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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Questões Pertinentes – Pergunta(s) Impertinente(s)!

Atente nas seguintes informações!

E Reflita, S. F. F.!

in. aliexpress.com

 

Cerca de 2 milhões (2 000 000) de pensionistas irão ser “aumentados” até 10 euros!!!!!!!!

 

A transferência de 1 jogador do Barcelona para o Paris Saint Germain envolve 222 milhões (222 000 000) de euros!

 

Então, mas no meio de tudo isto não há uma enormíssima IMORALIDADE?!

(…)

 

Consulte também, SFF.

 

http://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/adivinha

 

 

Central Nuclear de Almaraz, ainda!

Questões Pertinentes – Pergunta Impertinente?

Almaraz in. rr.sapo.pt.jpg

 

Já há algum tempo que os meios de comunicação divulgam informações sobre a citada Central Nuclear de Almaraz, dadas as problemáticas inerentes ao eventual prolongamento do seu funcionamento.

 

Também já aqui abordei o assunto no blogue.

 

Mas porque será que neste tema, e especialmente da parte das entidades responsáveis, o que acho é que têm passado o tempo a “atirar-nos areia para os olhos”?!

 sapo.pt/nao_inquietemos_as_pessoas_sobre_almaraz

*******

Relativamente aos "defensores" do nuclear, cito as palavras sábias da "primatóloga" Jane Goodall:

"Não herdámos o planeta dos nossos pais, pedimo-lo emprestado aos nossos filhos, mas o que está a acontecer é que estamos a roubá-lo aos nossos descendentes. (...)"

 

(...)

Crónica de 1º de Maio: algumas questões pertinentes…

Alterações na Lei sobre os animais.

Um Programa televisivo de inexcedível qualidade.

Algumas perguntas, cujas respostas não cabem ao questionador, mas a si, caro/a leitor/a.

 

Foto original DAPL 2016  Almada 2157.jpg

 

Chegou o mês de Maio!

 

Habitualmente abordo alguma temática alusiva a este mês.

 

Entrou em vigor, hoje, uma nova Lei que, no âmbito do Código Civil, categoriza os animais numa outra perspetiva, deixando de ser considerados, perante a Lei, como “coisas” e perspetivados como “seres vivos dotados de sensibilidade”.

 

Legalmente, não duvido que, no papel e, em teoria, há um progresso.

Na prática faltará mudar comportamentos, a começar, em primeiro lugar, pelos de muitos “donos” de animais.

 

Que os animais não são coisas, que são seres vivos dotados de sensibilidade, julgo que a grande maioria das Pessoas conscientes sempre tiveram noção desse facto.

Muitos “donos” de animais não!

Reforço esta afirmação, basta observarmos os respetivos procedimentos face aos animais em variados contextos.

 

Esta questão da alteração da Lei, levanta-me várias questões, algumas das quais já abordei noutros posts.

 

Uma que me ocorre imediatamente, também já aqui levantada, situa-se no procedimento futuro das autoridades, dos poderes instituídos, quer a nível central, quer a nível local, perante “espetáculos” em que os animais são objetivamente torturados perante milhares de “seres ditos humanos” para respetivo gáudio e contentamento e, em muitos casos, esses acontecimentos são ainda transmitidos televisivamente. (?)

 

Eufemisticamente perguntando: “Quando é que apanham o touro pelos cornos”?

 

Haveria muitas outras questões que poderia levantar, nomeadamente sobre este assunto mais específico e também sobre a questão mais geral. Seria um nunca acabar de interrogações, algumas já referenciadas em textos anteriores.

Não quero deixar de abordar uma última, por agora, meio em jeito de sério e também a ironizar. Lá vai!

 

Quando se fala em animais, tal a diversidade e riqueza da Terra neste âmbito, a que animais nos referimos? Apenas àqueles que habitualmente são considerados no contexto de “domésticos”, ou a todos, desde o mosquito ao cavalo?!  

 

*******

 

E nem ou mesmo a propósito, ontem, a RTP2 transmitiu mais um dos seus excelentes Programas.

 

(Lembrar-me-á, caro/a leitor/a, que há muito não abordo nada sobre séries. É verdade. Tenho visto algumas, tenho seguido 1992”, que nos prepara para “Gomorra”, mas não me tem puxado ainda para a escrita.)

 

Bem! Mas, ontem, a RTP2 transmitiu o filme documentário Sal da Terra sobre Sebastião Salgado, a sua trajetória de vida e a sua Obra!

