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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Adiafa de Poesia – 1986 (II)

Sala Experimental do Teatro D. Maria II – Lisboa - Portugal

«O momento mais divertido…

Vitor Perdigão (à esquerda) e Zé Manel protagonizaram o momento talvez mais divertido desta primeira série de sessões da adiafa. Enquanto Zé Manel se fez eco das preocupações do homem que busca um sentido para a vida, Vitor Perdigão assumiu uma visão mais superficial da existência. O confronto de opiniões deu origem a algumas respostas curiosas, revelando, sobretudo no seixalense, um feliz repentista. O frente-a-frente ocorreu na sexta-feira.»

In. Diário de Notícias, de 23/12/1986. Transcrição de parte da notícia sobre o acontecimento, citando Manuel Dias, Jornalista do referido Diário matutino e autor da reportagem.

(Este “momento mais divertido” terá sido assim como que uma espécie de dueto entre palhaço pobre e palhaço rico, digo eu, que não estive de fora para observar.

Zé Manel”, um dos personagens desse dueto, era o pseudónimo que usava, à data, e sob cuja identidade publiquei alguns textos no DN Jovem, nesses meados da década de oitenta do século XX.)

Este texto do “momento mais divertido” é a legenda de uma foto do Jornal, em que no centro da fotografia está uma mesa com folhas A4, com vários poemas escritos. À direita da foto está “Zé Manel” e à esquerda estão João d’Ávila, o “condutor / promotor” das sessões e Vitor Perdigão, o outro interveniente do “confronto de opiniões”.

 

Pisa Poemas SCALA. Foto Original. 20190921.jpg

(Agora e olhando para a foto do Jornal e para os poemas na mesa e lembrando-me dos trabalhos poéticos que produzi, a partir dessa segunda metade de oitenta, e que continuei mais tarde, faltariam sobre as folhas com os poemas alguns dos que estruturei no enquadramento da Poesia Visual. Os designados “Pisa Poemas”. Fotos que ilustram o postal. Alguns destes trabalhos figuraram em exposições que realizei em 2018, na sede da APP e em 2019, na sede da SCALA.)

Pisa Poemas SCALA. Foto Original. 20190921.jpg

 

Interessante a ideia que o jornalista recolheu sobre a minha perspetiva face à Poesia.

“…Zé Manel se fez eco das preocupações do homem que busca um sentido para a vida…”

De facto, nessa época, muita da poesia que escrevia enquadrava-se nessa preocupação/perspetiva, nesse modo de encarar a realidade e a construção poética.

Muitos dos meus poemas, dessa data e alguns publicados no blogue, vão de encontro a esse foco existencial.

Atualmente, embora focado nesse desiderato, o olhar o Outro, a realidade que me cerca, nomeadamente a social, é um dos objetivos, uma das temáticas dos textos poéticos e de prosa que escrevo.

(Os nossos focos sobre a realidade vão mudando…)

 

 

Ainda sobre “Laranja Mecânica”

A 1ª vez que ouvi falar no assunto!

Laranja Mecânica In. editoraaleph.com.br..jpg

No Comentário que deixei em D. O., em 24/02/21, escrevi:

“Vi o filme, quando foi estreado em Portugal, após o 25 de Abril. Não li o livro. Mas a primeira vez que ouvi falar do livro e do autor, Anthony Burgess, foi em 1973, ao Professor Adriano Moreira, no antigo ISCSPU!”

*******

A referência ao livro e ao autor supracitados ocorreu na disciplina de “Noções Fundamentais de Direito”, no 2º ano dos Cursos de Economia e Ciências do Trabalho, no ano letivo de 1973/74, no ISCSPU – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Ultramarinas – Universidade Técnica de Lisboa.

No Capítulo I – Teoria das Normas – O Problema da Valoração – A variação no tempo e no espaço, refere-se.

Pag. 56

«… a ideia da variação que, no tempo e no espaço, tem a escala das valorações. E isso é um elemento importantíssimo da instabilidade da vida social, porque os valores estão constantemente em evolução, constantemente as circunstâncias levam a pôr em causa as valorações em que o grupo acredita. Mesmo as normas que estão em vigor hoje, muitas vezes no que toca ao seu conteúdo, são susceptíveis de valorações diferenciadas, consoante os lugares e conforme o tempo.» (…)

Pag. 58

«Isto é um acontecimento que está a dar-se todos os dias. O autor da “Laranja Mecânica” publicou um livro “La Folle Semence” onde põe em causa um valor fundamental da nossa cultura, que é o respeito pelo corpo humano. Se formos um pouco mais longe na interpretação do que ele diz, o respeito pela vida humana. Um dos elementos fundamentais das nossas valorações, no nosso sistema actual de valores, é o respeito pela vida e integridade do homem, a integridade do corpo do homem.» (…)

*******

La Folle Semence. In. Babelio.com. jpg

O Professor aborda o conteúdo fundamental defendido pelo autor de “Laranja Mecânica” no livro “La Folle Semence”, integrando-o no contexto das nossas próprias valorações, à data referida, e as especulações e repercussões que teve na época.

