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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Tertúlias de Poesia!

APP – CNAP – Momentos de Poesia – SCALA

Corona Connection. 2020. 03. jpg

Com isto de Covid”, se há coisa que me chateia é não haver as célebres Tertúlias de Poesia.

Selfie Selfish Quadro 2019. jpeg

Bem! Haver, há, que ainda no passado domingo a APP tinha prevista a sua tertúlia mensal na Sede, como havia antes de Covid, no último domingo do mês. Neste caso, 27 de Setembro. Ter-se-á realizado, que não sei, que não fui.

Portanto, haver, há, eu é que ainda não me mentalizei a andar por aí em vários transportes públicos. E, depois, nos espaços de realização das sessões, quantas pessoas podem estar presentes?!

Foto Original. Costa. 2020. 08. jpg

Também D. Olívia Diniz Sampaio, presidente do CNAP, festejou o seu aniversário, no passado dia 26, sábado, num restaurante da Av. de Berna - Lisboa. Também não fui, não sei quantas pessoas estiveram, não sei se disseram poesia, terão dito, certamente, mas sei que correu muito bem.

Poesia Visual. Foto Original. 2018. 07. jpg

Faz agora um ano, estava a decorrer a Exposição de Poesia Visual, na sede da SCALA, em Almada. Algumas fotos são de alguns dos quadros expostos. Outras são da Costa da Caparica; do Tejo, visto da Ponte, vindo no comboio e de Portalegre.

Somos Mar. Foto original.2018. 07. jpg

Também tenho saudades das tertúlias de poesia na sede da SCALA, da “Poesia à Solta”. Em Almada: na Sede, na Oficina de Cultura.

Portalegre. Foto original. 2020. 06. jpg

E das tertúlias de “Momentos de Poesia”, em Portalegre. No Hotel José Régio, no Café José Régio.

Foto Original. Rio Tejo. jpeg

 

Este meu postal é dedicado a todos/as Tertulianos/as das Associações em que costumo participar:

APP – Associação Portuguesa de Poetas - Lisboa

CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia - Lisboa

"Momentos de Poesia" - Portalegre

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – Almada

 

Votos de Muita Saúde! E Muita Poesia!

Um Poema de Despedida!

“REQUIEM  PARA  UM  IRMÃO”

 

“Partiste

Assim como um suspiro, folha de árvore que cai

Alguma aragem, tão livre, como a natureza quis.

Olha, irmão,

Por aqui, o mundo gira igual, louco, caótico e indiferente.

O sol volta a pôr-se magnífico em fogo, lá no horizonte

Há vidas que hoje se te vão juntar e amanhã

Sempre a vida brotará de outros seres e haverá novo sol.

Perdeste o respirar, o olhar, a magia desta Primavera

Saberás de nós nesse outro lado? Como tudo é insondável!

E assim nos deixaste sem queixas, sem remorsos, como um guerreiro.

Onde estarás agora?

As tuas coisas, os teus objectos estão iguais no seu canto

Mas não são mais os mesmos sem ti

E esperam, esperam, sem jeito.

No bosque dos meus afectos sinto-te mais perto

O rio escorre seus murmúrios e continua

Com as libélulas, os peixes, os minúsculos insectos

Tudo no seu ritmo natural de sempre.

Flores selvagens, os pequenos algodões e os fulgores.

É primavera, as aves cantam e tudo mexe,

Há sinais ao redor, há perfumes, há rastolhadas,

Seres da terra de que não sei o nome

E por vezes o vento, nas ramagens,

Que tudo agita e tudo harmoniza.

Olha, meu irmão

Oiço o Réquiem de Mozart e deixo-me sucumbir

É tão belo, é tão triste, tão fora deste mundo

Como tu estás, agora!

Se por alguma razão que não sei

Se por algum profundo mistério

Se também tu estiveres a ouvir…

Será, será que também te comoves?”