Uma vida heroica, uma Epopeia, a sua Vida e a Obra artística produzida.

Um registo histórico e documental, através da lente fotográfica, sobre a Humanidade, o Ser Humano, a Vida e a Morte, a Condição Humana, nalguns dos seus registos mais trágicos e aterradores; noutros, na sua capacidade de redenção e subsistência nos limites inimagináveis, para quem vive vidas comuns.

A inserção e comunhão do Humano no contexto da Natureza e dos outros Seres Vivos, igualmente “Obras” da mesma “Criação”: “Génesis”.

Sublime!

Apesar de em muitos dos “relatos”, “Koweit”, “Jugoslávia”, “Ruanda”, ser aterrador!

Aterrador, pela capacidade, loucura descomunal, do “ser humano” ao infligir tamanho sofrimento, tamanha atrocidade ao seu semelhante e tamanha destruição na Natureza! E como essa prática é recorrente, acontece nos nossos dias, sem qualquer justificação plausível, e ocorre bem perto de nós!

 

Este refletir podia levar-nos para o primeiro ponto da crónica e ainda e também através de outra pergunta.

Sendo, supostamente (?), o Homem, o Ser Vivo mais inteligente à face da Terra, conhece algum outro Ser que provoque tamanha destruição do seu Semelhante e do Ambiente em que vive e de que depende a respetiva sobrevivência?!

(…)

 

*******

E ainda…

E sobre essa “nova categorização” dos animais e contrapondo à condição humana.

 

E em quantas situações e quantos milhares, milhões, de Seres Humanos não levam uma existência desprovida de quaisquer direitos, muito menos que coisas, em vidas e condições abjetas, abaixo do limiar das condições de sobrevivência?

 

Com quantas Pessoas, seres Humanos como nós, não nos cruzamos, no nosso dia-a-dia, nos mais diversos locais das nossas cidades, em situações por demais problemáticas e a que maioritariamente “olhamos” indiferentes?

 

E quantos de nós não nos sentimos já tratados como “objetos descartáveis”, mesmo e até por quem e pelas entidades que nos deviam tratar como Seres pensantes, de ideias, ideais e afetos, de inteligência e sensibilidade e nos consideram meros números, eventualmente consumidores, ávidos de coisas e de dinheiro para comprá-las?!

 

E com esta questão, termino. Muitas outras ficam na gaveta...

 

E lembro que hoje é “Primeiro de Maio” – “Dia do Trabalhador”!

E remeto para o que já escrevi.

 

P.S. – Depois das três da tarde, fui a uma conhecida superfície comercial que anunciou os célebres mega descontos percentuais. E não constatei a loucura do primeiro ano!

 

Rei… Naldo, reinaldices; Política, politiquices; Futebol, futebolices

Questões pertinentes… Perguntas impertinentes?

bola de ouro. in. arlloufill.com

 

Então, mas o Ronaldo não está de parabéns pela conquista da sua (dele, não sua, caro/a leitor/a) quarta bola de ouro?!

Pois claro que está. Então não haveria de estar?!

 

Só que choca, tanto beija mão real, tanta adulação, tanta idolatria, Ronaldo para aqui, Ronaldo para ali… E parabéns e felicitações dos personagens mais importantes do Estado e da Nação, não vá o rapaz ficar melindrado pelo esquecimento.

E, é a política a aproveitar-se do futebol! Que também se encosta na política quando lhe convém.

 

E tanta idolatria relativamente ao objeto per si. Relativamente à própria bola de ouro (?), à taça, a isto e aquilo. Ao bezerro de ouro? Ao dinheiro!

 

Não é que o indivíduo não mereça.

Que merece. E é um exemplo, um modelo, pela forma como se supera a si mesmo, como superou as adversidades e contingências da sua própria vida.

Mas Ronaldo só há um. E, por um Ronaldo que brilha no firmamento das estrelas do futebol, milhares de ronaldos enterram os seus sonhos nas agruras e adversidades da vida.

Porque a vida não é só futebol, e o futebol das estrelas e do glamour é só para alguns eleitos.

E, se Ronaldo pode ser um modelo para milhões de deserdados da fortuna, um leit-motiv para os desafortunados do mundo, também acaba por não ser mais que isso e, desse modo, não ser mais que uma ilusão.  

Por isso, choca e aborrece e desvirtua o papel do personagem, que os media insistam tanto em tanta “ronaldice”.

Que exagerem tanto e até à exaustão, em tanta “reinaldice”, do dito cujo personagem.