Não vou transcrever mais excertos das lições proferidas, sobre o assunto.

Polémicas como eram as abordagens do autor Anthony Burgess, se viu o filme “Laranja Mecânica” ou leu o livro, pode imaginar.

Eu, pela minha parte, só pretendia registar como e em que contexto tomei conhecimento e ouvi a primeira abordagem à obra do autor referido.

Foi um assunto que registei e que ao visualizar o filme, pude constatar a perceção controversa que o autor tinha da realidade.

(Notas Finais:

Posso registar que as lições do Professor eram de excelência.

Os negritos são da minha lavra.)

Imagem de "La Folle Semence", in. Babelio.com

de "Laranja Mecânica", in. editora aleph.com.br

 

 

Benditos Frutos!

Bendito o Fruto… Benditos frutos!

Latada de Kiwis. Foto original. 2020. 08. jpg

Hoje, o postal incide numa latada, carregada de kiwis. Frutos extraordinários, provenientes dos nossos antípodas, Nova Zelândia, que se adaptaram muito bem em Portugal. Esta foto foi tirada, no Verão do ano passado, 2020, na Alagoa – Alentejo.

Como se chamará a árvore(?), planta, que dá os Kiwis? Cá para mim, será uma Kiwieira, não acha?!

Latada de Kiwis II Foto Original. 2020. 08. jpg

Desejo a todos/as, uma Vida cheia de frutos. Uma Vida plena de resultados positivos.

Votos de Muita e Santa Saúde!

 

Sabe que planta é esta? (II)

Mais uma Pergunta sobre Plantas, hoje, "Dia da Vida Selvagem"!

Foto Original. Quintal Alagoa. 2020. 04. jpg

A estrutura central, na foto, pertence a uma planta. Sabe qual é?!

(Mais um postal inspirado em MJP!)

As plantas verdes, rodeando a estrutura central são fáceis de decifrar.

Hoje, "Dia da Vida Selvagem". E aproxima-se a Primavera. Já brota por todo o lado. A foto seguinte homenageia a PrimaVera!

Malmequer Amarelo. Foto Original. Alagoa. 2020. 04. jpg

Tenho vários postais em mente e iniciados: Sobre "Adiafa de Poesia", de que falei. Sobre "Laranja Mecânica e A. Burgess". Outros mais... Mas falta-me tempo... Vida(s)!

 

Adelaide João – Evocação / Evocações

Este postal aborda a certeza mais certa que todos temos!

Flor no quintal. Foto original. 2020. 04. jpg

Faleceu recentemente, 03/02/21, esta Atriz. No dia a seguir ao da Senhora da Luz. O funeral será só a 12 de Fevereiro, no crematório dos Olivais. Já aqui falei sobre cremação. Um modelo cada vez mais utilizado de inumação. (Com a pandemia não há crematórios que cheguem.)

 

Assisti a uma representação desta Atriz, numa peça extraordinária, na Casa da Comédia, um teatro existente em Lisboa, às Janelas Verdes, perto do Museu Nacional de Arte Antiga. Dirigida por Filipe La Féria, que aí desenvolveu um trabalho notabilíssimo. A “Paixão segundo Pier Paolo Pasolini”.

Esta peça foi impactante, tanto, que foi um êxito, estando muito tempo em cena. Ocorreu em 1980.

Tendo sido uma peça extraordinária, globalmente, acho interessante que a imagem que retive nestes anos todos, mais de quarenta, foi a representação desta Atriz. Desempenhava o papel de Mãe de Cristo e recordo a cena icónica de Pietá – Piedade – Senhora da Piedade. Ela, Mãe, com Cristo morto, O Filho, no seu colo. Era um papel secundário, mas marcante, na sua simplicidade, singeleza, de Mater Dolorosa, sofrendo em silêncio, dor profunda. O rosto na sua expressão, aparente quietude, reportava-nos para essa situação, de Dor sem peso nem medida, de Mãe que perde um Filho, ademais em situação tão trágica.

Num saber estar e ser de Artista que nunca terá desempenhado primeiros papéis, mas nos que representava, deixava a sua marca pessoal, conforme referem as crónicas sobre ela agora escritas. Peculiar que tenha sido essa lembrança que me ficou ao longo de todos estes anos, a imagem comovente da Atriz, naquele seu desempenho simples, modesto, mas carismático, traduzindo o sofrimento da Mãe que perde O Filho, um sentir universal, incomensurável.

 

A peça foi marcante até na construção do cenário. O palco entrava pela plateia, de modo que os atores representavam no meio da própria assistência e os espetadores era como se estivessem também dentro do palco, do enredo, da encenação. Vários atores se revelaram nessa peça.

