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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Passeio Virtual na Cidade de Régio II

Neste tempo de restrições à circulação, voltamos aos Passeios Virtuais.

Portalegre. Foto original. 2019. 05. jpg

Este vai ser na Cidade de Régio. Bem, na Cidade propriamente dita, não. Mas em dois locais praticamente na Cidade, mas simultaneamente também afastados, mas impregnados da Natureza. Aonde, nas calmas, apetece passear, para espairecer. Ou acelerar o passo, caso queiramos queimar calorias. O “Passadiço” e o “Boi D’Água”.

 

Também está a decorrer a votação para a Árvore do Ano. O “Plátano do Rossio” é a representante da Cidade e está ficando bem colocado. Já votou?! Vá, exerça o seu direito de voto!

Mas não o documentamos aqui neste postal.

Pinheiro Manso. Foto original. 2020. 06.jpg

Iniciámos a galeria de plantas, com a imagem de um dos vários pinheiros mansos majestosos, que abundam no Boi D’Água.  

Flor da Romãzeira. Foto original. 2020. 06. jpg

Conhece esta flor que dá um fruto cuja época de colheita é agora? Novembro é o mês da ****. (Até se diz que as galinhas põem poucos ovos neste mês.)

Avelã. Foto original. 2019. 07. jpg

E este fruto?! Cuja época de amadurecimento também é neste mês. Qual é o fruto que é simultaneamente ave e ovelha?!

E, por ovelhas, aí vai um rebanho que víamos nos passeios, mas que ultimamente tem andado desaparecido.

Foto original. 2020. 06. jpg

E, esta flor campestre?! Lembra os dedos… Mas não lhe mexa desprevenido, porque é muito venenosa.

Dedaleira. foto original. 2019. 05. jpg

E voltamos a uma flor campestre.

Flor. Foto original. 2019. 05. jpg

E esta árvore, tão frondosa?

Tília. Foto original. 2019. 05. jpg

E a rampa que dá acesso ao Miradouro, onde se encontra a árvore anterior. E de onde se têm lindas vistas da Cidade e arredores.

Miradouro. Foto original. 2019. 05. jpg

E um excerto da descida do “Passadiço” para a Cidade. Vendo-se a célebre Casa que já foi Amarela e agora é Branca.

Foto original. 2019. 05. jpg

 

(E, a propósito de Casa Branca, o célebre inquilino de cabelo amarelo, já se mentalizou que tem de desocupar a Casa?!)

E terminamos com uma alameda de bétulas, estas bem dentro da Cidade.

Bétulas. Foto original. 2020. 03. jpg

E a propósito de arvoredo, a Cidade tem dois parques urbanos “A Corredoura” e o “Jardim do Tarro”, com árvores majestosas. Mas muitas precisam ser podadas, pois no espaço citadino, como algumas estão, podem tornar-se perigosas para os transeuntes.

E tomara que acabe esta "coisa da covid". E que possamos passear descontraidamente pela Cidade. E participarmos nas Tertúlias de "Momentos de Poesia"!

Enfim, só já para o ano...se correr tudo bem!

“Fado Português”: Amália – Oulman - Régio

Óbidos Castelo Foto original. 2019. 04. jpg

 

Aniversário do Blogue e Homenagem a Vultos da Cultura Portuguesa

Óbidos Rua. Foto Original. 2019. 04. jpg

 

Para elaborar o postal anterior, nº 806, transcrevi o texto poético do livro:

RÉGIO, J. – FADO – Klássicos – A BELA E O MONSTRO, EDIÇÕES Lda. Lisboa – Portugal – 2011.

Apesar de uma das normas da produção literária ser a sua não reprodução, penso que, ao divulgar o Poema de Régio, referindo as fontes, estou a valorizar a Obra e a dá-la a conhecer. (Publicidade, de que não recebo um tostão!)

Livraria Igreja Coro. Foto original. 2019. 04. jpg

Este livro é mesmo um clássico e está apresentado em formato de bolso, o que facilita o seu transporte para onde nos desloquemos. Foi comprado em Óbidos, numa Livraria icónica, situada numa antiga igreja católica, dessacralizada. A um preço super acessível: 3 Euros. Em Abril, do ano passado (2019).

Vou lendo e relendo. É daqueles livros que por ser de poesia e de autor que aprecio, vou sempre voltando a ele. É mesmo clássico!

 

Também pesquisei na net e os textos apresentados são sempre parcelares, relativamente à fonte documental referida. Há, obviamente, outras versões em livro, pois que na Introdução – “Da Vida à Obra”, elaborada por Isabel Pires de Lima, Professora Catedrática da Universidade do Porto, refere que o original é de 1941!

Não sei se essas versões alteraram a dimensão do texto e pormenores, porque também se notam pequenas diferenças, nalguns versos. (É natural que tenha acontecido, pois o processo criativo leva a modificações nas versões apresentadas, que qualquer autor vai realizando.)

