Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

De um Poeta para Outro Poeta!

«PARTIU UM DE NÓS, EM SILÊNCIO

JOSÉ BRANQUINHO

UM POETA QUE DEIXA SAUDADES

Serra. Boninas e Pinheiro. Foto Original. 2021.05. jpg

Era um homem afável, acessível, com quem se simpatizava de imediato. A sua permanente boa disposição conquistava amizades e boa impressão onde quer que estivesse. A simplicidade e a humildade eram notórias e davam bem a ideia da pessoa. Eram o seu melhor e fiel cartão de visita.

José Garção Ribeiro Branquinho, nasceu em Monte Carvalho, freguesia de Ribeira de Nisa, Concelho e distrito de Portalegre, em 1931. Deixou-nos este ano, em Fevereiro de 2021.

O nosso poeta, era um ser humano iluminado que a si próprio classificava deste modo: «Sou poeta, sou cantor, adoro poder cantar, e canto por amor…» e logo a seguir, fosse qual fosse o local onde estivesse e fossem quais fossem as pessoas presentes nos brindava sem cerimónias com alguma canção, ora de Coimbra, do Alentejo ou quaisquer outras, sempre «à capela», numa voz afinada, clara e possante. Obviamente romântico, sonhador e humanista, este professor jubilado do Ensino Básico sempre elegeu a poesia, a música e o canto como interesses favoritos na vida, através dos quais expressava todas as mágoas, saudades e alegrias.

José Branquinho participou em dezenas de antologias de poesia e conto, entre as quais do Círculo Nacional  D´Arte e Poesia. Colaborou em inúmeros jornais e revistas, com destaque para o seu clube do coração, o Sporting, no Jornal do Sporting, onde foi um dos fundadores do grupo coral e pertenceu à direcção da Associação de Solidariedade Sportinguista.

Uma alma apaixonada que ia buscar inspiração no seio da mãe-natureza, na beleza dum recanto urbano ou muitas vezes no silêncio da noite. O que lhe interessava era descrever o sentir profundo da relação com as pessoas e a natureza, tal como conta no livro «Cantos do Meu Canto» : «Quero dizer-te, meu amor/ Com verdade de coração aberto/ Que continua a minha dor no meu deserto/Que continua este fervor por ti/ Sempre desperto.»

Cidade de Régio vista da Serra. Foto original. 2021.05.jpg

Ao longo da vida José Branquinho nunca esqueceu os lugares por onde passou como Évora, Coimbra e sobretudo Portalegre, que o inspirava sobremaneira nos versos. E muitos escreveu alusivos à sua terra. A grande admiração e ternura pela mulher em geral, com especial relevo e carinho para a querida e saudosa esposa. Como só a alma sensível de um poeta sabe sentir e expressar.

Como companhia literária o nosso membro tertuliano lia Camões, Fernando Pessoa, Bocage, Florbela Espanca, Eça de Queiroz e especialmente José Régio. Seus clássicos preferidos

Calou-se a voz de um amigo poeta e homem franco e bem disposto com a vida. Vai ser difícil continuar sem o ouvir cantar tão bem, sem a presença calorosa onde o seu sorriso se harmonizava com qualquer ambiente. José Branquinho, o ser humano que exaltava o sol, as flores as saudades e sobretudo o amor. Felizmente deixou-nos os versos, pedaços de alma, emoções e sentimentos à flor da pele.

Estaremos sempre contigo, José Branquinho.

«Até à Eternidade

ROLANDO AMADO RAIMUNDO» 2021

Carvalho negral na Serra. Foto original. 2021.05.jpg

Notas Finais:

OBRIGADO a Rolando, pela amabilidade em deixar-me reproduzir tão belo e sincero testemunho de Amizade Poética. Já agora, também clubística, porque Rolando também é do Sporting! (Os negritos são de minha lavra.)

Se não forem os Poetas a lembrarem-se dos Poetas, quem o fará?!

Lembre-se e preste atenção, Caro Leitor/a Leitora/a, Se Faz Favor!

Aproxima-se o “Dia de Camões” também celebrado como “Dia de Portugal”.

Nas “Cerimónias Oficiais”, consta o “Dizer Poesia” de Camões? Oxalá eu esteja completamente enganado!

Obviamente há Instituições particulares, modestas muitas delas, que farão essa homenagem. A APP – Associação Portuguesa de Poetas será uma delas. O CNAP também já o tem feito. Outras Instituições também.

Obrigado pela sua Leitura e votos de muita Saúde!

 

Indo eu a Caminho...

