Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

“Gentes da Gente – Histórias de Vida”

Sábados (7/9h) – www.radioportalegre.pt

 

Fui ontem entrevistado pelo radialista César Azeitona, para o programa supracitado, a transmitir em data a anunciar.

Quando o Sr. César Azeitona me convidou para a entrevista, embora eu inicialmente pensasse que seria destinada a minha Mãe, aceitei. Mas referi que seria uma oportunidade para eu “Dizer Poesia”. Para mim esse seria o objetivo fundamental da entrevista, até porque não “Dizia Poesia”, em público, desde Fevereiro de 2020. Ação ocorrida, na Oficina de Cultura - Almada, integrada na 26ª Festa das Artes da SCALA.

Foi o que aconteceu, ontem pela tarde, em estúdio, na Rádio Portalegre.

A propósito do livro “De altemira fiz um ramo”, disse várias quadras populares do mesmo.

Disse “Meu amor do facebook” e “Selfie”. Li o poema “A Paz, não a guerra!

E o sonetoCristo”, de José Régio, de “Biografia”, 6ª edição, 1978, Brasília Editora.

Falámos dos vários grupos de Poesia de que sou sócio ou frequento, dos blogues, também um pouco das vidas da Vida. Da minha Aldeia. De Portalegre, Almada. Mas a Poesia foi o traço estruturante. Aguardo o resultado final.

E termino com poesia, uma quadra, com que finalizei e que também encerra o livro “De altemira…”

Obrigado é mais qu’uma palavra!

Nela se grava nobre sentimento

Sentir que nosso coração nos lavra

E em nós desbrava um nov’alento!

 

Obrigado ao Sr. César Azeitona.

Obrigado à Rádio Portalegre.

 

Na guerra, o preconceito racial.

Direito à compaixão e Amor!

 

Apelo às guardas ucranianas!

Sejam mais empáticas e humanas

Que também há gentes alentejanas

Parecendo pessoas africanas!

 

Mesmo que africanas elas sejam

Se a Liberdade elas almejam

Lhes concedam o que elas desejam.

Que as defendam! E até protejam!

 

Não protelem direito de sair

Não discriminem! Autorizem ir

Procurar futuro, outro porvir!

 

Todos temos sangue da mesma cor

Todos sofremos, todos temos dor

Direito à compaixão e Amor!

 

Um poema de denúncia do atropelo aos direitos de seres humanos que, por serem “negros”, estão a ser impedidos de sair da Ucrânia, sendo preteridos face a outros que são “brancos”.

(Este postal não segue necessariamente os cânones do considerado “politicamente correto”!)

A guerra leva aos maiores flagelos da Humanidade e a desumanidade vem ao de cima, pelas mais diversas razões e por variadas formas.

O racismo é bem expresso nestas atitudes dos guardas.

Há jovens portugueses, estudantes de Erasmus, de Medicina. Um até é alentejano, de Évora e até viveu em Portalegre. Distrito onde até temos Médicos ucranianos, que muito estimamos!

E também há cidadãos de outros países a sofrerem pela mesma razão discriminatória!

 

Viagem de Comboio em 1990 (V)

Amendoeira de Palmela. Foto original. 2022.01.24.jpg

Respostas das Entidades (II)

Assembleia da República

Do PS, recebi carta manuscrita do Deputado Miranda Calha, datada de 27/3/90.

Excertos:

«Recebi, e agradeço… Infelizmente a realidade é tal como a conta.

Já me pronunciei diversas vezes na Assembleia sobre este assunto gravoso para o meu distrito e que o actual governo nunca respondeu às questões colocadas. Continuarei… a lutar para que no distrito de Portalegre existam melhores condições de deslocação – especialmente no sector respeitante à C.P. (…)

Os melhores cumprimentos

Júlio Miranda Calha»

*******

Por curiosidade, apresento foto da carta.