 

E que se fale tanto e tanto, e mais que tanto, em milhões para aqui e para acolá, sempre que se fala em futebol.

Quando, tantos milhões contam os tostões à vida…

 

E de onde vem tanto dinheiro?! Que tanta falta faz noutros campos, que andam sempre à míngua do dito cujo, e onde ele é muito mais necessário, acentue-se.

 

E que se fale tanto e tanto nos árbitros que não cumprem a sua função de arbitragem, que não cumprem ou alteram as regras do jogo, que favorecem esta ou aqueloutra equipa…

Quando o Árbitro dos árbitros, que devia apenas sê-lo, quando o é; mas que também é jogador, sendo igualmente árbitro, procede como procede, quando tem que arbitrar…

 

(Mas, dir-me-á. “Esta não estou a perceber”. E tem razão em não estar, porque, nesta saída, saí do futebol e entrei noutro campo de jogo. A ele ainda hei-de voltar noutro dia…)

 

E, retornando ao campo e conversa primeira…

 

A comunicação social parece não ter mais sobre que perorar.

Os media tresandam a futebol…

As redes sociais a futebolice, a penaltice, a tunelice a benfiquice, a sportinguice, a portice… a clubice!

 

Ele é, sobre se houve ou não penalty, se a bola foi mais para a direita ou mais para a esquerda e não foi ao centro; se a mão bateu ou não na bola ou se a bola bateu na mão; se houve ou não encontrão, canelada ou aleijão… se o árbitro favoreceu ou não a equipa A ou a B, se… se… se…   (…)

 

E estes assuntos propalam-se durante o jogo, já antes houve e deixou de haver falas e mais falas e faladuras, faladores e, atualmente, até faladeiras.

Continuam a comentar durante o encontro e após, nos vários programas televisivos e radiofónicos, nos jornais e revistas, de todas as cores e cada caso, por mais ou menos caso que seja, é esmiuçado ao pormenor, visto e analisado, sob os vários ângulos e pontos de vista, revisto, bivisto e trivisto, batido e debatido, e rebatido até se ficar surdo de tanto ouvir e reouvir.

E vemos, e revemos as imagens aumentadas e diminuídas, ampliadas e reduzidas até à exaustão e sempre a sermos bombardeados com futebol e futebol e mais futebol.

 

Nunca neste país houve tanto futebol!

 

Mas, então, não gosta de futebol?

Não vibra com a seleção nacional?

Não tem um clube de preferência?

 

E, pergunto eu:

 

E não haverão também outros desportos?

 

E não haverão também outras atividades e eventos de interesse nacional?!

 

Tantos acontecimentos e ocorrências de natureza cultural, de caráter nacional e regional, de interesse, que passam completamente ao lado dos media! Totalmente ignorados.

 

E, por hoje, me quedo por aqui. Que até publiquei dois posts.

 

*******

P.S. – E como neste post também remeto para a POLÍTICA, quero expressar as minhas congratulações ao Senhor Engenheiro António Guterres que irá assumir funções no mais Alto Cargo Mundial na ONU. E desejar-lhe os maiores sucessos.

E acho muito bem que o Senhor Presidente da República de Portugal e o Senhor Primeiro Ministro de Portugal tenham ido felicitá-lo à ONU.

ONU – Nobel – Orçamento

Questões Pertinentes: Respostas Pertinentes?

 

Perguntar-me-á:

- Mas, então não se comenta, neste blogue, sobre algumas questões pertinentes, que têm ocorrido ultimamente, de evidência relevante?!

 

Sei lá! Por ex:

- A aclamação de António Guterres para secretário-geral da ONU?

- A Atribuição do Nobel da Literatura a Bob Dylan?

- O orçamento e o facto de contemplar um ligeiro aumento nas pensões de valor mais baixo?

 

Sede da ONU in. Newyork_unitednations.JPG

 

Sobre Guterres e o facto de vir a ser o novo e futuro Secretário-geral da Organização das Nações Unidas, a partir de 2017, quero frisar:

- Primeiro, felicitá-lo. Congratular-me com o facto de ser uma Personalidade que creio engrandecerá o cargo e a função. Ganhará a Organização, julgo que também ganhará o Mundo e a Humanidade, com esta escolha.

- Realçar também o Processo, o modo de operacionalizar a questão. Pelo que fui observando, os vários candidatos foram-se sujeitando, digamos, como que a vários “exames”, em que foram sendo avaliados pelos decisores e finalmente, após várias fases, processou-se a decisão final.

