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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

A Chaga do Mundo!

 

E... "A Chaga do Lado"!

(Políticas... politiquices!)

 

Vivemos num mundo em permanente convulsão. Em guerras constantes. Há regiões do globo em que os conflitos armados persistem continuadamente.

 

A região do Médio Oriente é um desses espaços em que, as duas guerras mundiais, as guerras internas / civis, entre países da região, com intervenções diretas ou indiretas de outras potências, regionais, ou mundiais, mais restritas ou generalizadas, a região não conhece estabilidade há mais de um século.

Não é alheia a essa situação a questão do petróleo e todas as problemáticas que lhe são correlativas. Nem a forma de constituição dos Estados nascidos após a queda do Império Otomano.

Nem, após a Segunda Guerra, a criação do Estado de Israel. Faltando o compromisso de criação de um Estado Palestiniano!

Recentemente, a questão da guerra na Síria cristaliza, diaboliza, todas as discrepâncias e desentendimentos em permanente convulsão naquele contexto espacial, introduzindo novas variáveis.

Mas outros espaços na região mantêm focos ativos de guerras: Arábia, Yemen, Iraque… Israel, Faixa de Gaza…ou próximos: Irão, Afeganistão

Na restante Ásia, as guerras mais localizadas, conflitos entre vários países, confrontos bilaterais ou multilaterais, com intervenção ou não de grandes potências, totalitarismos vários, subdesenvolvimentos diversificados, pobreza e fomes gritantes, hiperpopulação, guerras, perseguições, genocídios, fazem do Continente um alfobre de migrantes, que tudo arriscam para chegarem a pretensos “Paraísos”, Ocidentais ou outros.

 

Mas noutras regiões do Globo outros conflitos se mantêm ativos e persistentes. Na Europa, inclusive (Ucrânia, Rússia…). Europa palco principal das duas grandes guerras.

A África é um Continente em permanente instabilidade: Colonização na 2ª metade do século XIX, descolonização no pós 2ª Grande Guerra, conflitos internos, guerras civis, são poucos os países com estabilidade sócio – política. A fome, a miséria, as doenças, perseguições… a corrupção…

Em todo o mundo, os conflitos despoletados no contexto da Guerra Fria, dos interesses das grandes potências continuam latentes ou mais ou menos ativos.

Em todos os Continentes, a criminalidade organizada, as drogas, os tráficos humanos… os “senhores da guerra”…

 

Falta tolerância, diálogo. Liberdade, Democracia! Desigualdades atrozes, mas injustificadas, dado que a produção de bens e serviços, a tecnologia existente, os meios de produção disponíveis não remetem para tais discrepâncias, nem as caucionam. Uma gritante má distribuição do que se produz, incluindo desperdício geral de recursos, à priori e à posteriori, do processo produtivo. A ganância, a primazia pelo lucro, o egoísmo, a corrupção, o nepotismo.

 

A Europa, apesar de tudo, o Continente aparentemente com melhor estabilidade e condições económicas, funciona como foco de atração dos milhões de deserdados do Médio Oriente, da restante Ásia, do restante Mundo. Na América, os Estados Unidos têm essa força centrípeta. Milhões de deserdados das Outras Américas acorrem em massa a esse almejado e suposto “Eldorado”!

 

E na Europa, como principal foco atrativo, o “Reino Unido”, primordialmente a Inglaterra! Reino onde paradoxalmente ocorre essa palhaçada a que resolveram batizar de “Brexit”. Um verdadeiro Carnaval, realce-se!

Mas ainda na Europa, a França viveu semanas de lutas sociais e bem perto de nós, na Catalunha vive-se um conflito social, de contestação nas ruas, por enquanto, que não se vislumbra de fácil solução. Erros crassos e sucessivos do poder central, do governo, do rei, que não souberam gerir as aspirações independentistas, contrapondo uma política de diálogo. Dificilmente Madrid aceitará uma independência da Catalunha, nem sei se será justificável, no contexto das múltiplas interdependências entre povos, países, estados, nações. Um referendo ainda que possa ser feito, dificilmente será conclusivo. O espectro da Guerra Civil está sempre presente! As aspirações independentistas de outras nações de Espanha, adormecidas, podem ressurgir… A implosão de Espanha não é sequer desejável. Todavia, o Estado centralizado de Espanha precisa repensar as suas funções e atribuições face às autonomias. A Coroa, supostamente unificadora, não soube agir sensatamente!