Fotocópia de carta. Foto Original. 2022.01.27.jpg

Fotocópia de carta. Foto Original. 2022.01.27.jpg

******

Do Grupo Parlamentar do PCP, responderam a 8 de Março de 1990, através do Gabinete de Apoio, em nome do Deputado Luís Roque, que agradece. Enviam uma “cópia de intervenção proferida em Plenário, sobre o assunto”.

É um texto de 4 páginas, da “Intervenção do Deputado Luís Roque – PCP, Sessão Plenária do Dia 9 de Janeiro de 1990 – PAOD”

Apresento alguns excertos da intervenção:

«Sr. Presidente

Srs. Deputados,

Resolveu o C.G. da CP encerrar ao tráfego de passageiros a partir de 1 de Janeiro de 1990 mais nove ramais ferroviários, a saber Valença/Monção, Vila Real/Chaves, Amarante/Arco de Baúlhe, Sernada/Viseu, Évora/Reguengos de Monsaraz, Évora/Estremoz/Vila Viçosa, Estremoz/Portalegre, Beja/Moura e o Ramal de Sines.

É de salientar que anteriormente já haviam sido encerrados a Linha do Dão e o troço Pocinho/Barca de Alva.

Esta decisão, concerteza concertada com o Ministério da Tutela, corta às regiões mais interiores o cordão umbilical que as ligava às regiões mais desenvolvidas do litoral, agravando mais ainda a assimetria litoral/interior, que hoje já é gritante.

(…)

…a CP e o Governo demonstram à saciedade quanto estão preocupados com o desenvolvimento económico e social do interior.

Em intervenção por mim aqui proferida em Maio de 88, aquando da implementação dos novos horários de Verão, prevíamos que o desajustamento dos mesmos em relação aos interesses dos utentes visava degradar a oferta com o fim de mais facilmente proceder aos encerramentos programados.

Para os incrédulos de então, aí está a resposta do Governo e da CP.

Estes planos visam o encerramento de 1000 Km de via e mais de 300 estações, ficando a rede ferroviária nacional reduzida ao eixo Braga/Lisboa/Faro, às ligações com Espanha e aos suburbanos de Lisboa, Porto e Coimbra.

Repare-se que no plano de modernização e reconversão dos caminhos de ferro (1988/1994), aprovado em Conselho de Ministros em Janeiro de 88, a rede secundária com 1076 Km absorve apenas 0,2% do total do investimento previsto no plano.

Este valor denuncia claramente quais são as intenções do Governo e da CP em relação a estas linhas, ou seja, encerrá-las.

O Governo com esta medida gravosa para as populações esquece um princípio que é aceite em todos os países comunitários, a função social do transporte de passageiros.   (…)»

*******

NOTAS Finais:

Os outros partidos da Assembleia não responderam.

Da Câmara Municipal de Portalegre também não recebi resposta.

O “Jornal Fonte Nova” publicou o texto.

O “Jornal Expresso” não fez referência ao assunto.

(Os negritos são de minha lavra.

Apresento os excertos que considerei mais relevantes.

Estes textos, traduzindo intervenções e tomadas de posição, mostram o posicionamento destes partidos face à situação.

São documentais. Fazem parte da nossa pequena história pessoal, pois vivemos esses tempos de viagens de comboio. Farão ou não parte da Grande História do nosso País. Para todos os efeitos os comboios fazem parte da História de Portugal.

Para se entender o historial dessa desativação dos comboios e subsequentes (re)utilizações ou abandonos, a leitura do livro já referido é fundamental.

Pelas Linhas da Nostalgia – Passeios a Pé nas Vias Férreas Abandonadas”, de Rui Cardoso e Mafalda César Machado, Edições Afrontamento, Novembro de 2008.

 E ainda haveremos de ir a Barca D'Alva?!

(A foto que titula o postal é de uma Amendoeira. Mas não de Barca D'Alva. Esta é de Palmela. Hei-de postar sobre ela!)

