Momentos de Poesia: 24 de Janeiro de 2026
Portalegre, "Cidade do Alto Alentejo..."
(Próximo sábado.)
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Se puder, se estiver pela Cidade de Régio, compareça e participe.
Vai gostar.
Votos de excelente realização.
Saúde e Paz!
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Portalegre, "Cidade do Alto Alentejo..."
(Próximo sábado.)
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Se puder, se estiver pela Cidade de Régio, compareça e participe.
Vai gostar.
Votos de excelente realização.
Saúde e Paz!
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Ontem, 26/10/2025, domingo, decorreu “Momentos de Poesia”, no Hotel José Régio, Portalegre. (Fora o fim de semana da icónica BAJA de Portalegre.)
“Momentos de Poesia” não é menos emblemático da Cidade. Poesia e Poetas é um elemento cultural da Cidade de Régio. Quisera a Cidade valorizar-se, enaltecendo/valorizando a Poesia e os seus Poetas. Que não quer propriamente aproveitar esse recurso cultural de que dispõe. Desde logo e à partida, Régio.
Tanta gente que gosta de “Dizer Poesia” de José Régio. E tantos que já se foram!
(Já abordei este tema várias vezes.)
Escrevendo sobre “Momentos de Poesia” não posso deixar de lamentar a pouca divulgação de que beneficia, tanto à priori, como à posteriori. Não importa. As sessões decorrem bem, com os Amadores das artes poéticas, musicais, canto, fado…
Gratidão a quem organiza, a quem cede a sala, o espaço, enaltecendo por demais Régio, em local tão evocativo e valorizador da Cidade.
Estivemos cerca de trinta participantes, a grande maioria participativos, dizendo, lendo, cantando.
O Grupo Coral faz as honras da casa, abrindo e encerrando a sessão artística, cantando o hino de “Momentos de Poesia” – “Poesia é o nosso ideal”.
Funciona também como uma “Escola de exercício poético”. Quase todos “Dizem Poesia”, maioritariamente de outros Poetas, alguns também de sua autoria. Trazem-nos Poetas e Poetisas consagrados/as, também de alguns nossos conhecidos, já ausentes, que muito estimamos.
Escutámos, “Dizendo Poesia”, Susana, Madalena, Dulce, Rosário, Abílio, Mariana, Luísa, Deolinda. Isabel, à maneira, xaile nos ombros, cantou o fado. Abílio também cantou. (O Sr. José participa no coro, na organização do evento, mas não costuma dizer poesia. Talvez um dia!)
(Desculpem-me o tratamento familiar, na primeira pessoa, sem sobrenomes, mas não sei de todos. Esta crónica também não é exaustiva e pormenorizada, nem pretende sê-lo, dadas as minhas muitas limitações técnicas e pessoais.)
(Estranhei ausência de Professor João Banheiro que costuma ser ensaiador do Grupo.)
Achei significativa a leitura de poema de José Branquinho, que conheci pessoalmente em “Momentos de Poesia”, em homenagem que lhe foi prestada, ainda no salão da Biblioteca Municipal. Poema lido, por Rosário, a partir de um dos livros que ofereci, em sessão anterior. É bom partilharmos os livros e o Branquinho merece. Obrigado!
Também ouvimos Poesia de Poetas consagrados: Régio, Florbela, Aquilino…
A crónica não segue textualmente a cronologia dos acontecimentos, que Drª Deolinda organiza, entremeando Poesia, Canto e os diversos Participantes, de modo harmónico e heterogéneo.
Também participou Gonçalo Mota dizendo dois poemas seus. (Sendo relativamente jovem, já editou dois livros, que tentarei dar a conhecer no blogue. É de Arronches e estudou na ESMS.)
Adelino Baptista disse também dois poemas de sua autoria. José Carita Monteiro também leu dois poemas, mas frisou não ser poeta.
Realço - sem menosprezo por nenhum dos demais - a presença de um jovem, julgo ter ali estado pela primeira vez, de nome Tiago, que interpretou dois poemas seus. Um deles “Poeta Acidental”! Esperemos que apareça mais vezes. Dá gosto ver e ouvir a Poesia rimando com Juventude! Também frequentou a ESMS.
Silvina disse um poema que escreveu no próprio dia de “Momentos”. Frisou que Tiago é cinturão negro, certamente será aluno na sua Escola.
Francisco disse dois poemas. “Isto da Covid”, na sequência de “Bicho Papão”, de José Régio, que Abílio Mourato dissera. E “Guardei minha tristeza”.