 

No Chile, em Hong – Kong, no Líbano, no Haiti, no Equador,… os desejos de melhores condições de vida, de liberdade, de uma maior igualdade, democracia, de Justiça, levam a que milhares e milhares de Cidadãos se revoltem, façam ouvir as suas vozes aos poderosos do mundo, ensurdecidos na ganância, soberba e avareza de poder e dinheiro.

 

Instabilidades, as abissais desigualdades, a fome, as guerras, as perseguições, provocam fugas maciças de povos, à procura de melhores condições de vida. Arriscam tudo, caem nas mãos de redes de exploração e milhares de jovens, crianças, velhos e novos lançam-se em aventuras, arriscando a vida em busca de sonhos, que viram pesadelos.

Periodicamente surgem casos chocantes, os mais diversos. Nessa altura o Mundo acorda para uma realidade por vezes bem perto de nós, mas depressa os poderes instituídos se esquecem de promessas, ignorando as pobrezas, o abandono, que também ao nosso lado, nos mostra a “Chaga do Mundo”!

 

Ou o/a Caro/a Leitor/a não se apercebe das misérias gritantes que connosco convivem e se cruzam diariamente nas ruas, nos becos, nos metros, nas paragens, nos locais escondidos, nos bancos dos jardins da nossas cidades?!

(No nosso País, na nossa Cidade…

É olhar e ver enquanto se distrai no seu telemóvel!)

 

O que fazer para erradicar a fome, a pobreza, a desgraça do mundo e a chaga do lado?!

 

Raposa no Galinheiro!

Uma Fábula Interativa

Ou seja

Palavras interditas, que podem e devem ser ditas.

(Mas que aqui não são escritas.)

 

*orra!... Chi**!

 

Que ponham no galinheiro

Raposa a guardar dinheiro…

Para que nós – Tu e Eu

Paguemos

Galinhas que ela comeu…

E que nos danemos…!

 

Não é justo nem leal

O que se passa em Portugal!

 

Bem se podem desdizer

Ou até contradizer…

E mesmo reclamar

Uns p´rós outros empurrar

E, inclusive, se olvidar…

 

São todos responsáveis!

Mas que tudo, execráveis!

 

Os que lá estiveram e passaram

E por lá se amesendaram.

 

Que nos pilhem cada mês

Uma galinha pedrês

Através de comissão…

É pecado sem perdão!

 

E quem diz… *orra! Diz… Chi**!

 

(E não digo mais palavrão

Só por boa Educação!)

 

É de uma injustiça atroz

Que tenhamos que ser nós

Os pagantes

Das raposas pilhantes!

 

É caso para dizer…

 

Palavras interditas

Que podem e devem ser ditas!

 

*******

 

 

Este texto faz parte do conjunto das “narrativas em verso” que venho escrevendo mais acentuadamente desde 2017, sobre problemáticas que nos afetam. Mas que já anteriormente escrevia. Umas vezes de forma rimada, outras não. Veio sendo escrito desde Janeiro, era para já ter sido publicado, mas só agora foi possível.

As palavras interditas ainda não são explicitadas. Continuam as **! Um dia… quem sabe!

É interativo. Porque pressupõe a colaboração do “público – alvo”, a repetir algumas palavras, como se de um coro se tratasse. Não são as palavras em **. Já foi ensaiado uma vez na SCALA – Almada.

É imperioso e urgente continuar a ser dito!

Crónica salteada de Descontentamentos! (Vem aí o Verão!)

Notícias Cá do Burgo: “Raposas no Galinheiro”! Excesso de Velocidade – Prevenção Incêndios – Medicina! Centrais Biomassa – Politiquices! Futebolices!