Boas Leituras! Muita Saúde. Boas Viagens, de Comboio. Muito Obrigado!

viagem-de-comboio-em-1990-iv

a-que-horas-parte-o-comboio-para-barca d'alva.

amoreira-da-barca-dalva-ii

Viagem de Comboio em 1990 (IV)

Respostas das Entidades (I)

Isto quase parece uma Série! Ou um Folhetim!

Respostas das Entidades, para quem enviei o texto publicado nos postais anteriores, acompanhado de uma carta específica para cada uma delas.

Rosa do Apeadeiro. Foto Original. 2021.05.02.jpg

CP - Caminhos de Ferro Portugueses, E.P. - enviei carta a 90/02/01, para a Administração. 

 Resposta textual obtida da CP, datada de 90/02/23:

Analisamos com muito interesse o relato enviado por V. Exª, que agradecemos.

Apresentamos as nossas desculpas pelos inconvenientes surgidos, originados sobretudo por avarias de material motor e pela necessidade de conceder enlace a passageiros vindos do Norte com destino ao Leste, que de outro modo se veriam obrigados a esperas muito mais longas.

Quanto à utilização de Automotoras Nohab, tal facto deve-se a necessidades de rentabilização do material disponível e das condições de exploração.

Esperando poder voltar a contar com V. Exª entre os nossos clientes, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.”

Rubricado por: “O Director de Operações Sul”

*******

Assembleia da República

Para a Assembleia da República também enviei o texto. (Consultando a Wikipédia, à data, a composição da Assembleia seria como segue: PSD, PS, CDU, PRD, CDS. O Primeiro-Ministro era o Professor Doutor Cavaco Silva.) Não me lembro se enviei especificamente para cada grupo parlamentar, se genericamente para a Assembleia.

O texto enviado foi acompanhado pela carta seguinte, também com a data de 90/2/1:

«Excelentíssimo Senhor Deputado

Tomo a liberdade de me dirigir a Vossa Excelência, na qualidade de eleitor do distrito de Portalegre, no sentido de referir, através duma ocorrência factual, um assunto que vem problematizando muitos dos habitantes do distrito, mais concretamente a situação dos comboios. Não tenho, todavia, a pretensão de abordar o tema duma forma exaustiva, outros já o fizeram melhor.

Segue, em anexo, um texto testemunhando o ocorrido, acompanhado de algumas questões – reflexões sobre o tema e outros, que aparentemente díspares, a ele estarão bastante ligados, pelo agravamento da interioridade do Distrito.

Agradecendo a atenção prestada

Subscrevo-me de Vossa Excelência»

 *******

Caro/a Leitor/a, acha que recebi respostas de todos os grupos parlamentares?!

A resposta a esta pergunta só a poderei dar em próximo capítulo deste “Folhetim do Comboio de 1990”!

*******

(P.S. - A foto? Original. De Rosas do meu Quintal. É de uma Roseira que trouxe do Apeadeiro da Mata, local de chegada da narrativa deste folhetim "Viagem de comboio em 1990". Local também de partida para as muitas viagens que fiz de comboio, nos anos setenta, oitenta e inícios de noventa, do séc. XX. Estava junto à casa da guarda da passagem de nível. Daí, colhi um ramo que abacelei. E aí virá a Primavera em que florescerá novamente, em todo o seu esplendor. E que venha a Primavera e que traga chuva. Que o Inverno só nos tem trazido frio. Muita Saúde e muito Obrigado.)

 

Central do Pego “convertida” à Biomassa?

“Setor florestal defende mais valias de reconversão da central do Pego para biomassa” 

Pinhal. Portalegre. Foto Original. 2021.01.10.jpg

A criação de Centrais de Produção de Energia, a partir da Biomassa, é uma medida que venho defendendo há vários anos.

Se Entidades do Setor Florestal defendem que a Central do Pego seja “reconvertida” para produzir energia elétrica, como fazia, mas a partir da biomassa, é porque certamente será exequível essa mudança.