Malmequeres roxos. Foto original. 2021. 05. pg

… da Fonte da Bica… 

Fonte da Bica. Foto original. 2021. 05. jpg

Encontrei este sinal!

Sinal de Percurso. Foto Original. 2021. 05. jpg

Ora bem! Estamos no bom caminho. Sinal de que caminhos percorridos milhares de vezes, em Outrora, estão a ser assinalados como Percursos para Passeios Pedestres.

Parabéns a quem tomou esta iniciativa, a quem a executou. Desconheço a respetiva autoria. De louvar!

Aldeia da Mata. Foto original.20210507_150053.jpg

Agora há que completar os projetos de percursos pela Aldeia. E pô-los em execução. E essa atitude compete-nos a nós. Começar a percorrê-los. Adiante!

Casa típica. Foto Original. 2021. 02. jpg

Algo que temos vindo a defender há alguns anos, conforme postais sugeridos no final.

Se percorrer este trajeto, não se esqueça de visitar a “Oliveira Milenar”.

Trepadeira framboesa. Foto original. 2021. 05. jpg

E apreciar o trabalho engenhoso do  Amigo J. Serra, colega de Escola Primária e Admissão.

Na Agricultura pode haver grandes Artistas, pelo empenho com que se dedicam ao respetivo trabalho.

Terrenos cultivados. Foto original. 2021. 02. jpg

E ande a pé, SFF! Faz bem à saúde.

 

E ainda: Locais Pitorescos do Alentejo; Fontes, Passadeiras e Pontes; Sugestão para Percursos Pedestres (II).

 

A Flor do Marmeleiro

Árvores com História (III)!

Flor Marmeleiro I Foto original. 2021. 04. jpg

Vou continuar com a temática das plantas. Neste caso, não questiono sobre a respetiva designação. Deduzo que o/a Caro/a Leitor/a conhece. E eu também.

Marmeleiro. Foto Original. 2021. 04.jpg

Este marmeleiro é uma das árvores que tem uma história para contar. Aliás, todas têm. Nós é que não as conhecemos, porque esses são os segredos que elas nos guardam. O respetivo tronco é um repositório de histórias.

Flor Marmeleiro II. Foto Original. 2021. 04. jpg

Sobre esta também já escrevi em postal anterior.

Flor Marmeleiro III. Foto Original. 2021. 04. jpg

É proveniente de um bacelo que um colega me trouxe da Régua, em 1984/85. Foi abacelado pelo meu Pai, no local onde ainda está. Na margem de uma valeta, forma com outras árvores um renque, bordejando a vala de escoamento de águas de terrenos a montante. Enquadram-se no sentido norte sul. Esta já foi a maior desse alinhamento. Atualmente é ultrapassada por uma amoreira e um chorão. Hei de trazê-las ao blogue.

Entretanto, como é próprio de marmeleiros, criou outros rebentos, que não são mais do que si mesma sob outras aparências, só superficialmente diversas, porque são uma e a mesma planta, o mesmo ser vivo. Que, aliás, serão a mesma entidade da que lhes forneceu o ramo, lá na longínqua Régua. Mistérios da Natureza e das Plantas!

As flores são dum desses rebentos que vou deixar crescer, para melhorar esse renque de arvoredo. 

E na foto final, bem como noutras, em fundo, está outra árvore, esta mais na categoria de arbusto, que também tem história para contar.

Flor Marmeleiro IV. Foto original. 2021. 04. jpg

Votos de Feliz Primavera. Já agora, sem chuva. Que, por aqui, na Grande Lisboa, têm sido cá uns carregos de água! Quase diluvianos!

Saúde!

 

(P.S. - Categorizei este postal, como "Árvores com História - III", porque sei de certeza de dois postais que assim classifiquei. Se eventualmente tiver outros, procederei à respetiva ordenação.)

 

A Flor do Marmeleiro

Árvores com História (III)!

Flor Marmeleiro I Foto original. 2021. 04. jpg

Vou continuar com a temática das plantas. Neste caso, não questiono sobre a respetiva designação. Deduzo que o/a Caro/a Leitor/a conhece. E eu também.

Marmeleiro. Foto Original. 2021. 04.jpg

Este marmeleiro é uma das árvores que tem uma história para contar. Aliás, todas têm. Nós é que não as conhecemos, porque esses são os segredos que elas nos guardam. O respetivo tronco é um repositório de histórias.

Flor Marmeleiro II. Foto Original. 2021. 04. jpg

Sobre esta também já escrevi em postal anterior.