 

ROLANDO AMADO RAIMUNDO

24 DE MAIO DE 2020

*******

Foto original. Portalegre vista do Passadiço. 2019. 05.jpg

 

Voltamos à Poesia.

 

Como algumas vezes neste blogue, um lindíssimo Poema de Despedida. Também tenho alguns meus escritos e aqui divulgados, acenando Adeus a Pessoas que nos são queridas. Também de outras pessoas.

Muito bonito, este Poema.

 

De Rolando A. Raimundo, também sócio do CNAP – um dos organizadores e participantes nas Tertúlias do Círculo. Também um dos colaboradores do Boletim Cultural, tal como D. Olívia, Alma Mater do Círculo, ativa divulgadora e promotora da Cultura ligada à Poesia e Artes; António Diniz Sampaio e Luís Filipe Soares, sócio nº 1 e fundador da APP, organizador e dinamizador das Antologias de Poesia, das Maratonas e outras atividades culturais, nos anos oitenta do séc. XX.

 

A divulgação deste Poema insere-se num dos propósitos deste blogue que é a divulgação de Poesia de “Outros Poetas e Poetisas”! Desiderato bastante bem documentado, com Poesia. De elementos da APP, do CNAP, de “Momentos de Poesia”, da SCALA; de Pessoas de Aldeia da Mata.

 

Poucos blogues, ou nenhuns (?), neste universo (digital), realizam ação igual ou semelhante.

Eu também agradeço a amabilidade de todos os participantes, que desse modo também engrandeçam este universo particular e específico de Aquém Tejo.

 

(Foto? - Original de Cidade de Régio, vista do "Passadiço".)

“Em Casa D’Amália” – Tertúlias semanais na RTP1

Fado – Poesia - Cultura

Fafá de Belém, Waldemar Bastos, Dany Silva - André Dias e Bernardo Viana

Apresentação de José Gonçalez

 

 

Foto Original. 2019. 05.jpg

 

Programa da RTP1, tertúlia transmitida às 6ªs feiras, à noite. Na passada sexta, dia 19, já o nono programa. Em semanas anteriores, algumas vezes visualizei excertos do programa. Neste último, face aos tertulianos presentes, deixei-me, em boa hora, levar na onda. Quando e onde podemos ouvir, assim numa assentada, Fafá de Belém, Waldemar Bastos, Dany Silva, acompanhados por André Dias e Bernardo Viana, dois jovens músicos, engrandecendo a tríade de cantores?! Dany e Waldemar também executantes.

 

Num jeito muito informal, apresentação de José Gonçalez, precisamente na Casa de Amália, à Rua de São Bento, na sala, deduzo eu, bem bonita, por sinal.

Programa, homenageando a Diva do Fado, recriando, de certo modo, as tertúlias que Amália promovia na sua própria casa. Neste programa foi precisamente lembrada a célebre tertúlia em que participou Vinícius de Morais, também Ary, Natália Correia, David Mourão Ferreira, em 1968, génese de disco editado em 1970: Amália – Vinícius.  

 

Programa excelente! Parabéns aos participantes. E Obrigado pela beleza de Música e Canções que nos trouxeram.

 

E que saudades tenho das tertúlias. Das Tertúlias de Poesia, confinadas, com esta coisa do Corona!

 

Da APP – Associação Portuguesa de Poetas. Na sede, aos Olivais; no Vá – Vá, na Avenida de Roma. Ambas em Lisboa.

Do CNAP - Círculo Nacional D’Arte e Poesia. Ultimamente no Café Império. Anteriormente, ao Centro de Dia de S. Sebastião da Pedreira. Também em Lisboa.

De “Momentos de Poesia”, no Café José Régio, antigamente “Café Facha”, em Portalegre.

Da SCALA – Sociedade Cultural das Artes e Letras de Almada, na Sede – R. Conde Ferreira – Almada Velha ou na Oficina de Cultura, no centro de Almada.

 

E.. Viva  a Poesia! Viva o Fado! Viva Amália!