Lembramos que a Central do Pego produzia energia elétrica, a partir do carvão. Modalidade de produção de energia que foi suspensa em Portugal, como noutros países europeus, por ser altamente poluente. O que é verdade. Já bastará o que acontece em grande escala, nomeadamente na China, na Índia e em muitos outros países por esse mundo fora.

 

(Um pormenor ou pormaior(?) histórico. A China cuja grande industrialização praticamente atingiu o boom no século XXI, utilizou como base energética o mesmo recurso fundamental que a Inglaterra, no século XVIII: o carvão. A matéria-prima que tinha mais disponível. Sem considerar os efeitos nefastos conhecidos nos países cujo arranque industrial foi muito anterior, nomeadamente na já referida Inglaterra.

A Humanidade parece aprender pouco com os erros do passado.

E ainda na China, agora uma Grande Potência, também parece ignorar os tempos imediatamente anteriores à eclosão da 2ª grande guerra mundial.

Isto, no referente às ações político-militares face por ex. a Hong Kong ou Taiwan.

Mas isto são pormenores, ou pormaiores(?), que me ocorrem.)

 

Voltando ao tema central. Concordo inteiramente que se reconverta essa Central para usar todo o potencial produtivo de material lenhoso, arbustivo, herbáceo, eu sei lá mais o quê, para obtenção de energia elétrica, a partir da biomassa.

Lembrar que o Pego fica precisamente a sul da região vulgarmente conhecida por “Zona do Pinhal”. Material de combustão, matéria-prima não faltará.

Podem faltar outros requisitos, que não sei.

Estudem bem o assunto. E criem, sim, Centrais de Produção de Energia, a partir da Biomassa.

Todavia, ter sempre atenção aos efeitos poluidores.

 

Haja saúde e menos fogos. E mais energia elétrica. E mais limpeza nas matas. Todas estas situações estão interrelacionadas.

Pinhal Portalegre. Foto Original. 2021.01.10.jpg

Outros postais em que já abordei anteriormente este tema:

incendios-enxurradas

incendios

cronica-de-outubro-

cabras-sapadoras-batismo-polemico

centrais-de-producao-energetica-atraves-da-biomassa

(Fotos?! - Todas do "Cabeço do Mouro", Cidade de Régio. Em toda a Serra, mesmo em todo o Alto Alentejo, também há imensa matéria prima para produção de energia através da biomassa. Implementem as Centrais, SFF!)

 

Memorieta a Poeta José Duro

Jardim da Corredoura – “Cidade de Régio” -Portalegre

Homenagem José Duro. Foto Original. 2021.11.04.jpg

“Portalegre a Cidade e a Serra”, de Ângelo Monteiro, com Introdução, revisão e notas de Luís Bacharel. Edição de “A CIDADE” – Revista Cultural de Portalegre” – 1982.

Vista da Cidade. Foto original. 2021.01.08.jpg

Este livro debruça-se sobre a temática citada, englobando “Resenha histórica, Roteiro urbano, Descritivo, Volta à Serra, Freguesias rurais, Triângulo turístico e Notas.»

Nele, fazem-se referências ao monumento evocativo do Poeta José Duro. E, pelo descritivo e foto apresentada, constatam-se algumas alterações ao modelo inicial. (Tal como o Jardim e equipamentos da Corredoura que sofreram grandes alterações na sequência da intervenção do Programa Pólis: 2004, …).

Algumas citações do livro:

«… encontra-se em ampla praceta, a memorieta a José Duro (XVI)»… pag.20

(...)

«XVI – Duro (Memorieta ao poeta José Duro)

Por justa iniciativa dos estudantes portalegrenses, em 23 de Julho de 1944, foi inaugurada a memorieta que homenageia o notável e infeliz poeta José Duro, nascido nesta cidade em 27 de Outubro de 1878. Depois de uma curta vida, torturado pela doença e quase esquecido, veio a falecer em 1899, em Lisboa, no dia 18 de Janeiro.» pag. 41

(Nesta página 41, contendo a breve descrição anterior, figura também uma foto do medalhão com a efígie do poeta e subscrevendo a imagem, os seguintes dizeres: «HOMENAGEM DOS ESTUDANTES».)