 

Um dos atores marcantes, já com grande currículo, foi João D’Ávila.

Outra peça a que assisti também, na Casa da Comédia, foi Eva Péron. “Don’t cry for me, Argentina - Não chores por mim, Argentina…” Protagonizada por Teresa Roby, falecida há alguns anos. Também numa representação marcante, contracenando com o ator referido, que desempenhava o papel de Juan Péron.

 

Peças levadas à cena, naquela época, na Casa da Comédia, foram emblemáticas, no panorama do Teatro português naqueles anos: finais de 70s e década de 80.

 

João d’Ávila, também nos anos oitenta, realizou no Teatro Dona Maria uma atividade ligada à Poesia: “Adiafa da Poesia”. Participei nessa atividade. Hei-de procurar documentação sobre o assunto e divulgar no blogue. (Que um dos objetivos primeiros por que criei este blog, foi precisamente para registar online trabalhos que tenho publicados em papel. Entretanto foram surgindo outros caminhos e este espaço foi consideravelmente alargado na sua temática.)

P. S. – Ainda no âmbito do Teatro.

Já após ter escrito este postal, tive conhecimento do falecimento de José Mascarenhas, uma figura incontornável do Teatro Portalegrense. Do Teatro, em suma! Que Teatro é Teatro, seja qual for o local em que se desenrolem as representações. E o Teatro da Província não é menor que o da Capital. As peças até são muitas vezes as mesmas. Talvez tenha menos recursos. Por isso tem ainda mais valor.

José Mascarenhas, uma Alma inquieta numa Personagem irrequieta, neste Teatro do Absurdo, que muitas vezes é a Vida!

Cremação(?!)

Um modo de lidar com a Morte!

Açucena Branca. Foto original. 2020. 05. jpg

Pode parecer estranho que o anterior postal tenha sido dedicado ao Natal e este, em seguimento, aborde a questão supracitada.

Sendo o Natal, evocativo do Nascimento de Cristo, mas associado simbolicamente ao nascimento de todos e de cada um de nós. E cremação associada a Morte!

Mas haverá correlação mais crucial e pungente que Nascimento e Morte?!

Quando nascemos, não temos certeza maior que essa. A de que morreremos. Mais tarde ou mais cedo. Por mais que tentemos afastar essa ideia.

Todavia, a Morte é sempre dolorosa. Ver “abalar” os nossos Entes Queridos, dói. Dói sempre!

A sugestão de publicar este postal sobreveio anteontem, 4ª feira, na leitura de um postal da plataforma SAPO, que, aliás, ontem, 5ª feira, surgiu destacado. Em que esta problemática da cremação era, de certo modo, abordada.

Por outro lado, na semana passada, ocorreu o falecimento de uma jovem na “flor da idade” e recordou-me de situação semelhante ocorrida na Família, em que uma jovem também nos abandonou repentinamente.

Situação sobre que escrevi e publiquei um poema.

Há pouco tempo também nos abandonou Eduardo Lourenço. Penso escrever um postal sobre “Tempo e Poesia”.

Flor branca. Foto original. 2020. 04. jpg

A Morte é uma constante da Vida! Todavia custa sempre. Muito!

Açucena Branca. Foto original. 2020. 05. jpg

Tomo a liberdade de manifestar os meus pêsames a todos os Familiares das Pessoas, cujos falecimentos são sugeridos por este postal. E pedir desculpa por, de algum modo, esta minha atitude poder parecer intrometida.

Rosa branca. Foto original. 2020. 05. jpg

Voltando à cremação!

A imagem documentando o postal referido, lembra-me o único local de cremação que conheço e em que estive por duas vezes em velórios de familiares. O crematório do Cemitério dos Olivais - Lisboa.

De facto, o cemitério não dispõe de um local devidamente respeitador da situação. Um cemitério é, deverá ser, sempre, um local de “Chão Sagrado”. E os espaços destinados à deposição das cinzas precisam ser mais valorizados. Não sei porque é que acontece assim, mas não está bem.

Foi precisamente, na sequência da segunda vez que estive no crematório e nesse cemitério, que resolvi escrever e publicar o texto sobre Cremação: Que destino dar às cinzas?!”, em 19 de Abril de 2017.

(As ideias já se congeminavam anteriormente, conforme explico, mas foi nessa data que as verti em texto escrito.)

Altemira. Foto Original. 2020. 05. jpg

Se quiser ter a amabilidade de ler, e opinar. SFF!

E que venha a Primavera!

Crónica de Outubro (II)

Crónica de Descontentamento (V)

E Desalento

 

Original DAPL. Hera. 2016.jpg

 

Ao escrever a crónica anterior, datada de 14/10/17, referi a possibilidade de eventualmente voltar a escrever mais alguma crónica ainda neste mês.