Digamos, que houve, neste modo de operar, bastante transparência. Haverá sempre alguma opacidade, sempre algumas jogadas de bastidores, que, pelo visto, a que foi mais evidente, não resultou.

Pois, e para finalizar.

- Parabéns ao próprio. Parabéns à Organização. Parabéns a todos. Sincera ou ingenuamente, espero que haja uma evolução positiva na resolução de algumas questões prementes que afligem o Mundo e a Humanidade.

 

Prémio Nobel in.homoliteratus.com

 

Quanto à atribuição do Nobel da Literatura a Bob Dylan, só posso afirmar que a minha perceção do assunto é apenas uma: Perplexidade!

Aliás, atrevo-me a supor, que o Sujeito também terá ficado admiradíssimo. Embasbacado! Nem seria de menos.

O respetivo silêncio denotará essa atitude? Fora eu, e assim continuaria. Aguardemos.

Pois que adianta a Bob Bylan ser-lhe atribuído um Prémio assim?

Provavelmente, só lhe causará constrangimento. Isto digo eu, que pouco sei do Objeto e menos ainda do Sujeito!

E, por aqui me quedo.

 

Orçamento in. noticiasde itauna.com

 

Mas não deixo de comentar sobre o Orçamento e o previsto aumento das pensões de menor valor.

O dinheiro faz falta a toda a gente e mais ainda a quem ganha pouco. E, como já tenho dito “ a cavalo dado…” E desvalorizar o que nos dão, até pode transfigurar para “mau agradecido…”

Mas…  Sincera e realmente, o que penso, o que acho, o que perceciono, é que tudo isso, e primordialmente, a forma como nos é transmitido esse previsível aumento, é que o tema é tratado, como se de esmolas se tratasse. “Esmolas”!

Bem sei que um orçamento é, antes de tudo o mais, um cálculo de despesas e receitas e que as contas têm que ser devidamente feitas.

Mas o que julgo também e, agora, para finalizar:  Penso que as Pessoas precisam de Dignidade! De serem tratadas com Dignidade! Com tudo o que isso representa nos mais diversos contextos em que essa Atitude não é aplicada.

E ponto final, por agora.

 

 reino-unido-brexit

seres-humanos-e-animais

politica-politiquices-fait-divers

tomada-de-posse

 

 

Portugal - Áustria: Questões Pertinentes? Perguntas Impertinentes?

A angústia de um Jogador que falha um penalty.

/

O reverso da medalha

 

Algumas opiniões ou questões lamechas!

/

"As conversas são como as cerejas"!

 

Já tinha implicitamente escrito no blogue, num post, a propósito da série “Um Crime um Castigo”, que em princípio, não escreveria mais sobre essa personagem mediática, que enche mentes e corações de milhões de adeptos por todo o Mundo, isto é, Ronaldo.

 

Mas depois de ontem e do jogo Portugal – Áustria, vá lá resistir a deixar alguns comentários, melhor, algumas questões, não sei se pertinentes se impertinentes. Se lógicas, se nonsense!

 

Penalti in. cmjornal.xl.pt.jpg

 

De certo modo, ontem, Ronaldo viveu a situação de “reverso da medalha” relativamente à final dos Campeões Europeus, modernamente intitulada “Champions”, em que marcou o penalty da vitória do Real de Madrid, frente ao Atlético, também da mesma cidade.

Compartilhou a angústia, a frustração, o desespero, do jogador do Atlético, cujo nome não fixei, “dos fracos não reza a História?”, mas sobre quem tentarei pesquisar. Sobre quem, aliás, também tinha pensado em perorar, na sequência dessa final madrilena, realizada em Milão!

 

Observa-se no jogador uma enormíssima tensão e frustração, resultantes do falhanço na concretização dos tão almejados golos. Tão enorme é o desejo de concretização e tão acentuada é a permanente focalização da câmara e consequente imagem, na vedeta, projetando para milhões e por milhões, o sofrimento e angústia, os sentimentos estampados no rosto do atleta! Algo permanentemente observável, nomeadamente nestes dois jogos do Euro, também praticamente os que vejo, que, habitualmente só visualizo estes embates emblemáticos.

 

E aqui deixo algumas questões:

- Senhor Leitor, Senhora Leitora, (atualmente, as Senhoras também jogam futebol), consegue colocar-se no posicionamento de um jogador, diante da baliza adversária para marcar um penalty?