 

Comecei a crónica sem saber como a batizar. Vários temas, de algum modo relacionados com a última crónica e a situação de Portugal. Vai daí, ficaram todos os supracitados sobrenomes!

 

As raposas no galinheiro! Surpreso/a?! Será o tema de um futuro e próximo post, em poesia, que já era para ter acontecido. (Uma fábula interativa!). Cáfilas de raposas têm assaltado sistematicamente os galinheiros, nomeadamente o principal. Quando postas perante a verdade, negam, olvidam-se, gozam com o pagode, riem-se na cara dos inquiridores, não têm nada a ver com o assunto. Não comeram, nem deram a comer quaisquer galinhas… Fazem de nós papalvos, trouxas! Nós, que pagamos as galinhas que eles, raposões, comeram!

 

Noticiaram recentemente um maior controle na velocidade excessiva nas autoestradas. Certo! E nas ruas das nossas localidades?! É muito mais imperioso e urgente. O pessoal circula a velocidades e com tanta falta de cuidado, que se não acontecem mais acidentes, só por sorte do Destino. Atravessar as passadeiras é um verdadeiro exercício de fuga ao atropelamento. Todos os dias algum condutor ultrapassa a passadeira em alta velocidade, enquanto o peão segue na outra faixa! É urgente, controle e penalização do excesso de velocidade nas ruas. Nas nossas ruas!

 

Prevenção de incêndios. Estão as limpezas todas feitas. Dizem-nos e propagandeiam. Será?! É só olhar com olhos de ver! Dentro das nossas próprias cidades existem espaços em locais bem movimentados, bem emblemáticos, à vista de todos, em que as limpezas foram esquecidas. Nas próprias autoestradas, nas bermas, frise-se, pinheirais…! Eucaliptais não respeitando as distâncias mínimas de segurança, pelas estradas desse país. É só olhar e ver! Até nos locais dos grandes incêndios de 2017! Prevenção!

 

Noticiam a falta de médicos, nos mais diversos hospitais. Dos mais diversos profissionais de saúde, mesmo técnicos auxiliares. Os turnos de 24 horas dos médicos nas urgências (vinte e quatro horas!!!). E sobrecargas de trabalho nos centros de saúde, especialmente nas grandes cidades. O que é verdade. Basta observar!

Simultaneamente noticiam que mil alunos de Medicina não conseguirão acesso à especialidade?! Será?! Porque será assim?! Não haverá aí uma grande contradição?! Saúde!

 

Noticiou, o Senhor Ministro da tutela, a implementação de centrais produção de energia, a partir da biomassa. Localizadas em zonas do Interior. São fundamentais! Para recolha e valorização de todos os inertes das limpezas. Para quando?! (Equacionar as poluições, acentue-se.)

Andam sempre a investir em Lisboa e Porto…

(Novo Hospital Central localizado em Lisboa para quê?! Por ex. Palmela, em zona de acesso à autoestrada e ao comboio. E porque não?!)

 

E a compra do SIRESP?! (...?!)

 

E as habituais bombas desta época: os milhões das vendas, vendas (!!!) dos futebolistas. Este ano é um João Félix. Há poucas anos foi um Renato Sanches. Lembra-se?! Isto é só para entreter o pagode, quando o futebol está no defeso. Vendem-se! Compram-se! Tudo mercadorias de alto preço. O futebol, atualmente, é um verdadeiro engodo, ilusão, “ópio” do povo! Que é o povo que o sustenta, que o compra, diga-se! Até enjoa tanto futebol!

Chocam os factos em si, e os valores das transações. Compras… Vendas!

 

Que raio de País, de Mundo é este?!

 

… A Leiteira - Uma crónica em contra mão.

Politiquices…Demagogia!

 

A Leiteira In Artrianon.jpg

 

Este post era para ter sido elaborado com uma imagem de “A Leiteira”, como está, mas também com uma foto de um senhor, antigo membro de uma antiga governação, a fazer a celebérrima birra dos corninhos com as mãos na respetiva cabeça, dirigida a um senhor deputado, quando esteve presente na Assembleia da República, no âmbito das respetivas funções governativas. Isso foi já há alguns anos, nem sei e nem interessa quando.