Mas estava a milhas de imaginar que ainda voltaria a abordar o tema dos incêndios. Pois quem haveria de supor vir ainda a acontecer tal tragédia!

Mais de quinhentas ignições de fogo, (523), praticamente em todos os distritos ao Norte do Rio Tejo, no domingo, dia 15 de Outubro! E 199, na 2ª feira, 16 de Outubro!

Números assombrosos!

E perdas de vidas humanas.

E também de animais.

Milhares e milhares de árvores incineradas.

Poluição atmosférica tremenda!

Milhões de prejuízos...

(…)

 

Como é possível acontecerem tantas ocorrências de incêndios?!

Não há efeito sem causa!

 

É caso para ser averiguado. O que ocorreu para tal ter acontecido?! Porque não houve por aí, trovoadas secas, ventos ciclónicos, descargas elétricas… arcos voltaicos!

É imperioso que um estudo seja feito sobre o assunto.

Que situações se desenvolveram para que, em tão diversos e diversificados locais, tenham acontecido tantos incêndios. Melhor, para ser mais preciso, tantas ignições.

Porque incêndios, dado o estado de sujeira em que está todo o País, é fácil acontecerem.

 

Mãos criminosas?!

Mãos descuidadas que iniciaram queimadas, na expectativa da vinda das chuvas?!

Lavouras, aceires mal feitos?! Limpezas e cortes de árvores secas com máquinas motorizadas?! Uso de motosserras?!

Desbaste e aceire de pastos com maquinetas elétricas ou a gasolina?!

(…)

 

Seria muito bom que de conjunto tão variado e disperso de incêndios se tentasse saber como foram iniciados. Porque foi uma calamidade!

 

Numa entrevista na SIC, durante o Jornal da Noite, de 2ª feira, 16/10, um senhor que o pivot do Jornal considerou grande especialista, reportou para o facto de esta enormidade de incêndios, ter ocorrido na véspera do dia anunciado para a vinda das chuvas!

Esta afirmação passou relativamente ao lado do jornalista, que não a explorou, porque, depreende-se, não a compreendeu.

(Que é o problema fundamental deste pessoal das Grandes Cidades e destes Mundos Eletrónicos. Estão perfeitamente a leste do Mundo Rural! Problema idêntico nos nossos políticos!)

 

Porque, é mais que certo, que se no meio destes incêndios terão havido mãos criminosas e muitos interesses pelo meio… também, certamente, uma parte significativa se deveu a descuido de intervenientes.

Previu-se chuva.

E vai daí, muitas pessoas terão iniciado trabalhos agrícolas ou florestais que, dadas as condições em que ainda está a Natureza, são ainda extremamente perigosos.

E continuarão a ser, enquanto não chover realmente a sério e as temperaturas não baixarem consideravelmente.

Entretanto foi o que aconteceu. Uma verdadeira tragédia Nacional.

 

E a atuação do Governo atual, enquanto representante do Estado?!

Nem faço comentários!

 

E não deverão tirar ilações políticas?!

Se por umas “bofetadas virtuais” foi o que foi… Mas adiante, que se faz tarde...

 

E sobre o discurso de Sua Excelência o Senhor Primeiro Ministro?!

Disse o que havia para dizer, mas…

 

Um plano concreto de ação?! (?!) (?!) (…)

Ainda haverá uma reunião extraordinária de Conselho de Ministros.

Sempre o protelar no futuro…

 

Peço imensíssima desculpa, mas Sua Excelência deveria fazer o favor de ler as recomendações que frisei sobre a Reforma das Florestas.

 

Tomo a liberdade de fazer um pedido a Vossa Excelência, sabendo de antemão que dificilmente irá lê-lo.

 

Em termos de ação prática e concreta,

Se Vossa Excelência providenciar ordens e meios para que se faça uma verdadeira limpeza em campos por todo o País, a começar agora, que já se iniciou realmente a chuva, veremos melhorias no futuro.

Nem é preciso criar legislação nova. Basta pôr em aplicação a que já vigora.

Que o Poder Central nas propriedades e locais onde tem essa competência, aja nesse sentido.

Que as Autarquias, Câmaras e Juntas de Freguesia, as verdadeiras forças que estão no terreno, atuem com essa finalidade

As Autoridades Civis, Militares e Paramilitares, segundo as suas competências e jurisdição, atuem no sentido de operacionalizar trabalho a ser feito, o fiscalizem ou imponham de ser executado.

 

Limpar bermas de estradas e autoestradas. (Mesmo dentro do perímetro territorial das autoestradas há verdadeiras matas, é só olhar e ver.)

Exigir cumprimento das normas de pelo menos dez metros para cada lado das vias, com corte absoluto de matos e vegetação combustível.

Corte de vegetação combustível e de matos até pelo menos cem a cento e cinquenta metros de casas e povoações.

