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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Na guerra, o preconceito racial.

Direito à compaixão e Amor!

 

Apelo às guardas ucranianas!

Sejam mais empáticas e humanas

Que também há gentes alentejanas

Parecendo pessoas africanas!

 

Mesmo que africanas elas sejam

Se a Liberdade elas almejam

Lhes concedam o que elas desejam.

Que as defendam! E até protejam!

 

Não protelem direito de sair

Não discriminem! Autorizem ir

Procurar futuro, outro porvir!

 

Todos temos sangue da mesma cor

Todos sofremos, todos temos dor

Direito à compaixão e Amor!

 

Um poema de denúncia do atropelo aos direitos de seres humanos que, por serem “negros”, estão a ser impedidos de sair da Ucrânia, sendo preteridos face a outros que são “brancos”.

(Este postal não segue necessariamente os cânones do considerado “politicamente correto”!)

A guerra leva aos maiores flagelos da Humanidade e a desumanidade vem ao de cima, pelas mais diversas razões e por variadas formas.

O racismo é bem expresso nestas atitudes dos guardas.

Há jovens portugueses, estudantes de Erasmus, de Medicina. Um até é alentejano, de Évora e até viveu em Portalegre. Distrito onde até temos Médicos ucranianos, que muito estimamos!

E também há cidadãos de outros países a sofrerem pela mesma razão discriminatória!

 

Caril de Camarão e Arroz Basmati

Centro Interpretativo. Foto original. 2021.08.01.jpg

Piquenique no Jardim da Gulbenkian (II)

Afinal, o caril não era de gambas, mas de camarão. Correção feita!

 

Chegados ao Jardim para o piquenique, depressa os preconceitos voaram. O que mais havia era gente a piquenicar. As mesas junto aos eucaliptos estavam ocupadas, precisamente com pessoal a comer. Os bancos em redor, vários deles, em idêntica funcionalidade. Pela relva, também havia grupos, na função digestiva. Debaixo das sombrosas árvores, várias pessoas observei, comendo.

Um dos preconceitos: o “cesto do supermercado”. No final da visita, observaria um senhor, todo descontraído, com um desses cestos a tiracolo, onde levava o que sobrara do piquenicar que ele e a família haviam feito num dos bancos de cimento, debaixo dos eucaliptos!

Não tenho memória, se antes da eclosão da pandemia, era costume ver-se tanto pessoal a almoçar pelo parque. A hora de almoço costumávamos passá-la nessa função.

Comemos, piquenicando, divertimo-nos e tivemos direito a sobremesa, após termos arrumado os apetrechos, conforme foto do postal anterior. Não deixámos restos, nem papéis. Não demos nada, nem aos pombos, nem aos patos, que, gulosos, nos abordaram, enquanto comíamos. Seguimos as instruções que nos interpelam logo à entrada leste do parque, junto ao Centro Interpretativo Ribeiro Teles, conforme foto documental.

Instruções Parque. Foto original. 2021.08.01.jpg

Foi precisamente na gelataria que pedimos a sobremesa. Por mim, decidi-me por gelado de alfarroba, nunca havia provado. Gostei. Sou guloso! Mas também houve de morango e de chocolate. Para mim, triviais.

E houve direito a café, para quem quis, com ou sem açúcar! Em chávena. Havia quem não bebesse assim café, há imeeennso tempo! Na bandeja, levei-os para a sombra do exterior, que no espaço interior, apenas se podia ficar tendo o tal certificado. Devolvi a bandeja à origem, claro!

Passeata Jardim. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Uma tarde muitíssimo bem passada. Passeata no jardim. Exercícios, à moda olímpica. Aproveito para felicitar os nossos atletas, os medalhados e os não medalhados, que também se esforçaram para tal.

Parque Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

O Jardim oferece excelentes sombras, nalguns locais, verdadeira floresta temperada, sempre bem irrigada. Ouve-se a passarada. Pareceu-me rouxinol, quando chegámos. Gaio também me pareceu no seu “grasnar”?

Candeeiro Joana Vasconcelos. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Não me atrevi a visitar a exposição na galeria principal.

O candeeiro da “prima” Joana está exposto num dos átrios principais. É tão grande que não passa nada despercebido.

A fila para o museu manteve-se sempre crescida até depois das cinco, quando partimos.  Também não queríamos visitar. Já o fizemos por diversas vezes.

As esplanadas, a do restaurante do Museu e a do Centro Interpretativo, estavam cheias.

A quase totalidade do pessoal andava de máscara, aonde ela era devida. Nós, inclusive.

Casal Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

No final da visita, encontrámos este casal, bem simpático. Entre oitenta e noventa. Com a devida autorização, fotografei-os. Não costumo colocar, no blogue, fotos com Pessoas. Mas não resisto a esta. Há sempre uma excepção, o que só confirma a regra.

Flor Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Também fotos de plantas. Esta de uma plantinha minúscula. Para contrapor ao tamanho do candeeiro da “prima”! Há beleza e harmonia em toda a Arte. A natural e a humana, que “copia” a da Natureza?!

 

 

Ele e Ele! A propósito de uma célebre gaffe!

Ele e Ele!

Ou como um “fait-divers” adquire foros de Cidadania!

In. pt.wikipedia.org.jpg

 

Sobre uma célebre gaffe recentemente ocorrida num meio de comunicação social, gostaria de formular a seguinte pergunta.

Se o dito que foi dito por um conhecido Pivot / Jornalista do Telejornal da RTP, tivesse sido dito por outra Pessoa e se reportasse também a qualquer outra Pessoa, ainda que ocorresse no mesmo contexto comunicacional, será que tinha tido a repercussão que teve?!

O que acha?!

…  …   …

Provavelmente responderá o mesmo que eu. Que, mesmo que o contexto comunicacional fosse idêntico, se os personagens tivessem sido outros, a gaffe não teria passado disso.

O que prova que a força dos Pré Conceitos tem muito peso, nos mais variados enquadramentos e contextos! E nos mais diversificados espaços e tempos!

Ah! E muitíssimo importante. O jornalista pediu, publicamente, desculpa. Parabéns!

Aqui!

Para amenizar a conversa, sugiro-vos, com a devida vénia, e com o mais puro dos propósitos, um vídeo retirado da net com a célebre canção “Ele e Ela”.

Aqui! www.youtube.com

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