«Nota (41) – O projecto da memorieta é do pintor portalegrense João Tavares e o trabalho em bronze de Inácio Perdigão.» pag. 82

Assinatura I. Perdigão. Foto original. 2021.11.04.jpg

Este postal completa o anterior sobre o assunto, esclarecendo um pouco mais sobre o monumento evocativo, de que me lembro das diferenças, nomeadamente o texto evocativo da homenagem dos estudantes, que não figura atualmente no monumento.

Medalhão José Duro. Foto original. 2021.10.15.jpg

Face também à Autoria do monumento, João Tavares, não seria justo figurar uma placa evocativa dos promotores da homenagem, da autoria do singelo, mas sugestivo monumento e a data da respetiva concretização?! (Digo eu... Sei lá!)

E quem foi Ângelo Monteiro?!

(...)

Grato pela atenção. Votos de muita saúde!

 

“Momentos de Poesia”: 15º Aniversário

"Cidade de Régio" / Portalegre: Hotel José Régio

Cartaz Momentos de Poesia Nov 21.jpg

Parabéns a “Momentos”.

Aos seus Organizadores, com realce para Drª Deolinda Milhano que tem mantido a “Chama da Poesia” na “Cidade de Régio, ao longo destes quinze anos. Desde 2006! Interrompidas as sessões poéticas durante estes tempos confusos de “Covid”, retorna à Cidade este evento cultural multifacetado: Poesia, Música, Canto.

Parabéns a todos os Participantes. Que corra tudo pelo melhor! Com Saúde!

Vista de Portalegre das "Portas do Crato". Foto Original. 2021.07.22.jpg

Ilustração também com um “quadro” da Cidade. A Serra, a que chamo “Serra de Portalegre”, onde pontificam espaços icónicos que percorremos em Caminhadas.

Um excerto da “Cidade Nova”. Um local emblemático e histórico: o célebre “Palácio Amarelo”. E um quintal, locais característicos da “Cidade de Régio” e que tanto a valorizam. Bem que podiam organizar “Percursos pelos Quintais”!

E, Caro/a Leitor/a, sabe identificar o local de onde se têm estas lindas vistas?!

Não nos tirem as vistas, por favor!

 

Portalegre: Valorização da Poesia!

E dos seus Poetas!

Não tenho dúvidas que Portalegre é uma Cidade de Poesia! Por muitas, diversas e variadas razões. E situações.

De Poetas! E, entre todos, Portalegre: “Cidade de Régio”.

Se quiser ter a amabilidade de navegar em Aquém-Tejo, terá essa confirmação.

Hoje, Caro/a Leitor/a, trago-lhe esta singela Homenagem prestada, na “Cidade de Régio”, a José Duro, postada num banco, de “sentar”, no Jardim da Corredoura.

Banco na Corredoura. Foto original. 2021.10.15.jpg

Tentarei saber mais sobre o Poeta e sobre o banco.

De “sentar”, friso. Que os outros…

José Duro. Portalegre. Foto Original. 2021.10.15.jpg

Excertos Poéticos...

Excerto poético I. Foto original. 2021.10.15.jpg

Preste atenção à mensagem e à ortografia, S.F.F.

Excerto Poético. Foto original. 2021.10.15.jpg

E que saudades de “Momentos de Poesia”!

Mas com “Isto da Covid”…

Obrigado pela sua atenção. Votos de muita Saúde!

 

Não nos tirem as vistas!

Algo que a "Cidade de Régio" tem de inigualável: as Vistas!

Serra da Penha. Foto original. 2021.07.22.jpg

Poderá dizer: Que interessa isso das vistas?! A gente não come com os olhos!

