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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

06.Out.15

“Fortitude” - Série Britânica – Episódio XI

Francisco Carita Mata
“Fortitude”  – Episódio XI2ª Feira – 05/10/2015RTP2Preâmbulo “Não é de um hotel que precisamos, em Fortitude. É de uma morgue maior!”, dissera Hildur, outra vez! E eu acrescento.Neste episódio e no seguinte, o que irão precisar é de um inseticida! De um potente inseticida! E lá vamos nós à narração! 
26.Set.15

“Fortitude” - Série Britânica - Episódio V - Se o ADN nunca mente...

Francisco Carita Mata
“Fortitude” - Episódio V - 6ª Feira – 25/09/2015RTP2 Se o ADN nunca mente, então quem mente?!Ou como a euforia pode levar à loucura.E os peculiares Caminhos do Amor! Pegando na bola da última narrativa, sobre o triângulo amoroso, Trish, Eric e Hildur. Se a governadora não sabia ou fingia não saber, agora, se não sabe é porque não quer, ou não (...)
05.Set.15

“Hospital Real” – 5º Episódio

Francisco Carita Mata
Série da RTP2 Pelos vistos esta série é, afinal, mais demorada do que previra. Sempre pensei, dado o tempo de cada episódio, que fosse para concluir numa semana.O enredo também é muito mais complexo do que parecia e as conclusões vão-se demorando.A qualidade da peça fílmica, o rigor do trabalho desenvolvido, sob variados aspetos, assim o exige! 
20.Jan.15

INTERSEÇÕES

Francisco Carita Mata
INTERSECÇÕES   Decepados os sexos, cortadas as mãos Desfigurados os rostos Mutiladas… Imóveis! Erguiam-se as estátuas À beira das estradas.   Intersetando a imagem Cruzando o recorte das estátuas, Velozes… Corriam os automóveis Imagens fugidias, impressivas, De movimento feito tela Sobre que arremessadas foram                                             tintas.   A Memória do Tempo: as estátuas E um tempo construindo sua memória:
19.Jan.15

Numa Cidade sem Tempo...

Francisco Carita Mata
  Numa Cidade sem Tempo                          Com(Templo)!   Contemplo o branco! Sempre a brancura das paredes a povoar-nos a Memória. Ressequida a paisagem: tons castanho, creme, ocres, amarelos De quando em vez, uns verdes (lapsos de pintor) Vermelhos (lembranças de lutas, de conquistas, violências). Transversais barras riscam o branco da monocromia: - Margens dum espaço de rodapé colorido.   E o horizonte… a perder de vista! Sem limite, a terra nos (...)
10.Jan.15

VIAGENS… surreais. No Tempo.

Francisco Carita Mata
IntroitoApós a divulgação de cinco poesias relativas ao Alentejo, “viagens no tempo e no espaço” sobre este tema que nos é tão querido, voltamos a divulgar, conforme delineado, um texto em prosa de ficção, uma viagem no Tempo sobre História… VIAGENS… surreais. No Tempo.Todos os dias fazia viagens. Casa trabalho, trabalho casa. Pequenas viagens e apenas simples viagens.Mas, naquele dia, VIAJOU real(mente). Uma verdadeira VIAGEM.Num tempomóvel viajou. Uma viagem no Tempo.E (...)
08.Jan.15

CHEIROS que o Tempo guarda

Francisco Carita Mata
CHEIROS que o Tempo guarda Olor dum corpo a sair do banhoO aroma altivo dum poemaDe linho, nas arcas de antanhoOs bragais exalando alfazema. Cheiro terra pela charrua rasgadaBebendo ansiosa as chuvas outonaisQual amante procurando amadaEm Maio, nos perfumados giestais. Do alecrim ao poejo e rosmaninhoDas mil flores bordejando no caminhoO odor vivo da folha do loureiro. Os vapores da chanfana de carneiroUm bom almoço e, após, a sestaQual Primavera, esta terra é uma festa! Escrito em 1988.Publicado no Jornal “Notícias de Arronches”, Nº 19 –Fev. 1990, pp. 14.
10.Dez.14

Alentejo é Tempo é Espaço

Francisco Carita Mata
Sentimento Alentejano    Alentejo é tempo é espaço É nó apertado, é laço Do qual nunca me desfaço.   É geografia, é história É presente e passado em memória É futuro, é luz de vitória.   É matemática, é natureza É um ideal de beleza De tão simples singeleza.   Guardado no pensamento É sensação, é sentimento É perceção em movimento.   É cheiro, sabor e perfume É sol quente, que nem lume É visão inebriante No horizonte distante.   É luz do sol e calor
01.Dez.14

As Árvores Morrem de Pé?!

Francisco Carita Mata
Porque se abatem as árvores, à beira das estradas? Perguntou, inocente (ou atrevida?) a criança.   Porque impedem o alargamento das estradas. Respondeu, categórico, o Presidente da Junta. Porque os automobilistas nelas esbarram, esmagando os seus automóveis e as suas carolas nos troncos obtusos das árvores, que estacionam nos dois sentidos, não respeitando as regras de trânsito. Sentenciou, sabedor, o Autarca Diligente.   Então… e a sombra? E o oxigénio?   E para que serve (...)
20.Nov.14

Sete Quadras Soltas

Francisco Carita Mata
  Banco de jardim  Aqui pasmado neste jardim À espera que chegue Amigo Que bem sentado em mim Possa prosear comigo.    Correm dias…  Correm dias, fogem anos São ondas desfeitas no mar São ilusões desenganos São lágrimas no teu olhar.    Fado e solidão  De mão na mão, de braço dado Segue o Fado na desventura Com ternura lado a lado Vai solidão numa aventura.    Mar Português  Desbravaram meu corpo caravelas Em tempos idos na Lusa memória Sou calmaria, tempestade, (...)