 

Recentemente, esteve novamente na Assembleia da República, desta vez numa comissão de inquérito, a prestar contas da sua antiga atuação. (Enquanto governante?!)

Voltou a dizer das dele e, desta vez, reportou-se para a fatura da luz que funcionaria como uma espécie de vaca leiteira.

O que até é verdade, pois nós somos sugados, (apetecia-me usar outra palavra, mas como essa tem outras conotações…), somos sugados, mas não é só na fatura da luz, mas nas mais diversas faturas. É um sugar que não há dó nem piedade!

 

Mas quando ex-governantes nos vêm alertar para estes descalabros, ficamos perplexos! Mas se estiveram em governações e, como tal, com responsabilidades, o que fizeram para contrariar essas situações em que somos constantemente explorados?! Mas essa atitude não deveria constar do perfil das respetivas atuações enquanto governantes?! Pelos vistos não. Agora, após terem sido, é que tomam consciência disso!

 

Um outro senhor, também com altas responsabilidades no país, este por duas dezenas de anos, também, numa homenagem que lhe foi prestada, lembrou-se de dizer que Portugal não precisa de mais autoestradas, nem estádios de futebol, precisa é de crianças. O que também é verdade. Mas então, enquanto exerceu atividades de poder não teve qualquer impacto nessa betonização e asfaltar do país?! (?!)

 

É de ficarmos de boca aberta perante a consciencialização de tais verdades!

 

A estas atitudes chama-se, democraticamente, DEMAGOGIA!

 

(E porque não a foto do senhor a fazer os corninhos?

Porque neste blogue são raros os posts com fotos de pessoas, enquanto tais. Julgo que são apenas dois. Existem muitas, mas quase sempre de personagens nas séries.

Para além de que as imagens podem ter direitos de autor. E não vá o diabo tecê-las…

E porque a foto, sugestiva é certo, mas é feia.

E toda a gente sabe a que foto me refiro.

E porque não tenho as costas quentes…

E…porque não me apetece!

A imagem do quadro de "A Leiteira" de J. Vermeer - 1657/58, obtida na net, in. Artrianon, pretende reportar-nos para o óbvio, sem ser demasiado vernácula. )

Cenas Raras, Raríssimas!

Umas Gambas! Uns Vestidos!

 

Não acredito nisto

Que quase caia um ministro

por causa de umas gambas

Que isto não é: Caramba! Isto são: Carambas!

Como se umas gambas e uns vestidos

Roubassem pão a desvalidos!

Ou acabassem no Corte Inglês

Todas as roupas e trapos.

Sem esquecer o Chinês

Cheio de calças aos farrapos.

 

Não, não há gratidão neste país!

Que uma excelente senhora,

Por um triz quase doutora,

Tu cá tu lá com a realeza,

Não sendo baroa ou baronesa,

Não se veste como pindérica

Nem se arma em histérica

Perante tostões e trocados.

 

Trocando isto por miúdos

Pra pequenos e graúdos:

É preciso paciência,

Sabedoria, ciência

Pra que filhos e maridos

Tenham tachos bem nutridos.

 

Que até reis tinham validos!

 

E por causa de umas gambas

Lembraram uns quantos galambas

Que achassem o tesoureiro

Cheirando o rasto ao dinheiro.

 

Será que o dinheiro se achou?!

Não Sei! Isto mal começou…

 

Não sei. E o que nos vale…

 

Tão só, e tão simplesmente

É que isto é cena rara

Mais que rara, é raríssima

Mas que nos sai cara, caríssima!

Isso é que é realmente.

 

E pra quê tanto alarido

Por uma gamba, um vestido

Ou um tacho pro marido?!

 

Gambas. in. http://news.certifee.com.br. jpg

 

O que importa e isto agora mesmo a sério…

É que para além deste despautério

Não se feche a porta a quem precisar

Que hajam Casas, Instituições

Gente séria e bons corações

À frente, a comandar!

