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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Coisas da Terra e do Ar!

Javalis, javalinices… E idas ao espaço!

Fossada de javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

Tenho escrito no blogue sobre javalis e os seus malefícios nos campos alentejanos.

Também escrevi sobre javalinices.

E ainda sobre idas ao espaço, em turismo, promovidas por alguns multimilionários que assim experimentam e põem em funcionamento as respetivas empresas, com que querem lançar-se em concorrência, levando a passear outros endinheirados como eles.

Nem a propósito, no dia 24 de Julho, saíram duas notícias no SAPO, versando estes temas.

Fossada de javalis. Foto original. 2021.07.11.jpg

No respeitante aos javalis referem a questão do carbono libertado da terra, pela fossada dos bichos. Algo que desconhecia completamente. E pelos vistos o espaço territorial de intervenção destes animais é muito mais alargado do que eu supunha. Julgaria que se restringia principalmente a Portugal e Espanha. Pelos vistos não.

É necessário promover as batidas e caçadas aos ditos cujos, para controlar as respetivas populações. Entre outras vantagens, haverá sempre algum ganho económico com essa atividade.

Passagem de javalis. Foto original. 2021.07.11. jpg

Lancem mãos à obra!

*******

Quanto aos aspetos negativos das viagens espaciais para turismo, no respeitante ao Ambiente, à partida elas são evidentes.

Certamente também existirão vantagens, claro!

As ligações:

Javalis poluem mais do que um milhão de carros.

Visão | Como a corrida ao espaço pode ser (muito) prejudicial para o ambiente.

Saúde! Muita!

 

Sabe que Planta é esta (XIV)?!

Olhar as Plantas: um exercício de (Re)Conhecimento.

Giesta rebentando II. Foto original. 2021.07.06.jpg

Se olhasse para as duas primeiras fotos e não as tivesse tirado, e visto a planta in loco, também não saberia.

Giesta rebentando I. Foto original. 2021.07.06.jpg

São ainda fotografias das Passeatas pela Serra, após terem andado nos trabalhos de limpezas dos matos e infestantes.

E perante as duas seguintes, já consegue identificar a planta? São plantas com os frutos.

Giesta frutificada I. Foto Original. 2021.05.jpg

São seres diferentes, mas da mesma espécie. Também da Serra.

Giesta frutificada II. Foto Original. 2021.05.11.jpg

E perante esta última foto, um pouco desfocada é certo, já consegue identificar?

Foto0437 Primavera é esperança 2014.jpg

Pois, exatamente, são exemplares de giestas amarelas, sempre tão abundantes nos nossos campos primaveris do Alentejo.

Obrigado pela sua atenção e votos de muita saúde. E bons passeios, mas resguarde-se do calor!

 

Um Sol?! Uma Cratera?!

Abstrações: Texturas e Contexturas II.

Pintura Abstrata Natural II

Sabe que Planta é esta (XII)?!

Corte de sobreiro. Foto original. 2021.07.06. jpg

Ainda na Serra e imaginariamente num mundo pictórico.

O resultado de um corte numa Árvore Autóctone, marcante nestes nossos territórios.

Cortes  sobreiros. Foto Original. 2021.07.06. jpg

Evidentemente que conhece e sabe que Planta / Árvore é esta.

Os cortes proporcionam imagens pictóricas muito sugestivas.

Cortes de sobreiros. Foto original. 2021.07.06.jpg

São estas pequenas coisas que podemos contemplar nos passeios e passeatas pelos nossos campos, planícies e serras, em contacto com a Natureza.

Cortes sobreiros. Foto Original. 2021.07.06. jpg

Bons passeios e passeatas.

Agora estamos no ir de caminhadas pelas praias. Já estamos em dívida com a Costa! A Costa, frise-se!

E a imagem inicial, lembra-lhe um Sol?

Uma Cratera?

O que lhe lembra?!

Saúde!

 

Abstrações: Texturas e Contexturas.