- Que sentimentos, que pensamentos, que lembranças, que imagens de passado ou de futuro, que desejos, que...sei lá, sabemos nós, ou saberá ou terá consciência o próprio marcador, naqueles momentos marcantes, que antecedem e materializam o ato de chutar a bola?!

 

- Já alguma vez marcou algum penalty?

 

Das possíveis sensações experimentadas pelos próprios, quando marcam, conseguimos pelo menos imaginá-las, pelas expressões que nos são transmitidas e amplificadas pelos media.

Quando falham, também.

Que jogar, é ganhar e é também perder, cara e coroa da mesma moeda!

 

Outra questão:

Ronaldo, ontem, falhou, inexplicavelmente (?), a baliza, o espaço entre as traves, onde era suposto, preciso e necessário, introduzir a bola. Todavia e de uma forma certeira, apontou na trave esquerda, na sua perspetiva; direita, do guarda-redes.

Este preâmbulo, poderá parecer um paradoxo, mas lá vem a questão.

 

- Em termos estatísticos, o que tem maior probabilidade de acontecer, o jogador rematar e a bola dirigir-se ao espaço das redes, podendo ou não entrar nelas, ou o remate ir acertar numa das traves?!

Dir-me-á, ou direi eu... Que é na baliza, entre as traves, nas redes, onde é maior essa probabilidade. Não só porque o espaço é muito maior, apesar de um obstáculo móvel e inteligente e com vontade própria no meio, o guarda-redes, mas também porque é essa a vontade, a intencionalidade, a motivação, a ação, do rematador.

O acertar na trave tem pois uma probabilidade muitíssimo menor de ocorrência. Bastaria fazerem-se estudos estatísticos sobre o assunto e os resultados matemáticos confirmariam esta afirmação.

O mais difícil é a entrada nas redes, dada a existência do guardião! Apesar de ser essa a intenção do rematador.

- E quero eu inferir algo sobre esta questão?!

Deixo isso à sua consideração, cara leitora, caro leitor!

 

- E será que quero ainda levantar mais alguma questão sobre estas problemáticas do Euro, dos jogos, dos jogadores?!

Pois quero!

Começo por referir, que não percebo nada, nem pretendo nada sobre as designadas “questões de bancada”, ou de “treinadores” da dita cuja.

Só gostaria de tomar a liberdade de expressar uma, não sei se sugestão, se questão, ou sei lá o que seja, ao excelentíssimo senhor selecionador, Fernando Santos, que não vai de certeza absoluta, ler este ou qualquer outro post deste blogue.

 

- Senhor Selecionador, não acha que os rapazes estão demasiado tensos?! (Demasiado, é favor, que eu acho que eles estão excessivamente tensos.)

- Antes do próximo jogo, Portugal – Hungria, que é imprescindível que ganhem, não acha que eles, pelo menos os mais marcantes ou os que assim quisessem, ou todos sem exceção, precisariam de algum relax?!

(Isto digo eu, que não percebo nada do assunto e espero que me tenha feito entender...)

 

E ainda sobre o momento marcante da marcação do penalty.

Será que Ronaldo pensou em alguém? No filho? No pai? Na mãe Dolores? Na família? Na célebre ex - ? Em nada? Em ninguém? ...?

Com tanta força e energia dirigida à trave, não sei...

O que acha?!

(...)

 

E, agora e também uma sugestão (?), à "nossa" querida Tia Dolores e Vovó Ronalda.

(Que também não irá lê-la, de certeza absolutíssima!)

Gosto imenso de a ver nos cartazes publicitários da banana da Madeira. Que também é a minha preferida!

Mas não aprecio especialmente a exposição mediática a que o seu querido netinho está permanentemente sujeito.

Aliás, normalmente detesto esses programas televisivos em que crianças são expostas nos media!

 

Não sei porquê, lembram-me as crianças e recorda-me o netinho, esse personagem lendário, essa criança cantora, ave canora dos filmes espanhóis dos anos sessenta, do século XX, da Espanha franquista, essa voz cortante e avassaladora de corações, na época, o celebérrimo Joselito.

Alguém ainda se lembra?!

Daquela voz de rouxinol agrilhoado, sofredor, na sua condição de humilde prisioneiro da pobreza e obscurantismo desses tempos? Daquele trinado canoro, que partia qualquer coração empedernido, para mais de crianças?!

Daquelas histórias de vida que perpassavam no enredo dos filmes, de fazer chorar as pedras da calçada?!

