"Boninhas" amarelas...
Boninas! Malmequeres!
("Boninhas" é um regionalismo da minha Aldeia.)
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(Foto de 22 de Abril de 2025.)
(Na Serra!)
Para celebrar Maio, que hoje se inicia. Também Mês das Maias!
Também do "Dia da Mãe"!
Também da Bela Cruz!
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Boninas! Malmequeres!
("Boninhas" é um regionalismo da minha Aldeia.)
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(Foto de 22 de Abril de 2025.)
(Na Serra!)
Para celebrar Maio, que hoje se inicia. Também Mês das Maias!
Também do "Dia da Mãe"!
Também da Bela Cruz!
"Cidade de Régio": 13/02/25
Vista da Cidade de Portalegre, da Serra e do Palácio Amarelo:
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O Pôr-do-Sol já ocorre cerca das 18h. e 10'
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A "Porta do Crato" ou "Arco do Bispo":
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O perfil da "Serra da Penha", lado Leste:
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Nas vistas das vertentes de Leste e do Sul, a "Serra da Penha" lembra um perfil vulcânico!
Será?! Seria?!
***
Cidade de Régio: Vista a partir da Serra.
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Nesta foto, o que gosto especialmente é do contraste entre a nuvem escura, em fundo, e os ramos da acácia mimosa, em primeiro plano. Um forma difusa, volátil e a estrutura rígida, em espinha, dos braços e folhas da árvore.
E, claro, o vislumbre da Luz do Sol, no Ocaso, despedindo-se do dia!
A foto é ainda do dia 7 de Fevereiro - 6ª feira passada. Já perto das 18 horas!
(Hoje, 11 de Fevereiro, o dia amanhece de chuva e frio. Propício para resfriados e constipações.)
Topo da Avenida de Santo António
Portalegre:
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Para quando a continuação dessa Avenida, até ao topo da Avenida Pio XII e início da Avenida do Padre Anacleto?!
E qual o destino do antigo Colégio Diocesano?!
Há acordo com o Hospital ou não?!
***
O postal seguinte reporta um pinheirão caído na Serra, relativamente perto da obra mencionada, a NW.
(Relacionar com postal anterior e problemáticas abordadas.)
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Na 3 ª foto, a base de um desses pinheirões cortados:
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E, o que acho o máximo, a marca identitária de quem o cortou:
R E
Quem terá sido o Artista?!
(Toda a gente gosta de deixar a sua marca na Vida!)
***
(E, eu já me estou a exceder nas fotos.)

"Ao longe... a Serra!
Uma miragem...

Duma impossível viagem!"
Os "versos" anteriores fazem parte de um poema que escrevi...há muitos anos!
Agora, exemplo de "Montado de Azinho"

Montado de Sobro.

Uma árvore está truncada!
Um Sobreiro! O montado em fundo. E um vislumbre da Serra!

Obrigado pela sua atenção. Muita Saúde! Bons Passeios.

Não sabe?!
Deixo-lhe algumas dicas.
Foi fotografada na Serra, da Cidade de Régio. Em 2 de Agosto de 2021, no decorrer de um “Passeio em Família”. É ainda uma planta muito jovem, a da foto, conforme se pode ver. Quando adultas, embora possam ser consideradas arbustos, podem fazer-se árvores de algum porte.
Agora, em pleno Outono, as Árvores desta família, adultas, estão carregadas de frutos. Vermelhos alaranjados.
São muito saborosos. Mas convém não abusar, não lhe apliquem o teste de alcoolémia, caso vá conduzir, após se banquetear.
Também existem muitas árvores deste tipo pelas Serras Algarvias. Têm fama esses frutos pelas “águas” que produzem. De Monchique?! Ardentes?!
... ... ...
Já sabe o nome da Planta?!
Parabéns. E Obrigado pela sua colaboração.
Muita Saúde!
Na Cidade, nas Serras!
Você, que anda pelas praias quer lá saber da Primavera, da Serra, do Alentejo…

Mas a Cidade oferece sempre perspetivas interessantes, no respetivo enquadramento nas Serras. Que, na essência, são apenas uma: Serra de São Mamede.
Lembra-se da Serra em Maio?!
Pois, agora, a paisagem está assim. Ou pior! Que as fotos são de há um mês.