A versão apresentada compõe-se de vinte sextilhas.

Estes postais organizei-os para “celebrar” os seis anos do blogue. E para homenagear José Régio, Amália e também Alain Oulman, neste postal.

Como sabemos, Amália cantou vários Poetas nacionais consagrados, neste caso, Régio e para esse facto o contributo de Alain Oulman foi marcante.

Sobre o disco contendo esses fados, eis a ligação.

Anexo as cinco estrofes apresentadas na net, constituindo excerto do poema de Régio, a parte cantada por Amália. (A Diva não podia, evidentemente, cantar as vinte estrofes. Comparando, pode observar as modificações e o que foi escolhido para cantar.)

 

“Fado Português” 

“O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.”

Óbidos. Trepadeira. Foto Original. 2019. 04. jpg

Ligações para postais sobre Régio e sobre Amália:

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/jose-regio-cinquentenario

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/momentos-de-poesia-e-casa-jose-regio

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/surgiu-no-palco-um-dia-um-bailarino

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/momentos-de-poesia-e-jose-regio

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/sera-portalegre-uma-cidade-de-poesia

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/poesia-em-regio-portalegre

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/autografo-de-amalia

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/o-meu-momento-amalia-ao-vivo

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/em-casa-damalia-tertulias-semanais

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/estranha-forma-de-vida-amalia-

 

 

"Fado Português" – Régio – Amália

Costa. Foto Original. 2020. 08. jpg

«III - FADO PORTUGUÊS

 

O fado nasceu num dia
Em que o vento mal bulia
E o céu o mar prolongava,
Na amurada dum veleiro,
No peito dum marinheiro
Que estando triste, cantava.

 

(- Saudades da terra firme,

Da terra onde o mar acabe,

Da casinha, e das mulheres,

Guitarra, vem assistir-me,

Que a gente é bruto e não sabe,

Expressa-as tu, se souberes…)

Por esse mar além fora,

A guitarra, dim…dom, chora,

Tem pausas, ais e soluços.

E tão bem faz isso à gente,

Que o triste bruto valente

Chora sobre ela de bruços!

 

(- Mãe, adeus! Adeus Maria!

Guarda bem no teu sentido

Que aqui te faço uma jura

Que ou te levo à sacristia,

Ou foi Deus que foi servido

Dar-me no mar sepultura!)

 

Por mar além, chão que treme,

O dim-dom da corda freme

De espanto, angústia, incerteza;

Mas reluz no olhar do triste

Não sei que alto apelo em riste

Contra essa humana fraqueza…

 

(- Que terra é esta…, este mar

Que só acaba nos céus,

Ou nem lá tem seu fim?...

Ou hei de o eu acabar,

Ou hei de, querendo Deus!,

Ou ele acabar a mim!)

 

Casada à trémula corda,

Sobe a voz trémula…, acorda

Tristezas do peito inteiro,

E as sereias que enlevadas

Se agarram às amuradas

Do frágil barco veleiro.


(- Ai que lindeza tamanha,
Meu chão, meu monte, meu vale,
De folhas, flores, frutas de ouro!
Vê se vês terras de Espanha,
Areias de Portugal,
Olhar ceguinho de choro…)

 

Deitando o olhar às lonjuras,

Só vê funduras, alturas

Das águas, dos céus, da bruma,

E as rijas pomas redondas,

De bico a boiar nas ondas,

Das sereias cor de espuma.

(- Sei eu, sequer, por que venho,

Deixando a jeira de chão

Que ao menos me não fugia,

Atrás de não sei que tenho

Tão dentro do coração

Que inté julguei que existia…?)

 

E à voz que sobe a tremer,

Morre lá longe…, e ao morrer,

Sobe outra vez, mais se aferra,

Que etéreo coro responde

De vozes que chegam de onde

Não seja nem mar nem terra!

 

(- Quem canta com voz tão benta

Que ou são os anjos nos céus

Ou é demónio a atentar?

Se é demónio, não me atenta,

Que a minh’alma é só de Deus,

O corpo, dou-o eu ao mar…)


Na boca do marinheiro
Do frágil barco veleiro,
Morrendo, a canção magoada
Diz o pungir dos desejos
Do lábio a queimar de beijos
Que beija o ar, e mais nada.


(- Mãe, adeus! Adeus, Maria!
Guarda bem no teu sentido
Que aqui te faço uma jura
Que ou te levo à sacristia,
Ou foi Deus que foi servido
Dar-me no mar sepultura!)

 

Sob o alvor da lua cheia,

Naquela noite, a sereia,

Cujo seio mais se enrista

Da aurora até ao sereno

Beijou o corpo moreno

Do moço nauta fadista…

 

(- Que terra é esta…, este mar

Que só acaba nos céus,

Ou nem lá tem seu fim?...