Aceires devidamente feitos.

Limpezas de caminhos vicinais…

E é só nos campos?!

Basta olhar, com olhos de ver, mesmo nas cidades!

 

Se Vossa Excelência conseguir pôr em prática esta medida por todo o País, atuando, como Poder Central onde tem essa obrigação e delegando poderes e competências nas Entidades Locais, muitas situações de risco serão minimizadas.

Exigindo Trabalho.

Exigindo também dos particulares!

 

 E só falo destas medidas que têm que ser de curto prazo.

 

Se cumulativamente conseguisse criar estruturas, unidades fabris, por ex. que utilizassem todas essas matérias vegetais, arbustivas, lenhosas, herbáceas, para produção, por ex. de energia, para a compostagem, seria o coroar de um processo de êxito. (Estas ações já não seriam de curto prazo.)

 

E para falar só de medidas que têm que ser de curto prazo.

Agora, é prevenir também os efeitos das chuvas.

 

Que a chuva até tem vindo com muita calma! Chove bem, mas sem exageros, de noite. E, de dia, está quase sempre sol.

Assim permite que a água possa penetrar na terra, não escorra e o sol possibilita o nascimento rápido da erva nova.

A Natureza, ou a Divina Providência, ou Deus ou Quem coloca alguma organização no Universo, são Entidades muito mais sensatas que os Humanos.

Então que os “nossos” políticos nem se fala!

 

*******

 

Notas Finais:

 

Esta crónica começou a ser escrita na 3ª feira, 17/10, já após os discursos…

Entretanto logo após o discurso do Senhor Primeiro Ministro, 2 ª feira, 16/10, já perto das 23 horas, começou a chover!

É caso para dizer que sempre houve alguma ação. Não do governo, não dos homens, mas da Natureza.

Milagre?!

 

Não sei se na 4ª feira se ainda na 3ª, houve o pedido de demissão da Senhora Ministra.

Pecou por tardio?!

Rapidamente se resolveu a substituição.

Adequada? Dará algum resultado?! Valerá a pena?!

 

Outras demissões de outros órgãos ligados à problemática da gestão dos fogos também ocorreram…

Nem são para menos!

 

Entretanto também foi anunciada uma moção de censura ao governo.

Merecida?!

Sem dúvida. Apesar da demagogia, muita demagogia, associada.

 

E este governo deve continuar a ser sustentado pelos partidos que o têm amparado?

Deve?! Merece?!

É uma reflexão que deve ser feita por quem tem aguentado este governo.

Mas deverá este governo pagar por todo um conjunto de más politicas que já têm trinta anos?!

Mas tanta inação, tanto desgoverno, tanta falta de operacionalidade não é de sancionar?!

(...)

 

Reflita e tente responder por si, caro/a leitor/a!

 

Uma questão final.

 

E de todas estas últimas mudanças e alterações, o que foi mais importante?

As alterações políticas ou a chegada da abençoada chuva?!

 

E esta, vai continuar a vir de mansinho, ou, de repente, ganha senha de trovoada?

 

Sem dúvida que a chuva foi o mais importante.

 

Mas do que toda a gente vai continuar a perorar é sobre as alterações políticas.

Ah! E sobre o futebol!

 

(E prevê-se novamente tempo quente!

E as alterações climáticas?!)

(E como a foto, original DAPL - 2016, nos prenuncia: Haverá nova Primavera! Novas Primaveras!)

 

.(Até lá... tanto trabalho ainda a fazer!)

 

*******

P.S. -

Tem toda a razão caro/a leitor/a. O imediato, imediato, de curto prazo, agora, é resolver os problemas prementes de quem sofreu com os incêndios. Antes que chegue o Inverno.

Ação! Imbecilidades... E Raposices!

Crónica de Outubro I, em sete Pontos!

Algumas ações positivas – outras tantas imbecilidades

Crónica de Descontentamento(s) (IV)

E alguns Contentamentos

 

Intitulo esta crónica, de Outubro, desconhecendo se ainda virei a publicar mais alguma referente a este mês.

 

in. br.depositphotos.com

 

*******

(I)

 

Começo por uma ação de lado positivo, que observámos na passada 6ª feira, 13 de Outubro.

 

Na estrada de Estremoz – Vimieiro, constatámos algo de muito positivo.

Já perto da povoação do Vimieiro andavam técnicos a recolher o lixo, que os automobilistas “educados e asseados” atiram borda fora quando viajam pelas estradas deste nosso Portugal, que “muito boa e educada e asseada gente” insiste em transformar num enorme caixote de despejo das respetivas imundícies.

 

Nas bermas da estrada, haviam cortado o pasto que prolifera nas valetas e espaço circundante do alcatrão até às lindas das propriedades particulares.