As acácias mimosas foram desbastadas no Inverno e Primavera. A dita, chegados Abril e Maio, acompanhados de alguma chuva, proporcionou as imagens surpreendentes que apresentei documentando os passeios e passeatas nos percursos assinalados, do Boi d’Água, da Fonte dos Amores, do Salão Frio.
Simultaneamente as acácias, infestantes como são, foram sempre rebentando.
Chegado o Verão, com ele os meses de Julho e Agosto, “os cardos e os nardos não sei onde estão”!

Acácias, essas não pediram licença ao tempo, cresceram e medraram, como é seu hábito. Proliferaram ainda mais.
Nos últimos passeios realizados pela Serra, pela tarde, em pleno Verão, sem o encanto e magia primaveris, constatamos os campos, outrora pinturas impressionistas, agora assim como as imagens documentam.

As acácias que, continuariam no respetivo verde acinzentado de Verão, estão ainda mais secas que os pastos.
Houve certamente intervenção humana “atacando-as” com algum produto tóxico a ver se elas secam de vez. Isto deduzo eu que não tive oportunidade de questionar alguém de direito sobre o assunto.
Coisas da Vida!
Acácias, mimosas ou não, de espigas ou lá o que sejam, de espinhos também, é nunca plantar.

A Cidade e a Serra, apesar de tudo, do Verão e do calor, proporcionam sempre imagens por demais sugestivas. Enquadradas na vegetação autóctone: sobreiros, carvalhos negrais, lentiscos, medronheiros, sanguinhos, carrascais. E também: pinheiros mansos, oliveiras, zambujeiros.

Aproveite, apesar de tudo, para passear! Se, no Alentejo, aproveite as sombras. Dos sobreiros...
Se for na praia... Bem! Ainda melhor! Bons passeios. Muita saúde.
Pintura Abstrata Natural
Voltamos, virtualmente, à Serra. Da Cidade de Régio!

A Natureza proporciona verdadeiros quadros pictóricos. Aos mais diversos estilos.
Na continuação de postais anteriores, voltei a fotografar espaços territoriais que nos surpreendem, sempre, pela sua riqueza, neste caso, visual.

Chuviscara nesse dia de Julho!
Logo pela manhã, subi a Serra, na expetativa de as rochas estarem molhadas e proporcionarem outras perspetivas visuais, das suas texturas e estruturas.
A chuva não fora o suficiente. Todavia, as fotos foram realizadas.

Alguns excertos do “espólio” obtido estão neste postal.
Espero que goste. Saúde!

Pode observar a interação entre os vários elementos naturais.

3º Capítulo da Narrativa
Finalmente, o Atalaião!
Passada a contrariedade dos cães, que, na altura, nem avaliei devidamente, continuámos.

Em breve chegámos à estrada que nos levaria ao Atalaião.
Passámos pela “Quinta D’Matinhos”!
Por outras quintas abandonadas…

Pela Estação de Meteorologia, também abandonada.

(Lembro-me de uma visita de estudo, quando aluno do Liceu, para aí em 71 ou 72, no âmbito de Geografia!)

Mas com lindos roseirais!
E, finalmente, o fortim que batiza este Bairro da Cidade: “Atalaião”.

Também abandonado?! Particular? Fechado? Sem hipótese de visitas?
(Também me lembro de, quando jovem aluno, nesses idos iniciais de setenta, termos ido, de motu próprio, em visita espontânea.)

E uma rosa, bordejando uma casa também meio abandonada, mas persistindo na sua vida e função primaveril. (“Dirá a corola para o gineceu!”)
E o último sinal do percurso!