O Grupo Coral interpretou Poema sobre as “Cores e os sentimentos a elas associados”, numa performance delineada com base em lenços coloridos. Muitíssimo interessante. (Julgo que autoria é de José Duro. Mas como sou um bocadinho duro de ouvido, não tenho a certeza. Pesquisei, mas não consegui confirmar. Agradeço que me confirmem, por favor.)
Este foi o resumo que consegui sobre o evento. Agradeço a atenção e peço desculpa pelas lacunas. Sugestionem nos comentários, SFF.
Até próximos “Momentos”, previsivelmente em Novembro. E Tertúlias?!
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Momentos de partilha de Arte:
Poesia, Música, Canto, Fado, Arte de Dizer...
Simpatia, Alegria, Boa Disposição...
É aparecer e compartilhar!
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Ditas por D. Maria Belo, em 27/08/2025
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No jardim de Portalegre
Estão duas pedras assentes
Uma é para os namorados
Outra é para os padecentes.
*
Tenho dentro do meu peito
Ao lado do coração
Duas letras que dizem
Amar-te sim, deixar-te não.
*
Maria, Isabel e Ana
Rosa, Teresa, Rosalina
Júlia, Josefa, Damásia
Gertrudes, Bernarda, Joaquina.
***
Neste momento, não sei o nº de ordenação destas quadras populares / tradicionais.
Terei de ver, em ambos os blogues, o último conjunto que numerei. Corrigir/Completar as que anteriormente também não registei, até chegar a estas e seguintes.
Ultimamente tenho vindo a coligir quadras, ditas por D. Maria Belo. Algumas já terão figurado em "De altemira fiz um ramo". Também tentarei verificar isso.
Espero que goste.
Foto? É de Portalegre. Não é de jardim. É de Rua que dá acesso à Sé.
(Os versos nem sempre são de 7 sílabas. Embora seja a métrica dominante.)
***
(Entretanto fiz a pesquisa sobre ordenação das Quadras Tradicionais de Aldeia da Mata)
As últimas estão no Apeadeiro.
Estas, neste postal nº 1426, de Aquém-Tejo, são o nº XIII!
Será que um dia ainda iremos editar outro livro de Versos e Prosas de Aldeia?!
Aguarela de Arsénio da Ressureição.
Em exposição na Galeria de São Sebastião até amanhã, 15 de Agosto 2025.
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Já divulgara, aqui, sobre esta Exposição extraordinária.
A Rua conhecemos muito bem. É a Rua da Igreja.
A aguarela é de 1963. O quadro faz parte do acervo do Museu Municipal de Portalegre.
Cedido para esta Exposição temporária, como outras Obras, tanto por particulares, como por entidades públicas. Visitámos, mais que uma vez. Muitíssimo interessante e valiosa.
Quem serão os Personagens que figuram na Rua?!
Dois Agricultores, deduzo eu. Os cajados são notáveis! Símbolos de poder e também muito práticos. Deduzo que as pessoas voltarão para o monte. (O meu Pai dizia que a ir para o campo, levar sempre um cajado!)
E a matrona, a Mulher, quem seria? Mulher de algum deles? Viúva, com familiares?
E o que a Mulher leva entre braços?
E a criança? Um rapaz.
Personagens reais da freguesia ou do imaginário do Pintor?
Posturas reais, ou pose para a pintura?
***
A casa do varandim, ainda a conheci assim. Era a do Ti Manel Xico, carpinteiro.
Ainda falámos algumas vezes com ele.
(Agora, a casa está bastante diferente.)
***
Outros postais sobre Alagoa:
Volto a escrever e publicar um postal. Ainda sobre o Rossio de Alagoa.
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O calor continua infernal. Mas, ontem, ao início da noite, entre vinte e vinte e uma horas, ocorreu uma trovoada. Essencialmente seca. A Leste da Serra da Cidade de Portalegre, evoluindo a NE e, posteriormente, seguindo para Norte.
Trovoada seca, certo, imensos relâmpagos. Vi e acompanhei da janela. Mas trouxe, no final, uns baguinhos de chuva. Deliciosa! Pusemos os braços fora da janela, e bem que sabiam os pingos de chuva fresca, a caírem-nos no corpo. Mas foi chuva de pouca dura.