Um trabalho que é imprescindível e imperioso seja feito todos os anos pelas entidades competentes, nomeadamente as autarquias ou outros órgãos e agentes públicos que têm que interiorizar essa obrigação anual.

Como forma preventiva de Incêndios.

E que além do mais dá trabalho a muito pessoal. (Tanta gente que se queixa que não tem trabalho!)

 

Na sequência dessa limpeza, desse desbaste de ervas e matos, chamemos-lhe aceire, fica visível toda a quantidade de garrafas de plástico e de vidro, garrafões, embalagens, sacos de plástico e papel, de lixos diversos, eu sei lá, que variedade de porcarias que atiram pelas janelas… (Nem falo das beatas de cigarro acesas…)

Pois, vários funcionários, não me perguntem de que Entidade, andavam juntando esses detritos em sacos. Deduzo que os levarão para reciclagem… pelo menos retiram-nos das bermas e valetas, com todos os perigos que aí representam.

 

Ações meritórias, sem dúvida: Limpezas e aceires. E subsequente recolha de lixo.

Pena e deplorável é que neste lindo País, à beira mar plantado, ande tanta gente a conspurcá-lo. O País e o Mar!

 

Porque não há razão para se atirarem os lixos para qualquer lugar, com tantos meios de recolha adequada.

 

*******

(II)

 

Extrato de Notícia de “RR – Renascença in. Sapo.pt/”, de 12/10/17 – 13:02, de Eunice Lourenço, Paula Caeiro Varela

 

«Relatório da comissão independente entregue no Parlamento.»

(…)

«No que diz respeito à prevenção, apontam como “maior constrangimento” a falta de cumprimento das regras sobre vegetação (50 metros em volta das edificações, 10 metros para cada lado da rede viária e 100 metros à volta dos aglomerados populacionais). Ou seja, havia vegetação onde não devia haver.»

(…)

 

Refere-se esta notícia ao incêndio de Pedrógão.

Realço este excerto, porque é na concretização desta ação que tem que residir a base primária e permanente de toda a PREVENÇÃO.

Pode crer, caro/a leitor/a que a serem realizadas, anualmente, estas atividades de limpezas, de aceires, haverá um risco bastante menor de incêndios.

E trabalho que assim é possibilitado a tanta gente que se queixa que não tem emprego! (!!)

E o que se pouca em tantos milhões e milhões e perdas de vidas humanas, que não têm preço!

 

E já agora e novamente, reforço uma sugestão que já fiz em diferentes contextos.

Estruturem e criem “unidades fabris” que aproveitem toda essa matéria vegetal: lenhosa, arbustiva ou herbácea.

Implementem centrais de produção de energia ou de produção de compostagem, a partir de todos esses materiais. Situadas estrategicamente no Interior do País.

 

Haja vontade, vontades políticas para concretizar tais projetos.

Fica a sugestão. Ficam as ideias!

 

*******

 

Também tenho que cronicar algumas imbecilidades.

 

(III)

 

Na passada 5ª feira, 12 de Outubro, decorriam também na minha Cidade, na Cidade de Régio, as imbecilidades das praxes.

Da zona antiga da Cidade desaguaram no lago do Jardim do Tarro…

Quem observe e tenha capacidade crítica, pode avaliar quão negativas são as ações praticadas.

Uma verdadeira imbecilidade. (É o termo mais adequado para qualificar tais práticas.)

Quando é que as Autoridades, todas as Autoridades, desde o topo da Administração do Poder Central, até às Autoridades Locais, resolvem agir sobre atos de desrespeito do Ser Humano, ademais perpetrados na via pública?! (?!)

 

*******

(IV)

 

Paralelamente ou nem por isso, nesse mesmo dia, à noite, decorreu na Praça do Campo Pequeno mais uma “tourada à antiga portuguesa”.

Com direito a transmissão televisiva via RTP1.

Sem mais e sem comentários!

 

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(V)

 

Ainda na mesma onda e em rota igualmente paralela, dia 13 de Outubro, 6ª feira, (é caso para dizer, sexta feira treze!) o Parlamento Português aprovou a “…permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração…”

 

(Já aqui informara sobre os bebedoiros comuns!)

Também não são precisos comentários!

 

Só pergunto:

- Então, mas os nossos legisladores não têm mais com que se ocupar?!

(E praticamente não houve oposição. Raríssimas vozes isoladas! Abstenção do PSD.

Uns, a grande maioria, concordam inteiramente que “cães e gatos” comam à mesa dos restaurantes, outros tanto lhes faz!

Simplesmente, fico confuso com tantas modernidades!

E admiram-se que o pessoal nem vote.

Mas votar em quem?! Se todos afinam pelo mesmo diapasão!)

 

Supõe-se, tradicionalmente, estarem a referir-se a “cães e gatos”, a “comerem e beberem” à mesma mesa dos restaurantes…

Mas, como esta questão de “animais de estimação” é dúbia e não está definida em termos de objeto, mas apenas de sujeito…

E se um sujeito qualquer se lembra de levar para o restaurante qualquer outro “Animal”?!