Pintura Abstrata Natural

Voltamos, virtualmente, à Serra. Da Cidade de Régio!

Abstrações I. Foto Original. 2021.07.06.jpg

A Natureza proporciona verdadeiros quadros pictóricos. Aos mais diversos estilos.

Na continuação de postais anteriores, voltei a fotografar espaços territoriais que nos surpreendem, sempre, pela sua riqueza, neste caso, visual.

Abstrações II. Foto original. 2021.07.06.jpg

Chuviscara nesse dia de Julho!

Logo pela manhã, subi a Serra, na expetativa de as rochas estarem molhadas e proporcionarem outras perspetivas visuais, das suas texturas e estruturas.

Abstrações III. Foto Original. 2021.07.06. jpg

A chuva não fora o suficiente. Todavia, as fotos foram realizadas.

Abstrações IV. Foto Original. 2021.07.06.jpg

Alguns excertos do “espólio” obtido estão neste postal.

Abstrações V. Foto original. 2021.07.06. jpg

Espero que goste. Saúde!

Abstrações VI. Foto Original. 2021.07.06.jpg

Pode observar a interação entre os vários elementos naturais.

Abstrações VII. Foto original. 2021.07.06. jpg

 

 

Não ponhas nem disponhas…

Sabe que planta é esta? (XI)

Árvores com história!

Loureiro. Foto original. 2021.03.04.jpg

Esta planta você sabe de certeza o que é. Mas eu não vou nomeá-la.

Transcrevo a quadra tradicional, mas na respetiva designação literal registo L*******

 

Não ponhas nem disponhas

L******* ao pé do caminho

Todos passam, todos colhem

Do l******* um raminho.

 

In. “De Altemira Fiz Um Ramo” Pag. 18

Loureiro. Foto original. 2021.03.04.jpg

Também é uma das Árvores que têm história, que é uma rubrica, melhor, tema, que tenho abordado com alguma frequência no blogue, embora não sistematicamente com direito a numeração.

Faz parte de um conjunto de plantas “irmãs” que comprei num supermercado na Sobreda, há alguns anos. Mas já neste milénio. Vinham todas no mesmo vaso. No quintal, transvasei-as, separando-as, para melhor se desenvolverem.

Plantei esta no Chão e outras, nos quintais. Dei exemplares a várias pessoas, familiares e amigas.

Todas têm crescido e até já deram frutos e já nasceram árvores destas iniciais.

Dão muitas sementes. Propagam-se com facilidade e a passarada ajuda à disseminação.

Loureiro. Foto original. 2021.02.19.jpg

Esta das fotos, está plantada num canto do Chão, perto do caminho - Azinhaga do Porcozunho, onde esta entronca com a Azinhaga do Poço dos Cães. No lado oposto do caminho está um poço. Aí vai esta planta beber, que é para isso que serve a água e as raízes para lá se deslocam, na respetiva procura: hidrotropismo.

Essa foi uma das razões por que a plantei no local referido.

Ramo Loureiro. Foto Original. 2021.03.04.jpg

A outra razão deve-se ao contraditório do que diz a quadra.

Coloquei-a ali, perto do caminho, para quem quiser, levar um raminho.

E esse facto verifica-se constantemente. Os ramos do lado da Azinhaga do Porcozunho vão sempre desaparecendo.

Bom proveito façam, a quem os leva. E que torne as comidas saborosas.

Sim, as folhas desta planta são muita usadas em culinária.

Já sabe que planta é? Sabe desde o início?

Também se chama a esta planta o “sempre sobra”. É uma espécie de anexim. Porque usando-se na comida, as respetivas folhas são postas de lado. Não são comidas.

Ramos Loureiro. Foto original. 2021.03.04.jpg

E esta é uma parte da História desta planta que é uma árvore tutelar, fazendo parte das florestas primitivas de Portugal: Continente e Ilhas.

 

Bons temperos. Com muita saúde.

