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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

31.Out.15

Reflexões sobre Template... before "Mad Men"

Francisco Carita Mata
Vou voltar a escrever sobre a série “Mad Men”.  Ah, mas antes de tudo o mais, constatar o óbvio. Mudei a imagem do blogue, há pouquíssimo tempo. Um pouco na brincadeira experimentei este template, após ter visualizado vários. Mas, sinceramente, nem me apercebi logo que essa marca ficava estabelecida. De qualquer modo o blogue já fez um ano e achava que (...)
23.Dez.14

Balanço de Natal e Final de Ano

Francisco Carita Mata
 Balanço de Natal e Final de Ano Aproxima-se o Natal e com ele o final do Ano de 2014. Fará sentido fazer algum balanço deste Blog, que nem três meses ainda tem?! É algo sobre que me questiono… Contudo através dele têm vindo a ser concretizados alguns dos Projetos que me propusera.Divulgar trabalhos em Poesia, dando prevalência, por enquanto, a textos já publicados noutros enquadramentos.Dar a conhecer, neste contexto online, trabalhos em Prosa de ficção, obedecendo, em (...)
01.Dez.14

As Árvores Morrem de Pé?!

Francisco Carita Mata
Porque se abatem as árvores, à beira das estradas? Perguntou, inocente (ou atrevida?) a criança.   Porque impedem o alargamento das estradas. Respondeu, categórico, o Presidente da Junta. Porque os automobilistas nelas esbarram, esmagando os seus automóveis e as suas carolas nos troncos obtusos das árvores, que estacionam nos dois sentidos, não respeitando as regras de trânsito. Sentenciou, sabedor, o Autarca Diligente.   Então… e a sombra? E o oxigénio?   E para que serve (...)
29.Nov.14

Ladra! Ladra! Ladrona!

Francisco Carita Mata
E vamos continuar com as “estórias que parecem mentiras”, finalizando com o capítulo VI. Lembramos que foram escritas na década de oitenta do século XX e qualquer semelhança com a realidade será pura coincidência. São estórias de um absoluto “nonsense”.   Capítulo VI   Mal chegou à feira, apercebeu-se que reinava grande confusão no arraial.   - Gatuna, ladrona!... Ladra, ladra… ladra…   - Mesmo agora aqui cheguei e já me chamam ladra?! Questionou-se Odete. Com (...)
29.Nov.14

Uma Carteira... de Notas

Francisco Carita Mata
Apesar de toda a poeira levantada pelas montadas dos heróis da nossa praça, poeira para nos obnubilar a vista… apesar de todo o circo montado no terreiro… a menina Odete continua na sua, de trocar a nota de cinco por miúdos…nada de confusões, que já basta com a senhora marquesa. Entrementes, observa o que se passa no “Café Progresso”, do Srº Silva, cujo empregado é o srº Bento. Capítulo V Passadas que foram as cogitações, eis senão quando, esbaforida, alisando o (...)
28.Nov.14

Uma Questão de Títulos…

Francisco Carita Mata
Depois da ótima notícia veiculada ontem nos orgãos de comunicação social, apenas ontem, que hoje já pouco se falará, as notícias positivas são rapidamente esquecidas... Continuamos com a saga da menina Odete que, nesta historieta, se perde numa questão de títulos.   Capítulo IV   E acabou por entrar no Café do Srº Silva, mais conhecido como “Café Progresso”!   Na primeira mesa, a que dava para a montra, com algumas das iguarias servidas no estabelecimento, dispostas (...)
27.Nov.14

Ainda a nota… de Matemática?!

Francisco Carita Mata
Apesar do novo "estardalhaço" que por aí anda com mais um "caso mediático", quantos já tivémos este ano? E onde vamos parar com este descalabro todo?! Pois apesar de tudo isso vamos continuar a "postar" mais um texto sobre as aventuras da menina Odete, de "estórias que parecem mentiras". Pois, até pode parecer mentira que nos mostremos relativamente alheios ao imediatismo das notícias...Pois! Mas este excerto também é sobre notas, notas, notas, as notas é que motivam isto tudo, (...)
26.Nov.14

Água sem gás… H2O

Francisco Carita Mata
E como, apesar de termos hoje mais um dia de chuva, um copo de água sabe sempre bem e refresca as ideias. E também não vamos colocar a rapariga, pois que de uma rapariga se trata, não a vamos colocar a pedir um copo de vinho!Lembramos ainda que a ação decorrente da narrativa se situa num outro tempo, tanto cronológico como meteorológico. Por tudo isso segue: Capítulo II Saiu então ela, Odete, da Livraria, agitando a nota de cinco mil escudos, ainda por destrocar. Mas precisava (...)
25.Nov.14

Uma questão de Notas, Contos ou Escudos…

Francisco Carita Mata
Capítulo I Odete entrou na “Livraria Portugal” e, dirigindo-se ao empregado, perguntou:- Pode destrocar-me cinco contos, se faz favor?!.…- Depende dos contos que quiser, respondeu-lhe o empregado da Livraria.- Ora, destroque-me cinco contos, mas como lhe der mais jeito. Podem ser de quinhentos ou de mil…- Já que quer de Mil, ainda tenho das “Mil e uma Noites”, em banda desenhada… Bom! De Quinhentos não há. Ah! Talvez se arranje… Ali Babá e os Quinhentos Ladrões. Como (...)
24.Nov.14

Estórias que parecem mentiras…

Francisco Carita Mata
Introdução Vamos iniciar un conjunto de seis "estórias", que serão publicadas diariamente em pequenos capítulos.Hoje apresentamos uma pequena introdução. Estas estórias, como todas as “estórias do arco-da-velha”, foram escritas num tempo já passado, embora não muito distante, mais concretamente nos anos oitenta do século XX, que agora já parece tão longínquo, tal a voracidade e velocidade com que cronos nos devora os dias e as noites, no suceder do nosso dia-a-dia. J (...)