 

Sem nunca esquecer que “A Deus o que é de Deus, a César o que é de César”!

E que “À mulher deste, César, não basta ser séria, também há que parecê-lo”!

 

(imagem, in: http://news.certifee.com.br.)

http://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/cronica-de-outubro-2017-152374

Central Nuclear de Almaraz, ainda!

Questões Pertinentes – Pergunta Impertinente?

Almaraz in. rr.sapo.pt.jpg

 

Já há algum tempo que os meios de comunicação divulgam informações sobre a citada Central Nuclear de Almaraz, dadas as problemáticas inerentes ao eventual prolongamento do seu funcionamento.

 

Também já aqui abordei o assunto no blogue.

 

Mas porque será que neste tema, e especialmente da parte das entidades responsáveis, o que acho é que têm passado o tempo a “atirar-nos areia para os olhos”?!

 sapo.pt/nao_inquietemos_as_pessoas_sobre_almaraz

*******

Relativamente aos "defensores" do nuclear, cito as palavras sábias da "primatóloga" Jane Goodall:

"Não herdámos o planeta dos nossos pais, pedimo-lo emprestado aos nossos filhos, mas o que está a acontecer é que estamos a roubá-lo aos nossos descendentes. (...)"

 

(...)

Perplexidades! "À mulher de César..." Danças...

Mas esta gente não se enxerga?!

Danças e Contradanças…

 

Alagoa Algarve Julho 2016 Foto original DAPL.jpg

 

Anda o pessoal ainda a molhar os pés nas águas cálidas dos Algarves e somos surpreendidos por estas notícias sobre o IMI.

 

Então agora, tranquilamente nas nossas casas, nem podemos olhar a ver se descortinamos o mar e o sol e, pelo que lemos, hipoteticamente iremos pagar mais de imposto?!

Mas esta gente não tem mais com que enxergar para nos sacar ainda mais de alcavalas?

 

Muitas mais questões se nos levantam.

A situação é realmente assim como nos é apresentada ou é mais uma em que os media nos pretendem atirar areia para os olhos como, tantas vezes, é seu apanágio?

 

E sendo realmente assim, como será de futuro?...

Será melhor escolher sítios entaipados, esconsos e escuros, becos e travessas, para moradia?

 

E, debochando…

E quem tiver, da sua janela ou da respetiva varanda, umas vistas tipo estrelas de cinema glamorosas também irá pagar mais de IMI?

 

*******

Não satisfeitos... E ainda mal desligámos o televisor sobre o Euro de futebol e cai-nos mais uma bojarda. Ainda se fosse um golaço do Éder!

Mas não!

 

Então, mas esta gente não se enxerga?!

 

Não sabem que “à mulher de César não basta ser séria, há que parecê-lo”?!

 

Mas isto mudam as cores dos governantes, mas o resto prossegue na mesma?!

 

E este merece ou não o "destino" do das bofetadas virtuais?

 

E estes?!

 

*******

E dir-me-ão…

Mas que é tudo isso comparativamente com o que se passou no ”Andanças”?!

(…)

E os seguros vão cobrir todos os prejuízos?!

(...)   (...)

Ou haverão danças e contradanças?

 

Indispensável será saber-se o que despoletou tal acontecimento.

Para prevenir em outras ocorrências futuras.

 

E, felizmente, não houve desastres pessoais!

 

politiquices - Ameaças virtuais: consequências

Cultura – Cidadania

Aforismos, ainda...

 

Face ao post anterior...

Hoje, sábado, dia 9 de Abril, anexo estas notas.

 

Quando escrevi o texto, ainda não tinha sido anunciada a demissão do Ministro, como frisei. Tudo foi escrito na suposição de que havia sido feita uma advertência, houvera um pedido de desculpas.

Ao publicar o post, tive conhecimento da notícia do pedido de demissão, que fora prontamente aceite.

Mantive o post, pois faz todo o sentido.

 

Mas quero fazer alguns comentários.

Ei-los!