 

E novamente parabéns a todos os participantes e organizadores do Programa da RTP1, supramencionado.

Cinco Estrelas!

Covid  – 19 e Poesia!

Covid 19 e Poesia?!

 

Surpreende - se, Caro/a Leitor/a?!

 

Pois… Poesia, mas nenhum poema que eu tenha escrito sobre o tema. Ainda que goste de escrever sobre temáticas de cariz social, muitos textos poéticos, mais ou menos originais, melhor ou pior escritos, têm sido publicados neste blogue sobre assuntos dessa natureza.

Desde “Amor do facebook”, até “Selfie” ou “Sexta - feira negra”, muitos têm sido os “postais” que tenho publicado, divulgando poesias dessas áreas.

 

Todavia este tema, assunto, que agora assoberba os meios de comunicação, pela sua importância e gravidade, não me suscita a criatividade poética.

Então a que propósito a Poesia se interliga com o célebre dito “bicho”, que nos atormenta e inquieta, nos condiciona, a todos nós, em todo o mundo?

 

Bem… Várias das Associações ligadas à Poesia, a que estou associado, decidiram, e muitíssimo bem, suspender as diversas atividades programadas para Março, aplicando as medidas de contenção face à propagação do vírus. Decidiram bem, tive oportunidade de manifestar a minha concordância através do mail, tanto para a APP, como para a SCALA.

 

Não quer dizer que as reuniões, encontros poéticos, tertúlias, tenham assim números assombrosos de gente, é verdade, e é pena, mas não sendo muitos, que geralmente não somos, de facto, somos muitíssimo importantes, como, aliás, todo e qualquer Ser Humano, apesar de haver por aí grandes camafeus…

 

Mas, reconheça, Caro/a Leitor/a que não é toda a gente que tem o dom da Poesia…

E o que seria do Mundo e de Portugal sem os Poetas, as Poetisas e a Poesia?!

 

Está, deste modo, explicada a interligação Covid 19 – Poesia. E logo neste mês tão emblemático, dedicado à Primavera e à Poesia.

 

Ainda farei a conexão deste dito cujo, cujo nome se omite para afugentar maus presságios, com outros contextos.

 

E quanto à criatividade poética sobre o mesmo, nada me garante que ela não possa acontecer, pois que não mando no meu pensamento criativo, por vezes surgem-me poemas, poesias, versos, prosas poéticas, quando menos espero. Ser Poeta é um Destino, é uma Condição, em que não me determino. Acontece Poesia… muitas vezes, independentemente da minha vontade.

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/tens-c-roa-de-rei-em-reino-de-terror

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/venceremos

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/da-janela-o-hospital-vejo

E por hoje, e por agora, termino este meu postal!

 

Saudações Poéticas!

Não! Não vou falar de Óscares!

Cultura: Oficina – Vá, Vá: Poesia

Almada – Praça S. João Baptista; Lisboa – Av. de Roma

 

Porque havemos de viver permanentemente condenados a esta sina de conexão umbilical à cultura de outros povos, à cultura global, esquecendo o que é nosso, o que nos identifica enquanto sujeitos autónomos, independentes e portadores de uma cultura específica, particular e peculiar?!

Não menosprezo a importância dos ditos cujos. Que, aliás, saúdo, os vencedores… (Sempre os vencedores que são louvados! E os “perdedores” não merecem também o nosso louvor? Que seria do vencedor se não houvesse vencido?!... Adiante.)

 

Venho falar-vos de Cultura, nossa e de Poesia também, Cultura sempre!

 

Na Oficina de Cultura – Almada foi inaugurada a 26ª Exposição de Artes Plásticas da SCALA. No postal anterior, escrevi que vislumbrara algumas das obras, agora já posso falar com mais conhecimento de causa, pelo que vi na inauguração, no passado sábado, dia oito.