Ou o primeiro?! Se quiser e se se sentir com forças de novamente subir a Estrada da Serra, até à Fonte dos Amores, até ao Miradouro e por aí, nesse percurso pedestre, por demais interessante.
Mas que ficará para outra oportunidade.
Até breve. Faça caminhadas. Mas, agora com o calor, selecione devidamente os percursos, a hora, leve sempre água e companhia. E abrande no ritmo e na velocidade! E atenção aos cães!
SAÚDE! Muita!
(P. S. – No dia dez, “Dia de Camões”, passei pelo local de início de percurso, frente à Rádio, para saber o nome da Avenida.
À entrada do caminho, deparei-me com lixo e porcarias. Para além de um dos pinheirões mansos, parcialmente cortado.
Digamos que, para suposto caminheiro, deparando-se com essa primeira imagem desagradável, não será estimulante realizar caminhadas!
Há por aí muita gente que não merece a beleza que a Terra proporciona aos humanos. Destroem e conspurcam tudo com o lixo! Esquecem que o Mundo é um todo! E depois admiram-se de tanta lixeira nas praias!)
2º Capítulo da Narrativa
Perigo Inesperado!

Nesse entroncamento, de 90 graus, há sinalização dos percursos.
Temos duas hipóteses.
Prosseguir em frente, na direção Leste, como vínhamos caminhando. Ou infletir para a direita, na direção Sul, em que a orientação solar nos sugeria irmos diretamente ao Atalaião, como pretendíamos.
Na sinalização para essa via, na tabuleta, assinalam “Percurso da Quinta D’Matinhos”!

Era este percurso que iríamos seguir.
Mas vindo um casal, também caminhando, em sentido oposto ao nosso, proveniente de Leste, resolvi esperar e perguntar-lhes. O senhor sugeriu esse mesmo caminho para chegarmos ao Atalaião, mas a senhora falou no prosseguimento no sentido Leste, aonde encontraríamos uma estrada que também nos levaria ao Atalaião.
Seguimos o caminho, supostamente e de facto, mais direto para a Cidade, mas onde se nos depararia uma surpresa bem desagradável, perante a qual, o desaconselho.

Na primeira parte do trajeto, a antiga calçada apresenta-se conforme a foto documenta, sempre bordejada pelo imponente muro, no lado direito, a Oeste do nosso percurso, no sentido Norte – Sul. (Muro que a 1ª foto documenta. E um tipo de cardo que desconhecia!)
Nota-se desgaste no calcetamento, antigo e em desuso. Será ainda resquício do designado macadame?! Ou será mais antigo? O esboroamento é sinal de que é percorrido, frequentemente, por veículos motorizados.

Mais adiante, uma quinta, em cuja entrada se encontra este tronco de velho castanheiro.
Continuamos...

E foi um pouco depois, já com o caminho com menores sinais de utilização, aliás bem conservado e com mais matos, que se nos deparou ocorrência perigosa e inesperada.
Fomos surpreendidos por uma matilha de cães à solta, sete, que rapidamente nos rodearam e ameaçaram, ladrando e prontos a atacarem-nos.
Valeu-nos o respetivo dono, que interveio, não fazendo nem mais nem menos que a respetiva obrigação.
Lá os acalmou. Também não sei para que tem tantos cães! E, em pleno dia, todos à solta!
Essa é a principal razão pela qual desaconselho a utilização dessa alternativa de percurso, que, todavia, está prevista e devidamente assinalada.
E que é interessantíssima de percorrer. Pela calçada, pela vegetação autóctone, pela paisagem envolvente.

Obviamente, agora, no Verão, com a canícula abrasadora, desaconselho não só esta como a maioria das caminhadas, por terrenos com demasiado mato.
Como disse nos poemas anteriores “Os cardos são nardos, na Primavera… Mas lá vem o Estio, lá vem o Verão…” E, de facto, o Alentejo perde algum do encanto exuberante que tem na “Estação das Flores”.
E caminhar com calor e no meio de terrenos cheios de mato é desaconselhável.
(P. S. – Para além do mais, nestes últimos dias têm ocorrido trovoadas.)
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