Ou hei de-o eu acabar,

Ou hei de, querendo Deus!,

Ou ele acabar a mim!)

 

Nas vias-lácteas faiscantes

Que esmigalhado em diamantes

O luar no mar espraia,

Um dim-dom…, dim-dom tremente,

Mais doces queixas de gente,

Vão ter a uma certa praia.

 

(- Ai que lindeza tamanha,
Meu chão, meu monte, meu vale,
De folhas, flores, frutas de ouro!
Vê se vês terras de Espanha,
Areias de Portugal,
Olhar ceguinho de choro…)

 

E as mães de filhos ausentes

Acordam batendo os dentes,

Torcendo as mãos, e carpindo,

Sabendo todas que é a morte

Que chega daquela sorte

No luar funéreo e lindo…


Ora eis que embora, outro dia,
Quando o vento nem bulia
E o céu o mar prolongava,
À proa doutro veleiro,
Velava outro marinheiro
Que estava triste e cantava.»

 

In.

RÉGIO, J. – FADO – Klássicos – A BELA E O MONSTRO, EDIÇÕES Lda. Lisboa – Portugal - 2011

 

Portalegre tem um “Passadiço”?

Passadiço?!

 

Talvez se admire da pergunta e talvez pense que não fará muito sentido.

 

Provavelmente “Passadiço”, como outros que há pelo País ou como os do “Paiva”… Bem! Talvez não tenha.

Se acrescentarmos o costume crónico de desvalorizarmos o que temos… Bem!... Então não temos mesmo!

 

Mas se tiver oportunidade de dar um passeio a pé, em qualquer estação do ano, pela Estrada da Serra, a iniciar no cruzamento para o Atalaião, ou até antes, junto aos muros da GNR e prosseguir até ao Miradouro

 

Não terá certamente as vistas do “Paiva”, mas… se for apreciador da Natureza, de passear ao Ar Livre, das belas vistas da Cidade de Régio…, acredite que não perderá o seu tempo e fará exercício físico, sem ser fechado em ginásio e de ar condicionado!

 

Se tiver uma boa máquina fotográfica e não apenas um normal telemóvel, nosso caso, então tirará, não direi… boas, mas excelentes, excelentíssimas, fotografias.

 

As aqui documentadas ilustram um passeio realizado no final de Dezembro de 2017. Bem no Inverno! Mas os nossos Invernos são quase Verões de outras latitudes…

 

Aventure-se!

 

Ulmeiro. Original DAPL. 2017.jpg

Ulmeiro, junto ao muro da GNR, uma boa base para começar.

 

Cidade I Original DAPL. 2017.jpg

Uma bela vista da Cidade Regiana. Em primeiro plano, a mata da Serra, em segundo plano, parte da cidade moderna, em terceiro, o casco antigo, percebendo-se o perfil da Sé e do Castelo. No lado direito, a falda sudeste da Serra da Penha… ao longe, a peneplanície alentejana…

Um céu de nuvens, ameaçando chuva!

 

Cidade II Original DAPL2017.jpg

Uma segunda vista global da Cidade, com maior destaque para a paisagem campestre.

Percebe-se um Carvalho Negral, umas Laranjeiras, Oliveiras, Pinheiros Mansos… e arbustos vários.

O habitual perfil da Cidade, em que além do casario e dos ícones arquitetónicos já mencionados, também se percebem as chaminés da Robinson e o Atalaião.

 

Estrada Serra. Original DAPL.2017.jpg

A Estrada, na subida, com a “passadeira” ou “passadiço”, ou “passeio”, em declive suave, perfeitamente acessível a qualquer pessoa, em condições normais de saúde.

Vê-se a célebre “Casa Amarela”, intrigante pela arquitetura e pela cor.

 

Vegetação. Casa Amarela. 2017.jpg

Vista da vegetação da Serra, a “Casa Amarela”, mesclada no manto arbóreo, e um aspeto do murete, que integra ao longo do percurso pequenos “bancos”, incorporados na parede, para quem precise de descansar.

 

Cidade. Vistas III. Original DAPL. 2017.jpg

Nova vista global da Cidade, tendo em primeiro plano o manto vegetal da Serra, arbóreo e arbustivo, aqui indistinto na sua composição individualizada.

Da mole moderna da Urbe, distingue-se perfeitamente, à direita, o edifício do “Navio”.

A estrutura urbana como que se confunde e incorpora, ao longe, com a peneplanície e o céu!

 

Miradouro. Original DAPL. 2017.jpg

O Miradouro! Umas Olaias, em pleno Inverno, carregadas com os frutos já secos; uma Acácia Espinhosa e em plano de fundo, a Serra da Penha, no seu lado nascente.