Voltando ao Rossio. Está bonito. Catita! A foto ilustra sistema de rega, num canteiro com alguns arbustos. Não consegui identificar. Presumivelmente, também não autóctones. Não sei. Não costumam usar, por ex., as estevinhas. E lindas que são: brancas e rosas. Também nunca vejo muitos alecrins. Já o rosmaninho está a ficar na moda. Acho bem.
Quanto às árvores e arbustos de porte mais arbóreo, os aloendros são plantas que se adaptam bem a qualquer jardim ou parque, dado que são resistentes às temperaturas.
Nas Árvores, não há, na realidade, o hábito ou moda de usar as locais. Provavelmente nem julgariam jardim ou parque!?
Carvalhos, bem que ficariam. E um Sobreiro ou uma Azinheira?! Não há o costume. Mas os gostos também se educam e valorizar o que é nosso enriquece-nos a todos.
A Azinheira é uma Árvore por demais icónica e simbólica. Há a Azinheira de Grândola, e quem não conhece ou não ouviu falar na de Fátima?! São emblemáticas e ilustrativas de conceitos e identidades bem nossas e abrangendo espectros ideológicos bem diversificados. E até há localidades que promoveram azinheiras e sobreiros a “Árvore do Ano”! Sinal de que lhes reconhecem valor identitário.
(Monte Barbeiro, Alcaria Ruiva, Mértola, conseguiu eleger uma Azinheira secular, como Árvore do Ano, em 2019, em Portugal. Ficando em terceiro, na Europa. Um pouco como o nosso Plátano do Rossio de Portalegre, em 2021. E também há o Sobreiro Assobiador!)
Senhores e Senhoras de Autarquias, percam o complexo de divulgarem o nosso Património Florestal e tratem de plantar Carvalhos, Sobreiros, Azinheiras. Também têm os Freixos, que também se fazem majestosos. Até há uma localidade que tem um Freixo com uma Espada à Cinta!
E, ainda sobre a foto. Repare, SFF, que já nasceram alguns cogumelos! Sinal de que os ciclos de vida se desenvolvem.
E sobre o Rossio. Além de bonito, também tem um parquinho para crianças.
Não sei é se tem espaço para os miúdos jogarem à bola, como era costume. E, de certeza, que não há condições para as largadas. Mas, já se sabe, não se pode ter tudo. E há outros locais para as largadas. E, as feiras?!
E, por hoje, aqui me fico sobre o Rossio da Alagoa.
Que, daqui a dez anos, ainda por cá estejamos para presenciar o desenvolvimento de Árvores e Arbustos.
Que isto de plantar árvores e arbustos, no Verão, ademais em pleno e escaldante, tem que se lhe diga!
(Finalmente, consigo publicar! Este calor insuportável tudo impossibilita.)
Imagem central: Gingko
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Outra Árvore exótica: uma variedade de Acer?
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Árvore da espécie anterior, enquadrada em fundo...
...pela casa de Dona Mariazinha, o emblemático portão de acesso ao quintal e uma chaminé, de antiga padaria?
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Foto tirada do lado Norte, com a vista Oeste do Rossio, onde figuravam os antigos Bordos - Negundos, adultos, cortados para esta remodelação.
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Desejamos que as Árvores peguem. Com este calor insuportável, que dura todo este Verão, terão de ser bem regadas.
Que, daqui a dez ou vinte anos, ainda cá estejamos, para vê-las, "adultas", crescidas e ensombrando o espaço.
Plantar Árvores, em pleno e escaldante Verão, só mesmo em ano de eleição!
Sempre exóticas! Não haverá Carvalhos nos viveiros?!
Numa Rua movimentada da Cidade de Régio!
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Na Rua Direita, que assim fica torta! E confusa!
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Junto ao antigo prédio onde ficava a "Loja do Sr. Hermínio".
Agora, entaipado para obras.
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Na foto anterior, da "Rua Direita", no lado direito, observam-se três prédios. No topo, entaipado, o que vai para obras. No meio, um edificado deveras interessante. Considero-o integrado no conceito da designada "Art Déco". Será?
(Nas minhas memórias, não sei se totalmente certas, era aí que morava o Dr. Renato, que era Professor de Inglês, quando eu era aluno do antigo Liceu Nacional.)
*** * ***
A propósito de "Obras na Cidade e na Freguesia", lembrar alguns aspetos pertinentes.
Na Alagoa, no Largo do Rossio, agora remodelado, fizeram mal em cortar as árvores. Eram bordos negundos, não autóctones, mas já eram adultas. Uma árvore demora a fazer-se. Aquelas já estavam feitas. (Até os pardais reclamam!)