Vá - Vá, não perderá o seu tempo, pelo contrário, sairá enriquecido/a, desfrutando da contemplação dos vários trabalhos expostos. Alguns até podem ser adquiridos.

Conforme já mencionei, nos fins-de-semana há programas específicos, envolvendo outros domínios artísticos. No sábado, cantou e encantou o Grupo de Cantares do Castelo de Sesimbra.

Iniciativa por demais louvável, que engrandece a nossa Cultura, a Cidade, a Oficina de Cultura, a Autarquia, a SCALA. E os seus associados agradecem. Está ali exposto muito trabalho, de muito boa gente, que se entrega a estas tarefas com muitíssima dedicação, desde a conceção até à organização e montagem de toda a logística expositiva. Parabéns e Obrigado a todos, realce especial aos Artistas!

 

E como me manda ir, ainda voltarei, pode crer.

 

E também fui, sim! Fui ao Vá – Vá, Avenida de Roma – Lisboa, à habitual Tertúlia da APP, do 2º sábado de cada mês. Ainda que apenas à 2ª parte. Mas valeu!

Após a degustação da praxe, como manda a sã convivência, iniciou-se a segunda ronda.

 

Joaquim Sustelo disse, dedicado aos Alentejanos, um belíssimo poema de Maria João Brito de Sousa, “… a Ceifeira dos trigais…”; bisou, de Felismina Mealha, alentejana “…Era Dezembro, Mãe, tão perto do Natal…” e ainda lhe ouvi, de sua autoria, “Poema de núpcias de D. Balbina”!

Maria da Encarnação Alexandre (MEA), disse “Enigma … para lá da luz o escuro da distância…” e um poema dedicado às Mulheres: “Mulher é poema de rima perfeita”.

Maria Helena disse um poema de homenagem a José Afonso e “Ser Poeta!”: “…só a Poesia pode salvar o mundo…”

Feliciana Maria disse “Apelo”, um poema sobre a preservação dos oceanos…

Daniel Costa: “Pressa de viver”!

Bia Maria: “…Cantavas só para mim…”, e “…Naquele dia…”

Felismina Mealha: “… Voltaria mil vezes a percorrer aquele caminho…”. E, de Miguel Torga, “Musa ausente”.

Helena Barradas disse poema de Sophia, “Aquele que partiu” e, de seu irmão, “HH – Herberto Helder”.

Graça Melo disse de seu livro, de Homenagem a Alberto Caeiro, “… pouco a pouco…” e “… o homem vai andando…”

Francisco Carita Mata, de seu livro que irá acontecer: “Selfie” e “Amor do facebook”.

Bento Durão, também da comunidade alentejana e ademais fadista, só esteve na 1ª parte e não nos deu o grato prazer de ouvirmos um fado!

Su Sam não quis dizer!

Estranho a ausência de alguns poetas e poetisas. Alguns doentes. Formulamos votos de rápidas melhoras.

(Falhas, omissões aqui detetadas, agradeço que mas corrija, SFF. Este cronista não é muito fiel! Muito Obrigado. E Muitos Parabéns a todos!)

 

 

 

 

Festa das Artes da SCALA – Almada 2020

Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada

26ª EXPOSIÇÃO ANUAL

OFICINA de CULTURA

8 a 23 de FEVEREIRO

 

 

8 (Sábado) 16h. - Inauguração da Exposição da “FESTA das ARTES da SCALA”.

 

Atuação do Grupo de CANTARES Populares do Castelo de Sesimbra.

 

9 (Domingo) 16h. – Atuação do Grupo de CONCERTINAS da USALMA.

 

16 (Domingo) 16h. – Atuação do Grupo PAX NOVEL, com António Fonseca, Gabriel Sanches, Fábio Francisco e Miguel Berkemeir.

 

22 (Sábado) 16h.- Grupo de FADO da Universidade Sénior D. Sancho I.

 

23 (Domingo) 16h. - ENCERRAMENTO da “Festa das Artes da SCALA”.