Ainda hoje me lembro...  E de como, quase sempre, me faziam emocionar, quase chorar... ou chorar mesmo!

 

E, se faz favor, observe, caríssima Leitora, caríssimo Leitor.

Como começámos e onde terminámos.

 

Que isto das conversas, são como as cerejas!

 

 

 

 

 

 

Felicitações ao Benfica!

Parabéns à equipa da Benfica, a todos os seus jogadores!

Benfica in.rtp.pt.jpg

 

E, como sempre, algumas questões...

 

Não posso deixar de referenciar este tema.

Hoje, agora, mais arrefecido o calor dos festejos, o clamor da vitória menos exacerbado, que as redes sociais quase entupiram de tanta comunicação.

 

Felicitações, ao seu treinador, que conseguiu levar o conjunto de todos eles, a vencer este trigésimo quinto título de campeão nacional.

 

Vitória merecida, mas muito suada e sofrida, por isso ainda de mais valor. Vitória que, hoje, não se conquista apenas no campo, porque todo o enredo, todo o ruído, barulho ensurdecedor, que se desenrola à volta dos campeonatos, é de levar qualquer pessoa à loucura. É preciso muita serenidade, cabeça fria, não se envolver em questiúnculas despropositadas, trabalhar, trabalhar sempre, para se alcançarem resultados. E foi isso que obtiveram.

 

Renovadas congratulações a todos!

 

*******

 

Uma Questão desprovida de sentido, dado o modo e o móbil atual do futebol, mas que não quero deixar de colocar:

- Porque é que os jogos de futebol não se realizam todos à mesma hora, no mesmo dia, como ocorriam no tempo, não saudoso, em que este País era categorizado de “3 FFF”?! (...) (...)

(Bem! Digamos que nunca, como agora, este nosso País foi tanto de effes. Que até me apetecia dizer um palavrão, devidamente contextualizado, realce-se!)

 

*******

 

Igualmente de parabéns o jovem que irá para a Alemanha.

Mais um emigrante. Só que este não será um emigrante qualquer. Nem um emigrante qualificado, mas, em contrapartida, prevê-se muitíssimo bem remunerado. Pelo que proporcionará considerável retorno financeiro... Em princípio, que, agora, com tantos paraísos fiscais longe da costa...

 

Questiono:

- Não é impressionável como se fala assim, despudoradamente, levianamente, de milhões, a torto-e-direito?!

- Donde provem tanto dinheiro?!

Abençoado País que tem tais talentos!

 

Não olvidando que estes casos são como uma moeda. Não têm só uma face.

Há sempre o outro lado. Para que haja um Ronaldo ou um Renato, há milhões de ronaldos, de renatos, que os idolatram, que sonham e almejam virem a ser como eles, de eRRe grande, sustentando-os, suportando-os, naquilo que eles se tornaram.

 

Sim, porque seria do futebol se não houvesse milhões e milhões de adeptos que aspiram aos seus ídolos, idealizando serem um deles e com eles se identificando e neles se projetando?!

Que o dinheiro não suba à cabeça do rapaz! Que saiba construir o seu futuro. Que não esqueça nem renegue as suas origens. Que se inspire em Ronaldo, naquilo que este tem de valor!

 

*******

E ainda outra questão:

- Não faz alguma impressão o facto de, perante estas “transações”, sim, porque é disso que se trata, falar-se de “Fulano foi vendido...”, “Sicrano foi comprado...”?!

 

Que esta é a pura verdade, trata-se de uma transação, uma compra, uma venda, uma troca, em suma. De Seres Humanos.

 

- Mas não será, de algum modo, incongruente, que, quando se prevê “descoisificar” juridicamente a situação dos animais, os Seres Humanos sejam tratados como simples mercadorias, afinal como coisas, que se compram e se vendem?!

- Não ficamos com a ideia de assistirmos a um certo retrocesso civilizacional?

 

Bom, que não tenhamos quaisquer dúvidas, não nos iludamos. Os senhores Donos do Dinheiro, que é como se diz, “Donos Disto Tudo”, percecionam todos os outros seres humanos, com letra minúscula e como simples coisas e mercadorias!

 

E, por aqui me fico, que a prosa já vai longa.

Tomada de Posse de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República Portuguesa!

Bandeira de Portugal. In. wikipedia.png

 

Duas Questões Pertinentes.

 

Questão I – “Os Não – Aplausos”

 

No post em que abordo o Discurso de Posse do novo Presidente da República, refiro a questão dos “não – aplausos”. Mas não desenvolvi o assunto, nem fiz quaisquer comentários.