Flor Marmeleiro III. Foto Original. 2021. 04. jpg

É proveniente de um bacelo que um colega me trouxe da Régua, em 1984/85. Foi abacelado pelo meu Pai, no local onde ainda está. Na margem de uma valeta, forma com outras árvores um renque, bordejando a vala de escoamento de águas de terrenos a montante. Enquadram-se no sentido norte sul. Esta já foi a maior desse alinhamento. Atualmente é ultrapassada por uma amoreira e um chorão. Hei de trazê-las ao blogue.

Entretanto, como é próprio de marmeleiros, criou outros rebentos, que não são mais do que si mesma sob outras aparências, só superficialmente diversas, porque são uma e a mesma planta, o mesmo ser vivo. Que, aliás, serão a mesma entidade da que lhes forneceu o ramo, lá na longínqua Régua. Mistérios da Natureza e das Plantas!

As flores são dum desses rebentos que vou deixar crescer, para melhorar esse renque de arvoredo. 

E na foto final, bem como noutras, em fundo, está outra árvore, esta mais na categoria de arbusto, que também tem história para contar.

Flor Marmeleiro IV. Foto original. 2021. 04. jpg

Votos de Feliz Primavera. Já agora, sem chuva. Que, por aqui, na Grande Lisboa, têm sido cá uns carregos de água! Quase diluvianos!

Saúde!

 

(P.S. - Categorizei este postal, como "Árvores com História - III", porque sei de certeza de dois postais que assim classifiquei. Se eventualmente tiver outros, procederei à respetiva ordenação.)

 

Estevinha Rosa… e Jóia da Coroa!

Natureza Campestre na “Cidade de Rio e de Mar”!

Neste, como em postais anteriores, tenho-me debruçado sobre aspetos da Natureza.

É uma forma de proporcionar vistas de aspetos naturais, dos campos que percorremos. Enquanto é Primavera!

Para todas as Pessoas que têm a amabilidade de visitar os postais, acompanhando os percursos divulgados. Muito especialmente os/as que não têm possibilidade de efetuar tais passeios.

Realce muito especial aos que têm a simpatia de nos dar opinião.  

Também é uma homenagem aos blogues com quem tenho aprendido nestas coisas da Natureza, especialmente sobre Plantas e Animais, primordialmente Aves.

Mesmo nas Cidades é possível contactarmos com aspetos naturais, por vezes bem perto de onde moramos.

Hoje apresento fotos de plantas em floração, algumas já aqui documentadas.

Estevinha Rosa. Foto original. 2021. 04. jpg

A foto de “capa” é de uma “Estevinha…Rosa”.

Estevinhas Brancas. Foto Original. 2021. 04. jpg

A 2ª, de “Estevinhas Brancas”, já aqui apresentadas anteriormente.

Madressilva. Foto original. 2021. 04. jpg

A 3ª, de “Madressilva”.

Orquídea  Selvagem. Foto Original. 2021. 04. jpg

A quarta?! Bem a 4ª é a “Jóia da Coroa”! O que é?!

Pois… nem mais nem menos… É uma “Orquídea Selvagem”!

Bem dentro da Cidade!

Planta que desconheço nome. Foto original. 2021. 04. jpg

A 5ª é a flor de uma planta que não conheço.

Raízes de Carrasco. Foto original. 2021. 04. jpg

E a sexta foto é de um aspeto de pormenor de um “resto de falésia” (?), vendo-se as raízes de um carrasco.

 

Espero, Caro/a Leitor/a que tenha gostado.

Onde é que observei estes pormenores naturais, em espaço bem dentro da Cidade?!

Bem…na “Cidade de Rio e Mar” – “Alma subtil bem amada” – no Parque da Paz!

Que é do que mais o Mundo precisa: PAZ! E Saúde para todos!

 

Castelo de Sesimbra

Excertos de uma visita de há dois anos!

Castelo Sesimbra. Foto original. 2019. 04. jpg

A “Rota dos Castelos” é uma possibilidade de “turistar” por todo o Portugal. Agora que o desconfinamento avança, acompanhando a Primavera que se instala, é uma oportunidade a não perder. E é um daqueles passeios a que não faltam motivos, pois castelos é o que mais há, por aí!

Castelo Sesimbra Serra. Foto Original. 2019. 04. jpg

(Repare que, na imagem anterior, se observa uma pequena placa, explicativa de aspetos referentes ao Castelo.)

aqui apresentámos imagens de outras visitas anteriores.

Hoje, trazemos imagens do Castelo de Sesimbra, nomeadamente das vistas, que em torno se desfrutam.

A vista da Vila, lançada de aparato para o mar, razão da sua génese e desenvolvimento.