 

Atuação do Grupo de SEVILHANAS do BEIRA MAR de Almada.

 

“POESIA à SOLTA” com Poetas da SCALA.

 

*******

A SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada - organiza, de 8 a 23 de Fevereiro, a sua 26ª Exposição Anual, na Oficina de Cultura, em parceria com a Câmara Municipal.

 

Nesta Exposição, envolvendo trabalhos nos domínios de Artes Decorativas, Escultura, Fotografia e Pintura, participam diretamente trinta e oito pessoas com obras suas.

Selfie. 2019. jpg

 

Penso que esta Exposição é uma atividade que deve continuar a ser desenvolvida pelas várias entidades participantes, havendo como é evidente a adesão de tantos Artistas, intitulemos deste modo todos os intervenientes.

 

No decurso da Exposição, decorrem atuações de outros Artistas, em vários domínios ligados à Música, ao Canto, à Dança, ao Fado.

Ah! E também Poetas, em “Poesia à Solta”!

 

Sem esquecer todos os Organizadores e Colaboradores, todos os que de forma mais ou menos direta colocam em ação, constroem, esta Exposição, bem como todas as atividades e funcionalidades integradas na designada “Festa das Artes da SCALA”.

 

Ícaro 1986.jpg

 

Os meus Parabéns a todos, sem exceção! E o meu Muito Obrigado também! Pois, deste modo, tenho a possibilidade de participar, modestamente, com dois trabalhos, que documentam fotograficamente este “postal” eletrónico.

Visite a Exposição e as outras Atividades. Ficará certamente rendido/a, pois pelo que pude vislumbrar, há obras por demais interessantes! Para além das atuações… e da Poesia!

 

S C A L A – Almada – Atividades 1º Trimestre - 2020

Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – 2020

Atividades Culturais

JANEIRO FEVEREIRO MARÇO

 

Sessões de Poesia, Apresentação de Livros, Exposições, Música, Palestras e Tertúlias.

 

Foto Original. Amendoeira. jpg

 

JANEIRO

4 - Inauguração da EXPOSIÇÃO de FOTOGRAFIA de Modesto Viegas. Na galeria e sede da SCALA, sábado às 16 horas; exposição patente ao público até 17 de janeiro.

11 - Sessão de FADO com os elementos do Grupo de Fado da Universidade Sénior D. Sancho I. Na sede da SCALA, às 16 horas.

18 - Inauguração da EXPOSIÇÃO de PINTURA de Arminda Vieira. Na galeria, às 16 horas; exposição patente ao público até dia 31.

Música de Gabriel Sanches, às 17 horas.

25 - POESIA À SOLTA, na sede, às 16 horas com a música de Gabriel Sanches a solo ou em acompanhamento.

 

FEVEREIRO

1 - Inauguração da EXPOSIÇÃO DE PINTURA do Grupo Artis, às 16 horas, na sede e galeria da SCALA. Patente ao público até 14 de fevereiro.

 

8 - Inauguração da FESTA das ARTES da SCALA, às 16 horas na Oficina de Cultura da Câmara Municipal de Almada, com a participação do Grupo de CANTARES Populares do Castelo de Sesimbra.

9 - Grupo de CONCERTINAS da USALMA, às 16 horas, na Oficina de Cultura, da CMA.

 

15 - Inauguração da EXPOSIÇÃO de FOTOGRAFIA de Aníbal Sequeira, às 16 horas na Galeria da SCALA. Patente ao público até ao dia 28 de fevereiro.

 

16 - Grupo PAX NOVEL, com António Fonseca, Gabriel Sanches, Fábio Francisco e Miguel Berkemeir, às 16 horas, na Oficina de Cultura.

22 - Grupo de FADO da Universidade Sénior D. Sancho I, às 16 horas, na Oficina de Cultura.

23 - FESTA de ENCERRAMENTO da Festa das Artes da SCALA.

Grupo de SEVILHANAS do BEIRA MAR de Almada, às 16 horas.