 

Entretanto, num outro blogue, comentei que: “Todos os Deputados deveriam ter aplaudido. Pelo menos por uma questão de Educação e Cidadania! Que o discurso até é muito consensual e está muito para além da matriz identitária do seu Autor!”

 

Pois são estes aspetos que quero acentuar. Deveriam ter aplaudido. E deveriam ter-se levantado. Naquele contexto e naquele enquadramento. Naquele Tempo e naquele Lugar. Pelas Pessoas que são e pelo que representam!

Por uma questão de Educação. De Cidadania. E acrescento, de Civismo.

Essas Atitudes e Comportamentos não os condicionavam em nada, em termos de futuro!

 

Pelo Ato em si: Investidura do Presidente da República. Pela Figura de Estado, que quer gostemos ou não, quer tenhamos ou não preferido a pessoa em causa, enquanto candidato, a partir do momento em que, tendo sido eleito e investido nas Funções de Presidente da República é a 1ª Figura do Estado, da Nação, do País. É o Presidente de Todos, ele próprio o frisou, logo no discurso de vitória.

Também pelo Local em que estão. Pelo que Significam e Representam. Por Eles Próprios.

 

Quem não respeita os Outros acaba por também desmerecer o Respeito que se lhe deve e dá mau Exemplo, neste caso, para todo o País.

 

E o Discurso, dir-me-ão que são apenas palavras, mas é um Discurso muito consensual, sem lançar farpas de modo a provocar, desde logo, atritos desnecessários.

E não podemos esquecer que se vive um momento especial em Portugal, de um Governo assente em Acordos e Consensos, nos quais estão envolvidos precisamente esses Partidos dos que não aplaudiram nem se levantaram. (Apetecia-me usar outras palavras!)

 

Mas cada um é livre de fazer o que quer e pode, mas tem que perceber, “Quem é”, “O que Representa”.

E as Atitudes e Comportamentos dos Senhores Deputados, naquele contexto e enquadramento espacial e temporal, são significativas e significantes para milhões de Portugueses que assistem às cerimónias!

 

Penso que esta atitude, infelizmente, volta-se contra os próprios, como outras igualmente infelizes que por aí ocorreram.

 

Questão  II – Confissões Religiosas presentes no “Encontro Ecuménico”

 

No post em que abordei o evento considerado como “Encontro Ecuménico”, referi que:

“Desconheço a totalidade e especificidade de todas as Igrejas representadas, mas, por acaso, tenho curiosidade em saber.”

 

Entretanto, ontem, 5ª feira, dia 10, consultei o DN, edição papel, e, na pag. 10, sob o título “Só o Dalai Lama juntou tantas religiões na mesquita”, se explicita: «Encontro – Marcelo apelou que o “espírito ecuménico” manifestado pelos religiosos se estenda a toda a sociedade, até à política.»

 

E, no corpo de texto da notícia, se mencionam as confissões representadas, a saber:

«... Vale a pena elencar as confissões presentes: ‘Evangélica, Anglicana, Católica, Judaica, Ortodoxa Grega, Budista, Baha’i, Indu, Islâmica, Muçulmana Shia Ismaili, Xiita, Sikh, Adventista, Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Vetero Católica, Templo de Shiva e o Conselho Português das Igrejas Cristãs.’ »

(Nota: Coloquei a designação das igrejas todas em Maiúsculas.)

 

A Cerimónia, segundo li, também foi muito simbólica.

 

E também termino, formulando votos que esse Espírito Ecuménico, de Diálogo, de Tolerância, de Estabelecimento de Acordos e Consensos, de Compreensão e Aceitação do Outro, nas suas especificidades e particularidades, se estenda a Portugal, ao Mundo e que comece, desde logo, e como exemplo nacional, na Assembleia da República Portuguesa!  

Cultura e Cidadania!

Questões Pertinentes - Perguntas Impertinentes

 

Neste blogue, duas “tags” bastante utilizadas são: Cultura e Cidadania.

 

Pois é desses temas que trata este post. Questões de Cultura e de Cidadania!

 

(A propósito, sabe o significado de “tag”? Fui consultar: “1 – etiqueta, 2 – citação, 3 – trecho”.

E “post”? – “Correio”.)

 

Padrão dos Descobrimentos in. wikipedia..JPG

 

Seguem-se os assuntos sobre os quais quero lançar algumas questões no “Correio”, formulando algumas perguntas que, nalguns pontos de vista, poderão ser impertinentes.