 

 

 

Setúbal (III) – Ruralidades - Rusticidades

Passeios e Passeatas (III)

Encostas da Serra. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Nestes passeios e passeatas de início de Verão, no contexto de atividades em Setúbal, que isto de estar reformado, não nos isenta de termos “coisas” para fazer. O primeiro contacto que tivemos com o enquadramento da Cidade foi precisamente no Campo.

A EN10, trânsito imenso, velocidades de meter medo ao susto, proporcionou-nos a possibilidade de, descansando um pouco, observarmos os campos que desaguam na Cidade Sadina.

Serra São Luís. Foto original. 2021.06.21.jpg

A Serra de São Luís proporcionará ótimos passeios pedestres, alguns assinalados. Locais emblemáticos espalhados pelos montes, guardando tradições centenárias ou viveres modernos adaptados à Natureza.  As marcas de antigas pedreiras, algumas relativamente recentes, entretanto desativadas. Antes que a Serra ficasse cariada, conforme mostram as cicatrizes dessa prática. Também pudemos observar a preferência de ciclistas que frequentemente trilham esses caminhos desbravando a Serra, a partir da Estrada Nacional. Também caminhantes.

Flores no campo. Foto original. 2021.06.21. jpg

Sendo nós despertos para as coisas simples da Natureza não deixámos de nos fascinar com a realidade natural que observámos.

É esse registo documental fotográfico que apresento neste postal nº 932, subordinado ao tema Ruralidades, contraponto a anteriores de “Urbanidades”!

Corriola. Foto original. 2021.06.22.jpg

Fotos de corriolas ou verdizelas, as habituais, de cor branca.

Flor no campo. Foto original. 2021.06.23.jpg

Outras plantinhas de flores em corola semelhantes à verdizela, mas de cores que nunca havia visto: azul e cor-de-rosa, na 3ª foto.

Encosta da Serra. Foto original. 2021.06.22.jpg

Imagens da Serra, não sei se a vertente visível ainda é a de São Luís.  A Serra da Arrábida, designação global, ganha nomes específicos. Trânsito bem visível. As faldas da Serra, campos de onde terão obtido fenos. Quintas espalhadas pelas encostas. A sempre omnipresente EN10 e o trânsito efervescente de velocidade e tráfego.

Zambujeiro com azeitona. Foto original. 2021.06.22.jpg

Vislumbra-se o manto arbóreo denso, pinheirais e as árvores e os arbustos autóctones: aroeiras, zambujeiros, na foto anterior, roseiras bravas…. Funchos, na 1ª foto.

Plantas cujo nome desconheço, mas que são muito abundantes:

Planta pegajosa. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Planta campestre. Foto Original. 2021.06.23. jpg

Vinhas, que estas terras são de bons vinhos. Palmela e Setúbal estão imbrincadas uma na outra.

Plantinhas de flor azul, que há por todo o lado, mas que não sei nome:

Planta campestre. Foto original. 2021.06.21.jpg

Mesmo no Verão, na Natureza nunca deixa de ser Primavera. Há sempre plantas em floração. Até no Inverno e Outono!

E, não esquecer, a quem de direito:

É fundamental a construção de passeios nas bermas dessa Estrada Nacional 10, pelo menos até às bombas da BP. Estacionamentos... Ler postais anteriores, SFF!

 

E a quem é torto por natureza:

Não deixem lixo na Natureza. (Estes portugueses… e portuguesas?!)

 

Plantas Silvestres – Sabe que Planta(s) IX?

Lembranças de Maio, ainda Primavera.

E já Saudades dos Percursos pela Serra.

Boninas e ... Foto Original. 2021.05.11. jpg

O Verão está quase, quase a chegar. Mas, aqui, pelo Norte Alentejano, parece um dia de Inverno. Uma chuvinha, tudo nublado, fresco. Gosto destes dias assim. Já me basta quando vier o calor a sério. Que venha tarde.

Volto a um postal sobre a Natureza. Com fotos de Maio. Que saudades já da Primavera!