POESIA à SOLTA com os poetas da SCALA.

29 - Inauguração da EXPOSIÇÃO de FOTOGRAFIA de Clara Mestre, às 16 horas na Galeria da SCALA. Patente ao público até 13 de março.

Atuação do Grupo PAX NOVEL, com António Fonseca, Gabriel Sanches e Miguel Berkmeier, às 17 horas, na Galeria e sede da SCALA.

 

MARÇO

7 - Apresentação do DOCUMENTÁRIO MULTIMÉDIA, com Luis Bayó Veiga e Modesto Viegas, às 16 horas, na sede da SCALA.

 

8 - Aniversário da SCALA - Almoço do 26.º ANIVERSÁRIO da SCALA.

Restaurante Nezy, Rua Capitão Leitão, 78, Almada, às 12,30 horas. Marcação através de 965 350 257.

 

14 - Inauguração da EXPOSIÇÃO “DESENHO a CARVÃO” de Sá Cortes, às 16 horas na Galeria da SCALA. Patente ao público até 27 de março.

21 - LANÇAMENTO do LIVRO “Estes é que são os contos, estes contos é que são” de Rosa Gonçalves, às 16 horas na Sede da SCALA.

Após o lançamento do livro, vamos festejar o DIA MUNDIAL da POESIA, com os poetas da SCALA e amigos da poesia.

28 - Inauguração da EXPOSIÇÃO de PINTURA, de Milena, às 16 horas, na Galeria da SCALA. Patente ao público até 10 de abril.

 

O Mar - Clara Mestre - Poetar / Partilhar

Fotografia original. 2011.jpg

 

O Mar

 

Olho o Oceano

Não lhe vejo o fim

Fico a meditar

Neste mar sem fim

Manso ou bravio

Água a ondular

A dança das ondas

São o seu cantar

Mete-me medo

Tanta imensidão

Quando o mar

Está calmo

Sinto proteção

Oh mar dos meus medos

Embala-me a mim

Conta-me os segredos

Do teu lar sem fim….

Clara Mestre - 2012

 

 

O Meu Mar

Anda o mar enraivecido

Quando o quero calmo e calado

Disse-me aqui outro dia

Estar por mim apaixonado!

Qual o motivo da raiva

E dessa desilusão?

Por eu não lhe dar ouvidos

E negar-lhe o coração?

Gosto de te ver ó mar

Tu és a minha paixão.

Quando estás muito calminho

Embalas-me o coração.

Estou a olhar-te todo o dia

Com chuva ou sol a brilhar.

Serás sempre o companheiro

Em quem posso confiar,

Por isso não me condenes,

Disse-te não a brincar.

Serás sempre o meu amor…

Tu serás sempre o meu mar…

 

Clara Mestre – 2015

 

Com estes dois poemas de Clara Mestre, termino a publicação do conjunto dos textos sobre este assunto, que me foram entregues para participarem na “Antologia Virtual”.

Poetar – Partilhar.com. mar” fica assim concluída, pelo menos nesta fase. “O Futuro a Deus pertence!”

Dedicar-me-ei a outros projetos.

Da Exposição de “Poesia Visual” também encerrámos as suas apresentações, pelo menos por este ano. Em anos subsequentes não se sabe. De qualquer modo, há trabalhos apresentados que não podem ser repetidos, pois que se “desfizeram” nas apresentações públicas. Caso de “Pisa Poemas”, a partir do poema “Somos Mar!” e de “Octopus / Polvo”.

Mas, todavia, se vier a realizar outra exposição poderei apresentar novos trabalhos. Depende sempre de onde e de quando e em que condições. (Espaço, Tempo, Contextualização.)

Até breve!

(Ah! Este blogue faz hoje cinco anos!)

Pois! E, por bem, é da SCALA!

Obrigado, à minha escala.

 

Poesia amarrotada?

E, logo após, emoldurada?!

