve cartas…

(!!!…?)

Ou concebe-se que uma carta enviada de uma Aldeia do Interior, para chegar ao Litoral Suburbano de um Concelho da Margem Sul, demore dez dias até ao destinatário?! Nem no tempo da mala posta!

Ou que cartas vão parar regularmente aos vizinhos, até noutros prédios, e algumas até com documentos importantes?!

Ou que num posto de CTT, numa Capital de Província, ademais no Interior, a cabine telefónica não funcione há mais de um ano?!

 

Mas, agora os CTT até têm um Banco! E é verdade! E que promete… que promete…

Mas os bancos… nem assado, nem assim, nem mesmo os de jardim!

 

E são só esses os seus descontentamentos?!

 

Se os fosse a desfiar todos, eram um rosário… E eu já não vou nem em terços… Não falo das Agências da Caixa encerradas, na falta de Centros de Saúde… Não falo dos disfuncionamentos da Caixa… Não falo na falta de profissionais de Saúde nalguns Centros…

 

(E estes escritos surgiram-me na sequência de ter precisado de enviar um simples postal ilustrado… no dia 7! E quem ainda envia postais ou cartas?! Só mesmo os cotas dos cotas! E ao pretender um simples selo de correio, corri as freguesias e só havia numa loja particular… E os CTTs não são também particulares?)

 

E, dir-me-á… Preocupa-se você com estas ninharias quando há Pessoas, digo, Pessoas que vivem e dormem na rua, ao relento!...

Cuidem da nossa Saúde! Por favor!

(“Mas não nos tratem da saúde.”)

Políticas - Politiquices!

 Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes!

 

Foto original DAPL. 2018.jpg

 

Este título, como se fosse um pedido, um apelo, um rogo, uma súplica, não corresponde ao que penso verdadeiramente.

Sim, porque a Saúde é um Direito inalienável de cada Cidadão. Ademais para quem mensalmente tem pago, há dezenas de anos e continua a pagar e tem visto esse montante de desconto mensal ter vindo a progredir. Não tem que se mendigar esse Direito!

 

Nestes imbróglios que ultimamente têm surgido sobre a Saúde, algumas questões me suscitam.

 

Porque surgem alguns Grupos Privados do Ramo da Saúde, a contestarem, quase ao mesmo tempo, a manutenção do respetivo acordo com a ADSE?!

E as greves dos Enfermeiros são ou não legítimas?!

E o Governo tem ou não o direito de acionar a requisição civil?!

E as condições de trabalho dos Enfermeiros, dos Médicos, e de outros Profissionais da Saúde são ou não adequadas ao exercício cabal das respetivas funções?!

E já esteve certamente nas Urgências dos mais diversos Hospitais e viveu, in loco, a experiência enquanto doente?! E o que achou?!

E observou ou não as condições em que trabalham Médicos, Enfermeiros…?

E o Serviço Nacional de Saúde trouxe ou não benefícios à população portuguesa em geral, nomeadamente à mais desfavorecida, desde que foi criado?!

E, faz ou não sentido, continuar a manter este Serviço Público?!

E certamente também já foi atendido/a num serviço de Hospital ou Clínica Particular?! E o que achou?!

 

E porque continua a haver milhões para financiar bancos, uns atrás de outros, e não existem verbas para os setores fundamentais, tal como Saúde, Educação, …?!

(E já que falo de Educação e, a talhe de foice, faz algum sentido a gratuidade de livros escolares até ao 12º ano, indiscriminadamente?!)

 

(E este Governo, que fez agora mais uma nova remodelação, para enviar alguns dos quadros para a U.E., fez algum sentido?!

E os Partidos que o sustentaram, aprovando-lhe os orçamentos, cumpriram o seu papel enquanto partidos, face aos seus supostos princípios e ideologias, ou foram um logro, defraudando os seus hipotéticos eleitores?!

E os partidos, os vários partidos, defendem os interesses das comunidades para que supostamente deviam trabalhar ou limitam-se principalmente a defender interesses dos respetivos grupos de pertença, militantes e lóbis instalados nos mais diversos setores?!)

 

Tantas perguntas, (mais desabafos!) e como eu gostaria de respostas plausíveis, que fossem de acordo com as necessidades de quem trabalha, de quem trabalhou uma vida, de tantos jovens com aspirações e não vemos uma luz clara ao fundo do túnel! Ademais com os dirigentes que temos tido!

 

Hoje, deu-me para passar ao “papel” e à net estas minhas angústias!

O Barão… de Dunquerque para Bruxelas!

Série Francesa – T2 – Ep3 – 2ª feira – 28/01/19

 

Afinal, o que Philippe Rickwaert, Barão Negro, quer, não é o lugar de deputado na Assembleia Nacional, em Paris, mas um lugar de candidato elegível ao Parlamento Europeu, em Bruxelas.

E porquê?!

Para se livrar da pulseira eletrónica teve que contrair empréstimo e que garantias pode dar?!

O Parlamento Europeu dá pipa de massa. E Dunquerque é até mais perto de Bruxelas que de Paris.

 

(A propósito, este ano há eleições… Quem serão os novos chicos espertos que vão aparecer como salvadores, para as mordomias das europeias?!