Se voltarem a plantar, como está previsto, disponham autóctones.
*** * ***
As muralhas, quando "libertas", na Rua dos Muros de Baixo, após desobstruídas, não as atravanquem com outros monos quaisquer.
Na Rua do 1º de Maio, as muralhas desembaraçadas do casario que aí se encostava, visíveis desde longe, logo que nos aproximamos da Cidade, depressa taparam a vista com o "Business Center". Deveria ter menos andares. Também nos tapa a vista da Serra da Penha. E, na Cidade, as vistas valem tudo!
(Já agora, o piso em pedra é um desastre. Já referi o mesmo em relação à entrada na minha Aldeia. Solução?! Alcatrão ou coisa que lhe valha.)
Nessa zona, uma superfície comercial alargada, devidamente situada e enquadrada, dava jeito. Mas levaram tudo para a Zona Industrial!
Até já. Mais tarde farei as ligações, para outros postais.
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Lançamento de Livro, em Portalegre: Hotel José Régio
Como divulguei, em postal anterior, no dia 19/07/2025, passado sábado, foi lançado o livro “Quadras Tradicionais”, de Deolinda Milhano. No Hotel José Régio, espaço original da Cidade de Portalegre, onde, nos últimos anos, têm sido apresentadas as sessões de “Momentos de Poesia”.
Parabéns e Muito Obrigado a todos os participantes, promotores, “construtores”, colaboradores, diretos e indiretos desta produção poética, deste evento cultural, que muito valoriza a Cidade.
Especial realce à sua Autora – Drª Deolinda Milhano – pois este trabalho envolveu anos de pesquisa, diversos locais, múltiplos participantes, recolha, organização, escrita, materializada e concretizada, no Livro, ora apresentado pelo seu Prefaciador – Professor João Ribeirinho Leal e pela própria.
“Quadras Tradicionais (e não só) Um Património a Preservar”; Edição de 2025; Capa de Joana Nunes; Paginação, Impressão e Acabamentos: Fortisgraf – Artes Gráficas, Lda. – Portalegre.
Sobre o Livro, nada como citar participantes diretos:
“…. Ao divagar pelas páginas deste livro senti bem perto e bem forte o pulsar do coração português e pude fazer uma curiosa e muito agradável viagem pelas colinas dum passado em simultâneo tão presente e tão distante…” 08-04-2025 – Professor João Ribeirinho Leal. (Citado do Prefácio: “Duas Breves Palavras” – pag.5)
“…As quadras tradicionais ou populares, são textos curtos e simples, tal como os provérbios, que por vezes dizem muito, mas a que não se presta grande valor, contudo elas reflectem sobremaneira a sociedade, essencialmente a rural. Têm a ver com o quotidiano. Elas ensinam, revelam valores e comportamentos. Trata-se de uma tradição muito antiga. A sua riqueza, tal como a dos provérbios, varia consoante a classe social originária. Podendo ser mais simples ou mais erudita. (…)” – Drª Deolinda Milhano. (Citado de “Introdução” – pag.7)
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Totalmente de acordo com os excertos supracitados. Questões - algumas - que também abordámos no livro que editámos em 2018: “De Altemira Fiz Um Ramo”.
Voltando à apresentação do Livro. Gostei muito de estar presente e de ver muitas das Pessoas que enquadram “Momentos de Poesia”. Renovados Parabéns e Agradecimentos.
(Estranhei a não presença de Órgãos de Comunicação Regional. De ninguém representante do “Poder Local”! Embora também não ache primordial, todavia considero que, estes Eventos, pelo Valor que têm, merecem outra divulgação e relevância. É também o que se passa com a Poesia e sobremaneira a Poesia Tradicional!)
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Ah! As Quadras?! A Poesia?!
Irão surgir em próximo postal, mas “apeadas”… no “Apeadeiro da Mata”!
7 Quadras, uma de cada página do Livro. Páginas de múltiplos de 7!
De Pág.s 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56 ???????!!!!!!!
Cidade de Régio: Portalegre
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Sugestiva imagem esta, sobre a atribuição do título de "Árvore do Ano" ao Pátano do Rossio, em 2021.
Vi e fotografei, ontem, esta escultura, no edifício da Câmara Municipal de Portalegre.
Desconhecia a existência da placa, por demais elucidativa e original.
À data, escrevi e divulguei este concurso. Quando tiver oportunidade, estabelecerei as ligações facilitadoras de acesso aos postais.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.