Uma ideia bem lavrada

Numa tarde bem passada

Ademais por bem regada

Com chuva bem molhada

Na vetusta, “Velha” Almada.

Mas que Ada!

Que também foi lembrada.

Castanheira, Ary, Camões

Bocage, Espanca – Florbela

Poemas, poetas, canções…

Régio presente, declamado

E muito bem evocado.

Gertrudes – Mimi, Céu, Manuela

Naia, João, Gabriel

Só faltou a Gabriela

Nesta letra de cordel.

Houve música e alegria

Poemas – corações, Poesia.

Alice e também Daniela

Até Dona Maribela…

Que seria de nós sem ela?!

Do que falem não me rala…

E de que é que a gente fala?!

Pois… e, por bem, é da SCALA!

Obrigado, à minha escala!

Poesia Visual: Surpreeenda-se!

EXPOSIÇÃO POESIA VISUAL – SCALA - Almada

De 21 Setembro até 4 de Outubro de 2019

Texto Introdutório e Explicativo

 

Cartaz Exposição Poesia Visual (3).JPG

 

Esta Exposição na SCALA, marcada há vários meses, vem na sequência de Exposição individual realizada na Sede da APP - Lisboa, em Setembro de 2018, antecedida de participação em Exposição coletiva do CNAP, na Casa do Alentejo.

 

A temática fundamental é a POESIA! Abordada num modo diferente do habitual e enquadrada no conceito de “Poesia Visual”. Uma perspetiva de abordagem poética, em que a Palavra, o Verbo, sempre a essência do ato poético, são transpostos para outra dimensão: Artes plásticas, fotografia, artesanato, outros domínios artísticos…

É essa possibilidade de abordagem à Poesia, que esta Exposição nos sugere.

Observe, vivencie este processo de poetar, sem quaisquer preconceitos!

 

O referencial da Exposição, a base introdutória, são vários quadros elaborados na 2ª metade dos anos oitenta do século XX. (Texto explicativo da Expo APP.)

Também para documentar pesquisas feitas na altura e inspiradoras para essas “construções” poéticas, anexo alguma da bibliografia consultada e motivadora à ação.

E Antologias em que participei, apresentando poemas neste enquadramento visual.

Em vários quadros, a temática é o Mar, arquétipo primordial do Ser Humano!

 

Já neste milénio, estando a Poesia sempre presente, porque Ser Poeta é uma condição, talvez um Destino, quiçá uma Sina, continuei a executar trabalhos poéticos, no contexto anteriormente referido. O Mar continuando dominante, com recurso a outros materiais e técnicas, mais próximas do artesanato, aspirando a peças escultóricas. Surgiram, deste modo: “Pisa Poemas”, “Octopus”, “Corações de (A)mar”, “Porta – Poemas”!

Algumas peças já a pensar nesta Exposição.

Também preocupações ambientais: os cuidados a ter com os recursos marinhos, a reutilização e reciclagem de materiais, o lixo…

A Natureza, a interligação entre ecossistemas e ambientes, os seres vivos… A Humanidade!

 

E também e ainda quadros elaborados para esta exposição: “Cacela Velha” “Sussurra-me”, “Em Abril”, “Cacofonias”… Os temas anteriores e outros: a Liberdade, a Comunicação e as suas disrupções… os Sentimentos Humanos, o Amor!

 

E Vivenciar a Poesia! Sim! Porque pode lá haver evento poético em que não haja “Dizer Poesia”?!

E vamos “Dizer Poesia”, de forma interativa, com a participação de todos. Compartilhando Poesia. E a Amizade e a Camaradagem que nos une.

E também e porque também estamos ligados em rede, neste evento também há ligação ao Blogue. Onde publicámos textos em “Poetar – Partilhar.com. mar”.

 

E Viva a POESIA!

 

(E nota final: Esta Exposição inicia-se e começa também o seu Fim. Surpreenda-se!

Tal como na Vida. Mal nascemos, começamos a morrer!)

 

 

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