Sesimbra. Castelo. Foto Original. 2019. 04. jpg

Uma imagem da Vila, do porto, fundamental à respetiva vivência económica.

No enquadramento da paisagem, foquei uma plantinha bonitota e matreira, que nasce em tudo quanto é sítio, por demais agreste!

As célebres “Bocas de Lobo” ou “Coelhinhos…da Avó”!

Sesimbra. Porto. Foto original. 2019. 04. jpg

Imagem da muralha e do passeio da ronda, que circunda todo o monumento.

E que nos permite percorrê-lo, enquanto podemos e temos pé!

Castelo Sesimbra. Foto original. 2019. 04. jpg

Perspetiva das muralhas e torres de defesa do Castelo

Sesimbra. Castelo e muralhas. Foto Original. 2019. 04. jpg

Imagem do espaço interior que está todo amuralhado.

Castelo Sesimbra. Foto Original. 2019. 04. jpg

Bons passeios, mesmo virtuais. Muita Saúde. Feliz Primavera!

*******

(P. S. - As fotos são originais. Têm a qualidade que têm! Mas...Se as utilizar, por bem, refira a origem. S.F.F.!)

 

Eleições – Obras – Promessas – Ilusões!

Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes?!

Ginjal. Arte de Rua. Foto original DAPL Out 2015.jpg

Este ano, lá mais para o final, dependendo da Covid (?), haverá novamente eleições. Desta vez Autárquicas.

E já vai por aí um rebuliço! Cada cromo a candidatar-se… Cromos e cromas. Alguns e algumas dinossáurios/as, que saltitam de concelho para concelho! Não vou comentar. Não vou por aí. Cada um é que sabe na camisa em que se mete.

 

Ano de eleições é ano de obras. E é vê-las... Há de tudo. Umas mais necessárias, outras nem tanto. Passeios, estradas, ruas e ruelas, por cidades, vilas e aldeias.

Autarca que se preze tem obra para final de mandato. As inevitáveis rotundas… Há localidades acrescentando à coleção das que já dispõem. Estremoz tem mais uma em construção! E o que vai sair do espaço antecedendo a Porta de Santa Catarina?!

Em Estremoz, o que faz falta é uma variante que permita ir ou vir do Norte, para a auto estrada A6 ou a estrada Elvas / Badajoz – Lisboa e vice-versa, sem entrar na cidade e fazer toda aquela coleção de rotundas. Obra mais do que necessária, não acha?!

 

Nesta época, aparecem sempre novos projetos megalómanos, ou continuam a fomentar os que já vêm idealizando / prometendo há anos.

 

O aeroporto de Lisboa(?) anda em bolandas há décadas. Há quarenta ou cinquenta anos, saltitando de lugar para lugar. Ora! Ponham o de Beja a funcionar devidamente!

 

As obras em Lisboa, na Praça de Espanha, na Segunda Circular, há meses que não vou à capital, já terminaram?! É para ali uma gastadeira de dinheiro!

E mais uns metros do Metro? Linha Circular? Se resultar como a de Madrid, é uma confusão de ligações!

E no Porto falam em nova ponte! Tanta ponte?!

 

Em Almada, para além das obras no eixo central da Cidade, falam num projeto megalómano de uma espécie de Nova Cidade, com tudo e mais alguma coisa, do mais modernaço que há, a construir entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão!

Bem lá no alto, aonde dificilmente chegarão os efeitos previsíveis da subida do nível médio das águas dos mares!

Provavelmente para esquecer o mais que célebre projeto que andaram anos a promover, de uma “Cidade da Água”, “Manhattan de Cacilhas”, a construir nos terrenos dos antigos estaleiros da Lisnave! Digo, eu. Sei lá!

Relativamente a esse hipotético novo projeto, os especialistas que o estudam, estão a equacionar os problemas dos transportes públicos e privados, no acesso à Ponte 25 de Abril?! Aspeto de pormenor?! Outros haverá, que quem projeta sabe mais do que eu!

Almada Velha. Foto original. 2019. 07. jpg

Em relação a novas cidades e construções, continuo a defender o que venho alertando, não só para a Cidade A, B, ou C. Para todas!

Recuperação dos milhares e milhares de casas abandonadas por todas as nossas cidades, vilas e aldeias. Um verdadeiro projeto nacional, envolvendo todas as entidades. Destinadas às Pessoas, sem esquecer que, hoje, toda a gente tem carro.

(Já abordei este assunto em diferentes postais.)

Ferramentas. C. Arte Moderna. Foto Original. 2020. 02. 02. jpg

 

Caro/a Leitor/a, aí pelos seus lados…

Que obras andam a fazer? E que projetos querem “vender”?!