 

*******

(VI)

 

E já que entrámos na onda das politiquices…

Também quero perorar algo sobre as Autárquicas.

Principalmente a inquinação futebolística da linguagem exacerbada sobre as mesmas, após os resultados:

“Ganhou… perdeu… grande vencedor… grande derrotado…, meteu autarcas…” Eu sei lá!

 

Importante será que todos venham a trabalhar para o Bem Comum, de todos os Cidadãos, das Comunidades.

Irão?!

 

*******

(VII)

 

E já que nesta crónica também falámos de Animais, não posso deixar de terminar com uma questão em jeito de fábula.

 

E como é possível que, para guarda de alguns “galinheiros”, até tenham concorrido “raposos” e para um até foi um declarado raposão que "ganhou"?!

 

(……..)

 

E termino. Que a crónica já vai longa e tem sete pontos.

E se acrescentasse outro seriam oito.

E bem que gostaria de falar sobre algumas questões internacionais. Prementes. Mas ainda não é desta!

Obrigado por ter lido até aqui!

(Imagem in. br.depositphotos.com)

 

Pessoas «» Animais – Discriminações!

A “Ditadura do Politicamente Correto”

Crónica(s) de Descontentamento (III)

 

As Pessoas não devem ser discriminadas sob aspeto algum relativamente a si mesmas, enquanto Pessoas. Este é um axioma, inseparável da condição humana.

Mas uma realidade, é a das pessoas, seres humanos, outra, a dos animais. São realidades distintas.

Isso de os donos de “animais de estimação” não serem discriminados no acesso à habitação, por esse facto, levanta-me a questão de saber se os moradores dos prédios urbanos, que por qualquer razão se achem no direito, igualmente legítimo, de não coabitarem com “animais de estimação” não se sentirão eles próprios discriminados e lesados nos seus direitos enquanto cidadãos.

Que essa atitude, agora tão na moda, de que os “animais de estimação” fazem parte da “família”, não tem que ser necessariamente aceite por todas as Pessoas.

Quem vive num prédio urbano, destinado a Pessoas, tem o direito de viver nele sem ser incomodado pelos diferentes atropelos a que estão sujeitos pelos donos de “animais de estimação”.  

E tem o direito de contestar e não aceitar essa coabitação que lhe é imposta.

 

A preocupação legalista pelos direitos dos animais faz, genericamente, todo o sentido.

 

Mas e no referente aos ditos “animais de estimação” e, como já reportei noutro post, convinha, antes de tudo o mais, definir, preto no branco, quais são os animais de estimação.

Que é um conceito quase impossível de definir em termos de objeto, porque essa definição depende de muitos contextos.

Desde logo se se trata de um contexto urbano, se de um rural.

Como é evidente, num contexto rural, de pessoas que disponham de espaço e condições, há um conjunto de animais que podem ser tidos como animais ditos de estimação, que num contexto urbano são completamente impossíveis de considerar.

 

Mas há por aí gente tão louca, que levam os mais imponderáveis animais como de “estimação” para os respetivos andares nos prédios das nossas cidades!

 

E, também no respeitante ao tratamento dado aos animais, atuar e autuar sobre espetáculos em que os animais são objetivamente torturados.

Isto é, haver a coragem de “pegar o touro pelos cornos”!

 

Mas os aspetos fundamentais neste assunto dos “direitos dos animais” continuam a ser esquecidos!

 

Para não referir que com esta preocupação dos “direitos dos animais” se esquecem dos “Direitos do Ser Humano”.

Porque em quantos contextos não são os Seres Humanos tratados abaixo de lixo?!

Para não falar daqueles Humanos que vivem abaixo das condições mínimas de dignidade e que todos os dias constatamos nas nossas cidades. E a quem já nem ligamos! É só vermos com olhos de ver!

 

Que eu sou totalmente contra o maltrato dos animais.

 

Mas os animais são os animais. E as pessoas têm o Dever de serem Pessoas!

O que não acontece.

 

*******

 

Hoje, atualmente, nestas modernidades a que o conceito de “politicamente correto” nos tem levado e neste enquadramento dos cães, que são os animais em que há unanimidade em considera-los como de estimação, a tudo nos querem sujeitar.

 

Para além de, ao sairmos do nosso apartamento,

- depararmos com um caniche qualquer a defecar ou urinar nas escadas, caso frequente;

- de as ombreiras dos prédios, os muros e muretes, pilares e postes e equipamentos coletivos, de variados serviços públicos, estarem devidamente “esterilizados” por milhares de mijadelas;

- de passeios, jardins e relvados, altamente estrumados por cacas de canídeos;

- ainda nos querem, as sumidades “defensoras” dos animais, brindar-nos com mais alguns "presentes".