Não me apetece falar da atualidade, mas não tardará pela demora. Euro: 2020 ou 2021?! As politiquices, sem nexo. As futebolices… O Corona que nos atropela… que se lixe o atropelo da Alemanha…tantos atropelos…

Apresento um conjunto de plantas, na época da floração, que assim é Maio, pelos campos Alentejanos. De algumas sei o nome, de outras não.

Flores rosa que desconheço. Foto Original. 2021.05.11. jpg

Na foto anterior, bem como na primeira, para além das "boninhas" amarelas e brancas, pontificam umas plantas de flores rosadas, que desconheço. Fotos tiradas no "Percurso do Salão Frio", ainda praticamente na Cidade. Nas encostas sobranceiras ao antigo Colégio, ao Convento de Santo António.

 

Gladíolos Italícus Foto original. 2021.05.11.jpg

Gladíolos Italícus. 

Uma "boninha" espreitando e outras plantas.

 

Foto Original. 2021.05.11.jpg

Esta planta desconheço. No caminho do "Boi 'Água".

 

Foto Original. 2021.05.11.jpg

Na foto anterior, a planta que desconheço é a da flor lilás. Parece uma trepadeira, que se enrosca nas outras plantas. Também no mesmo caminho do "Boi D'Água". Rodeando essa planta desconhecida, as "boninhas" e as impetuosas acácias mimosas, que tendo sido todas cortadas neste último Outono e Inverno, estão a rebentar por toda a encosta. Como é seu apanágio!

 

Hipericão. Foto original. 2021.05.11. jpg

Hipericão, que mal se distingue na profusão dos amarelos de Maio primaveril!

 

Bole Bole. Foto Original. 2021.05.11.jpg

Bole Bole!

Também na mesma zona, com vistas para a Cidade, quase junto ao Miradouro.

 

Dedaleira. Foto Original. 2021.05.11.jpg

Dedaleira.

(Planta muito venenosa. É ela que dá o famoso "Chá de Abeloiras"!)

E, por hoje, termino, com uma imagem da estrutura destes terrenos em que assenta toda esta riqueza vegetal destas encostas da Serra.

Estrutura dos terrenos. Foto original. 2021.05.11.jpg

Lembra-me algumas pinturas e colagens de alguns pintores cubistas.

Fica muito por contar. Para outros postais. Que as caminhadas fornecem excelente informação documental.

Outros tempos virão, para caminhar!

Caminhe, SFF. Faz bem à saúde!

 

 

Percurso do Salão Frio (I)

1º Capítulo da Narrativa

Caminhada realizada, ainda na Primavera.

E que Saudades já, da Primavera!

 

Boninas. Foto Original. 2021.05.jpg

 

Agora, que o Verão se aproxima a passos largos, se é que não chegou já, com o calor que está, os campos já amarelos, os fenos colhidos e a secar… vou, finalmente, relatar a passeata que fizemos ainda em Maio, a doze, precisamente há um mês.

 

O designado percurso do “Salão Frio” tem um dos seus inícios no final da Avenida frente à Rádio Portalegre.

Segue em ziguezague pela encosta a norte do Colégio e do Convento de Santo António, antigo Hospital Mental, sempre com vistas para a Cidade. Por caminho vicinal, de BTTs e de “cabras”, com altos e baixos, vai quase até à Fonte dos Amores.

Quando encontra a Estrada da Serra, inflete para o lado esquerdo, direção Norte, prosseguindo pela estrutura que costumo designar por “Passadiço”, até ao Miradouro. Daí, continua sempre subindo, pouco acentuadamente, até Centro Vicentino da Serra e prossegue.

 

Nas caminhadas que fazemos nem sempre “respeitamos” as sendas definidas, guiamo-nos pelo nosso sentido de orientação. Aliás, nestes territórios só se perde quem quer.

A Cidade é sempre uma bússola e o Sol um relógio e GPS!

