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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Despedidas de Verão - Agosto 22

Não há bela sem senão!

Despedidas de Verão. Foto original. 2022.08.30.jpg

Está-se a findar Agosto

Com ele vai indo o Verão

Tanto calor a contragosto

Toda a bela tem seu senão!

 

Senão veja-se a senhora

Que não aguentou a pressão

Ministra e até doutora…

Abalou. Foi pena?! Sim? Não?

 

Este postal ilustra a chegada das “Despedidas de Verão”. Este ano, a modos que chegaram mais cedo! Nascidas no “Quintal de Cima” estas plantas, exóticas, são por demais peculiares. As folhas só são visíveis praticamente no Inverno e na Primavera. Ao chegarem estes calores desalmados do Verão, as folhas secam, as plantas como que desaparecem do solo. Mas ao anunciarem o quase findar do verão, o primeiro sinal de vida é o nascimento destas lindas flores, umas mais rosadas que outras. Também com um odor levemente adocicado. Renascem assim, nos locais mais regados do Quintal – Jardim. Talvez, por isso, este ano parece que apareceram mais cedo.

Sejam bem-vindas. Anunciando Setembro. Aproximando o Outono.

Quem também se despediu, ainda no Verão, foi a Senhora Ministra da Saúde, Drª Marta Temido. Já se temia que isso acontecesse ou que não acontecesse?! Sei lá! Não acredito nada neste pessoal da política. Nem acredito que vindo outro ou outra as coisas mudem realmente.

Mas que têm de mudar lá isso têm! Também não tenho a pretensão de saber como, quando, em que contextos, mas quem para lá vai tem a obrigação de saber os quês e os porquês, as linhas com que se cose a Saúde. E como o SNS está a ser cozido em lume brando!

A nível dos utentes / doentes, que somos todos nós. Efetiva ou potencialmente nessa condição.

A nível dos Profissionais de Saúde, especialmente sobrecarregados os que têm de trabalhar neste mês. Porque são menos os que estão em serviço, mas o serviço não diminui, provavelmente até aumenta, pois há muito mais gente por aí a cirandar. Turistas e “turistame” por tudo quanto é sítio. Sempre numa boa, mas quando as coisas dão para o torto… onde vão parar?! Às urgências dos hospitais públicos, claro!

Não sei. Mas quem vier para o ministério, que venha com conhecimento de causa e com vontade de pôr alguma ordem na Saúde em Portugal.

Mas não é fácil, não.

Termino com o slogan habitual: Saúde e Paz!

E que nos dirija gente capaz!

 

As duas Quadras…  encontraram dois Tercetos!

Mas não acharam a Paz… ainda!

Um ser inominável…

 

Anda, por aí, ser inominável

Invadindo um País Soberano

Almejando ficar homem notável

Só se tornou ainda mais tirano.

 

Assim ficou por demais execrável

Espelhando seu juízo insano

Entre seus sequazes mor detestável

Perdendo sua condição d’humano!

 

Cinismo, crueldade: indecentes

De quem ordena matar inocentes

Destruir casas, civis estruturas.

 

Por mais que tu te expliques, só mentes

Inda que digas bem fazer… perjuras.

Só na tua paranoia perduras!

 

*******

(Este encontro das 2 quadras com os 2 tercetos deu-se ontem, 3 de Julho. As quadras já vinham de 17 de Maio, publicadas a 12 de Junho! Quando se encontrarão, quadras e tercetos, com a tão almejada PAZ?!)

 

 

Água Pluviosa e Sede na Alma!

O concluir duma quadra de Fevereiro, num poema de 14 versos, num 6 de Março!

Comemorando um 7 e 8 de Março em que choveu.

(Com duas versões nos tercetos!)

******* 

Cheguei ontem ansiosa

Mal cheguei, me fui embora

Sou a água pluviosa

Faço falta a toda a hora!

 

Tanta gente sequiosa

E a chuva anda lá fora

Primavera radiosa

Vai chegar. Que não demora!