Já alguns se perfilam como outsiders.

Aguardemos!)

 

Rickwaert, para atingir o seu fim, está manipulando todos e todas… Mente, quase compulsivamente.

 

Que é feito da filha, Salomé?! Sabemo-la em Paris, que Véro a encontrou, mas não quer que o pai, dela saiba!

Porquê?!

Farta das suas trafulhices?!...

 

Mas em abono da verdade. Na série, para além da excelente interpretação do personagem principal, há que realçar também a sua honestidade, à sua maneira.

Como ele frisou, mente, mente muito, mas não roubou, não é ladrão.

Fartou-se de ajudar o partido, subiu de baixo, de operário, sabe do funcionamento da política, tática e estratégia, história e ideologia, mais que a maioria de todos os outros. Lida com as pessoas como ninguém, manipulador, é certo, consegue chegar ao coração e à mente dos Outros. Lida com cada um, com cada qual, especificamente, para conseguir o que pretende.

Tem verdadeira afeição pelos seus “protegidos”, a Presidente é uma das pessoas que assim considera; a filha por demais, sempre a telefonar-lhe, sem resposta, e a escusar-se penhorar a conta de poupança que tem em nome dela.

Obcecado pelo partido, pelas lutas partidárias, pelo poder, com todo o reconhecimento que lhe traz, mas não se pode dizer que seja propriamente mais corrupto que os que o rodeiam.

Ou será mais corruptor, pela forma como vai jogando com todos e cada um, nesses jogos do partido e dos partidos?

Teve, apesar de tudo, a honestidade de confessar o seu envolvimento no tal célebre desvio… Cumpriu pena, ainda que parcial…

 

E que dizer daquela “central de compras”, em que todo o aparelho central do partido e do governo, inclusive a Presidente, se envolvem para arranjar quórum para aprovação de uma Lei sobre a Saúde!?

Uma rotunda para a circunscrição do deputado X, um centro cultural para a do Y, um pavilhão gimnodesportivo para a do Z…

 

(É assim que os nossos concelhos e distritos estão cheios de cada uma ou várias destas valências, estando pavilhões e centros culturais e rotundas, nem se falam, por todo o lado?!)

 

E será que o Barão Negro vai chegar a Bruxelas?!

O Barão Negro e a Baronesa Cor-de-Rosa!

O Barão Negro - Série Francesa 

Temporada 2 - Episódio 2 

 (6ª Feira - 25/01)

in. rtp.pt Barão negro.jpg

 

Barões, barão e baronesa, epítetos com conotação idêntica à dos barões dos partidos em Portugal.

 

Philippe Rickwaert, barão negro, não só, nem propriamente porque o trajam por vezes de negro, também porque é assim uma espécie de mancha negra, que alastra pelo partido, e, nem a propósito, no episódio de 6ª feira, 25/01, T2 – Ep2, era um proscrito não só socialmente, como também no partido de onde fora quase excluído.

Mas o Barão Negro depressa foi dando a volta ao assunto, conquistando as bases sociais de apoio, reconquistando os militantes do partido e a estrutura concelhia e, de manipulação em manipulação, alcançando o lugar que almeja, ou seja, voltar a ser candidato a deputado nacional. E, além do mais, ser conselheiro da Presidente, ou Presidenta (?) da República.

(Propôs-lhe casamento!... político, e foi vê-los abraçados, no final, no jardim do Eliseu, mas com caras de poucos amigos!)

 

Sim! Amélie Dorendeu é a nova Presidente da República!

Após muitas peripécias nos episódios anteriores, entretanto terminou a 1ª temporada, a segunda já irá, hoje, para o 3º episódio, a secretária geral do partido ascendeu a Presidente da República e já ocupa o Eliseu!

Baronesa Cor de Rosa?!

Só porque é mulher (?) Mas também por esse facto. (Esqueçam a polémica do “azul cueca”…) Também pelo seu jeito de barbie; pelo seu lado feminino e feminista; pelo seu idealismo, que quer mudar o funcionamento das estruturas, essencialmente entregues a homens, modificar o modus operandi do aparelho partidário e do próprio presidencialismo (?)

Bem, Amélie, nova presidente…

 

Francis Laugier, ex- presidente, saiu sem direito a palmas e pela porta pequena, pois que a massa que Rickwaert retirara não sei de onde e supostamente para ajudar o partido e o candidato a presidente, Laugier, isto no 1º episódio da 1ª temporada, (onde isso já vai!), afinal fora desviada por Francis para dar à ex-mulher, com quem estava em processo de divórcio!

Nem mais, nem porquê!

É por estas e por outros que a FN sobe, que o desencanto nos partidos é cada vez maior… e que adjetivei como “sacanagem” no primeiro post que escrevi.

 

E, nem a propósito, o que dizer ou como classificar a luta intrapartidária na conquista dos lugares para a Assembleia Nacional e para a constituição do governo?!?!

Um verdadeiro saco de gatos e gatas em luta!

 

Continuemos a ver a série. Que a realidade, infelizmente, ultrapassa a ficção!

 

(A imagem não será a mais elucidativa, mas é a que consegui de melhor. O meu pedido de desculpas.)

 

 

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2019
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2018
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2017
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2016
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2015
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2014
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D