 

Acho exagerada a consequência. Face à causa.

(Remeto para a ilustração do post anterior...)

 

Por uma promessa de bofetadas, para já, e apenas, no facebook. Virtuais, portanto.

 

Um pedido de desculpas, público, do ministro, como foi feito, era um Dever de Cidadania a cumprir. E foi cumprido.

O Primeiro-Ministro tinha que interferir? Sim, mas na esfera específica do seu âmbito de atuação. Por isso é o Primeiro entre os Ministros. Não tinha que vir publicitar o facto ou pedir desculpas públicas. Esse Dever era do Ministro.

Menorizou o Ministro, menorizou-se enquanto Chefe do Governo; fragilizou o governo, já de si tão inseguro.

(Remeto novamente para a ilustração dos “Caprichos” de Goya, o contexto de fundo: o estendal de roupa.)

 

O pedido de demissão e a respetiva aceitação imediata, (todos deduzimos como estas decisões são “cozinhadas nos bastidores”), vão trazer vantagens ao País? A nós Cidadãos?!

(...)

Acham que, com estes gestos, vão calar os opositores?!

Bem, pelo contrário! Eles vão continuar à coca para atacar perante qualquer pretexto: chapada, pontapé ou piropo!

Parafraseando o aforismo do post anterior, ainda mais agora, que o “cântaro mostrou ser de barro!”

 

Muita gente por aí bate palmas, canta de galo. Com todo o direito certamente!

Mas, será que nós, a grande maioria dos Cidadãos que não ganhamos nada com as prebendas governativas, com as “danças de galos no poleiro”, beneficiamos alguma coisa com as mudanças ministeriais, com as alterações governamentais?!

Pense bem, Senhor Leitor, Senhora Leitora!

(...)

É evidente que não!

 

Nós, só pagamos a Despesa!

(Que não se esqueça, caríssimo leitor e caríssima leitora, que, tudo isto é “cozinhado” nos bastidores.

Quem sai? Quem entra? Quem fica? E os correlativos fluxos de caixa?! "Quem sobe, Quem desce"!)

 

Grabado de Francisco de Goya Subir e bajar in. ninhachica.blogspot.com

 

Mas o Ministro tinha que ser obrigado a ficar, se, supostamente, não queria? E o Primeiro a mantê-lo, se também não era do seu agrado?!

Não, como é evidente!

Mas se tão depressa se “fartaram”, porque o Primeiro o escolheu? E, porque o Ministro aceitou?

Que nestas mudanças há sempre despesas, desnecessárias, e as que, eventualmente, advirão.

 

E, quem paga?!

 

E poderão questionar-me também.

E que é tudo isso, comparativamente com essa história dos “Papéis...”?

 

Mas, então ficamos calados e a tudo dizemos “Amén!”?!

 

 

 

 

política, politiquices, “fait – divers”, aforismos

Cultura – Cidadania

Bofetadas e Outras Coisas Mais

 

Quando criei este blogue não foi para falar de política, muito menos de politiquices.

 

Nem de fait – divers.

(Note-se que, aqui, e neste caso, este termo francês, não é para ser lido com a locução original, mas para ler “à portuguesa”, como fazia um peculiar participante do primeiro “big – brother", quem ainda se lembra disso?! Aquele que foi ganho pelo célebre Zé Maria. O concorrente acho que se chamava Marco.)

Sim! Porque este episódio, que tem enchido os Media, em todos os suportes e contextos, não passa precisamente de um excerto de um “bigue brader”, de um qualquer “reality-show”, em que se tornou a política em Portugal.

 

E vai lá a gente resistir a comentar também?! E não é para isso que existem a Liberdade de Expressão e estes novos suportes mediáticos, que democratizam o acesso à Informação?!

 

Pois então, aí vamos nós!

“Areia para os olhos”, para “divertir o pagode”! Assim poderia designar este acontecimento. E aqui entramos no domínio dos aforismos.

E, ainda neste campo, poderia parafrasear o célebre dito de que “com amigos destes...”, sentenciando que: “Um governo com ministros assim não precisa de oposição.”