 

Cedros. Original DAPl. 2017.jpg

Uma bela imagem de Cedros. Um estruturando-se como árvore e outros formando sebe protetora.

 

Catalpa. Original DAPl. 2017.jpg

Uma Catalpa, desprovida de folhas, copa invernal, mas com as célebres ‘vagens’, agora secas, que pessoa muito minha amiga diz que esta é a “Árvore dos Feijões”! (No "Vale" temos três árvores desta espécie, originária dos EUA.) 

 

Vegetação e Rocha. Original DAPL. 2017.jpg

Nesta imagem, em primeiro plano, uma rocha, não sei se granito, se xisto, coberta de musgo; em segundo plano, oliveiras e heras e a Cidade, sempre em fundo e o destaque da Serra da Penha, em toda a sua majestade!

Na parte urbana, percebe-se perfeitamente o Prédio da Fontedeira.

 

Carvalho Negral. Original DAPL. 2017.jpg

Uma bela imagem de um ramo de um Carvalho Negral, ainda com as folhas outonais e as peculiares bugalhas.

A estrada e a passadeira, para peões atravessarem com segurança.

 

Candeias. Original DAPL. 2017.jpg

Uma imagem lindíssima de uma planta autóctone, a que vulgarmente chamamos ‘candeias’, com uma flor, que julgo ser um tipo de orquídea silvestre!

Conseguem ver-se também restos de ramos de silvas secas, que andaram em limpezas no terreno, e uma folha de planta já morta.

 

Socalcos. Original DAPL. 2017.jpg

Terreno serrano, estruturado em pequenas leivas em socalcos, resquícios de tempos em que estas encostas, mais ricas em água, eram cultivadas com pequenos hortejos, de que se observam restos e memórias em vários locais circundantes da Cidade.

Este espaço abandonado, ter-se-á enchido de mato, que se observa ter sido desbastado recentemente.

 

Local Descanso. Original DAPL. 2017.jpg

Espaço para descanso, em bancos de madeira, à sombra protetora de um Sobreiro e aconchego de um ícone de religiosidade popular.

 

Curvas. Original DAPL. 2017.jpg

Visão da Estrada, sempre em curvas e contracurvas. Neste local, implantado na parede do lado esquerdo de quem desce, está um pequeno painel com uns versos, de poesia de Cristóvão Falcão, mas com dificuldade de serem lidos, dado não haver passeio nesse lado da Estrada, o que torna pouco acessível dele nos aproximarmos. (Talvez assim também estão mais protegidos, os versos! Mas que é da Poesia que não é lida?!)

 

Painel. Original DAPL. 2017.jpg 

Imagem de painel informativo dos locais visíveis na Cidade, a partir do local em que se está.

(Nesta imagem, e propositadamente, apresentamos apenas parte do painel, para que Você Faça o Favor de se deslocar e observar in loco!)

Um ramo de loureiro e uns líquenes caídos de um sobreiro, compõem a imagem.

 

Fonte dos Amores. 2017.jpg

Espaço fronteiro à “Fonte dos Amores”.

Local emblemático da Estrada da Serra!

 

Ulmeiro e banco. Original DAPL. 2017.jpg

E terminamos como começámos.

Imagem do Ulmeiro inicial, ainda com as vestes outonais, a começar envergando a ‘fatiota’ invernal.

E um banco, para descansar!

 

*******       *******       *******

 

Gostou da Viagem?!

Então, Faça o favor de se aventurar, logo que tenha oportunidade.

Em qualquer estação do ano.

Que o nosso clima possibilita sempre passeios pelo campo, dependendo do Tempo (Hora) e do Tempo (Meteorológico). E do Tempo (Disponível)!

Faltam imagens emblemáticas?!

Pois faltam.

... Aguardam pela sua máquina digital e olhar fotográfico!

E, Obrigado pela visita!

(Se alguma Árvore não estiver devidamente 'batizada', agradeço que nos informe, se faz favor.)

 *******       *******       ********

E... "O Seu a Seu Dono".

As Fotografias são todas Originais de D.A.P. L. - Dez. 2017.

 

*******

Nota Final:

Por vezes há situações deveras interessantes.

Este post anda a ser delineado há algum tempo. Ontem, o texto foi redigido para ser publicado hoje.

Por acaso, hoje tinha previsto participar, como aconteceu, numa Tertúlia de Poesia, designada “Poesia à Solta”, na Sede da SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – Rua Conde Ferreira.

Ouviram-se excelentes declamadores, dizedores de Poesia, apresentando os seus próprios trabalhos ou de outros Poetas. Cantores e acompanhamento musical. Foi uma tarde memorável e enriquecedora.

E qual não é o meu espanto quando um dos excelentes declamadores presentes, Luís Alves, nos brindou a todos com a Toada de Portalegre!

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