Obrigado pela sua leitura. Grato pela sua atenção.

Votos de muita Saúde e excelente Primavera!

*******

Fotos?

A 1ª é do Ginjal - Almada, de 2015! Local que bem precisa de Obras! Já prometidas... 

A 2ª, de 2019. Almada Velha.

A 3ª, de 2020/02/02, de Exposição do Centro De Arte Moderna: ferramentas. Pode haver obras sem ferramentas?! Antes do Centro entrar em Obras e desta confusão da Covid. Saudades de ir passear à Gulbenkian: jardins, exposições e belos almoços no snack do Centro de Arte Moderna!

P. S. - Se utilizar, por bem, alguma destas fotos, cite a origem, SFF! Obrigado!

 

 

Sabe que planta é esta (V)?

E em que Castelo está implantada?!

Planta. Castelo Sesimbra. Foto original. 2019. 04. jpg

Esta é uma pergunta de genuína ignorância. Na verdade, eu também não sei, nem conheço esta extraordinária planta. Nunca tinha visto, até à data, tal exemplar herbáceo (?), com floração tão peculiar. Nascida nas muralhas de um castelo de uma Vila piscatória, a sul do Tejo.

Foto tirada há cerca de dois anos, também neste mês de Abril, de 2019. Num passeio pelos castelos de que Portugal possui excelentes testemunhos por todo o País.

São também os meus Votos de Excelentes Festividades Pascais, neste enquadramento tão peculiar em que se devem processar, uma vez mais neste ano.

Muita Saúde! Feliz Páscoa!

Sabe-que-planta-e-esta VI? 

Mudança da Hora

Não concordo com a mudança de hora!

 Hoje, "Domingo de Ramos" mudou novamente a hora.

Esta, dita de Verão, causa-me sempre confusão. De repente, mal damos por isso, já é meio-dia.

Para quando, as entidades competentes, as governanças que nos dirigem, as nacionais ou as internacionais, se decidem por definir um modelo de hora que fique estabelecido, sem precisar de se mudar semestralmente?!

Vejam qual o melhor modelo, são “cabecinhas pensadoras” e decidam-se!

Glicínia. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

As fotos?! 

Continuam da glicínia, fotografada em Óbidos, em Abril de 2019.

E porquê?!

 

Glicínia. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

Uma curiosidade. Li numa revista de jardinagem, que as glicínias crescem no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. (Estes deslocam-se da direita para a esquerda.)

Nas fotos da glicínia apresentada verifica-se que a planta se “movimenta” da esquerda para a direita. A base de nascimento está no quintal da casa, que fica à esquerda e o respetivo crescimento processa-se para a direita.

Interessante, não acha?!

Quanto ao “movimento” das plantas, este é um facto. Chamam-se tropismos. São direcionados pela luz, fototropismos; pela água, hidrotropismos... Correspondem ao crescimento da planta, que, na verdade, é um movimento.

E, através, das sementes, também se deslocam, enviando os filhos e filhas, para bem longe. E, para isso, pedem ajuda a outros seres: aves, insetos, mamíferos e outras entidades: o vento, a chuva… Eu sei lá! As plantas são seres também dotados de inteligência! Também comunicam e se ajudam entre si e com outros seres vivos.

Admirado/a?!

Há imensa literatura científica sobre o assunto. Filmografia, reportagens sobre o tema.

A Vida na Terra é extraordinariamente fascinante e o Ser Humano não é o único ser inteligente à face do Universo.

Bem bastas vezes tem dado provas precisamente do contrário.

E onde a conversa já vai… a partir da mudança da hora.

Vou mudar de registo.

E desejar continuação de excelente “Domingo de Ramos”, com muita Saúde.

 

Sabe que planta é esta (III)?

Glicínia. Foto Original. 2019. 04. jpg

Volto a este registo de identificação das plantas. Esta é uma trepadeira, que deve ser bem antiga.

Encostada a uma casa, certamente também cheia de história(s).

Numa localidade também ela repleta de História.

Sabe em que localidade?! Posso dizer que fica Além Tejo. (Não se esqueça que estamos no blogue Aquém-Tejo!)

É uma Vila muito visitada, antes desta coisa da Covid. Estivémos lá em 2019. Também já aqui apresentei fotos da mesma.

Hei-de organizar um postal específico.

Até lá, ou até próximo postal. Com muita saúde. Resguarde-se, apesar de tudo. Que andam por aí uns malucos a negarem o vírus e a espalhá-lo, que é o que fazem.

Mas ninguém tem mão neles?!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D