Mas, como explicitei no início, são apenas, e tão somente, Questões de “Cultura” e de “Cidadania”!

 

 I - “Demissão do Presidente do Centro Cultural de Belém”

 

Não vou debruçar-me sobre a demissão deste Senhor Presidente, nem sobre o Senhor Presidente que o substituiu, nem sobre a atitude do Senhor Ministro que o demitiu, nem sobre a Indemnização que o Estado Português irá pagar, melhor, nós, Contribuintes...

Não, não vou!

Basta colocar, num motor de busca, o título deste excerto supracitado e teremos acesso às mais variadas opiniões sobre o tema. Muito mais avalizadas que qualquer opinião que eu possa emitir.

Mas não posso omitir uma Pergunta.

Quando é que os nossos queridos representantes nos Orgãos de Soberania definem que, para o exercício de funções em Cargos desta natureza, ou similares, deve haver um Concurso Público e não nomeação de Personalidades segundo a cor do Partido em exercício no Arco Governativo?! (Esta questão, infelizmente, aplica-se a todas as cores partidárias nos sucessivos governos!)

 

II - Desempenho de funções de ex-Ministra das Finanças na “Arrow Global”...

 

Pode? Não pode? Deve? Não deve? Deve e Haver?!

 

As minhas questões são mais primordiais.

Devem estas Firmas existir?!

Que benefícios trazem elas aos Povos em geral, nomeadamente aos que depenados com juros de dívidas cada vez maiores pelo acumular desses juros, elas se apressam a “gerir” e a aproveitar-se das respetivas fraquezas e fragilidades?!

 

Qual o grau de inocência destas Firmas na contratação de ex-governantes para seus funcionários?!

 

(...)   (...)

 

E sobre a atitude da Senhora?!

Pode? / Não pode?

Deve? / Não deve?

E como vai ser o Deve e Haver?!

 

E qual o grau de inocência, a palavra mais adequada seria “outra que omito”, destes senhores e senhoras, não é a primeira nem será a última ocorrência com ex – ministros e ministras, ao aceitarem estes cargos e funções, cujos enquadramentos e contextos supostamente conhecerão demasiado bem?! Qual...?!

 

III - E sobre as subvenções vitalícias a ex-políticos?

 

E sobre as subvenções vitalícias a ex-políticos? 

 

Lede, também esta fábula! S.F.F.

Questões Pertinentes - Pergunta Impertinente!

Pergunta Ingénua, ou Impertinente?!

 

Depois de, no post anterior, me ter debruçado sobre algumas Questões que julgo Pertinentes, hoje, neste post, lança-se uma Pergunta Impertinente. Impertinente, ou ingénua?!

 

Dona Maria da Fonte continua nos seus passeios pela Cidade…

 

avenida-liberdade in www.cm-lisboa.pt.jpg

 

No último efetuado, desceu a Avenida, com os seus três sobrinhos, qual Dona Pata Donalda.

 

Dos sobrinhos lembramo-nos do nome: o Vinte e Cinco de Abril, o Cinco de Outubro e o tal mal-amado, (e indesejado, diga-se), que chamámos Estado Novo. Esclareça-se que essa designação é apelido. O nome próprio é Vinte e Oito de Maio.

 

Cirandando por um dos passeios centrais, foram encontrando alguns sem-abrigo, sentados ou deitados nos bancos. Bancos de sentar, frise-se.

 

Ao passarem perto de um banco, daqueles… dos outros que “a gente sabe…”, sob cujas arcadas também deambulava um “Sem-Abrigo”, comentou Dona Maria da Fonte: Lá está mais um dos bancos que abriu falência…

 

Perante o comentário da Tia, o sobrinho Vinte e Cinco de Abril, sai-se com esta:

- Oh, Titi, Oh Titi, quando um Banco vai à falência, os Donos viram “Sem-Abrigo”?, perguntou, ingénuo… Ou impertinente (?)

 

Achas, Totó?! Então os Donos dos Bancos alguma vez ficam “sem-abrigo”?, interveio o Vinte e Oito de Maio.

 

O Cinco de Outubro não disse nada!

 

Mais abaixo, Dona Maria da Fonte ainda desabafou:

Que linda Avenida, hem?! Está mais elegante que o “Passeio Público”, em dia de visita real.

Agora, só mesmo para fino “trottoir”! Tal a profusão de tantas lojas tão caras!

Leia, também, se faz favor!

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