 

Por ex., o “Jornal de Arroios” Nº 11, Junho 17, pg. 15, informa-nos que “Agora donos e cães podem partilhar o mesmo bebedouro de água”.

Mais!

Esta medida é destacada no próprio Editorial, como se tratasse da mais iluminada e iluminante modernidade!

 

Paralelamente, ou nem por isso, também se prevê no nosso Parlamento legislar sobre a entrada franca de animais de estimação nos cafés e restaurantes, sentarem-se à mesma mesa que clientes humanos. Talvez tomarem café e bagaço juntos!

Assombrosa e estimulante modernidade!

 

Que este país gosta de viver na m****, não duvido.

 

Mal saiu ainda da pré-história do saneamento básico… Sim, não é ainda há muito tempo que neste país existem as condições mínimas neste aspeto…

 

Pois, agora, que praticamente os alojamentos atuais estão dotados dessas serventias, pois é vermos as ruas, os passeios, os jardins, os parques, cheios de lixo e porcaria.

 

in. ndonline.com.br..jpe

 

É só olhar e passear com olhos de ver!

 

E é esta a “modernidade” a que nos leva o “politicamente correto”!

E para que os nossos representantes se ocupam no nosso suprassumo legislativo!  

 

(Notas Finais:

Imagem: in. ndonline.com.br.

Esta imagem foi propositadamente escolhida da net, por ser dúbia e irónica.

É por demais evidente que há "pedidos / exigências" que não podemos esperar dos animais. Precisamente. Porque pessoas são, em princípio, Pessoas. Animais são animais!

Mas há muito boa gente que acha que é tudo igual!)

Neste País, valoriza-se o Trabalho?!

Dá-se valor a quem trabalha?!

Incentiva-se quem tem vontade, interesse, motivação, disponibilidade, competência, para trabalhar?!

 

Crónica(s) de Descontentamento (II)

(Candidatura frustrada a um Trabalho)

 

Não posso deixar de contar, brevemente, uma história ocorrida com uma Pessoa Amiga.

Estando reformada, ou aposentada, que não sei qual o termo mais indicado, Pessoa Amiga candidatou-se a função/atividade, deveras interessante, a exercer em Instituição Pública. Atividade de contacto com o público, num trabalho de campo, que já exercera na juventude, propôs-se e candidatou-se à função, a partir de um anúncio que vira numa Junta de Freguesia.

Formulou uma proposta de interesse, via mail; recebeu confirmação também online, com formulário de inscrição, a que respondeu, após várias “lembranças” da Entidade, aos vários itens aí consignados, reiterando a sua disponibilidade: inscrevendo-se, não omitindo a sua condição profissional.

Posteriormente, seria notificado para comparecer a entrevista coletiva na Sede da Instituição, no pretérito dia dezoito de Setembro, marcada para as nove e trinta. A que compareceu com muito gosto. (Foi o primeiro candidato a chegar! Assistiu à chegada de todos os outros, como pretendera.)

Estiveram presentes mais nove candidatos. Um total de dez: seis homens e quatro mulheres. Terão faltado quase outros tantos.

(A sessão, como é triste apanágio dos portugueses, iniciou-se com um quarto de hora de atraso.)

 

Após a representante da Entidade ter equacionado e explicado os vários e possíveis enquadramentos institucionais da atividade/função; ter respondido e esclarecido dúvidas suscitadas pelos intervenientes; propôs a apresentação dos vários candidatos, como é de “praxe”, numa entrevista coletiva.

Iniciou-se essa apresentação por essa Pessoa, minha Amiga.

 

E foi, quando explicitou a sua situação de reformada, que lhe foi dito que não poderia candidatar-se à função, porque não podiam estabelecer um contrato consigo.

 

Não interessa o facto em si, dessa cláusula ter sido ou não explicitada previamente, que várias pessoas foram nessa condição, nem de a Pessoa ter ido em vão à entrevista, que isso nem chateou o Sujeito. (E foi interessante reviver situações de grupo em que participou tantas vezes ao longo de vários anos… Pena não se ter lembrado de pedir permissão para assistir às apresentações dos restantes candidatos…)

 

O que me interessa aqui e neste post questionar é:

 

Então, mas que país, (com letra minúscula), é este, que não aproveita nem valoriza as Pessoas realmente motivadas e interessadas em trabalhar?

Que não dá valor às competências dos seus compatriotas que querem dispor-se a trabalhar?!

Ou o que interessa é o oportunismo de quem quer é o subsídio de desemprego, disto ou daquilo, receber o pilim ao fim do mês e estar-se nas tintas para o Trabalho?!

Triste país que desperdiça os seus talentos!

 

Frutos Outono I 2015 Original DAPL.jpg

 (Frutos de Outono. Original D.A.P.L. - 2015)

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