 

Que este governo vai estar permanentemente escrutinado e debaixo de fogo, que não me interesso especialmente por este ou por outro, mas, como já referi, o que é preciso é termos Estabilidade e uma Governação que traga Dignidade, especialmente aos que dela foram espoliados em anteriores governações. E esta governação teve a peculiaridade de constitucionalmente suportar uma maioria, que os “Senhores Bem Pensantes da Alta Cultura Nacional” tanto anatematizaram ao longo de quarenta anos de Democracia!

E os “Senhores Fazedores de Opinião”, colocados estrategicamente nos media, vão sistematicamente bombardear a governação, aproveitando os lados mais fracos. E, digamos que descobriram um alvo ideal para o efeito, que até se põe a jeito!

E, não têm esse Direito? Claro que sim, têm!

E o ministro não tem Direito de resposta?

Claro que tem. Mas, enquanto Ministro, a resposta deveria ser dada de outro modo, até noutro contexto, ou fazer como diz o rifão: “Mulher séria não tem ouvidos!”

Ou parafraseando Ghandi, “Que as obras falem mais que as nossas palavras!” (Não será exatamente assim, que cito de memória e em tradução livre.)

 

E, continuando ainda no contexto de adágios, poderia dizer que: “Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que lá deixa a asa.”

E isto a propósito do cargo e de quem o ocupa. Que entre partir-se o cântaro ou ficar apenas desasado...

E, por enquanto, segundo também os media veiculam, apenas houve “advertência”, nem sequer “cartão amarelo” e, aqui entramos noutro enquadramento também tão querido neste país de “big-brother”, o universo futebolístico, outro campo que é tão utilizado como venda para os olhos do “zé povinho”.

 

E que falta nos fazia um Bordalo! E um Eça!

 

Grabado de Francisco de Goya se quebro el cantaro.

 

E, para ilustrar, escolhi da net, uma imagem de uma célebre pintura de um Génio dessa Arte: Goya. Da série “Los Caprichos: Se quebró el cantaro”. Remeto para o link.

E isto tudo, porque se trata de Cultura. E Cidadania!

(Que face à notícia cujo link registo no final, ainda torna a imagem mais sugestiva. Pois acho que o castigo foi demasiado. Acho que é um sinal de que o cântaro é de barro. Lá se vai a Estabilidade. Haverá já muita gente a "cantar de galo! De novo, aforismos!)

 

*******

 

E Outras Coisas Mais?!

Também sobre outra notícia muito menos destacada: Aqui!

As nomeações que um Outro Senhor Ministro fez para o “seu” Ministério.

Certamente por uma questão de segurança. E de apoio social, a tantos desvalidos da Sorte!

 

Que, isto das nomeações, o que é preciso é ter a Cor Adequada: amarelo, grená, anil... (...)

E tornando às máximas. Para quando “Cor de burra a fugir”?

 

E quem vai já fugir deste post, sou eu.

 

Não, sem antes sentenciar, ainda:

- Que os Senhores Detentores do Poder Político deste País, desta Nação, deste Estado, que se chama Portugal, tenham a Coragem de agir segundo a Lei, de que todos os Cargos Públicos estejam sujeitos a Concursos Públicos Nacionais! Que valha a Competência e não o Compadrio!

 

Já agora, gostaria de deixar uma Questão.

Qual o peso que terá ou não a distribuição de prebendas nestes azedumes entre Poderes?

O que acha, Senhora Leitora? Senhor Leitor?!

(Todos sabemos como as sinecuras são importantes. Muito! Mesmo nas Altas Culturas! Que até me lembram Kim e Gro da pretérita série “A Herança!)

 

Nota!

Acabei de escrever este post e, ao publicar, vejo esta notícia:AQUI!

 

Máxima Final:

Antes que se partisse o cântaro, quebrou-se a asa!

Mas não esqueça, cara Leitora e caro Leitor que, o cântaro já fica desasado. E as pedras a serem atiradas à bilha vão continuar, Para mais, agora...

Terá, este País, conserto?

 

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