Cidade de Régio vista da Serra. Foto original. 2021.05.jpg

Neste percurso e na data referida, o nosso objetivo era mesmo chegarmos ao Salão Frio, peculiar e serrana povoação aonde fomos, retornando em seguida. (Há um café restaurante e esplanada, com um nome sugestivo.)

Muito movimento de trânsito, carros sempre em alta velocidade, nas curvas até parece que se dirigem a nós.

A partir do Miradouro, deixa de haver o “Passadiço”: caminhar mais dificultado.

 

Nalgumas habitações há cães, que defendem os territórios. Nunca mordem, como dizem os donos!

Foi junto a uma dessas habitações que fiz uma pergunta, cuja resposta me lembrou célebre Poema de António Machado!

A seguir a essas habitações rústicas, entronca o prosseguimento do caminho, no lado direito, continuando a subir na direção Leste.

Avistam-se, no lado direito de quem sobe, habitações imponentes na paisagem, uma moderníssima e outra tradicional.

Prossegue-se nessa estrada, mais estreita que a designada “da Serra”, sempre para Leste.

(Parando e olhando para donde viemos e alargando o nosso olhar, avistamos, a NW, a imponência das montanhas Beirãs e também Marvão, alcandorado na sua escarpa serrana.)

Portão de quinta. Foto original. 2021.05.12.jpg

Chegamos a nova bifurcação, junto a um portão em ferro, antigo e artístico, que seria entrada de quinta, talvez senhorial, embora não se veja qualquer brasão, todavia de gente de posses. Vê-se que está abandonada há anos. De quem seria ou quem terá mandado construir tão robusto e aperfeiçoado muro que a delimita?!

Como se chamará a quinta?!?

Percurso do Salão Frio II

Percurso do Salão Frio III

Sabe que planta é esta VIII ?

Os Cardos são Nardos! (1ª Versão)

Os cardos são nardos!

 

Cardos no Caminho do Vale. Foto original.2021.05. jpg

 

Os cardos são nardos!

Os cardos são nardos,

Nesta Primavera.

 

As urzes floridas,

As urzes floridas

São as mais queridas,

Desta nossa terra.

 

Searas, tão lindas!

Searas, tão loiras.

No suor do rosto

dessas lindas moiras.

 

Pão que regaste

Pão que ceifaste

E outros comeram…

 

Campos floridos,

Amados, queridos,

Sois tão lindos,

Na Primavera…

 

Lá vem o Estio.

Lá vem o Verão.

E, seja por destino,

Seja por condão,

Os campos floridos

Não sei onde estão.

 

Só vejo a terra madrasta

Que nos dá o pão,

Os campos sequinhos,

De água e de grão.

Seja por destino,

Seja por condão,

Os campos floridos

Não sei onde estão.

 

Não sei… Não sei

Onde estão!  

Cardos no Caminho Vale. Foto Original. 2021. 05. 02.jpg

 

Escrito em 1973? Na minha AldeiaAlentejo

Provavelmente escrito nesta fase de início de Verão, transição da Primavera, em que os campos alentejanos de sequeiro, a maioria na época, deixavam a garridice primaveril e ganhavam as tonalidades amarelas e acastanhadas, resultantes dos pastos e ervas secos.

“Sequinhos” será um regionalismo, significando que estavam muito secos, sequíssimos.

 

Os Cardos são Nardos na Primavera!

Hino à Vida! 

Cardos com vista para a Cidade. Foto original. 2021.05.11. jpg

 

Os cardos são nardos na Primavera.

Lá vem o Estio, lá vem o Verão…

Cada tempo, seu tempo, sua era

Cardos floridos não sei onde ‘stão!

 

A Vida foi… já não é como era

O Destino tem sina, tem condão

O presente vai, futuro não espera

Que o passado volte de roldão.

 

Cardos e nardos só por ironia

Imagem poética, direi eu

Flores tão diversas no dia-a-dia

Primavera, Verão, ar que lhes deu.

Viva a Vida! Viva a Poesia!

Dirá a corola ao gineceu.

 

 

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