Por acaso, os olhos também comem. “Não olhes para mim, não olhes…”, cantava a eterna Amália, no célebre “Fadinho da Ti Maria Benta”, parafraseando uma cantiga tradicional que no Norte Alentejano também era cantada. No livro “De Altemira Fiz Um Ramo” é uma das quadras que recolhi.

(Não esquecer que os pais de Amália eram da Beira Baixa. E a interligação global que têm estas duas Regiões de Portugal: Beira Baixa e Norte Alentejano. Que o Tejo simultaneamente divide e une.)

Voltando à Cidade de Régio… e às vistas.

Uma vista da "Serra da Penha" tutela o postal, com direito a bis.

Na forma, lembra um vulcão. Será que teve origem vulcânica?! Não sei!

Vistas da Cidade e Serra, a partir das proximidades de saída antiga: a “Porta do Crato.”

Vistas. Serra. Palácio Amarelo. Foto Original.2021.07.22.jpg

Também se vê o “Palácio Amarelo”. Tão desaproveitado estará… Um quintal, onde pontifica uma nogueira colossal.

Faz falta, na Cidade, a disponibilização de acesso a vários locais emblemáticos, nomeadamente a vários excertos do conjunto de muralhas.

Interligar esses espaços, nem que fosse temporariamente; permitir visitas, mesmo periódicas, era algo que engrandeceria a urbe.

Vista do “Arco do Bispo” ou “Porta do Crato”.

Arco do Bispo. Foto Original. 2021.07.22.jpg

Vislumbra-se que uma parte da encosta sudeste da Serra da Penha está queimada. Alertas que tenho vindo a fazer sobre as encostas da Serra. Há locais pertíssimo da Cidade, que metem medo ao susto. As encostas do "Cabeço do Mouro" precisam de limpezas e desbaste da floresta de pinheiros.

Não nos tirem as vistas.

Senhores Autarcas, Senhores Urbanistas, quem diz Senhores, diz Senhoras, como é evidente…

Meus Senhores e minhas Senhoras, quando pensarem e executarem sobre a Cidade, não se esqueçam das vistas panorâmicas. As vistas não têm preço, mas têm muito, imenso valor.

Este apelo não se aplica só à Cidade de Régio, do Sul. (Bem sei que há outra Cidade de Régio, no Norte: Vila do Conde.)

Aplica-se a todas as Cidades de Portugal. Que o digam as Cidades do Litoral e os verdadeiros atentados urbanísticos que se foram cometendo ao longo de décadas, tapando as vistas do Mar, com mamarrachos ao longo da costa. Na Costa, também.

(E, a propósito de Costa, como é que o “Primo Costa” se desenrascará com o Orçamento?!

Vejam lá se aprovam o orçamento, que não queremos cá eleições antecipadas. Tenho dito!)

 

Sabe que Planta é esta? (XVI)

Sabe que planta XVI. Foto Original. 2021.08.02. jpg

Não sabe?!

Deixo-lhe algumas dicas.

Foi fotografada na Serra, da Cidade de Régio. Em 2 de Agosto de 2021, no decorrer de um “Passeio em Família”. É ainda uma planta muito jovem, a da foto, conforme se pode ver. Quando adultas, embora possam ser consideradas arbustos, podem fazer-se árvores de algum porte.

Agora, em pleno Outono, as Árvores desta família, adultas, estão carregadas de frutos. Vermelhos alaranjados.

São muito saborosos. Mas convém não abusar, não lhe apliquem o teste de alcoolémia, caso vá conduzir, após se banquetear.

Também existem muitas árvores deste tipo pelas Serras Algarvias. Têm fama esses frutos pelas “águas” que produzem. De Monchique?! Ardentes?!

... ...   ...

Já sabe o nome da Planta?!

Parabéns. E Obrigado pela sua colaboração.

Muita Saúde!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2019
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2018
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2017
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2016
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2015
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2014
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D