 

Há sede que nunca acaba

Há fome que não se mata

Tal esfinge em mastaba!

 

Decifrar esta bravata

Com ponderação e calma:

Sede, mais fome na Alma!

 

(2ª versão)

 

Há sede que nunca acaba

Há fome que não termina

Há Destino que tem sina.

 

Há esfinge em mastaba

Há ponderação e calma

Há sede e fome de Alma!

******* 

Que haja Saúde e Paz!

Um Feliz Dia da Mulher!

 

2 Quadras sobre o Tempo!

Um Poema a concluir quando houver tempo!

E Inspiração!

Aldeia. foto original. 2019.04.16.jpg

A chuva voltou, hoje, novamente

Neste Março quase primaveril.

Há quem dig' até qu' enfim, finalmente

Após Março, certo virá Abril!  

 

Em Abril se diz que águas por mil

Nunca falha o rifão, nunca mente

Também qu' a perdiz está no covil

Do campo me lembrei eu, de repente!

 

/… rosas de perfume…/

Duas Quadras soltas nunca vêm sós!

Duas Quadras e uma Sextilha ou Duas Quadras e Dois tercetos?  

Rosa rosa. Foto original. 2021. 04. 29. jpg

Rosa, não te chames rosa

Se da rosa tens ciúme

Por a rosa ser formosa

Pela rosa ter perfume.

 

Tem perfume, é olorosa

Do espinho tem queixume

Dá picada dolorosa

Daí lhe vem azedume.

 

Rosa, não sejas vaidosa

Que vaidade é vaga-lume

Lá por rosa bem cheirosa

Não ardas em qualquer lume

Nem te faças caprichosa

Que ciúme é negrume!

*******

E ainda... SFF. Obrigado!

Tem perfume é olorosa

Duas Quadras Soltas!

Rosas botões. Foto original. 2021. 04. jpg 

Rosa, não te chames rosa

Se da rosa tens ciúme

Por a rosa ser formosa

Pela rosa ter perfume.

 

Tem perfume, é olorosa

Do espinho tem queixume

Dá picada dolorosa

Daí lhe vem azedume.

 

P. S. - Esta foto de rosas ainda em botão, ilustrando quadras soltas, foram tiradas no início do mês. Deduzo que, agora no final, o quintal estará florido.

 

Quadras: Almada - Santos Populares

Almada, Abril e São João

 

Festas 2015. In: distritoonline.pt.jpg

 

 

 João, S. João da Ramalha

Em Almada tem muita devoção

Entre o Povo humilde que trabalha

Cidade com Abril no coração.

 

 

Em Abril, Liberdade mil

Diz o Povo e com razão.

Junho, escorre o vinho do barril

Almada, festeja o São João.

 

 

chafariz-almada - almadadigital.pt.jpg

 

Imagens, in: distritoonline.pt/ e almadadigital.pt/

 

 De Portalegre para Almada

Sete Quadras Soltas

  Banco de jardim 

Aqui pasmado neste jardim

À espera que chegue Amigo

Que bem sentado em mim

Possa prosear comigo.

  

Correm dias… 

Correm dias, fogem anos

São ondas desfeitas no mar

São ilusões desenganos

São lágrimas no teu olhar.

  

Fado e solidão 

De mão na mão, de braço dado

Segue o Fado na desventura

Com ternura lado a lado

Vai solidão numa aventura.

  

Mar Português 

Desbravaram meu corpo caravelas

Em tempos idos na Lusa memória

Sou calmaria, tempestade, procelas

De povo à beira mar sou História!

 

 Pão e Paz

Pão, em casa, é harmonia

Do Amor mantendo a chama

Trinado – breve, melodia

Da Paz que o Homem reclama.

  

Paz 

De Paz e Amor foi o tema

De muitas e lindas canções

Que Amor e Paz seja o lema

Que norteie os corações.

 

Sete Rios… 

Sete rios, sete fontes

Sete bicas a correr

Sete linhas, sete pontes

Sete vias p’ra te ver.

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